24 jan14:59

ACCS avalia abertura do mercado norte-americano para a carne suína

O ano começou com notícias positivas para o mercado da carne suína. Entre as mais aguardadas pela suinocultura brasileira, a confirmação que os Estados Unidos reconhece a equivalência do serviço brasileiro de inspeção de carne suína, autorizando a habilitação de matadouros-frigoríficos do estado para exportação de carne suína in natura, fortalece o setor.

Para o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, a notícia dá um ânimo aos produtores. – Há muitos anos buscamos resultados de exportações como esse. Cada passo da suinocultura catarinense foi dado justamente por esse objetivo, ser reconhecida por países como os EUA, com as melhores condições para adquirir carnes. Somos agora uma vitrine para outros países consumidores de carne suína – destaca.

Com foco em resultados, a suinocultura catarinense também acredita que o mercado dos Estados Unidos pode abrir outras portas para o estado e o país, a médio e longo prazo. – Os americanos são referência em todos os segmentos da economia, e isso faz com que as suas preferências também sejam de outros países. Desta forma, acreditamos que Santa Catarina poderá contar com a aceitação dos mercados do Japão e Coréia – acrescenta o presidente.

Além das vendas de carne suína, o mercado de insumos também reflete no bolso do suinocultor. Para manter o custo de produção é preciso que os valores dos insumos, como milho e soja, sejam viáveis. Em Santa Catarina, existe uma preocupação, quanto à estiagem.

Para a ACCS, a falta de chuva compromete a produção catarinense, mas não atinge a produção nacional. – Nosso estado é um grande importador de milho e não produtor, por isso, a seca vai afetar o consumo local, a produção dos agricultores, mas não deve refletir nos preços em âmbito nacional – completa Lorenzi.



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Um Comentário »

  • Milvo disse:

    Esse mercado nao ira comprar carne com pele. Entao a noticia e boa.

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