10 mar08:48

Protesto em Florianópolis lembra morte do vereador Marcelinho Chiarello

Um protesto lembrou a morte do vereador Marcelino Chiarello (PT), de Chapecó, na tarde desta sexta-feira, na esquina democrática, em Florianópolis. A manifestação contou com a participação de integrantes da executiva municipal do PT na Capital, da Federação Catarinense dos Empregados no Comércio, da Federação das Associações de Moradores de Santa Catarina e da CUT-SC.

De acordo com o vereador Márcio de Souza (PT), que participou do protesto, foram impressos e distribuídos 2 mil panfletos sobre o caso. Souza disse que a manifestação foi bem recepcionada pela população e que as pessoas se solidarizaram com o caso.

>> Junta conclui que Marcelino morreu por enforcamento

Chiarello foi encontrado morto em sua casa em Chapecó há pouco mais de três meses. As teses de homicídio e suicídio estão sendo investigadas pela polícia.

DIÁRIO CATARINENSE



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2 Comentários »

  • Ederson Farias disse:

    Marcelino chegou em casa sozinho,mas os homicidas poderiam já estar dentro da casa, mesmo sem o filho (menino) saber! A sena não denota que houvesse luta corporal- Claro se vc levar uma paulada na cabeça como espera que vá haver luta corporal ? Não havia indícios da presença de mais pessoas na casa: Claro se montaram a sena para pafecer suicídio é lógico que não deixariam estas evidências.. Santo Deus é tão fácil assim iludir os investigadores ?

  • Paulo Schweinzer disse:

    Há algumas coisas estranhas… paulada na cabeça? Li muito sobre essa paulada na cabeça que causou traumatismo craniano. O laudo não fala nada sobre traumatismo craniano e descarta fratura no nariz – que também ouvi falar.
    Se houve lesão na cabeça (suponhamos que há, não sei), como afirmar que foi causada por um pedaço de madeira (pau) se a arma (o próprio pau da paulada) não foi encontrada… para afirmarem isso alguém deve ter visto a arma do crime (o pau da paulada) e, para ver, essa pessoa deveria estar no local do crime, certo?
    Se está no local do crime também é culpado, ou pelo próprio crime ou pela conivência deste.
    Logo, nas afirmações que haviam pessoas no local do crime, seria melhor que a polícia ouvisse essas pessoas que muito sabem sobre o que aconteceu (afinal, sabem da existência da arma do crime: o pau da paulada) pois elas poderão ajudar muito no esclarecimento dos fatos.

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