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Posts com a tag "Senado"

Senador Lasier Martins oficializa entrada no PSD

25 de janeiro de 2017 0
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Um ato político em uma churrascaria de Porto Alegre marcou a filiação do senador Lasier Martins ao PSD. A assinatura contou com a presença do presidente da sigla e ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, e do vice-governador gaúcho, José Paulo Cairoli.

O senador teve convites de outros partidos, como PSDB e PMDB, mas escolheu o PSD pelo protagonismo oferecido. Em 2017, ele será membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e vice-líder do partido no Senado. Em 2018, ele assumirá a liderança da sigla na Casa. No RS, vai integrar a direção da sigla.

“Eu concordo com o conjunto de princípios e diretrizes. Tive a garantia de posições dentro do partido”, relata.

Lasier estava sem partido desde que deixou o PDT em dezembro, em meio a um processo de expulsão. Ele contrariou o sigla votando a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e da PEC do Teto dos Gastos.

“Não consegui protagonismo no PDT. Era uma camisa-de-força com cartas marcadas”, reclama.

A filiação do senador fortalece o PSD no Estado. Em solo gaúcho, a sigla mantém o vice-governador e um deputado estadual.

PDT abrirá processo para expulsar o senador Lasier Martins

14 de dezembro de 2016 56
Foto: Diego Vara/Agência RBS

Foto: Diego Vara/Agência RBS

* por Matheus Schuch

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse nesta quarta-feira (14) que abrirá processo para discutir a expulsão de dois senadores do partido que votaram a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto de gastos: Lasier Martins (RS) e Telmário Mota (RR).

Em entrevista na Câmara dos Deputados, Lupi disse que a decisão sobre o futuro dos correligionários será definida em março, durante congresso do partido. “A decisão é do coletivo, mas a minha opinião é que é muito grave porque estão desrespeitando o estatuto e o programa do partido, estão rasgando este estatuto”, bradou Lupi.

O presidente disse que os senadores são “reincidentes”, pois já haviam contrariado a posição do partido durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, sendo favoráveis à cassação da petista.

O senador Lasier se mostrou surpreso com a declaração do presidente da sigla. “O Lupi jamais conversou comigo e com os outros colegas sobre a PEC”, afirmou.

Governo Temer projeta 60 a 61 votos favoráveis ao impeachment de Dilma

31 de agosto de 2016 1
Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

*Por Kelly Matos

Faltando poucas horas da votação final do impeachment, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta quarta-feira (31) que o Senado deve afastar a presidente Dilma Rousseff com um placar entre 60 e 61 votos pelo afastamento.

“Concluídas as manifestações dos senhores senadores, meu placar permanece o mesmo: 60/61 votos pelo sim. Salve a democracia!”, escreveu em mensagem publicada no Twitter.

Padilha, que é um dos ministros mais próximos de Michel Temer, foi um dos primeiros peemedebistas a defender a saída do partido do governo de Dilma Rousseff. Ele chegou a atuar no governo Dilma, como ministro da Aviação.

A sessão de hoje está marcada para ter início às 11h, no Senado. Os senadores terão que dizer se Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade e, portanto, se deve ser afastada definitivamente da Presidência da República. Caso o impeachment se confirme, Temer tomará posse como presidente ainda nesta quarta-feira.

Leia outras notícias sobre o impeachment

Impeachment também é remédio para governo que perde as rédeas, diz Collor

30 de agosto de 2016 1
Foto: Jonas Pereira / Agência Senado

Foto: Jonas Pereira / Agência Senado

* por Kelly Matos

O ex-presidente da República e senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) sinalizou nesta terça-feira (30) que votará pelo afastamento de Dilma Rousseff. Em discurso na tribuna do Senado, Collor repetiu críticas à gestão da petista, a quem atribuiu “cegueira política” e “surdez econômica”.

Ao reiterar as críticas, o ex-presidente sugeriu que Dilma deve ser afastada também porque perdeu o comando político na Presidência da País.

“Impeachment é remédio constitucional de urgência, quando o governo, além de cometer crime de responsabilidade, perde as rédeas do comando político”, disse.

Na tribuna, Collor também produziu comparações com o seu período de afastamento da Presidência, em 1992. Ele lembrou que foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal.

O senador também utilizou frases de documentos assinados à época do seu afastamento, por entidades que em 92 defenderam o impeachment.

“O país não vive como alardearam os setores mais radicais qualquer sintoma de golpe. O que o povo brasileiro deseja é decência”, disse.

"Claro que é um golpe", diz Chico Buarque ao deixar o Senado

29 de agosto de 2016 26
Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

* por Kelly Matos

Em Brasília para acompanhar o depoimento de Dilma Rousseff durante o julgamento do impeachment, o músico Chico Buarque conversou ao vivo com a Rádio Gaúcha na tarde desta segunda-feira (29). Contrário ao afastamento, Chico elogiou as respostas de Dilma aos senadores e disse que mantém a “esperança”, sobre a possibilidade de reverter o cenário desfavorável à petista.

Chico voltou a classificar o impeachment como “golpe”. Ele deixou o Senado por volta de 17h.

Como você avalia o pronunciamento da presidente até aqui?

Achei muito bom o pronunciamento dela. Acho que ela está muito firme nas respostas. Vamos ver se consegue reverter alguma coisa.

O senhor acha que é possível reverter a situação e impedir o afastamento definitivo da presidente?

Vamos ver né. Estamos aqui tentando. É a esperança.

O senhor esteve com o ex-presidente Lula. Como ele está?

Estamos todos animadíssimos.

A presidente insistiu na tese de que esse processo é um golpe.

Claro que é um golpe.

Ana Amélia explica traje verde e amarelo: "Em defesa dos valores nacionais"

29 de agosto de 2016 12

 

Foto: Kelly Matos

Foto: Kelly Matos

*Por Kelly Matos

Segunda senadora a subir à tribuna para questionar a presidente afastada Dilma Rousseff, Ana Amélia Lemos (PP-RS) chamou a atenção pelo traje verde amarelo escolhido cuidadosamente para a ocasião. Defensora do impeachment, ela disse que se inspirou nas manifestações de rua que pressionaram pelo afastamento de Dilma e até mesmo no espírito olímpico, quando os brasileiros saudaram os atletas nacionais.

Estamos a um passo da ruptura democrática, diz Dilma no Senado

A favor do impeachment, a senadora afirmou ainda que as cores do país funcionam como um contra-ponto ao vermelho, cor escolhida por apoiadores de Dilma Rousseff.

“A linguagem não é só aquilo que você fala. É aquilo que você mostra através de atitudes e de gestos. A roupa também pode ser um símbolo. Os brasileiros sentem muito orgulho quando defendem os valores nacionais. Trata-se da de defesa do interesse nacional, da democracia brasileira. Pensei nisso. E também em fazer um contraponto ao vermelho”, disse ao blog Cenário Político.

Parte dos senadores que apoia Dilma Rousseff optou por trajes na cor vermelha, entre elas a senadora Fátima Bezerra e a ex-ministra Miriam Belchior.

Presidente do Senado se reúne com Dilma para falar sobre impeachment

18 de agosto de 2016 0
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado / Divulgação

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado / Divulgação

*Por Matheus Schuch

O Presidente do Senado, Renan Calheiros, tem encontro marcado com a presidente afastada da República, Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (19). A reunião deve começar às 11h, no Palácio da Alvorada. O objetivo é acertar detalhes sobre a ida de Dilma à sessão do impeachment, no dia 29 deste mês.

A conversa estava prevista para esta quinta, mas Calheiros viajou para o Rio de Janeiro junto com o presidente interino, Michel Temer.

A sessão do impeachment começará no dia 25. Nos dois primeiros dias, a previsão é de que todas as testemunhas serão ouvidas. São seis de defesa e duas de acusação. Caso seja necessário, o trabalho seguirá no fim de semana.

No dia 29, Dilma terá 30 minutos para se defender. Ela também poderá responder a perguntas dos senadores. Parlamentares calculam que o julgamento será finalizado no dia 30.

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Dilma fará a própria defesa no Senado contra impeachment

"É velho e cheio de problemas", diz Lasier sobre gabinete reformado por R$ 138 mil

22 de julho de 2016 26
Foto: Diego Vara/Agência RBS

Foto: Diego Vara/Agência RBS

*Por Tiago Boff

O senador Lasier Martins (PDT-RS) falou ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, sobre a reforma em seu gabinete, que custará R$ 138 mil aos cofres públicos. Após receber críticas pelo gasto, ele afirmou que o local tem uma série de problemas.

“É um gabinete pequeno e velho. Minha sala tem rachadura na parede, sistema de ar condicionado falha constantemente. Ele precisava de reforma. Meus assessores têm direito a ter ar refrigerado. Só o ar refrigerado custou R$ 43 mil reais”, justificou o pedetista.

Lasier garante ter o terceiro gabinete mais econômico do Senado. Ele alega que era contra a reforma: “Fui contra, mas minha chefe de gabinete me convenceu. Tive que reconhecer que meus assessores estão mal acomodados. Enquanto o meu é pequeno, outros senadores têm gabinetes espetaculares, bonitos e luxuosos”, afirmou.

O parlamentar reclamou ainda que a imprensa não dá visibilidade a seus projetos, dizendo que nada de positivo é divulgado: “Lutei pela ponte do Guaíba, pelas obras na BR-116. Conseguiu audiência com o presidente e liberei os R$ 100 milhões para a ponte. Tenho 26 projetos em andamento”, finalizou.

"Se achavam donos do Senado, agora a casa está caindo", diz Delcídio do Amaral

08 de junho de 2016 0

Por: Tiago Boff

Senador cassado ainda ironizou Eduardo Cunha e manobras na Câmara: “eu morro e não vejo tudo”

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Em entrevista ao Timeline Gaúcha desta quarta-feira (8) o senador cassado Delcídio do Amaral demonstrou um tom de satisfação ao falar do pedido do procurador-geral da república, Rodrigo Janot, de prisão dos senadores Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha: “O processo do Romero foi arquivado no Conselho de Ética, dentro do Senado. Você vê como as coisas são. A “imparcialidade”, digo entre aspas mesmo, desses que sempre se acharam donos do Senado e agora a casa está caindo”.

Delcídio comentou também as manobras de Eduardo Cunha, para evitar a cassação na Câmara: “Sinceramente, viu… como diz na minha terra: eu morro e não vejo tudo. Daqui a pouco vou começar a andar sobre as águas, porque eu vou virar um santo. Estou vendo as coisas acontecendo impunemente. Daqui a pouco vou ser canonizado pelo meu querido Papa Francisco, que é jesuíta como eu sou”.

O ex-senador disse ter alertado, em sua delação, sobre o núcleo duro do PMDB, formado pelos senadores denunciados por Janot e a relação deles com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado: “Na época, fui chamado de mentiroso e agora tudo está se provando”.

Ainda sobre Machado, autor de diversas gravações envolvendo políticos de alto escalação em Brasília, Delcídio disse que “ele sabe demais” e brincou sobre o perigo de se terem conversas privadas na Capital Federal: “Negócio tá tão brabo que tem que ser na sauna a vapor, que se alguém levar gravador, a umidade acaba com o equipamento. E nu, para todo mundo ter certeza que ninguém tá levando absolutamente nada lá para dentro”.

Delcídio também disse que ‘fatos que ainda vão vir à tona são muito relevantes’ e que não acredita que Janot representou pedido de prisão apenas baseado nas gravações.

Especificamente sobre o presidente do senado, ele foi taxativo: “conheço-o muito bem. Se perceber a fala do Renan nos telejornais, ele dá tapa na mesa, aparenta tranquilidade, mas repare nos gestos corporais, as pernas balançando… quando faz isso, tenha certeza absoluta, está nervoso. A tensão é muito grande. Porque eles (Renan, Jucá e Sarney) não sabem o que está no depoimento de Sérgio Machado”.

VÍDEO: Renan Calheiros perde dente durante entrevista no Senado

11 de maio de 2016 1

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), passou por uma situação inusitada nesta quarta-feira (11). Ele perdeu um dente enquanto falava a jornalistas sobre a sessão que avalia o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Veja o vídeo: