Aftosa

19 jan17:23

Cidasc inspeciona veículos em barreiras sanitárias do estado

O vice-presidente da Cidasc, Valmor Fiametti, acompanhado de técnicos e profissionais da empresa vistoriou nesta quarta-feira três barreiras sanitárias em divisas do estado.

Acompanhados da Polícia Militar e do Exército, o grupo vistoriou veículos em duas barreiras em Dionísio Cerqueira, a primeira que faz divisa com a Argentina e outra que liga Santa Catarina ao Paraná. Os profissionais ainda inspecionaram carros em outra barreira que divide o Brasil e a Argentina, em Paraíso. Foram apreendidas cargas de carne ou derivados de animais, como queijo e presunto. Um flagrante de turistas que pretendiam levar os produtos para consumo no litoral.

Segundo o vice-presidente essa é uma prática perigosa. – Esses produtos tem um padrão de armazenamento e qualidade que as pessoas não podem oferecer em seus veículos, principalmente em viagens distantes como essa. Por isso a preocupação da Cidasc em examinar e apreender, sempre pensando no bem estar da população – destacou.

Fiametti ainda agradeceu o apoio da Polícia Militar e do Exército, que ofereceram segurança e transparência durante toda a ação. As vistorias devem continuar sendo feitas por profissionais da Cidasc em todas as barreiras sanitárias do estado.


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18 jan09:41

Santa Catarina e Paraná discutem foco de febre aftosa no Paraguai

Nesta quarta-feira o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, e o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, participam de reunião na Secretaria da Agricultura do Paraná para definir medidas que evitem a introdução do vírus da febre aftosa no Estado, em função do novo foco da doença notificada pelo Paraguai no dia 2 de janeiro. O vírus foi identificado em bovinos numa propriedade na localidade de Aguaray Amistad, no departamento San Pedro, a cerca de 30 quilômetros do foco notificado em setembro de 2011.

Segundo Airton Spies, as ações da defesa sanitária animal em Santa Catarina desenvolvidas pelo Governo, por meio da Cidasc, e Ministério da Agricultura em parceria com agroindústrias e produtores, são muito eficazes no controle de doenças que resultaram na condição de excelência sanitária em nossos rebanhos.

O último foco de febre aftosa em Santa Catarina foi registrado em 1993. No Brasil o último foco teve início no final de 2005 em Mato Grosso do Sul e se estendeu até o Paraná. Isso acarretou grandes prejuízos para Santa Catarina, em função das restrições impostas pelos países importadores de carne suína.

Em 2007, Santa Catarina obteve a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como Estado livre de febre aftosa sem vacinação. De acordo com o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, Santa Catarina é o único estado do Brasil a conquistar este status, por isso estão sendo tomadas todas as medidas preventivas para manter o reconhecimento.


Entenda a doença

A febre aftosa é uma doença viral que atinge bovinos, suínos, ovinos, caprinos e bubalinos, e se caracteriza por febre alta, salivação acentuada e formação de vesículas (aftas) na língua, na boca e nos cascos. Não tem tratamento curativo, mas pode ser prevenida por meio da vacinação.

A aftosa causa prejuízos não somente pela mortalidade, mas também pela perda de peso dos animais e pelo aborto nas fêmeas prenhas. O vírus pode ser transmitido pelo contado direto entre os animais e indireto por meio de superfícies contaminadas pelo vírus. Não há risco de contaminação humana.


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11 jan18:53

Governo reforça prevenção a doenças animais para manter selo de excelência de Estado livre de febre aftosa sem vacinação

O Governo do Estado liberou, na terça-feira, dia 10, R$ 300 mil para ampliar a fiscalização nas fronteiras que impedem a entrada do vírus da febre aftosa em Santa Catarina. Durante todo o ano de 2011, o Governo, por meio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), intensificou os cuidados, aumentando os recursos anuais da empresa, de R$ 20 milhões em 2010, para R$ 39 milhões em 2011.

- A Cidasc é uma empresa de fiscalização de sanidade animal e vegetal e, conforme exigência do governador Raimundo Colombo, estamos trabalhando intensamente no serviço de inspeção de carne suína – destacou o presidente do Cidasc, Enori Barbieri.

Até 2000, foram feitos trabalho intensos de vacinação que erradicaram o vírus de febre aftosa em todo o Estado. Desde então, a região está livre do vírus, sem necessidade de vacinação. Em 2007, Santa Catarina foi o único estado do Brasil a obter a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação. De acordo com o secretário da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, Santa Catarina está tomando todas as medidas preventivas para manter o reconhecimento da OIE. – Com isso, será possível conquistar mercados importantes e exigentes como EUA e União Europeia. O Japão e a Coreia do Sul também estão prestes a importar carne catarinense, o que vai criar mais empregos e desenvolvimento econômico para Estado – afirma o secretário João Rodrigues.

As medidas de prevenção contra a febre aftosa colaboraram com a abertura do mercado americano, um dos mais exigentes quanto à procedência da entrada de carnes suínas. Santa Catarina é o único Estado autorizado para a habilitação de matadouros – frigoríficos para exportação de carne suína “in natura” para os Estados Unidos. Conforme o presidente do Cidasc, o Governo priorizou a defesa sanitária animal em Santa Catarina pela importância econômica que o setor de agronegócio representa para o Estado.

Além das 67 barreiras sanitárias fixas do Cidasc nas fronteiras do Rio Grande do Sul, Paraná e Argentina, existem 20 sedes do Cidasc com barreiras volantes que circulam com veículos fiscalizando o trânsito de animais que possam trazer risco de febre aftosa para o Estado. O Governo está ampliando a fiscalização com reforço de policiais militares em todas as barreiras, além do apoio do Exército brasileiro nas regiões de fronteiras com a Argentina e nas divisas com o Paraná. – As ações da defesa Sanitária animal em Santa Catarina desenvolvidas pelo Governo, por meio da Cidasc e Ministério da Agricultura em parceria com agroindústrias e produtores, mostraram-se muito eficazes no controle de doenças que resultaram na condição de excelência sanitária em nossos rebanhos – afirma o secretário da Agricultura, João Rodrigues.


Entenda a doença

A febre aftosa é uma doença viral que atinge bovinos, suínos, ovinos, caprinos e bubalinos, e se caracteriza por febre alta, salivação acentuada e formação de vesículas (aftas) na língua, na boca e nos cascos.

A aftosa causa prejuízos não somente pela mortalidade, mas também pela perda de peso dos animais e pelo aborto nas fêmeas prenhas. O vírus pode ser transmitido pelo contado direto entre os animais e indireto por meio de superfícies contaminadas pelo vírus. Não há risco de contaminação humana.

O vírus da aftosa se instala na língua e circula por toda a corrente sangüínea, contaminando a carne e os ossos do animal. O tempo de sobrevivência do vírus no corpo varia de poucos dias a três anos, quando instalado nos ossos, e, entre outros fatores, também depende das condições ambientais. A febre aftosa enquanto doença viral não tem tratamento curativo, mas pode ser prevenida por meio da vacinação.


Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação


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06 jan20:13

SC discute ações contra a febre aftosa com o Ministério da Agricultura

Nesta sexta-feira, o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca em exercício, Airton Spies, participou de reunião convocada pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, para definir e anunciar medidas que evitem a introdução do vírus da febre aftosa no Estado. Um novo foco da doença foi notificado pelo Paraguai na última segunda-feira, dia 02. O vírus foi identificado em bovinos numa propriedade na localidade de Aguaray Amistad, no departamento San Pedro, a cerca de 30 quilômetros do foco notificado em setembro de 2011.

O encontro ocorreu na sede do Governo em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e contou com a participação dos secretários de Agricultura do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) e os respectivos superintendentes estaduais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e presidentes das agências sanitárias.

Dentre as medidas de prevenção ficou acertado com o Ministério da Agricultura e agências de defesa Sanitária uma ação integrada entre os estados do Codesul e a garantia de recursos para ações emergenciais de fiscalização e controle de trânsito de animais e produtos derivados. O Ministério vai monitorar diariamente a situação por meio de uma sala de inteligência e videoconferências, interligando os responsáveis técnicos das agências de defesa sanitária do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. O ministro Mendes Ribeiro informou que o Ministério da Agricultura colocará um adido agrícola para atuar na embaixada brasileira em Assunção, no Paraguai.

Para o Secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, o sucesso dessa ação integrada de defesa sanitária depende também do engajamento dos produtores rurais, agroindústrias e população em geral.

O apoio militar foi pedido por conta da descoberta do foco no país vizinho. A partir de segunda-feira, equipes do Exército estarão nas fronteiras para dar apoio na fiscalização das barreiras sanitárias com postos fixos na localidade de Idamar, em Dionísio Cerqueira, e em Abelardo Luz, além de unidades móveis que atuarão entre esses postos na fronteira até Itapiranga.

Durante o encontro, o presidente da Companhia Integradade Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, destacou a importância do trabalho com as Polícia Federal, Militar, Civil, Rodoviária e do Exército para proteção das fronteiras catarinenses. – A Cidasc está preparada para cumprir sua função nesse momento que exige vigilância redobrada.Toda a nossa estrutura está priorizando as medidas preventivas de proteção ao nosso território. Nossa zona de atenção máxima está nas fronteiras – disse o presidente.

O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado no final de 2005, e teve início no Mato Grosso do Sul e se estendeu até o Paraná. Isso acarretou grandes prejuízos para Santa Catarina, em função das restrições impostas pelos países importadores de carne suína.

Estado livre sem vacinação

Em 2007, Santa Catarina obteve a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como Estado livre de febre aftosa sem vacinação. O Estado é o único do Brasil a conquistar este status. – O Estado está tomando todas as medidas preventivas para manter o reconhecimento da OIE – assegura o secretário da Agricultura e da Pesca em exercício, Airton Spies.



Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca


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05 jan07:44

SC adota medidas de proteção contra a aftosa

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A confirmação de um novo foco de aftosa no Paraguai levou Santa Catarina a adotar novas medidas de proteção para que o vírus não chegue ao Estado. A principal é reforçar a fiscalização nas barreiras 67 sanitárias instaladas nas rodovias de acesso ao Estado. Ontem pela manhã foi realizada uma reunião na secretaria da Agricultura do Estado, com a presença de representantes da Companhia Integrada Para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e do Ministério da Agricultura.

Mesmo tendo ocorrido no Departamento de San Pedro, no Paraguai, o foco de aftosa preocupa Santa Catarina pois o estado recebe insumos do Paraguai, principalmente milho e farelo de soja.

Veículos são pulverizados na barreira de Abelardo Luz.

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, terá uma reunião hoje com representantes do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarne), para solicitar que as agroindústrias não tragam produtos do Paraguai neste período. Em setembro do ano passado, quando também foram registrados focos no Paraguai, o Estado chegou a suspender a entrada de milho do Paraguai por 15 dias. Barbieri considera que o risco do vírus chegar ao estado é médio.

Para o diretor executivo do Sindicarne, Ricardo Gouvêa, a suspensão de importação de milho e farelo de soja é uma hipótese a ser cogitada. –Entre o custo de suspender a importação e o risco da aftosa é melhor bancar o custo- disse Gouvêa.

O motivo é que as exportações de suínos e aves de Santa Catarina por ano chegam a US$ 2,5 bilhões. A entrada do vírus em Santa Catarina suspenderia imediatamente as exportações. Em 2005, quando ocorreu aftosa no Paraná, Santa Catarina teve as exportações de suínos para a Rússia suspensa por dois anos, só por ser estado vizinho.

Na avaliação do presidente do Núcleo dos Criadores de Bovinos de Chapecó e Região, Enedi Zanchet, o maior risco é que o vírus venha em cargas de insumos vindos do Paraguai. Mas ele afirmou estar tranqüilo pois confia no controle sanitário realizado pela Cidasc.

O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), Losivânio de Lorenzi, afirma que o estado tem uma boa condição sanitária, tanto que é o único reconhecido internacionalmente como livre de aftosa sem vacinação. No entanto é preciso manter a vigilância. –Não dá para amolecer- ressaltou Lorenzi. Ainda mais que Santa Catarina está começando agora a conquistar mercados como Japão, Coréia do Sul e China.


Medidas adotadas por SC

-Intensificação da fiscalização nas 67 barreiras sanitárias instaladas nas divisas com Paraná e Rio Grande do Sul e na fronteira com a Argentina. Carros provenientes do Paraguai serão vistoriados e desinfectados com pulverizador.

-Solicitação de reforço das Polícia Militar para atuar nos postos de fiscalização.

-Compra de mais material de desinfecção.

-Solicitação para que as indústrias não tragam milho e farelo de soja do Paraguai neste período.

-Distribuição de panfletos com orientações sobre a aftosa.

-Colocação de tapetes sanitários nos aeroportos

-Ações em conjunto com os três estados do Sul, Mato Grosso do Sul e Ministério da Agricultura.




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27 set08:56

Vigilância reforçada contra aftosa

Seis equipes de fiscalização da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, que atuam deste a última sexta-feira nas regiões de fronteira com a Argentina, realizaram apreensões e interditaram dois matadouros que atuavam de forma clandestina.

Equipes volantes vistoriaram pelo menos 60 quilômetros de margem do Rio Uruguai.

Os dados constam de relatório divulgado no final da tarde desta segunda-feira pelo Departamento de Defesa Agropecuária sobre as ações que vem sendo desenvolvidas para monitorar a região de fronteira e evitar o ingresso de animais com possível contaminação pela aftosa, a partir de foco encontrado no Paraguai.

De acordo com o médico veterinário Rodrigo Nestor Etges, do Serviço de Fiscalização e Controle de Trânsito, foi apreendido um bovino em um abatedouro clandestino em Esperança do Sul, além de 30 quilos de carne sem inspeção. Além desse, também foi interditado um abatedouro no município de Porto Xavier, onde foram apreendidos equipamentos de abate.

Equipes volantes, com o apoio da Polícia Rodoviária Estadual, Brigada Militar e do Exército vistoriaram pelo menos 60 quilômetros de margem do Rio Uruguai.


ZERO HORA

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26 set14:20

Paraguai começa a revacinar gado após surto de febre aftosa

O Paraguai começou os trabalhos de revacinação de gado no departamento de San Pedro, no nordeste do país, nesta segunda-feira, após o sacrifício de aproximadamente mil animais no fim de semana, em uma campanha supervisionada internacionalmente para eliminar um surto de febre aftosa, informaram fontes oficiais.

— No mercado, existem vacinas suficientes para a revacinação — disse o diretor do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), Carlos Simon.

Simon explicou que foram iniciados testes sorológicos para delimitar o foco de aftosa detectado em San Pedro.

Trata-se de um protocolo exigido pela Organização Internacional de Epizootias (OIE).

— Os controles serão mantidos, apesar da conclusão do “rifle sanitário” — disse Simón, referindo-se ao sacrifício dos animais na fazenda Santa Helena, onde o surto foi detectado.

Depois de cumprir com todos os passos exigidos pela organização internacional, o Senacsa pedirá à OIE que restrinja o foco de aftosa de tal maneira que o restante do país recupere o status sanitário como “país livre de aftosa com vacinação”, declaração prévia para a reabertura dos mercados internacionais.

Na última semana, Brasil, Argentina e Uruguai reforçaram sua vigilância sanitária após o surgimento de um foco de febre aftosa no Paraguai, provocando a imediata suspensão das exportações de carne bovina paraguaia.

As autoridades brasileiras reforçaram a prevenção e a vigilância contra a febre aftosa na fronteira com o Paraguai, com a adoção de controles agropecuários, barreiras e identificação de propriedades de maior risco, informou o Ministério da Agricultura.

O Brasil, que pretende ter todo seu território certificado como livre de febre aftosa com vacinação até 2013, ofereceu assistência ao Paraguai “nas medidas de erradicação imediata” da febre aftosa.

Já a Argentina “declarou o estado de alerta sanitário” em razão do foco de aftosa registrado no departamento paraguaio de San Pedro, 400 km a nordeste de Assunção.

— Está suspensa, de forma preventiva, a entrada na Argentina, tanto para importação como para trânsito, de qualquer mercadoria procedente do Paraguai passível de transmitir a aftosa.

O Uruguai suspendeu o “trânsito e a entrada de animais obviamente suscetíveis de aftosa, além de produtos, subprodutos, mercadorias e rações que possam transmitir o vírus”, revelou o departamento de Saúde Animal do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca.

O último foco de aftosa detectado no Paraguai remonta a outubro de 2002, quando as exportações também foram suspensas.


DIÁRIO CATARINENSE

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