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12 dez16:23

Final do Catarinense de Futsal feminino será dia 16

 


 

Decisão para fechar a temporada 2012. Agora, com data, horário e local definidos. Unochapecó/NTozzo/Aurora e Barateiro/Brusque farão a final do Catarinense Adulto de futsal feminino em jogo único. Será no Ginásio do SEST/SENAT em Chapecó, no domingo (16) às 20 horas.




A Female Futsal tem a vantagem de mando pela melhor campanha da fase de classificação. Em caso de empate, teremos prorrogação e pênaltis. A decisão seria em duas partidas mas, em virtude de falta de datas, os times entraram em comum acordo e resolveram definir o ouro em apenas um dia.

 O SEST/SENAT já foi utilizado tanto para treinamentos da Female quanto da Seleção Brasileira Universitária. O ginásio se localiza na Avenida Leopoldo Sander, 3500-D, Bairro Engenho Braun

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11 dez14:46

Social: Profissionais da arquitetura e decoração de Chapecó são premiados

Profissionais de arquitetura e decoração de Chapecó participaram, no dia 8 de dezembro, do o 1º baile do Núcleo D, realizado no Clube Recreativo Chapecoense (CRC).

O Núcleo D reúne 27 empresas dos mais variados segmentos da decoração e construção de Chapecó com o objetivo de contribuir com a qualidade dos projetos de arquitetos, engenheiros e decoradores de toda a região. Esta associação existe há seis anos em Chapecó e possui empresas sólidas, com credibilidade de mais de 10 ano de mercado e que são referência no setor que atuam. O auge da noite ficou por conta da revelação dos vencedores da primeira edição do Prêmio Núcleo D Destaques. Os trabalhos foram inscritos no site da Associação e a votação foi aberta ao público.

Os arquitetos vencedores foram: Rafael Coletti (categoria Living), Georgia Gamborgi (categoria Salão de Festas/Piscina) representada no evento por Thiago Gabrielli, Daniel Romanelli (Categoria Cozinha), Emerson Ribeiro (Fachada Residencial), Maisa Perondi (Categoria: Escritório), GRaciela Dall’Agnol (Categoria Quarto do Casal), Caroline Bringhenti (Categoria Banheiro/lavabo) e Cleudes Debastiani (categoria Fachada Comercial).

Os vencedores receberam um troféu desenvolvido pelo artista Rodrigo Cardoso, que retrata o cotidiano da vida do profissional de arquitetura/decoração. O evento teve ainda a apresentação das novidades para 2013 e show com a banda Musix de Sorocaba/SP.


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11 dez13:23

Nascimentos: Luiza Santos

Luiza nasceu no dia 06 de dezembro de 2012 em Chapecó. Ela é filha de Evandro e Eunice Santos.

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11 dez12:46

Estiagem: 15 municípios decretam emergência

Daisy Trombetta e Darci Debona


O número de atingidos pela estiagem ainda não foi contabilizado pela Defesa Civil, mas milhares de torneiras estão secas em Santa Catarina. Há pelo menos três meses sem chuvas significativas, municípios do Oeste e Meio-Oeste do Estado tentam driblar as dificuldades. Garantir água para o consumo animal e também para a agricultura é o grande desafio.

Moradora de Seara tem água para poucos dias.

Só que em alguns locais também falta água nas áreas urbanas e para a subsistência humana. Em Seara, no Oeste, o problema é antigo e rio que abastece a cidade está seco. Enquanto os homens não tomam providências para combater a estiagem, resta à aposentada Terezinha Martini pedir a Deus que mande chuva para não passar mais um final de ano com a torneira seca, como no ano passado.

— Espero que venha água para o Natal — disse, ao lado da caixa de água reserva no fundo da casa, onde restam apenas 500 litros.

A caixa que fica em cima da casa está vazia há três dias, tempo que não recebe água da Casan. E Terezinha tem apenas 500 litros para tomar banho, beber, lavar a roupa, fazer a comida, lavar a louça e utilizar no banheiro. O banho, é de bacia. A água é jogada no vaso. Na máquina de lavar, a mesma água é utilizada durante três dias.

— É a coisa mais triste do mundo — diz Terezinha.

A vizinha, Malvina Rodrigues, não vê água saindo da torneira há 15 dias. A única água que chegou nesse período veio de um caminhão dos bombeiros, mas que serve só para tomar banho e limpeza.

Para beber e lavar a louça ela depende das duas viagens diárias que o marido faz a pé, com uma bombona de 20 litros nas costas, para buscar água numa fonte que fica a mil metros de distância.

— Dá uma canseira — desabafa o pedreiro Jandir Rodrigues, mostrando o declive que ele precisa percorrer e que as pessoas que conhecem Seara podem imaginar como é.

Por isso, Malvina economiza ao máximo a água. Ela coloca a louça suja dentro de uma bacia e vai lavando com um caneco.

— Nós ligamos para a Casan, mas ninguém atende — diz.

Seara é um dos 15 municípios catarinenses que decretaram situação de emergência até agora. Mas poderia estar fora da lista. É que o Governo do Estado investiu mais de R$ 3 milhões num poço profundo, com 588 metros, e que passa mais tempo parado do que funcionando.

Ele foi inaugurado em 2009 e, na estiagem passada, não ajudou porque a bomba estragou e, na retirada, caiu e ficou entalada. Depois que passou o forte da estiagem ele foi arrumado. Mas, há cerca de 15 dias, a bomba novamente teve problemas mecânicos e elétricos. Uma nova bomba, vinda de Maravilha, foi instalada no final de semana. Mas ela não consegue operar continuamente, pois causa sobrecarga no sistema elétrico.

Enquanto isso, foram contratados três caminhões de uma empresa particular, que transportam um milhão de litros por dia, até o reservatório. De acordo com o diretor de urbanismo e membro da Defesa Civil de Seara, Fábio Stocco, cerca de 50 famílias que moram nas partes mais altas, que não estão sendo abastecidas, estão recebendo água com um caminhão pipa.

De acordo com o assessor de Relações com os Municípios da Superintendência da Casan no Oeste, Nilso Macieski, informou que, apesar de alguns reservatórios terem baixado, Seara é o único município com problemas no abastecimento urbano.

O prejuízo da seca também foi sentido na conta de água da família de João Atílio Parizi, que mora em linha Serra Alta, no interior de Herval d’Oeste, no Meio-Oeste do Estado. No último mês, o consumo na propriedade, onde a água é oriunda de um poço artesiano comunitário, custou R$ 500.

Além de desembolsar a alta quantia na hora de pagar a fatura, o milho que serviria para alimentar cerca de 130 cabeças de gado leiteiro também precisará ser substituído por alimentos mais caros. Com a falta de chuva, os pés do grão estão secos e impedidos de virar comida para as vacas.

— Gastamos muito porque temos que dar água do poço artesiano para o gado, por conta da estiagem. E vai precisar comprar ração também, porque parte do milho está seca e outros pés nem nasceram — lamenta.

 

 

Cisterna garante água para as aves

Após enfrentar pelo menos oito fortes estiagens na última década, o avicultor Adenilso Zampieri, de Herval d’Oeste, resolveu investir em uma cisterna para captar e armazenar 500 mil litros de águas de nascentes da propriedade, na linha Sede Sarandi.

Ele financiou cerca de R$ 16 mil reais para construir o local de armazenagem e também comprar a bomba que leva a água até os três aviários, onde são criadas 35 mil aves de corte. A medida evitou que os animais ficassem sem água, mesmo após um período de 90 dias sem chuvas significativas.

— A cisterna garante água suficiente para os animais durante quatro meses, mesmo que todas as nascentes sequem. É uma alternativa viável, o sistema é simples e evita maiores complicações nos períodos de estiagem — analisa.

Desde que instalou a cisterna, em maio deste ano, Zampieri enfrenta a falta de água de forma tranquila, diferente de outros vizinhos que precisam contar com o abastecimento de caminhões-pipa para matar a sede dos animais.

A Defesa Civil Estadual deve contabilizar nesta semana o número de catarinenses atingidos pela seca. Por enquanto, os maiores prejuízos se concentram na agricultura, onde as medidas de resposta são mais difíceis.

No que diz respeito à solicitação de água para o consumo humano, o órgão ainda não teve nenhuma solicitação. E não há outras medidas emergenciais previstas por enquanto. Segundo o diretor de resposta aos desastres, Aldo Baptista Neto, “os kits disponibilizados anteriormente poderão ser reutilizados nas novas ações de assistência, visto que todos os equipamentos adquiridos permaneceram nas regiões para atendimento das comunidades atingidas, o que dá agilidade nas ações de resposta”.


Decretaram emergência

Abdon Batista, Correia Pinto, Erval Velho, Lacerdópolis, Presidente Castello Branco,Seara, Peritiba, Piratuba, Ipira, Jaborá, Joaçaba, Irani, Herval d’Oeste,Lindóia do Sul e Caxambu do Sul.


DIÁRIO CATARINENSE

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10 dez12:36

Galeria de fotos: Arena Condá em obras

Gramado da Arena Condá começou a ser retirado no dia 29 de novembro e em dois dias foi retirado por completo. As obras no local não param.

A expectativa é que o gramado seja plantado no dia 15 janeiro e o novo campo seja estreado no dia 10 março, na partida do returno do Campeonato Catarinense, contra o Joinville.

>> Acompanhe mais informações no Blog da Chapecoense.


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10 dez10:09

Formosa do Sul está em Festa

A abertura do Natal 2012, realizada no sábado, dia 8, marcou o início das comemorações do aniversário de 21 anos de Formosa do Sul. O destaque da programação foi o acendimento das luzes de Natal e o show gospel da banda Gratidão, de Curitiba/PR.

O coral municipal Vida e Alegria, formado por crianças da rede municipal de ensino, também participou do evento.

Além das luzes, a praça municipal se transformou na cidade do Papai Noel.

Na sexta-feira, dia 14 de dezembro, dentro da programação Natalina, acontece a chegada do Papai Noel na praça, entrega de presentes e show com a banda Sonho Real.


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10 dez09:20

Blog da Atlântida: Rihanna quer ser mamãe

A popstar Rihanna pediu férias ao seu empresário para que ela, e o namorado, o cantor Chris Brown, possam planejar um bebê juntos.

Leia a nota completa no Blog da Atlântida Chapecó.


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10 dez09:00

Alunos reclamam das condições do prédio da Udesc em Pinhalzinho

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Em meio a uma lavoura de soja desponta o prédio do curso de Engenharia de Alimentos da Udesc, em Pinhalzinho. A proximidade com o campo até seria boa, para estar próximo das matérias-primas, não fossem os transtornos que os alunos enfrentam para estudar na unidade. O prédio inaugurado em 2005 está com mofo tanto na parte externa, quanto na parte interna. A pintura está descascando. As paredes e até o teto apresentam rachaduras e, quando chove, tem professor dando aula com as goteiras pingando na cabeça.

Além disso, na semana passada houve até queda de energia, o que obrigou alguns alunos a concluírem provas com o auxílio de uma lanterna.

– O nosso prédio é esquecido pelo governo, que nos deixa estudar num prédio sem a mínima estrutura necessária – reclamou por email a estudante Shalu Posanske Corrêa.

Outro problema é o acesso e o isolamento do curso, que fica a três quilômetros do centro da cidade. Para quem mora numa cidade maior pode até parecer pouco. Mas para uma cidade de 16 mil habitantes, que não tem ônibus coletivo, é muito. Os alunos tiveram que contratar transporte. Inicialmente não tinha nem cantina para os alunos fazerem lanche, o que foi resolvido recentemente.

Além disso não há um trevo de acesso ao campus na BR 282, o que tem provocado acidentes e até mortes, segundo os alunos.

Os problemas da Udesc em Pinhalzinho geraram até uma reunião entre alunos e coordenação de curso, na quinta-feira passada. Muitos alunos também reclamam dos problemas de infraestrutura mas evitam comentar por temer que seja cancelado uma das principais reivindicações deles, que é a instalação de usinas, que são mini-indústrias, para as aulas práticas.

Todos os alunos ouvidos ressaltam que a parte teórica do curso é muito boa e que os professores são de qualidade. Inclusive há casos de alunos que foram direto da graduação para o doutorado, na Unisersidade de São Paulo, e vários alunos que passaram no mestrado, na Universidade Federal de Santa Catarina. Isso mesmo com uma infraestrutura que deixa a desejar.

A má qualidade do prédio da Udesc em Pinhalzinho gerou até uma Ação Civil Pública, proposta pelo Ministério Público, em 2009. A Promotoria de Justiça de Pinhalzinho sustenta que fez uma perícia que constatou a não aplicação de R$ 53,8 mil dos R$ 817 mil pagos pelos governos municipal e estadual. Onze pessoas, entre proprietários da construtora responsável, administradores da época e responsáveis pela fiscalização, estão sob suspeita. Houve até bloqueio judicial de bens. O prazo de defesa já encerrou e o processo deve ser julgado no próximo ano.


O que diz a Udesc

O chefe do Departamento de Engenharia de Alimentos da Udesc, Gilmar de Almeida Gomes, reconheceu que a unidade apresenta problemas desde a sua instalação, mas que o curso vem tendo bom desempenho mesmo com essas dificuldades. Ele informou na próxima quarta-feira será assinado um contrato de locação de um prédio e equipamentos para a montagem da usinas. Estão previstas usinas de suco, leite, carne e cereais. Há também um projeto de construção de mais um prédio próprio, com 4,6 mil metros quadrados, para a instalação das usinas e laboratórios, orçado em R$ 5 milhões. Ele disse que a burocracia muitas vezes atrasa algumas ações, mas que ela é necessária para o controle do dinheiro público.

A diretora do Centro de Educação Superior do Oeste, Renata Mendonça Rodrigues, disse que Udesc enfrentou neste ano um problema financeiro, mas que está em processo de licitação a reforma do prédio. Além disso, por estar em ação judicial, a reforma precisa de autorização judicial.

Há também a previsão de criação de um laboratório de análise de leite, credenciado pelo Ministério da Agricultura, para atender a região.

Renata reconheceu que o campus de Pinhalzinho é isolado mas que há espaço para a ampliação de prédios e cursos, o que deve ser feito. Ela espera iniciar o novo prédio das usinas para as aulas práticas e o laboratório de leite até 2016. A área é de 3,5 hectares, o equivalente a quatro campos de futebol.


O que diz o Dnit

De acordo com a assessoria de imprensa do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, o acesso ao campus de Pinhalzinho, na BR 282, está previsto no pacote de obras de R$ 700 milhões do projeto Crema II, que vai restaurar 1,2 mil quilômetros em Santa Catarina, fazer 33 quilômetros de terceiras faixas e implantar 33 interseções, uma delas a da Udesc, em Pinhalzinho. A obra já foi licitada e a ordem de serviço deve ser assinada até o dia 20 de dezembro.


Udesc no Oeste

Alunos: 803

Cursos: Zootecnia (Chapecó), Enfermagem (iniciou em Palmitos e, a partir de 2013, será totalmente em Chapecó), Engenharia de Alimentos (Pinhalzinho) e Tecnologia em Produção Moveleira (Palmitos)



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10 dez07:45

Espetáculo inspirado no filme Mary Poppins é apresentado em Chapecó

Toda a magia, história e dança, do filme Mary Poppins serão apresentados em Chapecó. A escola de dança Ballare teve o filme como inspiração para o espetáculo que será apresentando nesta terça-feira, dia 10 e quarta, dia 11. As apresentações acontecem no Teatro Municipal do Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, sempre às 20h07. Os ingressos estão à venda na escola.

O espetáculo marca o encerramento das atividades do ano da escola. Os alunos se preparam durante todo o ano para esta apresentação.

Segundo a professora Vanessa, o tema Mary Poppins foi escolhido para o espetáculo desse ano por questões educativas.

- Queria algo que trouxesse uma lição a mais para as crianças e adultos que vão assistir – comentou Vanessa.

Cada estilo de dança representará algum momento do filme. Terá ballet clássico, baby class, dança do ventre, dança de rua, jazz, além de muitas cenas que os próprios bailarinos e alguns atores vai interpretar.


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09 dez15:32

Nostalgia: Chapecó volta ser a cidade das Rosas

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

“Chapecó cidade das rosas, de Condá, Irê, Cachenerê…”. Quem mora na cidade e tem mais de 30 anos deve lembrar do trecho dessa música, que era apresentada por corais do município, no início da década de 90. Além do título de capital do Oeste, Chapecó era conhecida como “cidade das rosas’, pois as flores estavam presentes nos canteiros da Avenida Getúlio Vargas. Com o tempo elas saíram de cena, dando espaço para outras flores.

Com o objetivo de resgatar essa característica do passado, a Prefeitura de Chapecó resolveu plantar nos canteiros da principal avenida da cidade, 405 mudas de rosas. Essa etapa faz parte do Projeto de Revitalização dos canteiros centrais que iniciaram em abril do ano passado.

O plantio foi realizado pela Secretaria de Serviços Urbanos e proporcionam uma mistura de nostalgia em meio ao visual moderno da obra que deve ser inaugurada ainda no mês de dezembro.

Com a Revitalização a avenida recebeu um identidade única para os canteiros com padronização da pavimentação e mobiliário urbanos, renovação da arborização, paisagismo e outras melhorias para facilitar o fluxo de pessoas e de veículos. Os pontos de táxi também foram padronizados.

- Humanizamos o espaço priorizando as pessoas. A avenida deve ser uma via de destino final e não apenas de passagem para outras vias – disse o Prefeito José Caramori.

O investimento do município, financiado com recursos da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc) foi de R$ 2.750.071,44.


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