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Piratini adota a estratégia de ligar venda de estatais a pagamento em dia aos servidores

07 de fevereiro de 2017 0
Foto: Vinicius Reis / Agência AL/RS

Foto: Vinicius Reis / Agência AL/RS

A Assembleia Legislativa poderia começar a votar a segunda parte do pacote de cortes do Piratini nessa terça-feira (7). No entanto, a ação não vai ocorrer antes do Carnaval. O mais provável é que o tema entre na pauta dos deputados somente no dia 7 de março. Com um mês de fôlego, o Executivo seguirá trabalhando na sensibilização dos parlamentares, mas também junto à população. O Governo vai sustentar que só poderá voltar a pagar os salários em dia se os projetos forem aprovados.

Um dos textos que encontra maior resistência no Parlamento é o que derruba a necessidade de plebiscito para a venda da CEEE, Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e a Sulgás. O Estado precisa da aprovação para fechar o acordo da dívida com a União, já que as estatais seriam utilizadas como garantia para a obtenção de novos financiamentos. O acerto com o Governo Federal também traria carência de três anos nas parcelas mensais de cerca de R$ 280 milhões.

Votação

Além das contrapartidas exigidas pela União – algumas já atendidas pelo Piratini como a elevação da alíquota da Previdência e Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual -, o Governo gaúcho acredita que a aprovação do projeto que será encaminhado pelo presidente Michel Temer ao Congresso, autorizando a renegociação, poderia facilitar a anuência dos deputados gaúchos, que terão que votar um texto semelhante, além dos outros termos do pacote.

“Eu reconheço que se o Congresso Nacional votar antes do projeto de lei autorizando a União a fazer o plano de recuperação, evidentemente fortalece a nossa argumentação política na Casa, melhorando as condições de aprovação dos projetos”, relata o líder do Governo Sartori na Assembleia, deputado Gabriel Souza (PMDB).

Nos corredores da Assembleia Legislativa, deputados que apoiam Sartori dão como certo o fechamento do acordo com a União no próximo mês.

Auditoria

Nesta quinta-feira (9), técnicos do Ministério da Fazenda irão desembarcar em Porto Alegre para quantificar o tamanho do rombo nos cofres gaúchos. Essa é uma etapa necessária para a assinatura do acordo de renegociação da dívida.

Jucá não vê corrupção no pedido de Geddel para que ministro liberasse obra embargada

26 de novembro de 2016 2
Foto: Cleidi Pereira / Agência RBS

Foto: Cleidi Pereira / Agência RBS

O presidente do PMDB e líder do governo Temer no Congresso, senador Romero Jucá, afirma que não vê caso de corrupção no pedido de Geddel Vieira Lima para a liberação de uma obra embargada na Bahia. A solicitação do ex-secretário de Governo foi feita para o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, que acusou o colega de tê-lo pressionado.

Corrupção não. Eu acho que ele estava defendendo a Bahia, Salvador, provavelmente tinha várias pessoas o procurando, ele tinha um apartamento lá, então era pressionado por outras pessoas que tinham apartamento. Em tese, ele tentou encontrar uma solução. Se é ou não próprio ter feito isso, quem vai julgar é a Comissão de Ética. Não cabe a mim julgar”, defende Jucá.

Sobre o envolvimento do presidente da República no caso, citado por Calero, o senador minimiza a situação e defende que Michel Temer apenas mediou o conflito entre os ministros, não fazendo qualquer pedido ao ex-titular da Cultura. O pivô da crise política que atinge o núcleo do governo é o embargo à construção de um prédio de luxo no Centro Histórico de Salvador, onde Geddel possui um apartamento.

Ministério

Líder do governo Temer no Congresso, posição oficializada na semana passada, Jucá afirma que não vê constrangimento em assumir o cargo. Ele vai além e conta que o presidente o convidou a voltar ao primeiro escalão do Executivo, para a pasta do Planejamento, o que não teria sido aceito pelo senador. Ele foi o primeiro ministro de Temer a ser desligado, depois do vazamento de uma gravação onde ele afirma que é preciso “estancar a sangria”, entendida como a Operação Lava Jato.

MDB

Jucá ainda destaca que o PMDB deve mudar de nome em breve. Reuniões estão sendo realizadas em todo o Brasil para que a sigla volte a se chamar Movimento Democrático Brasileiro ou, simplesmente, MDB. A medida seria para “modernizar” o grupo.

O senador está em Porto Alegre para participar de um encontro de prefeitos e vice-prefeitos do PMDB eleitos na última eleição. O evento é realizado no Hotel Ritter, no Centro da Capital. O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, também estaria presente no local, mas cancelou a agenda devido a problemas de saúde.

PMDB da Capital decide não ocupar cargos na administração de Marchezan

07 de novembro de 2016 0
Foto: Ronaldo Bernardi / Agência RBS

Foto: Ronaldo Bernardi / Agência RBS

Em reunião com líderes da sigla na Capital, o PMDB decidiu não participar do governo de Nelson Marchezan Junior (PSDB). Na prática, a ação quer dizer que integrantes não ocuparão cargos na futura administração. No entanto, a postura na Câmara de Vereadores não será de oposição. De acordo com o presidente do partido em Porto Alegre, Antenor Ferrari, os cinco vereadores eleitos terão posição de independência, podendo votar a favor ou contra medidas defendidas pelo Executivo.

“Não estaremos com o governo, até porque não fomos convidados. Vamos acompanhar projetos estruturantes, se estiverem de acordo com a posição do PMDB”, afirma.

Assumir uma posição independente foi a forma encontrada pelo PMDB para não ficar na oposição junto a inimigos históricos, como PT e PSOL. A medida também permite à sigla não ter que combater a futura administração, possibilitando um acordo futuro. A aspiração de Valter Nagelstein à presidência da Câmara em 2017 também pode ganhar força, inclusive, com o apoio de vereadores que sustentaram a campanha de Marchezan.

“Teremos a maior bancada. O eleitor nos deu legitimidade (para assumir a presidência da Câmara). Mas não vamos interferir no processo de decisão de outras siglas”, relata Antenor Ferrari.

As demais bancadas que deverão assumir a presidência da Câmara por um ano serão as do PT, PP e PTB, ambas com quatro vereadores. Nos bastidores, há um movimento para evitar que o PT entre no rodízio acordado sempre no início de cada legislatura, embora as chances sejam pequenas. Se isso ocorresse, PDT e DEM poderiam indicar um nome.

Deputado quer proibir obras nas estradas gaúchas em horários de pico

04 de novembro de 2016 0
Foto: Bruno Alencastro / Agência RBS

Foto: Bruno Alencastro / Agência RBS

Um projeto do deputado estadual Juvir Costella, do PMDB, quer limitar os trabalhos de tapa-buraco, recapeamento ou qualquer intervenção que bloqueie o trânsito nos horários de pico. A medida, se adotada, valeria para as estradas administradas pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), mas pode ser estendida às demais, sob responsabilidade do Daer.

“As obras têm que ser feitas preferencialmente na parte noturna e isso tem que ser definido no edital de licitação”, relata Costella.

O parlamentar não define quais os horários que seriam os de maior movimento porque afirma que cada região pode ter características diferentes. Isso seria especificado em cada caso separadamente. Outra definição da matéria é proibir que trechos superiores a 500 metros sejam bloqueados. Ainda não há data definida para a votação do projeto.

Renan Calheiros defende mais espaço para o PSDB no governo

19 de agosto de 2016 0
Foto: Arquivo - Antonio Cruz/Agência Brasil

Foto: Arquivo – Antonio Cruz/Agência Brasil

*Por Matheus Schuch

O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse nesta sexta-feira (19) que é favorável à abertura de mais espaço para o PSDB dentro do governo do presidente interino Michel Temer. A declaração foi feita após encontro com a presidente afastada, Dilma Rousseff. Renan disse que o PMDB não foi suficientemente valorizado no governo petista, e não quer aplicar isso na relação com os tucanos.

“Eu acho que é fundamental este espaço, a participação mais direta do PSDB no governo na definição de diretrizes, na especificação de políticas públicas. O PMDB tem muita experiência para não repetir com o PSDB a relação periférica que o partido (PMDB) teve com o PT no governo anterior”, sustentou.

A pressão do PSDB para ter mais força no governo toma conta de grande parte das discussões na cúpula do Palácio do Planalto. Para estreitar laços com o partido, Temer ofereceu um jantar a senadores tucanos na última quarta-feira. O presidente interino também reforçou o compromisso com o ajuste fiscal, umas das exigências do PSDB para manter o apoio ao peemedebista.

"Se achavam donos do Senado, agora a casa está caindo", diz Delcídio do Amaral

08 de junho de 2016 0

Por: Tiago Boff

Senador cassado ainda ironizou Eduardo Cunha e manobras na Câmara: “eu morro e não vejo tudo”

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Em entrevista ao Timeline Gaúcha desta quarta-feira (8) o senador cassado Delcídio do Amaral demonstrou um tom de satisfação ao falar do pedido do procurador-geral da república, Rodrigo Janot, de prisão dos senadores Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha: “O processo do Romero foi arquivado no Conselho de Ética, dentro do Senado. Você vê como as coisas são. A “imparcialidade”, digo entre aspas mesmo, desses que sempre se acharam donos do Senado e agora a casa está caindo”.

Delcídio comentou também as manobras de Eduardo Cunha, para evitar a cassação na Câmara: “Sinceramente, viu… como diz na minha terra: eu morro e não vejo tudo. Daqui a pouco vou começar a andar sobre as águas, porque eu vou virar um santo. Estou vendo as coisas acontecendo impunemente. Daqui a pouco vou ser canonizado pelo meu querido Papa Francisco, que é jesuíta como eu sou”.

O ex-senador disse ter alertado, em sua delação, sobre o núcleo duro do PMDB, formado pelos senadores denunciados por Janot e a relação deles com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado: “Na época, fui chamado de mentiroso e agora tudo está se provando”.

Ainda sobre Machado, autor de diversas gravações envolvendo políticos de alto escalação em Brasília, Delcídio disse que “ele sabe demais” e brincou sobre o perigo de se terem conversas privadas na Capital Federal: “Negócio tá tão brabo que tem que ser na sauna a vapor, que se alguém levar gravador, a umidade acaba com o equipamento. E nu, para todo mundo ter certeza que ninguém tá levando absolutamente nada lá para dentro”.

Delcídio também disse que ‘fatos que ainda vão vir à tona são muito relevantes’ e que não acredita que Janot representou pedido de prisão apenas baseado nas gravações.

Especificamente sobre o presidente do senado, ele foi taxativo: “conheço-o muito bem. Se perceber a fala do Renan nos telejornais, ele dá tapa na mesa, aparenta tranquilidade, mas repare nos gestos corporais, as pernas balançando… quando faz isso, tenha certeza absoluta, está nervoso. A tensão é muito grande. Porque eles (Renan, Jucá e Sarney) não sabem o que está no depoimento de Sérgio Machado”.

RS é o terceiro estado com mais filiados a partidos políticos

02 de maio de 2016 0
Foto: Salmo Duarte / Agência RBS

Foto: Salmo Duarte / Agência RBS

*Por Matheus Schuch

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta segunda-feira (02), o número de filiados a partidos políticos no país. Em números absolutos, o Rio Grande do Sul é o terceiro estado no ranking, com 1.398.410 adeptos. Em segundo lugar vem Minas Gerais, que soma 1.749.859. A lista é liderada pelo estado de São Paulo, que conta com 3.170.658 pessoas. Roraima é o estado com o menor número, possui 54.777 filiados.

O levantamento inclui os dados informados pelos partidos até 14 de abril. Em todo o Brasil, são 16.487.710 adeptos a alguma legenda. O número pode ser alterado, uma vez que desistências ou novas filiações podem ocorrem a qualquer dia.

Os partidos com o maior número de filiados são PMDB, com 2.394.852 adesões; PT, que acumula 1.567.010 de filiados; e PSDB, que reúne 1.443.859. Dos partidos com registros mais recentes na Justiça Eleitoral, o Partido da Mulher Brasileira (PMB) alcançou 27.030 filiações; a Rede de Sustentabilidade teve 15.609 adesões; e o Partido Novo, 2.394.

"Não retiro uma palavra", diz Janaína Paschoal sobre discurso em vídeo

06 de abril de 2016 14

Por Tiago Boff

A advogada Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff disse não se arrepender do discurso que fez em ato contra o governo na Universidade de São Paulo (USP): “Inventaram muita mentira em torno do meu discurso. Ouvi que era pombagira, bêbada, drogada… Mas não retiro uma palavra do que eu disse. Eu sou uma pessoa contundente. O vídeo foi uma explosão de sentimentos”. Nas palavras dela, o brasileiro vive hoje em ‘uma república de cobras’.

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Ela afirmou ainda que o PT tem ‘o monopólio do discurso’, que as pessoas estão ‘caladas há anos sobre tudo que está acontecendo’, que não tem nada pessoal contra o ex-presidente Lula, mas que discorda de suas práticas: “Não tenho ódio de Lula, mas ele tem que parar. Até pelo bem de Lula, ele tem que perceber o mal que ele vêm fazendo”.

Janaína disse estar com muito mais trabalho após a repercussão que sua fala teve nas redes sociais: “As pessoas querem que eu participe, que vá aos lugares. Mas tenho uma limitação humana”.

Sobre o conteúdo de seu discurso, ela diz que a maioria das pessoas têm demonstrado apoio: “Ainda assim, chegam alguns ataques e algumas críticas (por e-mail). Mas maioria dizendo que eu falei o que elas queriam ter falado”.

Ela voltou a falar sobre o momento político do País: “no Brasil, estamos sendo tratados como lixo há muitos anos. Esse povo (classe política) só lembra da gente na hora do voto”.

Se o processo de impeachment for sacramentado, quem assume o poder é o vice, Michel Temer. A advogada também opinou sobre o presidente licenciado do partido: “eu não conheço pessoalmente. Mas nunca votei no PMDB em toda minha vida”.

Senador Renan Calheiros diz que saída do PMDB do governo foi "precipitada"

31 de março de 2016 1
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

*Por Matheus Schuch

O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), manifestou contrariedade nesta quinta-feira (31) à forma como o seu partido decidiu pelo desembarque do governo federal. Ele não concordou com o adiantamento da reunião do diretório nacional, onde foi aprovado o rompimento com a presidente Dilma Rousseff. Em conversa com jornalistas em Brasília, Renan criticou o movimento.

“Essa reunião do PMDB foi, sem dúvida, precipitada. É evidente que isso precipitou reações em todas as órbitas, no PMDB, no governo, nos partidos da sustentação e da oposição. Significa dizer, em outras palavras, em bom português, que não foi um bom movimento, um movimento inteligente”, disse o senador.

Renan também questiona o descumprimento de acordos feitos em prol da unidade partidária. Segundo ele, na convenção do PMDB em 12 de março era para ter sido votada apenas a chapa única, que reelegeu Michel Temer no comando da legenda. Mas o acerto não foi cumprido. “A convenção surpreendeu a muitos votando a moção (proibindo que filiados aceitassem novos cargos)”, reclamou.

Integrante de um grupo de políticos do seu partido que resiste a deixar os cargos no governo, Renan acredita que, caso o impeachment de Dilma não ocorra, o PMDB não deverá se tornar um partido de oposição. “Eu não acredito que o PMDB, seja qual for o cenário, vá liderar uma corrente de oposição no parlamento”, opinou.

Renan finalizou afirmando que possíveis articulações do vice-presidente Michel Temer e aliados para apressar a destituição da presidente atendem apenas a interesses particulares.

Com informações de agências de notícias

"Lula se autorizou a brincar de Deus", diz Ciro Gomes

22 de março de 2016 14

Ex-ministro concedeu entrevista ao Timeline (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Por Tiago Boff

O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes fez duras críticas ao ex-presidente Lula, à presidente Dilma Rousseff e aos líderes da oposição. Em entrevista ao Timeline Gaúcha desta terça-feira (22), o pedetista afirmou que a crise política e econômica são responsabilidade direta do ex-presidente: “Lula é o grande responsável. De tempo prá cá, ele se autorizou a brincar de Deus e está confundindo a república”.

Ciro Gomes disse ainda que a nomeação para a Casa Civil faz parte de ‘uma série de bobagens do governo. A mais estúpida delas’: “PMDB tem seis ministérios. Governo Dilma está se aproximando de ser indefensável”.

Ele classificou como um erro a atitude de Sérgio Moro, de conduzir o ex-presidente para condução coercitiva: “O juiz Sérgio Moro jamais deveria ter autorizado a uma condução coercitiva alguém que não se recusou a prestar depoimento”.

Apesar das críticas, o político disse ser contra o impeachment, afirmando que as pedaladas fiscais, uma das bases para o parecer que pede a retirada de Dilma, são prática comum de todos os governos: “A Dilma é uma pessoa honrada. Pedalada fiscal não é crime. O que ela está pilotando é um governo ruim. Não podemos interromper a democracia”.

Sobrou também para o vice-presidente da república: “Michel Temer é chefe do lado bandido do PMDB. Tudo que não presta ele está envolvido”. E a crítica não é só à Temer: “Os políticos estão praticando um golpe. Está tudo acertado por eles, PMDB e PSDB, que são o centro disso”.

Na metralhadora giratória de Ciro Gomes, outro disparo, dessa vez com bom humor: “Renúncia é ato unilateral de vontade. Você ver o Michel Temer e o Eduardo Cunha, chamados para moralizar o País, renunciarem? É mais fácil um boi voar de costas”.