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Saída do governo Sartori será decidida pelo PDT nesta segunda-feira

10 de abril de 2017 0
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, defende a saída do governo – Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Uma decisão discutida desde o ano passado é aguardada para a noite desta segunda-feira (10), em Porto Alegre. O PDT deverá oficializar o desembarque do governo de José Ivo Sartori. A saída, que será votada pelo diretório da legenda em uma reunião às 19h, na sede estadual, é mais pelas eleições de 2018 do que por discordância direta com o governador. O presidente nacional, Carlos Lupi, vai participar do encontro.

Os trabalhistas vêm trabalhando o nome do ex-prefeito de Canoas Jairo Jorge para o Piratini e, com a independência, a “divulgação” da imagem do futuro candidato será intensificada. Em relação à postura no Legislativo, a tendência é que pouca coisa mude. Os deputados Juliana Brizola e Enio Bacci deverão continuar com críticas ácidas a Sartori, enquanto se espera que os outros cinco parlamentares da legenda (Gerson Burmann, Gilmar Sossella, Eduardo Loureiro, Ciro Simoni e Marlon Santos) sejam menos incisivos.

Mesmo com a aparente separação amigável, os pedetistas não concordam com projetos polêmicos que estão na Assembleia Legislativa e que integram o pacote de cortes encaminhado pelo Executivo gaúcho em 2016. As propostas de emenda constitucionais (PECs) que derrubam a necessidade de plebiscito para privatização da CEEE e de outras duas companhias e a que altera o calendário de pagamento do funcionalismo não terão o apoio do PDT. Ainda não há posição fechada quanto às outras matérias.

Educação

Atualmente, a secretaria estadual da Educação é vinculada ao PDT. Desde a saída de Vieira da Cunha, a pasta tem Luiz Antônio Alcoba de Freitas como titular interino. Com a saída do partido do governo, a tendência é que ele deixe o cargo, embora nenhuma data tenha sido marcada para a ação. Gerson Burmann, que ocupava a Secretaria de Obras, reassumiu como deputado no início de abril.

Senador Lasier Martins oficializa entrada no PSD

25 de janeiro de 2017 0
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Um ato político em uma churrascaria de Porto Alegre marcou a filiação do senador Lasier Martins ao PSD. A assinatura contou com a presença do presidente da sigla e ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, e do vice-governador gaúcho, José Paulo Cairoli.

O senador teve convites de outros partidos, como PSDB e PMDB, mas escolheu o PSD pelo protagonismo oferecido. Em 2017, ele será membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e vice-líder do partido no Senado. Em 2018, ele assumirá a liderança da sigla na Casa. No RS, vai integrar a direção da sigla.

“Eu concordo com o conjunto de princípios e diretrizes. Tive a garantia de posições dentro do partido”, relata.

Lasier estava sem partido desde que deixou o PDT em dezembro, em meio a um processo de expulsão. Ele contrariou o sigla votando a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e da PEC do Teto dos Gastos.

“Não consegui protagonismo no PDT. Era uma camisa-de-força com cartas marcadas”, reclama.

A filiação do senador fortalece o PSD no Estado. Em solo gaúcho, a sigla mantém o vice-governador e um deputado estadual.

PDT abrirá processo para expulsar o senador Lasier Martins

14 de dezembro de 2016 56
Foto: Diego Vara/Agência RBS

Foto: Diego Vara/Agência RBS

* por Matheus Schuch

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse nesta quarta-feira (14) que abrirá processo para discutir a expulsão de dois senadores do partido que votaram a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto de gastos: Lasier Martins (RS) e Telmário Mota (RR).

Em entrevista na Câmara dos Deputados, Lupi disse que a decisão sobre o futuro dos correligionários será definida em março, durante congresso do partido. “A decisão é do coletivo, mas a minha opinião é que é muito grave porque estão desrespeitando o estatuto e o programa do partido, estão rasgando este estatuto”, bradou Lupi.

O presidente disse que os senadores são “reincidentes”, pois já haviam contrariado a posição do partido durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, sendo favoráveis à cassação da petista.

O senador Lasier se mostrou surpreso com a declaração do presidente da sigla. “O Lupi jamais conversou comigo e com os outros colegas sobre a PEC”, afirmou.

Bisneto de Getúlio Vargas troca PDT pelo PSOL na Capital

07 de setembro de 2016 1
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Por Mateus Ferraz

Depois de ter a candidatura a vereador na Capital barrada pelo partido um dia antes da inscrição junto à Justiça Eleitoral, Jonathan Vargas decidiu sair do PDT após nove anos na sigla. O destino escolhido é o PSOL, onde ele vai assinar ficha de filiação em um evento nesta quinta-feira (8). Jonathan é bisneto de Getulio Vargas e neto do ex-prefeito da Capital Manoel Sarmanho Vargas.

“Me preparei para concorrer. Minha candidatura foi confirmada na convenção do partido. Fui avisado por telefone de que não concorreria aos 45 do segundo tempo”, relata.

No campo majoritário, ele defendia o nome de Vieira da Cunha ou de Juliana Brizola para candidatura própria à prefeitura da Capital. No entanto, a própria Juliana passou a compor a chapa de Sebastião Melo, após a confirmação do apoio do PDT ao PMDB. Jonathan chegou a conversar com o presidente nacional trabalhista, Carlos Lupi, mas não conseguiu reverter a situação.

“Conversei com outros partidos, mas escolhi o PSOL pelo que o partido promete, como a renovação na política”, diz.

Jonathan, que terá a ficha abonada no PSOL pelo deputado estadual Pedro Ruas, é advogado e acadêmico do curso de Políticas Públicas da UFRGS. Além dele, que ocupava a presidência da Juventude do PDT, outros quatro trabalhistas irão migrar para a nova sigla: Liana Dolci, Bruno Saldanha, Filipe Vargas e Cristiano Santos.

Ainda indeciso sobre impeachment, Pompeo de Mattos diz que pode se abster de votar

15 de abril de 2016 2
Foto: PDT/Divulgação

Foto: PDT/Divulgação

*Por Kelly Matos e Matheus Schuch

O deputado federal Pompeo de Mattos (PDT) ainda vive um dilema sobre a votação da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Embora a sessão já tenha começado nesta sexta-feira (15), ele ainda não divulgou qual será seu posicionamento. É o único indeciso na bancada gaúcha, que reúne 31 parlamentares.

Questionado pela Rádio Gaúcha, Pompeo disse que tem uma posição diferente da que foi revelada pelo PDT, mas precisa considerar sua posição como dirigente partidário.

“Eu gostaria de votar a favor do impeachment, mas eu tenho uma decisão do meu partido, o PDT, então eu vou cumprir a decisão. Se o partido não liberar, eu vou votar com o partido. Mas eu não sei se eu vou votar contra, pode ser abstenção ou um protesto”, sustentou o deputado, que também é presidente da sigla no Rio Grande do Sul.

Entre os outros dois representantes gaúchos do partido na Câmara, também há divisão. Afonso Motta já se posicionou contra o impeachment. Já Giovani Cherini disse que irá votar a favor do afastamento da presidente. A decisão revoltou integrantes da executiva nacional do PDT, que marcou uma reunião no fim da tarde desta sexta para avaliar a expulsão de Cherini.

Ouça parte da entrevista do deputado Pompeo ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, nesta sexta:

Dos 31 deputados gaúchos, 22 manifestaram voto favorável ao impeachment, 8 são contra e um segue indeciso. Confira, abaixo, o posicionamento de cada um:

Aprovam o impeachment:

Afonso Hamm (PP), Alceu Moreira (PMDB), Carlos Gomes (PRB), Covatti Filho (PP), Danrlei De Deus Hinterholz (PSD), Darcísio Perondi (PMDB), Giovani Cherini (PDT), Heitor Schuch (PSB), Jerônimo Goergen (PP), João Derly (Rede), José Fogaça (PMDB), José Otávio Germano (PP), Jose Stédile (PSB), Luis Carlos Heinze (PP), Luiz Carlos Busato (PTB), Mauro Pereira (PMDB), Nelson Marchezan Junior (PSDB), Onyx Lorenzoni (DEM), Osmar Terra (PMDB), Renato Molling (PP), Ronaldo Nogueira (PTB) e Sérgio Moraes (PTB).

Contrários ao impeachment:

Afonso Motta (PDT), Bohn Gass (PT), Henrique Fontana (PT), Marco Maia (PT), Marcon – (PT), Maria Do Rosário (PT), Paulo Pimenta (PT) e Pepe Vargas (PT).

Indecisos:

Pompeo de Mattos (PDT)

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Presidente do PDT promete punir parlamentares a favor do impeachment

14 de abril de 2016 2
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

*Por Matheus Schuch

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ameaça punir os parlamentares do partido que votarem a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Após anunciar apoio ao governo, ele considera inadmissível que a orientação não seja seguida. A situação deverá ser avaliada em reunião do diretório nacional, em 30 de maio.

“Tem uma deliberação nacional do diretório e da bancada, em consonância. Todos aqueles que não votarem de acordo com a orientação do partido estão passíveis de sanções”, explicou em entrevista ao blog.

Lupi diz que irá esperar o fim da sessão do próximo domingo (17) para se manifestar sobre cada caso. Ele adianta, no entanto, que os votos favoráveis ao impeachment poderão resultar até mesmo em expulsão.

“Depende de como for, o cara votar sim é uma situação, não votar (abstenção) é outra. Quem votar sim terá uma pena mais grave, pode ser até expulsão”, avalia.

A bancada do PDT gaúcho está dividida na Câmara. Nesta quinta, o deputado gaúcho Giovani Cherini anunciou que irá votar pela saída da presidente Dilma; Afonso Motta já havia dito que irá votar contra o impeachment; e Pompeo de Mattos ainda não divulgou sua posição.

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Novo processo contra Basegio deve ser aberto na próxima semana

04 de novembro de 2015 0
Adulteração de odômetro está entre as novas denúncias Foto: Juan Barbosa / Agência RBS

Adulteração de odômetro está entre as novas denúncias
Foto: Juan Barbosa / Agência RBS

Por Mateus Ferraz

Novas denúncias contra o deputado Diógenes Basegio (PDT) foram encaminhadas ontem (3) à Comissão de Ética da Assembleia pelo presidente da Casa, Edson Brum (PMDB). São fatos que, embora já conhecidos do Ministério Público, não foram considerados no processo de cassação que estará apto a ser analisado pelo Plenário do Parlamento a partir de 17 de novembro. Assim que os documentos chegarem à Corregedoria, uma nova investigação deve ser aberta, o que está previsto para a próxima segunda-feira (8).

Entre o material encaminhado, estão extratos de banco que trazem indícios de que assessores depositaram parte do salário na conta pessoal de Basegio. Também há a denúncia de modificações em odômetros de carros utilizados pelo gabinete do parlamentar para a requisição de verba indenizatória.

Pressão

Na prática, um novo processo contra Basegio faria aumentar a pressão sobre o deputado. Além disso, um grupo de parlamentares espera que, como as novas denúncias são mais graves do que as que levaram ao pedido de cassação em curso, o Plenário também poderia se inclinar pela perda de mandato.

Processo

O processo atual concluiu que Basegio quebrou o decoro parlamentar, mas apenas por dois fatos: a manutenção de uma funcionária fantasma e a omissão em não denunciar um ex-assessor que cometia irregularidades. De acordo com o corregedor Marlon Santos (PDT), as outras denúncias não constaram no relatório por que faltou tempo hábil para juntar provas. O tempo regimental para a conclusão da etapa inicial de investigações como essa é de até 10 sessões plenárias.

PDT vai apresentar emenda restringindo prazo do aumento do ICMS

21 de setembro de 2015 1
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José Ivo Sartori se reuniu com bancada do PDT. Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini

Por Mateus Ferraz

Após reunião com o governador José Ivo Sartori, na tarde desta segunda-feira (21), o PDT manteve sua posição de exigir um prazo máximo para o aumento das alíquotas do ICMS. O líder da bancada, deputado Eduardo Loureiro, afirmou que a sigla vai protocolar uma emenda aos projetos restringindo a elevação dos índices em, no máximo, quatro anos.

“Vamos definir até amanhã o prazo. Nós estamos avaliando isso, mas, a princípio, três anos”, relata. Ele destaca que, sem a data para que as alíquotas voltem ao patamar atual, o partido votará contrariamente.

Saiba mais:

Confira a intenção de voto de todos deputados

Secretários vão retornar à Assembleia para votar a favor de aumento de impostos

Primeiro a sair da reunião, o presidente do PDT gaúcho, deputado federal Pompeo de Mattos, afirmou que a sigla e o governo estão “fechando” o acordo.

“Faltam alguns detalhes e o governador foi sensível a nossas colocações”, diz.

Quanto aos projetos que definem a extinção das Fundações de Produção e Pesquisa e Saúde (Fepps) e de Esporte e Lazer do RS, o PDT solicitou a retirada do regime de urgência. Caso a ação não seja feita pelo Piratini, a sigla deve votar contrariamente às propostas.

Divisão no PP

Já no início da noite, o Piratini recebeu representantes do Partido Progressista (PP), que ainda estão divididos. O presidente da sigla, Celso Bernardi, relata que os deputados estão livres para definir suas posições.

“Ninguém quer aumentar imposto, mas nesse momento é preciso. Mas cada deputado vai decidir como votar”, diz.

Os deputados do PP que estavam ocupando secretarias, Pedro Westphalen (Transportes) e Ernani Polo (Agricultura), reocuparão seus mandatos para a votação. Entre os sete parlamentares da legenda, apenas os dois afirmam que vão votar pelo aumento de impostos. Entre os demais, o deputado João Fischer ainda não definiu posições. Os demais serão contrários, embora o Piratini tente fazê-los se absterem da votação.

Aumento de ICMS dependerá do PDT; veja intenção de voto de todos deputados

21 de setembro de 2015 0
Palácio Piratini/Divulgação

Palácio Piratini/Divulgação

*Por Kelly Matos e Matheus Schuch

A aprovação do projeto que reajusta as alíquotas do ICMS no Estado passa diretamente pela posição que o PDT assumirá nesta segunda-feira (21). O partido se reunirá com o governador José Ivo Sartori às 16h, no Palácio Piratini, e estabelecerá como condição para votar a favor do projeto um prazo de vigência. Na prática, o PDT votará pelo aumento se o governo ceder e aceitar um reajuste das alíquotas por até três anos.

Os votos dos oito parlamentares serão decisivos para garantir a vitória do governo na Assembleia, na sessão marcada para esta terça-feira (22).

Até o momento, o governo tem 17 votos garantidos, conforme levantamento feito pela Rádio Gaúcha junto aos parlamentares. Estão dispostos a votar a favor: PMDB (7), PSB (3), PSDB (3 votos de uma bancada com quatro), PV (1), PP (2 de uma bancada de 7) e PSD (1).

Se o governo conseguir garantir os votos do PDT, serão somados 8 votos e o total favorável chegaria a 25.

Ainda há indefinição quanto ao voto do PR e o voto de um deputado do PP, o deputado João Fischer, que afirmou à reportagem que ainda não definiu seu voto.

Os votos contrários hoje somam 26. Entretanto, não está descartada a abstenção de parlamentares que sejam contra o projeto. Na prática, isso facilita a aprovação, considerando que é necessário maioria simples. O Piratini tentará convencer aliados de que os parlamentares contrários deixem de votar.

Votariam contra hoje: PCdoB (1), PPS (1), PPL (1), PSOL (1), PT (11), PTB (5), PRB (1), PP (4) e PSDB (1).

O Partido Progressista também terá reunião com o governador José Ivo Sartori nesta segunda-feira. O encontro está previsto para as 18h.

Os votos computados pela reportagem somam 53 parlamentares. Estão fora da lista o presidente da Assembleia, Edson Brum (PMDB), que só votará no caso de empate; e a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB), que está em licença maternidade.

Confira, abaixo, a intenção de voto dos deputados:

PMDB

Alexandre Postal (a favor)
Álvaro Boessio (a favor)
Edson Brum (só vota em caso de desempate)
Gabriel Souza (a favor)
Gilberto Capoani (a favor)
Ibsen Pinheiro (a favor)
Tiago Simon (a favor)
Vilmar Zanchin (a favor)

PSDB

Adilson Troca (a favor)
Jorge Pozzobom (contra)
Pedro Pereira (a favor)
Zilá Breitenbach (a favor)

PSB

Catarina Paladini (a favor)
Liziane Bayer (a favor)

Elton Weber (?) *A assessoria do deputado informou à reportagem que apesar de o PSB já ter divulgado nota a favor do tarifaço, ele segue definindo qual será o seu voto.

PP

Adolfo Brito (contra)
Frederico Antunes (contra)
Gérson Borba (cederá lugar a Ernani Polo, que votará a favor)
João Fischer (indefinido)
Marcel van Hattem (cederá lugar a Pedro Westphalen, que votará a favor)
Sérgio Turra (contra)
Silvana Covatti (contra)

PR

Missionário Volnei (indeciso)

PSOL

Pedro Ruas (contra)

PRB

Sérgio Peres (contra)

PV

João Reinelli (a favor)

PSD

Jardel (a favor)

PPL

Bombeiro Bianchini (contra)

PCdoB

Juliano Roso (contra)
Manuela d’Ávila (licença maternidade)

PTB

Aloísio Classmann (contra)
Luis Augusto Lara (contra)
Marcelo Moraes (contra)
Maurício Dziedricki (contra)
Ronaldo Santini (contra)

PT

Adão Villaverde (contra)
Altemir Tortelli (contra)
Edegar Pretto (contra)
Jeferson Fernandes (contra)
Luiz Fernando Mainardi (contra)
Mirian Marroni (contra)
Nelsinho Metalúrgico (contra)
Tarcísio Zimmermann (contra)
Stela Farias (contra)
Valdeci Oliveira (contra)
Zé Nunes (contra)

PPS

Any Ortiz (contra)

PDT

Ciro Simoni (a favor por tempo determinado)
Diógenes Basegio (a favor por tempo determinado)
Eduardo Loureiro (a favor por tempo determinado)
Enio Bacci (a favor por tempo determinado)
Gilmar Sossela (a favor por tempo determinado)
Juliana Brizola (a favor por tempo determinado)
Marlon Santos (a favor por tempo determinado)
Regina Becker (a favor por tempo determinado)

Fortunati afirma que não falará das eleições de 2018 antes de terminar seu mandato na prefeitura

02 de dezembro de 2014 2
Fortunati é cogitado como candidato em 2018. Pode ser ao Estado ou ao Senado Foto: Jean Schwarz / Agência RBS

Fortunati é cogitado como candidato em 2018. Pode ser ao Estado ou ao Senado
Foto: Jean Schwarz / Agência RBS

*Por Mateus Ferraz

José Fortunati foi o primeiro a deixar a reunião da Executiva do PDT, realizada na tarde de segunda-feira (1º), que definiu o indicativo de entrada da sigla no governo de José Ivo Sartori. No entanto, o prefeito da Capital disse que não quis se posicionar por se considerar impedido, já que seu vice na prefeitura é do PMDBSebastião Melo – e pela boa relação com o governador eleito. Quando o assunto é a eleição de 2018, o prefeito também mantém as reticências.

“O meu compromisso é administrar a cidade de Porto Alegre até 31 de dezembro de 2016 e farei isto com todo o vigor, com toda a tranquilidade, com toda a minha energia, com todo o trabalho que eu puder desempenhar. Por isso solicitei formalmente ao meu partido que, ao estabelecer relações para o futuro, não considerem o meu nome como candidato ao governo do Estado em 2018. Eu me nego a fazer esse debate”.

Um dos motivos apontados por trabalhistas contrários à entrada do partido no governo Sartori é o fortalecimento da legenda para o lançamento de candidatura própria em 2018. O nome de José Fortunati é o mais cotado. No entanto, há a possibilidade de o prefeito se lançar para o Senado.

Em relação a 2016, o PDT pode adotar dois caminhos. O mais provável é apoiar Sebastião Melo na cabeça de chapa. O segundo é lançar Vieira da Cunha como candidato principal. No entanto, o deputado, que deve integrar o secretariado de José Ivo Sartori, não obteve boa votação na Capital nas eleições desse ano, quando foi candidato ao governo do Estado.