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Posts com a tag "Juventude"

Grêmio não vencia por quatro gols de diferença desde a estreia de Bolaños no ano passado

25 de março de 2017 2

Tricolor aplicou 4 a 0 no Juventude pelo Gauchão

Por Marcos Bertoncello

Conseguir uma goleada sobre o Juventude é fruto do melhor desempenho do time do Grêmio na temporada de 2017. O Tricolor fez 4 a 0 na Arena pela 10ª rodada do Gauchão e saiu festejado pela torcida. Um placar que a equipe não construía há mais de um ano.

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Em 2016, Grêmio fez 4 a 0 na LDU pela Libertadores

Foi no dia 2 de março de 2016, quando Miller Bolãnos estreou pelo Grêmio, que o time goleou a LDU, do Equador, por 4 a 0 na Arena. Naquela oportunidade, o próprio equatoriano deixou sua marca, acompanhado de Maicon, Henrique Almeida e Everton. Desde então, houve uma goleada de 4 a 1 sobre o Brasil de Pelotas no início de abril e nunca mais o time conseguiu anotar quatro gols em um mesmo jogo. até o jogo deste sábado contra o Juventude.

Curiosamente foi Miller Bolaños que também abriu o placar contra o time de Caxias do Sul. Posteriormente Michel, Léo Moura e Luan, de pênalti, fecharam a goleada por 4 a 0. Em 2017, são 19 gols marcados em 13 partidas.

Pela primeira vez na temporada, ataque do Inter passa um jogo em branco

12 de março de 2017 2

Colorado foi derrotado pelo Juventude por 1 a 0 no Jaconi

Sim, o Internacional perdeu para o Juventude por 1 a 0 por conta de um pênalti mal marcado pelo árbitro Diego Real. Mas isto não impediu que o time de Antônio Carlos Zago passasse uma partida sem marcar um gol sequer pela primeira vez na temporada.

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Jogo foi realizado em Caxias do Sul pela 7ª rodada do Gauchão

Já são 13 jogos oficiais na temporada colorada, contando Gauchão, Copa do Brasil e Primeira Liga. São 24 gols marcados: uma boa média de quase um gol por jogo. No entanto, o ataque do Inter passou em branco neste domingo diante do Juventude no Alfredo Jaconi.

O artilheiro do Internacional no ano é Brenner com nove gols. Aliás foi a primeira vez também que o centroavante não marca gols em uma partida em 2017. O vice-artilheiro é o uruguaio Nico López, que soma três gols.

Jogos do Inter em 2017:
- Veranópolis 1×1 Inter
- Inter 2×1 Brasil-PEL
- Inter 1×2 Novo Hamburgo
- Inter 1×0 Fluminense
- Inter1x1 Caxias
- Princesa do Solimões 0×2 Inter
- Passo Fundo 2×2 Inter
- Inter 4×1 Oeste
- Criciúma 1×3 Inter
- Inter 1×0 Brasil-PEL
- Grêmio 2×2 Inter
- Sampaio Corrêa 1×4 Inter
- Juventude 1×0 Inter

Força do interior! Novo Hamburgo repete feito raro com seus 100% no Gauchão

21 de fevereiro de 2017 1

Noia arrancou com quatro vitórias seguidas e lidera o campeonato

Por Marcos Bertoncello

Algum time do interior gaúcho já conseguiu arrancar no Gauchão com quatro vitórias em quatro jogos? A resposta é sim. No entanto, um adendo deve ser feito com relação à campanha do Novo Hamburgo na edição do campeonato em 2017. Além das vitórias sobre Caxias e São José, e a goleada sobre o Juventude na última segunda-feira, o time do Vale dos Sinos pode orgulhar-se de um triunfo contra o Inter em pleno Beira-Rio. Uma marca inédita na história.

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Novo Hamburgo goleou o Juventude por 4 a 1 no Vale

O levantamento é feito desde 1961, quando o Campeonato Gaúcho deixou de ser regionalizado. Somente dez clubes do interior obtiveram quatro vitórias nos quatro primeiros jogos. Aliás, o Novo Hamburgo foi justamente o primeiro a conseguir isso, em 1971, repetindo o feito 46 anos depois. Além do time do Vale dos Sinos, Esportivo, de Bento Gonçalves, Brasil, de Pelotas, Gaúcho, de Passo Fundo, Santa Cruz, de Santa Cruz do Sul, Juventude, de Caxias do Sul, Glória, de Vacaria, 15 de Novembro, de Campo Bom, e São José, de Porto Alegre, também atingiram esta marca.

O detalhe é que o Novo Hamburgo de 2017 foi o único destes times a ter em sua sequência uma vitória sobre um da dupla Gre-Nal. Outro ponto é que o 15 de Novembro teve impressionantes cinco vitórias na arrancada do Gauchão em 2002. Confira abaixo a relação:

1971 – Novo Hamburgo:
- 1×0 Cruzeiro
- 2×1 Bagé
- 4×0 Riograndense-SM
- 2×0 Atlântico-ER

1971 – Esportivo:
- 2×0 Barroso-São José
- 3×2 Inter-SM
- 2×1 Guarany-BA
- 5×1 14 de Julho

1972 – Brasil de Pelotas:
- 1×0 Novo Hamburgo
- 1×0 Guarany-BA
- 3×0 Bagé
- 3×1 Farroupilha

1973 – Gaúcho:
- 2×1 Rio-Grandense
- 4×1 Novo Hamburgo
- 4×2 Guarany-BA
- 2×1 Inter-SM

1976 – Santa Cruz:
- 2×1 Caxias
- 2×1 Estrela
- 1×0 Guarany-GA
- 2×0 São José-POA

1979 – Juventude:
- 5×0 São Borja
- 3×1 Pelotas
- 1×0 São Paulo
- 5×0 Avenida

1994 – Glória:
- 2×0 Grêmio Santanense
- 2×0 Passo Fundo
- 3×2 Santa Cruz
- 2×1 Veranópolis

2002 – 15 de Novembro*:
- 4×0 São Paulo
- 2×1 Associação São Gabriel
- 2×1 Palmeirense
- 3×0 São Luiz
- 1×0 Veranópolis
*5 vitórias seguidas

2013 – São José-POA:
- 1×0 Pelotas
- 2×0 Novo Hamburgo
- 2×0 Cruzeiro
- 1×0 Passo Fundo

2017 – Novo Hamburgo:
- 1×0 Caxias
- 2×1 Inter
- 1×0 São José-POA
- 4×1 Juventude

Somente cinco times conseguiram vencer o Inter em pleno Beira-Rio pela Copa do Brasil

21 de fevereiro de 2017 0

Colorado encara o Oeste em jogo único pela segunda fase da competição

Por Marcos Bertoncello

O Internacional entra em campo nesta quarta-feira para uma partida decisiva contra o Oeste, de São Paulo, por uma vaga à terceira fase da Copa do Brasil. Com o novo formato da competição, é jogo único no Beira-Rio, sendo que o empate leva o confronto para os pênaltis. Para não ser eliminado nos 90 minutos, o time de Antônio Carlos Zago não pode perder em casa. Algo que só ocorreu cinco vezes na história colorada no torneio.

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Inter, de D’Alessandro, foi eliminado pelo Ceará em 2014

Curiosamente, dos cinco clubes que saíram vitoriosos do Beira-Rio pela Copa do Brasil, quatro deles serão adversários do Inter na disputa da Série B do Brasileirão em 2017. O Londrina eliminou o então atual campeão Inter com uma vitória por 1 a 0 em 1993 pela segunda fase. Mesma etapa e mesmo resultado em 1995, quando o Paraná venceu o time colorado.

Já em 1999, pela semifinal da competição, o Inter sofreu uma de suas piores derrotas no Beira-Rio: 4 a 0 para o Juventude, que posteriormente seria o campeão na final contra o Botafogo. As duas derrotas restantes ocorreram recentemente. Em 2014, pela terceira fase, o Ceará venceu o time de Abel Braga por 2 a 1, confirmando a classificação em Fortaleza no jogo da volta. E, no ano passado, o Atlético-MG construiu o mesmo placar na casa colorada pela primeira partida da semifinal.

No retrospecto geral, o Internacional soma 58 jogos no Beira-Rio contando todas as edições da Copa do Brasil da qual participou. São 40 vitórias, 13 empates e cinco derrotas. O aproveitamento é de 76%.

Derrotas do Inter em casa na Copa do Brasil:
1993 – Inter 0×1 Londrina (segunda fase)
1995 – Inter 0×1 Paraná (segunda fase)
1999 – Inter 0×4 Juventude (semifinal)
2014 – Inter 1×2 Ceará (terceira fase)
2016 – Inter 1×2 Atlético-MG (semifinal)

Novo reforço do Inter, Roberson marcou um gol a cada três partidas no Juventude

27 de dezembro de 2016 0
Crédito: Arthur Dallegrave/EC Juventude/Divulgação

Crédito: Arthur Dallegrave/EC Juventude/Divulgação

Cria da base do Grêmio, Roberson é o novo reforço do Internacional para a temporada de 2017. O atacante de 27 anos chega após uma boa temporada com a camisa do Juventude, onde disputou 31 jogos e marcou 13 gols (média superior a um gol a cada três jogos).

Inter anuncia o atacante Roberson como reforço para 2017

Em todos os seus jogos pelo time de Caxias do Sul, foi reserva em apenas um deles (contra o Macaé). Disputou três competições ao longo da temporada: Gauchão (cinco gols), Copa do Brasil (três gols) e a Série C do Campeonato Brasileiro (cinco gols).

Roberson levou seis cartões ao longo de todos os campeonatos, cinco amarelos e um vermelho. No Estadual, formou dupla de ataque com o atacante Brenner, que também foi contratado pelo Internacional.

Confira na relação abaixo todos os jogos que Roberson marcou gols em 2016:

Gauchão
Juventude 2 x 0 Grêmio (um gol)
Grêmio 3 x 1 Juventude (um gol)
Juventude 4 x 1 Ypiranga (dois gols)
Juventude 2 x 2 Novo Hamburgo (um gol)

Copa do Brasil
Coritiba 1 x 1 Juventude (um gol)
São Paulo 1 x 2 Juventude (dois gols)

Série C
Guarani 1 x 1 Juventude (um gol)
Juventude 4 x 0 Guaratinguetá (um gol)
Juventude 3 x 0 Tombense (dois gols)
Botafogo-SP 1 x 1 Juventude (um gol)

Roger Machado é o técnico há mais tempo no cargo na Série A do Brasileirão

06 de setembro de 2016 0
Diego Vara/Agência RBS

Diego Vara/Agência RBS

*por Gustavo Manhago

Entre os 20 clubes, só 3 têm técnicos que persistem mais de um ano no cargo: Roger no Grêmio, Vagner Mancini no Vitória há 1 ano e 3 meses e Dorival Júnior no Santos com 1 ano e 2 meses de trabalho na Vila Belmiro.

Seis técnicos, entre eles Celso Roth, estão há apenas um mês no cargo.

Na Série B, 5 técnicos já passaram de 12 meses comandando seus times. Aliás, estão na Segundona, 2 dos 3 técnicos mais longevos do Brasil na atualidade: Cláudio Tencatti está há 5 anos e 5 meses no Londrina. E Rogério Zimmermann há 4 anos e 4 meses no Brasil de Pelotas. Também na B os dois técnicos mais recentes trabalhando: Givanildo Oliveira no Naútico e Gilson Kleina no Goiás começaram esta semana.

Na Série C, aparece o segundo mais longevo do país e primeiro disparado da competição: Leocir Dall’astra comanda o Ypiranga de Erechim há 4 anos e 7 meses. Atrás dele vem outro treinando time gaúcho: Antônio Carlos Zago está há 1 ano e 1 mês no Juventude. Nove dos 20 técnicos da Terceirona dirigem seus clubes entre 1 e 3 meses.

Confira um panorama completo dos técnicos brasileiros:

60 times nas Séries A, B e C do Brasileirão
10 treinando há mais de 1 ano
48 treinando entre 1 e 11 meses
02 treinando desde ontem

Técnicos mais longevos:
1) Cláudio Tencatti – Londrina – 5 anos e 5 meses.
2) Leocir Dall’astra – Ypiranga – 4 anos e 7 meses.
3) Rogério Zimmermann – Brasil – 4 anos e 4 meses.
4) Júnior Rocha – Luverdense – 1 ano e 7 meses.
5) Roger Machado – Grêmio – 1 ano e 4 meses.
6) Vágner Mancini – Vitória – 1 ano e 3 meses.
7) Mazola Jr. – CRB – 1 ano e 3 meses.
8) Dorival Júnior – Santos – 1 ano e 2 meses.
9) Jorginho – Vasco – 1 ano e 1 mês.
10) Antônio Carlos – Juventude – 1 ano e 1 mês.

Interessante salientar o Rio Grande do Sul neste levantamento. No ranking dos 10 mais longevos das três divisões do país, quatro times são gaúchos: o mais longevo da Série A, o segundo da B e os dois primeiros da C.

Copa do Brasil terá três gaúchos nas oitavas de final pela 3ª vez na história; relembre

28 de julho de 2016 0
15 de Novembro caiu na semifinal de 2004 para o Santo André, que acabou campeão.  Crédito: Fernando Gomes/Agência RBS

15 de Novembro caiu na semifinal de 2004 para o Santo André, que acabou campeão. Crédito: Fernando Gomes/Agência RBS

1999, 2004 e 2016: nestes três anos o Rio Grande do Sul teve três representantes nas oitavas de final da Copa do Brasil. Não fosse a eliminação do Ypiranga, o RS bateria o recorde e teria pela primeira vez quatro equipes nesta fase.

Vale salientar que, se comparado aos outros dois anos, a Copa do Brasil de 2016 tem um “demérito”. Grêmio e Inter entram direto na fase de oitavas de final, sem terem disputado as fases iniciais, como em 1999 e 2004.

Há 12 anos, além da dupla Gre-Nal, o surpreendente 15 de Novembro chegou às oitavas de final depois de eliminar a Portuguesa Santista e o Vasco da Gama (este, com direito a goleada por 3 a 0). Nesta fase, nova classificação sobre o Americano e depois sobre o Palmas, nas quartas.

Juventude foi campeão em 1999. Crédito: Gilmar Gomes/Agência RBS

Juventude foi campeão em 1999. Crédito: Gilmar Gomes/Agência RBS

O Santo André, campeão daquele ano, foi o responsável por eliminar a equipe de Campo Bom então comandada por Mano Menezes que tinha nomes como Dauri, Patrício, Perdigão, entre outros.

Coincidência ou não, em 1999 também tivemos três gaúchos nas oitavas e a dupla Gre-Nal foi eliminada antes. O Juventude acabou conquistando o título daquele ano, enquanto o Tricolor era eliminado nas oitavas para o Flamengo e o Colorado cairia na semi, justamente para equipe de Caxias do Sul (goleada por 4 a 0 no segundo jogo).

Ou seja, assim como em 1999, temos Grêmio, Inter e Juventude nas oitavas do torneio. Porém, sempre que o RS teve três representantes nesta fase, a dupla Gre-Nal acabou eliminada antes da equipe do interior gaúcho.

Juventude campeão em 1999: Émerson Ferreti; Picoli, Marcos Teixeira, Capone e Dênis; Roberto, Flávio Campos, Marcelo Mabília (Patrício) e Wallace; Fernando (Alcir) e Márcio Mixirica (Mário Tilico). Técnico: Valmir Louruz.

15 de Novembro em 2004: Marcelo Pitol; Patrício, Luiz Oscar, Jairo Santos e Canhoto; Edmílson, Perdigão, Gérson Lente (Maico Gáucho) e Bebeto Oliveira (Marco Aurélio); Marcelo Muller e Dauri. Técnico: Mano Menezes.

Gaúchos têm as melhores defesas de todas as séries do Campeonato Brasileiro

01 de junho de 2016 0
Crédito: Montagem sobre fotos de Ricardo Duarte, Lucas Uebel e Divulgação

Crédito: Montagem sobre fotos de Ricardo Duarte, Lucas Uebel e Divulgação

A fase das equipes gaúchas nas séries A, B e C é incrível. A dupla Gre-Nal lidera a primeira divisão. Na segunda, o Brasil de Pelotas hoje é 3º e na Série C, Juventude e Ypiranga ainda não perderam nas duas primeiras rodadas. Não bastasse isto, eles ainda são líderes num quesito importantíssimo para um trabalho a longo prazo: a defesa. Os gaúchos têm as melhores defesas das três séries do Campeonato Brasileiro em disputa.

Na série A, o Grêmio ostenta a melhor zaga dos pontos corridos. Com quatro rodadas finalizadas, o time de Roger não levou nenhum gol. Vale salientar que os gremistas já enfrentaram três grandes equipes: Flamengo, Atlético-MG e Corinthians.
E de quem é a segunda melhor defesa do Brasileirão? Do Inter. Os colorados levaram apenas um gol (do São Paulo, na segunda rodada) e estão na vice-liderança do campeonato.

O Brasil é a grande surpresa da Série B. O time de Rogério Zimmermann já disputou cinco rodadas e conquistou 100% de aproveitamento em casa, em todos os jogos sem ser vazado. A goleira defendida por Eduardo Martini só foi vazada duas vezes até agora, feito que coloca o Xavante como líder deste quesito na segunda divisão.

É bem verdade que a Série C só teve duas rodadas até o momento, mas o destaque não deixa de ser válido. O Juventude é o líder do Grupo B e sofreu apenas um gol em dois jogos (justamente contra o Ypiranga, na estreia) e é a melhor defesa do torneio ao lado de Mogi Mirim, Guarani, Botafogo-PB, ABC, ASA e Fortaleza.

A segunda melhor defesa pode ser considerada como a do time de Erechim, que levou dois gols. Botafogo-SP, Tombense, Portuguesa, Cuiabá, Remo, Salgueiro e América-RN também só tiveram as suas redes balançadas duas vezes, é verdade. Porém, ambos estão bem longe do Guaratinguetá (que levou incríveis nove gols!), então vamos comemorar mesmo assim!

Inter chega ao hexacampeonato gaúcho pela terceira vez em sua história

08 de maio de 2016 11

Colorado bate Juventude no Beira-Rio e levanta a taça do Gauchão

Deu a lógica! O Internacional fez valer a força do Beira-Rio para vencer o Juventude e sagrar-se campeão. Além de levantar a 45ª taça do Gauchão (o maior vencedor do estadual no Rio Grande do Sul), o Colorado chegou ao sexto título estadual seguido, uma façanha que volta a se repetir pela terceira vez em sua história.

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Jogadores comemoram o gol de Sasha no primeiro tempo

Na primeira série de seis títulos consecutivos, o Brasil sequer tinha passado pela ditadura militar ainda. Foi com o lendário time da década de 40, conhecido como “Rolo Compressor” e formado por nomes como Tesourinha, Carlitos, Alfeu e Nena. O grupo colorado levantou a taça dos estaduais de 1940, 1941, 1942, 1943, 1944 e 1945, sendo o primeiro clube a se tornar hexa no Rio Grande do Sul. Naquela época, o próprio site oficial do Inter coloca a formação dos “sonhos de qualquer colorado” com Ivo Winck, os dois zagueiros Alfeu e Nena, os três médios Assis, Ávila e Abigail e o ataque de Tesourinha, Russinho, Vilalba, Rui e Carlitos.

A festa do hexacampeonato voltaria a se repetir cerca de 30 anos depois, em uma fase conhecida como a formada do time que seria tricampeão brasileiro. No Gauchão de 1974, o Internacional repetiu o feito do “Rolo Compressor” e assegurou o hexa gaúcho. Mas não parou por aí. O Inter voltou a ganhar os dois estaduais subsequentes e atingiu o histórico octacampeonato, em um feito jamais repetido por qualquer outro grande clube do país. Foram conquistados os títulos de 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974 (hexa), 1975 e 1976.

Primeiro Hexa (anos 40):
- 1940 – Inter 4×1 Bagé e Inter 2×1 Bagé nas finais
- 1941 – Inter 9×2 Rio Grande e Inter 6×2 Rio Grande nas finais
- 1942 – Inter 10×2 Floriano e Inter 4×1 Floriano nas finais
- 1943 – Inter 3×0 Guarany-CS e Inter 7×1 Guarany-CS nas finais
- 1944 – Bagé 3×1 Inter e Inter (3)6×0(0) Bagé nas finais
- 1945 – Pelotas 2×4 Inter e Inter 3×1 Pelotas nas finais

Segundo Hexa (anos 70)
- 1969 – Inter terminou como líder do octagonal final
- 1970 – Inter terminou como líder do decagonal final
- 1971 – Inter terminou como líder do octagonal final
- 1972 – Inter terminou como líder do decagonal final
- 1973 – Inter terminou como líder da fase final
- 1974 – Inter 1×0 Grêmio na final no Beira-Rio (Gol de Valdomiro)

Terceiro Hexa (século 21)
- 2011 – Inter 2×3 Grêmio e Grêmio (4)2×3(5) Inter nas finais
- 2012 – Caxias 1×1 Inter e Inter 2×1 Caxias nas finais
- 2013 – Inter campeão dos dois turnos
- 2014 – Grêmio 1×2 Inter e Inter 4×1 Grêmio nas finais
- 2015 – Grêmio 0×0 Inter e Inter 2×1 Grêmio nas finais
- 2016 – Juventude 0×1 Inter e Inter 3×0 Juventude

Argel x Antônio Carlos: um raio-x dos ex-zagueiros de Inter e Juventude

28 de abril de 2016 0

Clubes fazem a final do Campeonato Gaúcho deste ano

A final do Gauchão promete ser bastante movimentada entre Internacional e Juventude. De um lado, Argel Fucks; do outro, Antônio Carlos Zago. Mas não é a primeira vez que os ex-zagueiros têm pela frente estes adversários.

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Antônio Carlos (E) e Argel em jogos beneficentes em 2015

Quando atletas profissionais, Argel e Antônio Carlos passaram por muitos momentos semelhantes. Ambos passaram pela Seleção Brasileira, jogaram na Europa e conquistaram títulos importantes. Praticamente os dois, inclusive, começaram a carreira de treinador na mesma época. O primeiro iniciou os trabalhos no Mogi Mirim-SP em 2008, enquanto o segundo começou um ano depois também no interior paulista, no São Caetano.

Argel, que ficou no Inter de 1992 a 1995, enfrentou o Juventude oito vezes, sete pelo Campeonato Gaúcho e uma pelo Campeonato Brasileiro. Os números são ruins, já que o time colorado não venceu uma sequer. Na última delas, em 1995, fazia dupla com Gamarra e acabou expulso no Alfredo Jaconi, onde o Inter perdeu por 2 a 1.

Já Antônio Carlos defendeu as cores do Juventude no meio de 2005 até final de 2006. Teve o Inter como adversário três vezes. Os números são melhores em relação aos de Argel: venceu duas partidas, mas viu seu time ser goleado no Beira-Rio por 5 a 2 em 2005.

Jogos de Argel contra o Juventude:
04/07/1993 – Juventude 0×0 Inter (Gauchão)

03/04/1994 – Juventude 0×0 Inter (Gauchão)

15/12/1994 – Inter 0×1 Juventude (Gauchão)

19/04/1995 – Inter 1×1 Juventude (Gauchão)

17/06/1995 – Juventude 5×1 Inter (Gauchão)

09/07/1995 – Inter 0×2 Juventude (Gauchão)

12/07/1995 – Juventude 0×0 Inter (Gauchão)

03/12/1995 – Juventude 2×1 Inter (Brasileirão)

Jogos de Antônio Carlos contra o Inter:
17/07/2005 – Inter 5×2 Juventude (Brasileirão)

22/10/2005 – Juventude 2×1 Inter (Brasileirão)

16/07/2006 – Juventude 2×0 Inter (Brasileirão)