Agricultor

13 dez17:22

Descarga elétrica provoca morte de agricultor em Ipumirim

O agricultor Sandro Carlos dos Santos, de 30 anos, vivia com a esposa na Linha São Rafael.Segundo informações da família, o agricultor estava tratando os frangos, quando teria puxado com as mãos a ração de um dos comedouros, e acabou sendo atingido por uma descarga elétrica. Ele morreu na hora. Em quatro meses, este é o segundo caso de morte na comunidade por descarga elétrica. A principal orientação é desligar a chave antes de realizar qualquer serviço que esteja relacionado à energia. Segundo o bombeiro Osmar Boelter, que atendeu a ocorrência, quando chegaram ao local a vítima já se encontrava sem vida

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10 set20:46

Chuva volta depois de 41 dias no Oeste

Darci Debona/darci.debona@diario.com.br

Há pelo menos 41 dias não chovia tanto no Oeste como o que ocorreu entre sábado e ontem na região. O observador meteorológico da Epagri de Chapecó, Franscisco Schervinski, registrou 10 milímetros até ontem à tarde, o que significa 10 litros por metro quadrado. No mês de agosto foram apenas 2,3 milímetros.

Sirli Freitas/Agência RBS

A última chuva significativa, com mais de 50 milímetros, havia sido no dia 29 de julho. –Não foi muita coisa, mas já ajuda na pastagem e no plantio- disse Schervinski.

O agricultor Nilson Luiz Girardi estava feliz ontem à tarde. Apesar do volume de chuva não ser muito, ele mediu 20 milímetros em seu pluviômetro, já era o suficiente para recuperar a pastagem e plantar o milho.

-O pasto estava seco, murcho, e agora está com brotos novamente- mostrou. Girardi temia ficar sem pasto. Mesmo com 25 hectares de aveia. Ele até colocou à venda 50 dos 130 animais, pois tinha que complementar a alimentação com ração, o que aumentou os custos. A produção de leite, que era de 1,1 mil litros por dia, tinha caído entre 15 e 20%.

Além disso ele vai conseguir plantar os 13 hectares de milho que já deveriam estar na terra há um mês. –As máquinas estavam prontas só esperando a chuva- mostrou. Hoje mesmo ele vai começar a semear o milho. E espera que a chuva seja mais frequente, para não perder parte da produção, como na safra passada, quando teve uma quebra de 40%.

O presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Zordan, disse que a chuva interrompe uma quebra na produção de leite, que já estava em 10%.

Além de ajudar na agricultura a chuva também ajudou a diminuir a tempertura, que na sexta-feira chegou a 32 graus e, ontem à tarde, estava em 19 graus.

O meteorologista da RBS, Leandro Puchalski, informou que a chuva de ontem foi bem distribuída pelo estado, com mais intensidade nas cidades do Oeste, Serra e Sul. Em alguns municípios, como Timbé do Sul, foram registrados 61 milímetros até o final da manhã de ontem. O meteorologista prevê que as chuvas sejam normalizadas a partir da segunda quinzena de setembro.

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11 jun09:41

Agricultor vira escultor em Itapiranga

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Enquanto trabalha com sua junta de bois na lavoura em Linha Conceição, no interior de Itapiranga, o agricultor Gilson Mees observa os tocos e raízes que encontra. Eles são matéria-prima para a atividade principal dele, que é a de escultor.

Afinal, não é da lavoura de milho e do leite das vacas que vem sua principal renda mas sim da arte.

– Graças à escultura vou construir minha casa nova- explicou. Lá ele terá um atelier onde poderá finalizar suas obras.

Atualmente ele trabalha num galpão de madeira, onde transforma raízes em anjos, tábuas em santas ceias, e tocos em animais. Atualmente está esculpindo uma pomba num pedaço de cedro, que encontrou caído no meio do mato.

Ela deve decorar a Igreja da Comunidade de Linha Conceição, onde mora. Mees já confeccionou cerca de 300 peças. Destas, 17 estão na Alemanha. Há algumas também no Rio Grande do Sul. Mas a maioria está em Santa Catarina mesmo. O Fritz e a Frida, símbolos da Oktoberfest de Itapiranga, são obra sua. Assim como um índio em madeira que está na Rodoviária da Cidade. Por uma junta de bois em madeira, com 1,40 metro de altura, que também serve de enfeite durante a Oktoberfest, ele ganhou R$ 6 mil.

O despertar para a arte foi em 1982, quando tinha 13 anos e foi visitar uma exposição de fotografias em Linha Becker, também em Itapiranga. Lá ele viu a escultura de um homem que lhe chamou a atenção. Voltando para casa ele pegou um facão velho e começou a trabalhar num pedaço de madeira. O trabalho, ainda bem rústico, está na entrada do galpão que serve de atelier para o artista do campo.

A grande mudança na carreira foi quando Mees foi fazer um curso de uma semana com escultores de Treze Tílias.

–Foi depois disso que descobri como fazer as medidas certas- lembrou, sobre a proporcionalidade nas esculturas.

Ele quase não tem obras em casa pois quase não consegue atender à demanda. Mees só não abandonou a agricultura pois é o contato com a natureza é necessário para evitar o esgotamento físico e mental em esculpir.

–Quando estou cansado eu saio, como uma frutas- explica. Geralmente ele trabalha meio dia esculpindo e meio dia na roça.

Quando chove, trabalha mais em esculturas. E o filho Wesley, de apenas dois anos, já demonstra ter propensão à seguir a profissão do pai. Quando Gilson está esculpindo ele também pega uma ferramenta e começa a bater na madeira.

Gilson não vê a hora de construir a casa nova e ter sua nova sala de trabalho. Para ele, cada trabalho finalizado é uma satisfação.

– Sinto prazer em ver uma obra bem feita e ser admirada pelos outros- explicou.

Mess é uma mostra de que a arte pode ser feita não somente nas cidades e grandes centros. Afinal, no ambiente calmo do interior de Itapiranga ele pode observar melhor os traços da natureza que inspiram suas obras.


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30 abr18:17

Agricultor é atacado por três cães no Meio-Oeste de Santa Catarina

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

Três cachorros atacaram um agricultor de 43 anos na comunidade de Caroveira, no interior de Irani, no Meio-Oeste catarinense, na tarde de domingo. Artemio Habas teve ferimentos nas duas pernas, mas passa bem.

O ataque ocorreu por volta das 15h, quando ele foi até a propriedade de um amigo acertar uma dívida. Os animais, de grande porte e mestiços da raça pastor alemão, teriam avançado nas pernas de Artemio quando ele desceu da moto.

A vítima contou que tentou se livrar das mordidas dando chutes nos animais. Mas, desmaiou durante o ataque e foi salvo por um vizinho da propriedade, que afastou os cães e acionou os bombeiros. Por pouco, a veia artéria da perna do agricultor não foi rompida.

— Desci da moto e fui atacado. Não me lembro de muita coisa porque desmaiei. Eu sempre ia à propriedade e os cachorros ficavam soltos, mas nunca tinham reagido com violência — diz.

Conforme o bombeiro Joel de Lima, os cachorros que atacaram Artemio não eram vacinados contra a raiva, que pode ser transmitida aos seres humanos através da mordida. Ele alerta que os donos devem prevenir os animais de doenças e mantê-los presos.

Ele explica que principalmente no interior, quando os moradores têm costume de deixar os cachorros soltos para ajudar na segurança das propriedades, os cuidados devem ser redobrados para evitar acidentes.


DIÁRIO CATARINENSE



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24 jan11:06

Agricultor morre soterrado em Seara

RBS TV CONCÓRDIA

Um agricultor de Seara morreu soterrado enquanto escavava um poço para garantir água à propriedade. Os bombeiros precisaram do auxilio de vizinhos para conseguir retirar a vítima do poço.

O acidente aconteceu na linha Santa Lucia, interior do município. O local escolhido para a escavação do poço fica em meio à mata fechada. E a vítima, Clécio Tura de 43 anos, trabalhava sozinho quando uma das paredes do poço cedeu e o agricultor foi atingido por uma pedra.

Mobila Tura, irmã da vítima, disse que Clécio estava escavando desde a semana passada.

A família não sabe ao certo que horas aconteceu o acidente. – Lembro que ele saiu de casa no início da manhã. E somente no começo da tarde ficamos sabendo do soterramento, quando meu outro irmão estranhou a demora e foi procurá-lo – disse Mobila.

Como o local onde ele foi encontrado é de difícil acesso e não tem como chegar com máquinas, foi preciso o auxílio de 30 pessoas para retirar a pedra de três toneladas que estava sobre a vítima. Só depois disse que o Corpo de Bombeiros conseguiu retirar o corpo do poço.

- O trabalho foi difícil. Demoramos mais de uma hora para retirar a vítima do local – disse Marcos Faligurski, comandante do Corpo de Bombeiros de Seara. O comandante alerta que esse tipo de trabalho não deve ser realizado sozinho e sempre com o uso de equipamentos de segurança.

O corpo de Clécio será enterrado às 16h no cemitério da Linha Santa Lucia.


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17 jan07:07

Agricultor aproveita chuva para plantar safrinha

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Para o agricultor Natalino Bortoli mais dos que as medidas governamentais o que mais lhe ajudou nos últimos dias foi a chuva da semana passada, que foi de 71 milímetros segundo registro da Epagri.

Tanto que ontem ele começou o plantio da safrinha, segunda safra, numa área de seis hectares. Nessa mesma área ele perdeu metade da lavoura de milho. Mas a chuva salvou outra área de quatro hectares, onde o agricultor espera colher 400 sacas. Essa produção, somado ao que espera colher na safrinha, deve garantir alimentação para as 40 vacas, que produzem 450 litros por dia. A produção havia diminuído 20% e ele já vê recuperação após a chuva, pois o pasto voltou a ficar verde. –As vacas já aumentaram dois a três litros por dia- explicou.

Bortoli disse que as medidas governamentais não devem beneficiá-lo. Ele não pegou empréstimo no banco. Mas acredita que os pequenos produtores terão benefício com as medidas.


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07 set11:25

Vizinho achou que era pneu estourando até ouvir os gritos

Um morador que mora a cerca de 50 metros da BR 163 foi acordado com o barulho do acidente entre o ônibus e um caminhão.



O agricultor Lauro Wolfart foi acordado com o barulho do acidente.



–Pensei que tinha estourado um pneu- afirmou o agricultor Lauro Wolfart. Mas, em seguida, percebeu que era um acidente.


–Ouvi os gritos e daí saí para ver o que era-afirmou.


Daí ligou para vizinhos e bombeiros para avisar. Ele pegou a lanterna e, quando chegou perto do ônibus, viu uma mulher com as pernas machucadas que pedia ajuda. Ele conseguiu encostar a cabeça dela numa sacola e pôs um cobertor pois ela sentia frito. A cena era forte.


–Eram muitos gritos e pessoas sangrando- disse.


Wolfart procurou acalmar os sobreviventes até a chegada dos bombeiros.


>> Divulgados nomes de passageiros envolvidos no acidente da BR 163



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