10 nov14:39

Obras do Parque Turístico em ritmo lento

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

As obras do Parque Turístico Ambiental da Integração, que está sendo construído na fronteira do Brasil com a Argentina, entre a cidade argentina de Bernardo de Irigoyen e as cidades brasileiras de Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina, e Barracão, no Paraná, devem ganhar um impulso nos próximos dias.

De acordo com o arquiteto da prefeitura de Dionísio Cerqueira, Adilson Basso, que está acompanhando as obras, os trabalhos no lado brasileiro ficaram paralisados cerca de um mês para adequação no projeto de drenagem e pavimentação. Segundo o arquiteto houve uma ampliação da área a ser drenada e pavimentada. A empresa Gaia, de Maravilha, foi a vencedora da licitação de R$ 1,5 milhão, do Ministério do Turismo. A obra iniciou em 2010, no lado brasileiro, com as escavações para a formação do lago, drenagem pluvial e colocação dos muros de contenção no lado brasileiro. Isso custou R$ 1,5 milhão. Essa obra, também com cerca de R$ 1,5 milhão do Governo Federal, foi executada pela empresa paranaense Pavimar, de Francisco Beltrão. Também foram pavimentado 900 metros de ruas na área do futuro parque.

De acordo com o prefeito de Dionísio Cerqueira, Altair Rittes, nessa semana será retomado os trabalhos no lado brasileiro.

No dia 16 de novembro será lançado o edital para a construção dos passeios, três mirantes e preparação dos aterros, no valor de R$ 1 milhão, com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina. Outros R$ 500 mil do Governo de Santa Catarina já foram gastos na movimentação de terra e outros R$ 800 mil serão investidos em paisagismo e infraestrutura urbana. O governo do Paraná também devem gastar R$ 3 milhões e, a Argentina, que iniciou as obras em março, mais R$ 6 milhões. No total o parque vai custar cerca de R$13 milhões.

O projeto do parque prevê um lago, pista de caminhada, anfiteatro e locais de convivência. De acordo com o prefeito Altair Rittes a obra deveria estar concluída em março mas deve ter um pouco de atraso. –Devemos concluir em maio e abril- calculou. O local deve se tornar um espaço de intercâmbio social e cultural, além de ponto turístico, já que anualmente milhares de agrentinos passam pela aduana local em direção às praias. A Argentina também recebe milhares de brasileiros por ano que vão fazer compras, aproveitando a valorização do real, que vale mais que o dobro em relação ao peso argentino.


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