Aéreas

15 ago12:42

Trip Linhas Aéreas vai retomar as operações em Chapecó no dia 27 de agosto

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A quinta companhia a oferecer voos em Chapecó, a Trip Linhas Aéreas, vai retomar as operações no Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso. O primeiro voo está marcado para a segunda-feira, dia 27 de agosto.

Serão disponibilizados diariamente voos diretos para Porto Alegre/RS e Campo Grande/MS, com escala em Londrina e Maringá no Paraná. As operações serão realizadas com turboélices ATR 72, com capacidade para 70 passageiros.

- Estamos atendendo uma demanda de mercado que pedia voos em horário nobres, em que fosse possível viajar de Chapecó para Londrina e retornar no mesmo dia – disse Emerson Luccas, diretor de Marketing da Trip.

As passagens com tarifas especiais a partir de R$ 99,90 já estão disponíveis para venda e podem ser adquiridas pelo portal da empresa. A Trip iniciou as operações na cidade no dia 29 de agosto de 2011.

No aeroporto de Chapecó, que ficou fechado 75 dias para a reforma completa da pista e liberado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no dia 6 de julho de 2012, operam as empresas Avianca, NHT, Gol e Azul.



Comente aqui
11 jul14:54

Usuários e especialistas questionam relatório que mostra queda no preço das passagens aéreas

A informação de que em 2011 o preço médio das passagens aéreas caiu 6,8% causou surpresa entre usuários frequentes de voos comerciais e especialistas. Quem sente no bolso a variação dos preços tem a impressão de que o resultado aferido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não corresponde à realidade. Já os especialistas lembram que, sem a devida explicação, a metodologia usada pela agência reguladora esconde o fato de que, ainda que o valor das tarifas tenha baixado em alguns trechos, eles subiram bastante em outros.

Entre os passageiros frequentes que questionam o relatório está o bancário brasiliense Cleber Aragão Melo. Em 2011, além de uma viagem internacional, ele fez ao menos dez viagens pelo Brasil. Melo disse à Agência Brasil que, em meados do ano passado, ouvia que as passagens estavam aumentando em função da crise econômica internacional. Depois, foram as notícias sobre a alta no preço do combustível de aviação. No final, lembrou o bancário, só com muita pesquisa e antecedência conseguia adquirir passagens a bons preços.

— Para mim, dizer que o preço caiu 6,8% é algo que não reflete muito a realidade. A menos que consideremos as promoções. Eu mesmo procuro só comprar passagens em promoção — afirma Melo.

Em primeira análise, a questão sobre o sentimento dos usuários e a conclusão da Anac parece ser a mesma existente entre o resultado da Tarifa Aérea Média Doméstica aferida pela agência reguladora e o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano passado, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em janeiro deste ano, o IBGE mostrou que os preços das passagens aéreas subiram 52,9% em 2011.

Segundo a coordenadora de Índices de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, a diferença, no entanto, é resultado das diferentes metodologias utilizadas.

— Não há contradição porque não há como comparar as informações da Anac com as do IBGE. A agência recebe as informações de toda a malha aérea nacional, não faz distinção do percurso e obtém a média das tarifas, considerando, por exemplo, o valor médio pago por quilômetro percorrido em território nacional. Já a pesquisa do IPCA só abrange os destinos mais procurados, leva em conta apenas as despesas de um determinado grupo de famílias e não considera despesas de viagens a negócios — defende Eulina

Coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (ProTeste), Maria Inês Dolci entende que compete à Anac disponibilizar informações úteis sobre o setor, mas pondera que, talvez, a divulgação da Tarifa Aérea Média Doméstica não atenda ao objetivo de ampliar o conhecimento do público sobre o setor e proporcionar que os usuários acompanhem a evolução das tarifas.

O presidente da Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Passageiros do Transporte Aéreo, o advogado e piloto civil Cláudio Candiota, vai mais longe. Para ele, a Anac sequer devia divulgar os resultados da forma como vem fazendo, já que, no Brasil, as empresas aéreas são livres para estabelecer os preços das passagens dos voos nacionais e o mercado é altamente concentrado.

— A função de uma agência reguladora é regular o mercado, fiscalizar a prestação de serviços e mediar os conflitos entre os usuários e as companhias. A divulgação, da forma como é feita, me parece mais pirotecnia do que algo efetivo. Acho que o resultado divulgado ontem deve ser visto com ressalvas, pois não espelha nem a percepção dos usuários que voam frequentemente, nem a da associação. E contraria a lógica. Se a concorrência continua limitada, se houve a crise econômica, o aumento do combustível e de outros componentes, se as empresas vão mal das pernas e, principalmente, se qualquer pessoa que vai comprar a passagem tem a sensação de que elas estão mais caras, como o preço pode ter caído? — indaga Candiota.

Procurada, a Anac ainda não se pronunciou sobre o assunto.

AGÊNCIA BRASIL



Comente aqui
10 jul18:05

Empresas aéreas iniciam a venda de passagens em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Das cinco empresas que vão operar com voos comerciais no Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso em Chapecó, duas já iniciaram a venda de passagens aéreas.

A empresa Avianca abriu a venda de passagens no site da companhia na tarde desta terça-feira, dia 10 de julho. O primeiro voo comercial está marcado para as 6h15, da segunda-feira, dia 16, com saída de Chapecó, escala no aeroporto Internacional Hercílio Luz em Florianópolis e destino ao Aeroporto de Congonhas em São Paulo. Durante o fechamento do aeroporto um dos voos da empresa foi remanejado para a cidade gaúcha de Passo Fundo.

A NHT Linha Aéreas também está vendendo passagens no site para o voo com destino à Curitiba/PR. A aeronave da empresa deve pousar às 13 horas da segunda-feira dia 16 de julho em Chapecó e decolar às 13h37 com destino a capital paranaense.

Já a Gol Linhas Aéreas deve iniciar os voos a partir do dia 23 de julho. A venda das passagens ainda não foi definida no site a compra ainda está indisponível.

Em nota a Trip Linhas Aéreas disse que há intenção de voltar a operar em Chapecó, mas ainda não tem uma data definida para o início da venda de passagens e de voos.

A Azul Linhas Aéreas informou que já enviou o pedido de Horário de Transporte (Hotran) à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e, se aprovado, até o início de agosto de 2012, a empresa vai operar dois voos diários entre a cidade catarinense e o Aeroporto de Viracopos, em Campinas.

Com a publicação oficial do Notam, oficializando PCN-45 (indicador de resistência do piso da pista) pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo, na tarde da terça-feira, a pista do aeroporto pode receber aviões com até 200 passageiros.

O Aeroporto ficou fechado por 75 dias para a reforma completa da pista e foi liberado pela Anac na sexta-feira, dia 6 de julho.


2 comentários
19 jun16:55

NHT estuda nova rota em Santa Catarina

[Atualizado 09h35 - 20/06/12]

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A possibilidade da criação de uma nova rota aérea em Santa Catarina foi discutida na manhã desta terça-feira na sede da NHT Linhas Aéreas em Porto Alegre. O voo, com destino à Florianópolis, sairia de São Miguel do Oeste e faria escalas nos aeroportos de Concórdia e Lages. Participaram do encontro o diretor do Grupo Acauã, Jorge Barouki e representantes de Concórdia e São Miguel do Oeste

Segundo o diretor de planejamento da empresa, Jeffrey Kerr, a reunião foi produtiva e o grupo estuda a possibilidade de disponibilizar o voo ainda neste ano.

O aeroporto Pedra Ferro, de Concórdia, está preparado para receber o voo pois, desde o fechamento do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, a NHT voltou a operar um voo de Concórdia para Curitiba. O voo chega às 13h20 e decola às 13h40, de segunda à sexta-feira.

Porém os aeroportos Hélio Wassun de São Miguel e Federal de Lages precisam cumprir algumas adequações exigidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

– Precisamos agora que sejam regularizados esses pontos – disse o diretor.

Horários e periodicidade de voos ainda não foram definidos. – Vamos ter mais reuniões com os representantes dos municípios para definir esses pontos – comentou Jeffrey.

Para o secretário de desenvolvimento econômico de São Miguel do Oeste, Paulo Cuccarollo, esse que pode ser o primeiro voo comercial da cidade, será um avanço para São Miguel e para os 30 municípios da região do Extremo-Oeste.

- Antes não tínhamos a demanda, mas hoje percebemos que já se faz necessário – disse.

Participaram ainda da reunião o presidente da CDL de São Miguel do Oeste, José Carlos Gerhardt, o presidente da Associação Comercial e Industrial de São Miguel do Oeste (Acismo), Irton Lamb, o prefeito de Concórdia, João Girardi e o assessor de comunicação de Concórdia, Antonio Benini.

A empresa gaúcha NHT foi comprada pelo grupo catarinense. O negócio ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O pedido foi protocolado no dia 18 de maio.


Voo em Xanxerê

O diretor de planejamento disse ainda que a empresa estuda a criação de um voo na cidade de Xanxerê, ainda neste ano.


Comente aqui
28 mai09:05

Companhias aéreas Azul e Trip preparam fusão

Em um novo movimento de consolidação do setor brasileiro de aviação civil, a Azul Linhas Aéreas deve anunciar nesta segunda-feira fusão com a regional Trip. As negociações duraram cerca de seis meses.

Com a operação, a nova companhia ganhará musculatura e se isolará como terceira grande força da aviação brasileira, posição já ocupada atualmente pela Azul, com menor folga.

Juntas, as duas aéreas detinham 14,1% do mercado doméstico de passageiros em março, conforme dado mais recente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). TAM e Gol tinham, respectivamente, 38,2% e 34,4%.

A concretização do negócio ainda depende de aprovação da Anac, que deve analisar a parte financeira da operação, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), responsável por julgar questões relativas a concentração de mercado.

A Azul deve deter cerca de 80% da nova companhia. Investidores da Trip ficarão com os demais 20%, com David Neeleman, empresário americano nascido no Brasil dono a Azul, se mantendo à frente do negócio. Além de Neeleman, fundos de investimentos integram o capital da Azul, entre os quais o Gávea e os estrangeiros TPG e Weston Presidio.

A Trip tem 20% de suas ações nas mãos da companhia aérea SkyWest, dos Estados Unidos, e o restante estão com os controladores, os grupos Capriolli e Águia Branca.

O entendimento entre a Azul e a Trip acontece pouco mais de um ano após a empresa regional assinar, com a TAM, um acordo não vinculante para vender 31% de suas ações à líder do mercado doméstico. O negócio, entretanto, acabou não indo para a frente.


ZERO HORA



Comente aqui