01 jun18:13

Hepatites em debate em Chapecó

“Cidadão Catarinense na Luta Contra as Hepatites Virais”. Esse foi o tema de uma palestra que aconteceu na sexta-feira, dia 1º de junho, no Centro de Cultura e Eventos Plinio Arlindo De Nes em Chapecó. O evento reuniu agentes e profissionais de saúde e educação, entidades filantrópicas, cursos de ciências da saúde, portadores de hepatites, familiares e pessoas da comunidade com interesse na área para o debate com o tema Hepatites.

De acordo com Maria Luiza Trizotto Stormovski, enfermeira coordenadora do setor de hepatites, o evento é um alerta para a população, devido aos grandes números de pessoas portadoras do vírus da doença.

Ela orienta para que as pessoas façam os exames, quem tem direito procure fazer a vacina, cuidados com a relação sexual sem proteção, relação aos materiais utilizados em ações que tenham sangue, como por exemplo, as alicates de cutícula.

- São pequenas ações e formas que podem prevenir a doença – comentou.

Maria Luiza disse que o principal ponto com relação a hepatites é que a doença não apresenta sintomas na fase inicial, apenas na fase aguda e por isso a maioria das pessoas não sabem que tem o vírus da doença.

- Por isso, as pessoas não esperarem ter os sintomas para realizar o exame, sempre é importante procurar os centros de saúde e realizar os exames periódicos – explicou.

Com relação a vacina, Maria Luiza enfatiza que podem ter acesso as pessoas menores de 30 anos, gestantes, doadores de sangue, militares, profissionais de saúde, manicures, motoristas, pessoas com doenças especificas.

- Todas as pessoas que não estão nesses grupos, devem realizar o exame, e se tudo der negativo, irão receber a vacina – esclareceu.

Com relação aos números, Maria Luiza destaca que o índice, principalmente da hepatite B continua sendo alto em Chapecó, em Santa Catarina, Chapecó é o munícipio que mais tem casos. – Para tentar alterar esses índices e conscientizar as pessoas através de ações educativas – finalizou.


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