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Posts com a tag "Michel Temer"

Estado não sabe quanto aumentará dívida com União se assinar acordo

07 de março de 2017 0
Técnicos do Ministério da Fazenda voltam ao Estado para pente-fino nas contas Foto: Mateus Ferraz / Rádio Gaúcha

Técnicos do Ministério da Fazenda voltam ao Estado para pente-fino nas contas
Foto: Mateus Ferraz / Rádio Gaúcha

O acordo da dívida do Estado com a União trará custo-extra ao Piratini após a adesão. A carência de três anos, prorrogável por mais três, fará com que as parcelas do período sejam adiadas, com a incidência dos juros até a quitação. No entanto, o tamanho do aumento na conta ainda não foi mensurado.

“É uma suspensão temporária. Não é um perdão de dívida. O pagamento é suspenso e as prestações ficam apartadas para serem cobradas no fim da recuperação fiscal”, relata o Edélcio de Oliveira, que coordena a equipe técnica do Ministério da Fazenda que veio ao Estado para concluir o raio-x nas contas.

Além dos juros, o Estado poderá buscar novos financiamentos se conseguir oferecer empresas públicas como garantia. A CEEE, a Sulgás e a Companhia Riograndense de Mineração podem ser oferecidas pelo Piratini, mas os deputados estaduais precisam derrubar a necessidade de plebiscito para privatização das companhias. Há resistência inclusive na base aliada.

Atualmente, o governo gaúcho não pode pleitear empréstimos por ter estourado o teto de endividamento. Se assinar a repactuação, poderá financiar valores para utilização exclusiva no reequilíbrio fiscal. Entre as situações está o pagamento a servidores demitidos e desenvolvimento de ações para melhorar a arrecadação.

Outro ponto que pode modificar o custo ao Estado do acordo aponta para as contrapartidas e exigências do Governo Federal. O Piratini tenta derrubar algumas obrigações que constam no projeto encaminhado pelo Planalto ao Congresso, como o que proíbe ações judiciais questionando a dívida a quem aderir ao plano de recuperação.

Pente-fino

Em fevereiro, o Ministério da Fazenda começou a fazer um pente-fino nas contas gaúchas com dois técnicos. A equipe que iniciou o trabalho nesta terça-feira (7) vai contar com 15 profissionais, alguns deles focados em analisar as empresas públicas gaúchas e outros em avaliar a possibilidade de recuperação do IPE, com rombo que cresce R$ 400 milhões em média por ano.

Como entre as estruturas analisadas estarão a Corsan e o Banrisul, o secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, voltou a afirmar que essas estatais não serão vendidas.

Sartori define itens que RS quer retirar da renegociação da dívida com a União

02 de março de 2017 0
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Após dois dias de longas reuniões e de contatos por telefone com o presidente Michel Temer, o governador José Ivo Sartori definiu os três pontos principais que o Estado quer retirar do acordo da renegociação da dívida com a União.

Conforme adiantou o blog Cenário Político, o Piratini pretende retirar do acerto a proibição de concessão de novos incentivos fiscais, bem como a redução de 20% nos já concedidos e a retirada de ações judiciais contra o governo federal.

Para o núcleo duro do Piratini, as imposições do PLP 343/2017, encaminhado ao Congresso, podem fazer com que o RS perca competitividade frente a outros estados que, em melhor situação, não precisem repactuar suas dívidas.

Na próxima semana, Sartori vai a Brasília para articular as modificações junto a técnicos do Ministério da Fazenda. A bancada federal gaúcha no Congresso fará coro às reivindicações.

Para o secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, o Planalto precisa reconhecer o esforço já feito pelo Executivo gaúcho. Ele destaca a Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, a criação da Previdência Complementar, o aumento da alíquota da contribuição previdenciária para 14%, elevação do ICMS, além de corte de gastos.

A estratégia foi traçada pelo governador José Ivo Sartori junto aos secretários da Fazenda, Giovani Feltes; do Planejamento, Governança e Gestão, Carlos Búrigo; da Casa Civil, Marcio Biolchi; e da Comunicação, Cleber Benvegnú; do líder do Governo na Assembleia, deputado Gabriel Souza; e do procurador-geral do Estado, Euzébio Ruschel.

Expectativa de acordo da dívida com a União paralisa votações na Assembleia gaúcha

13 de fevereiro de 2017 0
Foto: Ana Paula Aprato / Divulgação

Foto: Ana Paula Aprato / Divulgação

Pela segunda semana consecutiva, a Assembleia Legislativa gaúcha não terá votações de projetos. A medida partiu de um acordo entre a base aliada e a oposição. O Piratini quer que a apreciação da segunda parte do pacote de cortes, enviado por Sartori, ocorra apenas depois do Carnaval. Até lá, conversas serão realizadas com deputados em busca de apoio às matérias polêmicas. Entre elas, a que permite a privatização da CEEE, Sulgás e Companhia Riograndense de Mineração (CRM).

Um fator que pode jogar a favor do Executivo gaúcho poderá vir de Brasília. A expectativa é que em março o presidente Michel Temer envie ao Congresso o projeto que autoriza o acordo da dívida com os Estados. Interlocutores do Piratini acreditam que a situação poderia dar força aos apelos da base aliada no convencimento dos parlamentares indecisos ou considerados rebeldes.

Em outra frente, o Governo gaúcho aposta no discurso de “salvação da pátria”. Deputados e secretários alinhados ao governo Sartori repetem em entrevistas e em visitas ao interior do Estado que o acordo com a União é a única alternativa para que os salários dos servidores seja pago em dia.

“Temos que mostrar que é o único jeito”, destaca um deputado da base.

Ainda assim, mesmo com o apelo, o Piratini sabe ser difícil passar todas as propostas que, no fechamento do acordo com a Governo Federal, serão solicitadas como contrapartida. O maior desafio será obter os 33 votos para a aprovação da PEC da CEEE. O governo gaúcho ainda tenta convencer deputados do PDT, que devem sair da base aliada nos próximos meses, e do PTB, que se denominam independentes.

Assembleia

Nesta terça-feira (11), haverá sessão plenária na Assembleia Legislativa gaúcha, mas sem ordem do dia (sem votações). A ação de maior relevância da tarde será a posse dos novos integrantes das comissões permanentes da Casa.

Jucá não vê corrupção no pedido de Geddel para que ministro liberasse obra embargada

26 de novembro de 2016 2
Foto: Cleidi Pereira / Agência RBS

Foto: Cleidi Pereira / Agência RBS

O presidente do PMDB e líder do governo Temer no Congresso, senador Romero Jucá, afirma que não vê caso de corrupção no pedido de Geddel Vieira Lima para a liberação de uma obra embargada na Bahia. A solicitação do ex-secretário de Governo foi feita para o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, que acusou o colega de tê-lo pressionado.

Corrupção não. Eu acho que ele estava defendendo a Bahia, Salvador, provavelmente tinha várias pessoas o procurando, ele tinha um apartamento lá, então era pressionado por outras pessoas que tinham apartamento. Em tese, ele tentou encontrar uma solução. Se é ou não próprio ter feito isso, quem vai julgar é a Comissão de Ética. Não cabe a mim julgar”, defende Jucá.

Sobre o envolvimento do presidente da República no caso, citado por Calero, o senador minimiza a situação e defende que Michel Temer apenas mediou o conflito entre os ministros, não fazendo qualquer pedido ao ex-titular da Cultura. O pivô da crise política que atinge o núcleo do governo é o embargo à construção de um prédio de luxo no Centro Histórico de Salvador, onde Geddel possui um apartamento.

Ministério

Líder do governo Temer no Congresso, posição oficializada na semana passada, Jucá afirma que não vê constrangimento em assumir o cargo. Ele vai além e conta que o presidente o convidou a voltar ao primeiro escalão do Executivo, para a pasta do Planejamento, o que não teria sido aceito pelo senador. Ele foi o primeiro ministro de Temer a ser desligado, depois do vazamento de uma gravação onde ele afirma que é preciso “estancar a sangria”, entendida como a Operação Lava Jato.

MDB

Jucá ainda destaca que o PMDB deve mudar de nome em breve. Reuniões estão sendo realizadas em todo o Brasil para que a sigla volte a se chamar Movimento Democrático Brasileiro ou, simplesmente, MDB. A medida seria para “modernizar” o grupo.

O senador está em Porto Alegre para participar de um encontro de prefeitos e vice-prefeitos do PMDB eleitos na última eleição. O evento é realizado no Hotel Ritter, no Centro da Capital. O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, também estaria presente no local, mas cancelou a agenda devido a problemas de saúde.

Dilma sobre reformas de Temer: "Teremos que disputar à unha"

17 de novembro de 2016 3
Foto: Mateus Ferraz / Rádio Gaúcha

Foto: Mateus Ferraz / Rádio Gaúcha

Escalada como a principal painelista de um evento sindical que abordou “O avanço neoliberal do mundo globalizado”, em Porto Alegre, Dilma Rousseff dividiu cerca de uma hora de fala entre o tema proposto e ataques às reformas propostas por Michel Temer e ao processo que levou a seu impeachment. A PEC 55, aprovada na Câmara Federal (como PEC 241) e em tramitação no Senado, foi o principal alvo da ex-presidente. A proposição limita os gastos públicos por 20 anos, congelando investimentos em áreas essenciais.

“Temos que disputar a PEC 55 à unha. Vamos ter que disputar à unha a reforma da presidência, vamos ter que disputar a reforma trabalhista, porque eu acho que nesse tripé está a retirada dos pobres da classe média e de todos aqueles que querem uma educação de qualidade do orçamento”.

A ex-presidente reclamou que a PEC 55 prevê incidência apenas sobre a receita corrente líquida, não afetando o pagamento de juros a instituições bancárias.

Ela pediu à plateia, formada por sindicalistas, correligionários e estudantes, engajamento nas redes sociais como forma de pressão contra as medidas. Ainda assim, afirmou que há a necessidade de mudanças na previdência devido ao envelhecimento da população brasileira, mas que “não precisa ser como estão fazendo”.

Impeachment

Sobre o impeachment, voltou a defender a tese de golpe, reafirmando não ter cometido crime de responsabilidade fiscal. Segundo Dilma Rousseff, como não havia base para cassar seu mandato, a lei foi “esticada”. Ao mencionar o fato, alfinetou o atual presidente, Michel Temer.

“Como eu não tinha conta no exterior, não tinha acusação de recebimento de propina… Aliás, a última acusação de recebimento de propina da minha campanha ficou claro que não era para mim. Era para o senhor vice-presidente”, relatou, em referência à trecho da delação premiada de executivos da empresa Odebrecht.

Evento

A ex-presidente dividiu a mesa do painel com o ex-governador Olívio Dutra e o presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (DNA), Jeferson Salazar. O evento integrou o 40º Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas.

Foto de Michel Temer fantasiado em festa da faculdade repercute na internet

19 de outubro de 2016 20
Foto: Reprodução

Temer aparece ao centro da foto, com a cabeça coberta e camisa listrada, abraçado por um colega – Foto: Reprodução

Acadêmicos de Direito da Universidade de São Paulo (USP) divulgaram no Facebook uma foto de Michel Temer da época em que era aluno da instituição. O registro é de 1959 e mostra o atual presidente do país na tradicional festa Peruada, realizada em frente ao Largo São Francisco, na Capital paulista. Fantasiado, aparece ao lado de colegas. Ele tinha 19 anos.

Temer se formou em 1963 e é o 13º presidente a se formar no curso pela USP, segundo reportagem da revista Época que também trazia a foto. Entre os demais chefes do Executivo que concluíram a faculdade na instituição, estão Jânio Quadros, Washington Luiz, Wenceslau Braz e Prudente de Moraes.

Confira fotos de infância de 10 políticos brasileiros

12 de outubro de 2016 1

Sempre que chega o mês de outubro, muitas pessoas trocam as fotos de perfis nas redes sociais para registros de quando eram crianças. Em 2016, os políticos não aderiram à ideia como em outros anos. A crise financeira e política brasileira pode ser a explicação para essa austeridade.

No entanto, o Blog Cenário Político trouxe as fotos de criança de algumas personalidades para que se possa fazer o “antes” e o “depois”.

1. Michel Temer

Foto 1: Reprodução - Foto 2: Marcos Corrêa / Presidência da República

Foto 1: Reprodução – Foto 2: Marcos Corrêa / Presidência da República

 

2. Dilma Rousseff

Foto 1: Reprodução / Foto 2: Agência Brasil

Foto 1: Reprodução – Foto 2: Agência Brasil

 

3. José Serra

Foto 1: Reprodução / Foto 2: Andréa Graiz / Agência RBS

Foto 1: Reprodução – Foto 2: Andréa Graiz / Agência RBS

 

4. Luis Inácio Lula da Silva

Foto 1: Instituto Lula - Foto 2: Instituto Lula

Foto 1: Instituto Lula – Foto 2: Instituto Lula

 

5. Aécio Neves

Foto 1: Blog do Aécio - Foto 2: José Cruz / Agência Brasil

Foto 1: Blog do Aécio – Foto 2: José Cruz / Agência Brasil

 

6. Fernando Henrique Cardoso

Foto 1: Fundação FHC - Foto 2: Fundação FHC

Foto 1: Fundação FHC – Foto 2: Fundação FHC

 

7. José Ivo Sartori

Foto 1: Reprodução - Foto 2: Agência RBS

Foto 1: Reprodução – Foto 2: Agência RBS

 

8. Tarso Genro

Foto 1: Reprodução - Foto 2: Julio Cordeiro / Agência RBS

Foto 1: Reprodução – Foto 2: Julio Cordeiro / Agência RBS

 

9. Nelson Marchezan Junior*

Foto 1: Arquivo Pessoal - Foto 2: Nathalia Pithan / Rádio Gaúcha

Foto 1: Arquivo Pessoal – Foto 2: Nathalia Pithan / Rádio Gaúcha

 

10. Sebastião Melo*

Foto 1 (2º da esquerda para a direita): Arquivo Pessoal - Foto 2: Nathalia Pithan / Rádio Gaúcha

Foto 1 (2º da esquerda para a direita): Arquivo Pessoal – Foto 2: Nathalia Pithan / Rádio Gaúcha

 

* Fotos de Nelson Marchezan Junior e Sebastião Melo solicitadas aos candidatos por Zero Hora.

Faustão critica governo Temer ao vivo pela reforma na educação

25 de setembro de 2016 8

Foto: Reprodução

O apresentador Faustão fez críticas ao vivo ao governo do presidente Michel Temer no programa deste domingo (24). Ele falava com o ginasta Diego Hypólito quando atacou a reforma proposta pelo Planalto para a Educação. E ele não mediu as palavras.

“Essa p**** desse governo nem começou, não sabe se comunicar e já faz a reforma sem consultar ninguém. Então, o país que mais precisa de educação faz uma reforma com ‘cinco gato pingado’, que não entende p**** nenhuma, não consulta ninguém e ainda tira a educação física que é fundamental na formação do cidadão”, disse.

A crítica do apresentador vem depois que o Governo Federal anunciou uma reforma no ensino médio, com disciplinas optativas e sem a obrigatoriedade de artes e educação física.

Confira o vídeo:

Temer se reúne com aliados e pede presença para aprovar medidas no Congresso

22 de agosto de 2016 0

 Temer almoçou com deputados aliados nesta segunda Foto: Beto Barata/ PR

Por Matheus Schuch

O presidente interino, Michel Temer, almoçou com deputados aliados, nesta segunda-feira (22), para pedir apoio na votação de matérias que tramitam no Legislativo. Na reunião, que ocorreu na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ele convocou os parlamentares da base a comparecerem às sessões, mesmo em meio à campanha eleitoral nos municípios.

O governo tem encontrado dificuldade para reunir o número mínimo de parlamentares para votação de projetos que considera importantes. Presente no encontro, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Geddel Vieira Lima, falou sobre o apelo de Temer.

“O presidente renovou o apelo que a coordenação política tem feito permanentemente por quórum, presença em Brasília, engajamento da base que participa do governo”, relatou o ministro.

Geddel destacou a necessidade de votar nesta semana as emendas do projeto de renegociação das dívidas dos estados com a União. Ele confirmou que irá trabalhar para que todas as propostas do PT sejam rejeitadas, mantendo o texto original.

Durante o almoço, com a presença de líderes da base, Temer ainda enfatizou outros projetos prioritários para o governo, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o aumento dos gastos públicos à inflação do ano anterior.

“É a hora de darmos um sinal claro ao Brasil da nossa disposição em enfrentar os problemas”, finalizou o ministro.

Temer e Dilma usam ouro do futebol brasileiro para mandar “recados” pelo Twitter

20 de agosto de 2016 2
Foto: Roberto Stuckert Filho / Divulgação

Foto: Roberto Stuckert Filho / Divulgação

Por Mateus Ferraz

Pouco depois do gol de pênalti de Neymar que deu a inédita medalha de ouro para a seleção de futebol brasileira, o presidente em exercício, Michel Temer, usou sua conta no Twitter para comemorar. Em 140 caracteres, destacou a conquista, mas incluiu no post dois “recados” sobre o atual momento político.

Ele disse que a conquista vem “em momento histórico do país” e destacou que essa é a “Hora de nos reerguermos com a grandeza do nosso Brasil”.

Já a presidente afastada, Dilma Rousseff, demorou quase 20 minutos para se manifestar sobre o resultado da final olímpica. Ela parabenizou a equipe e destacou: “Nada como um dia depois do outro!”. Em outro post, ela comemorou exaltando Neymar como o comandante da seleção.