10 dez15:04

PT busca manter caso Chiarello na mídia

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Partido dos Trabalhadores está trabalhando para que o caso da morte do vereador Marcelino Chiarello (PT), ocorrida no dia 28 de novembro, não seja esquecido. A estratégia é manter uma cobrança permanente de solução do caso, por meio de uma série de ações. Na segunda-feira passada houve um ato público em Chapecó. A reunião do diretório estadual do partido, que era para acontecer em Florianópolis, neste sábado, foi transferida para Chapecó. Além disso foi prestada uma entrevista coletiva na manhã deste sábado.

Durante a coletiva o presidente do diretório estadual, José Fritsch, disse que os objetivos de realizar a reunião em Chapecó são prestar uma homenagem ao companheiro morto e manter vigilância permanente sobre o caso. Lideranças do partido mantém contato com os delegados que acompanham o caso e também com o advogado nacional do PT, Luiz Eduardo Greenhalgh, que está prestando “consultoria” no caso.

O deputado federal Pedro Uczai, informou que a Polícia já solicitou informações mais detalhadas das ligações telefônicas do vereador, já que não apareciam ligações ou mensagens que ele teria recebido na manhã que foi morto. O objetivo também é saber as ligações não atendidas e quem ligou para ele nos dias anteriores à sua morte. Para as lideranças do PT a morte do vereador está ligada às denúncias que ele fazia ou que ainda iria fazer.


>> Morte de Marcelino Chiarello intriga a polícia e a comunidade


Os deputados estaduais Dirceu Dresch e Luciane Carminatti, a vereadora Ângela Vitória e o ex-deputado Cláudio Vignatti também participaram da coletiva. A vereadora Ângela Vitória disse que vai entrar com um projeto na Câmara para que 28 de novembro seja um dia de celebração da paz, justiça e cidadania.

Além de falar sobre o caso Chiarello o PT discutiu sobre o calendário eleitoral de 2012.




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Um Comentário »

  • Dorvalino Casagrande disse:

    Acho que foi serviço de profissionais. Deve ter sido planejado a muito tempo e etavam aguardando a melhor oportunidade. Quem cometeu já deve estar muito longe, mas quem mandou pode estar bem perto. Existem no brasil pessoas especializadas neste tipo de crime. Lembram do caso do Pc Farias ? A sena é muito bem montada e sem deixar pistas. Se não tivessem a segurança de seria feito um “bom trabalho” não o fariam, por que geralmente envolve pessoas com alta reputação na cidade, detentoras de cargos políticos e muito dinheiro.

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