31 mai08:54

Chapecoense vence jogo treino contra o Concórdia

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A Chapecoense venceu ontem o Concórdia por 4 a 1 em jogo treino realizado no estádio municipal de Itá. Os gols da vitória foram marcados por Neném, Lê, Esquerdinha e Bruno. Neném e Esquerdinhas são remanescentes do time que disputou o estadual. Lê foi contratado do Veranópolis-RS e Bruno, que veio de Curitiba, ainda está em teste.

O gol de honra do Concórdia foi marcado por Alex Pires. O técnico da Chapecoense, Itamar Schulle, começou o jogo com uma base que considera titular no momento e depois foi trocando, até utilizar os 22 jogadores.

-Foi bom pra movimentar o grupo- avaliou o diretor de futebol, Cadu Gaúcho. Ele destacou que, com o adiamento da Série C, em virtude de brigas judiciais, o time precisa estar jogando. –Não adianta só treinar temos que jogar para manter o ritmo- explicou Cadu. Este foi o segundo teste. No primeiro, realizado há duas semanas, a Chapecoense empatou por 4 a 4 com o sub-23 do Atlético Paranaense.

A Chapecoense, que já vem treinando há um mês, dominou o jogo. O adversário, que iniciou os trabalhos há apenas 15 dias, mostrou muitos erros de passe e falta de entrosamento. A direção do Concórdia até não estava a fim de realizar o teste, pois foram feitos apenas dois treinamentos com bola. O técnico Nestor Simionato considerou normal essa falta de entrosamento.

Enquanto a Chapecoense aguarda a definição da data e adversário de estreia na Série C, o Concórdia estreia na Segunda Divisão do Campeonato Catarinense no dia primeiro de julho, contra o Porto, em Porto União.

A Chapecoense agora tenta um amistoso com o Grêmio de Porto Alegre, para a próxima semana.

A Série C não inicia neste final de semana e não tem data para começar. Uma das brigas judiciais é entre Brasil-RS e Santo André, que seriam adversários do time catarinense. A CBF tenta derrubar liminares que atrasaram a competição no Supremo Tribunal Federal. A Confederação Sul Americana de Futebol está estudando medidas para punir os clubes que ingressaram na Justiça Comum, que é o caso do Brasil de Pelotas.


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