Águas Frias

20 ago11:17

Candidatos de Águas Frias abrem mão de programas de rádio

Candidato único a prefeito pela coligação Todos por Águas Frias, Danilo Daga (PP), abriu mão dos programas eleitorais no rádio na única emissora da cidade, uma emissora comunitária. O pedido dele, de renúncia ao horário eleitoral gratuito, foi aceito pelo juiz da 94ª Zona Eleitoral de Chapecó, Jefferson Zanini.

Mesma solicitação foi feita pela coligação Trabalhando Juntos pelo Povo, dos 13 candidatos que concorrem às nove vagas da Câmara de Vereadores. Ao homologar o pedido, o magistrado disse que não viu impedimentos, pois a legislação não obriga partidos e coligações a usarem o horário gratuito de propaganda. Mas ele determinou que a emissora do município mantenha reservado o espaço de veiculação da propaganda, transmitindo nos horários a ela reservados a seguinte mensagem: “Horário reservado à propaganda eleitoral gratuita — Lei 9.504/97″.

A família Daga está dominando a política no município de 2.194 eleitores, onde, pelo segundo mandato consecutivo houve consenso de candidatura. O candidato único é primo do atual prefeito, Marino Daga (PT). Águas Frias é uma das oito cidades catarinenses que têm candidaturas únicas a prefeito nesta eleição municipal.

DIÁRIO CATARINENSE

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12 ago14:58

Consenso apenas com troca de primos

A família Daga está dominando a política em Águas Frias, onde, pelo segundo mandato consecutivo houve consenso de candidatura.  O candidato único é Danilo Daga (PP), primo do vice Luiz Daga (PMDB) e primo do atual prefeito, Marino Daga (PT).

E ele garante que não há nepotismo na escolha dos candidatos. –A família é grande- disse Danilo, que tem 50 anos e é professor.

Danilo disse que o consenso foi fruto da negociação entre os partidos. –Cada um cede um pouco- explicou.

O presidente do PSD, Ricardo Rolim de Moura, disse que já havia um acordo na eleição passada e o seu partido decidiu cumprir o acordo, embora algumas pessoas não tivessem concordado. –A maioria decidiu- explicou. Na eleição passada o DEM tinha o vice, Gilberto Terrible e o PT era cabeça de chapa. Agora os filiados do DEM, que passaram para o PSD, estão fora da executiva mas terão quatro dos 13 candidatos a vereador.

O PMDB terá o vice e mais quatro candidatos ao legislativo. O PP terá o candidato a prefeito e apenas um candidato a vereador. Os outros dois partidos, PT e PMDB, terão dois candidatos cada.

Rolim De Moura disse que a ideia de juntar os partidos numa candidatura única tem dado resultado, na busca de recursos para o município. –Todo mundo remando do mesmo lado fica mais fácil- explicou.

E o candidato Danilo Daga disse que, mesmo sem ter adversário, vai visitar todas as famílias, para apresentar seu plano de governo aos 2.194 eleitores.


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28 dez11:25

11 cidades em situação de emergência devido a estiagem

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Sobe para 11 o número de cidades em situação de emergência devido a estiagem. Depois de Planalto Alegre, Ipuaçu, Guaraciaba, Coronel Freitas, Marema, São Miguel do Oeste, Águas Frias, Águas de Chapecó e São Carlos, Guarujá do Sul e São José do Cedro também assinaram o decreto.

André Baggio, de Coronel Freitas, terá uma quebra de 50% na safra do milho.

Há mais de 40 dias não chove em São José do Cedro. O longo período de estiagem trouxe danos e prejuízos para agricultores do município.

Técnicos da Defesa Civil, agrônomos da Epagri, empresas fumageiras, laticínios e cooperativas fizeram um levantamento das áreas afetadas e das perdas das culturas.

- O milho teve uma perda aproximada de 40%, o leite 25% e o fumo 30% . Já no cultivo dos hortifrutis as perdas passam dos 40% – disse o secretário de agricultura e presidente da Defesa Civil de São José do Cedro, Pedrinho Casarin.

Casarin acrescenta que se não chover nos próximos dias os prejuízos podem aumentar. O decreto assinado pelo prefeito, Renato Broetto tem a vigência de 90 dias e poderá ser prorrogado por mais 90 dias.

>> Frangos morrendo, vacas sem água e milho seco

Guarujá do Sul

Não é registrada uma chuva significativa há 17 dias na cidade. Segundo o secretário municipal de agricultura, Ênio Barichello, os maiores prejuízos são registrados na cultura do milho. – Nas lavouras do grão as perdas chegam aos 40%, e não tem como reverter esta situação – lamenta o secretário.

O levantamento realizado pelos agrônomos da Epagri e técnicos da Defesa Civil aponta perdas de 35% na plantação de fumo e mais de 30% na produção leiteira. – Os produtores estão antecipando a retirada das plantas da lavoura para não ter prejuízos maiores. A má qualidade da pastagem é uma das responsáveis pela quebra na produção de leite – acrescentou o secretário.

O interior da cidade esta sendo abastecido com água para consumo humano e animal. – Além do transporte de água para as comunidades estamos trabalhando com máquinas na limpeza das fontes naturais – disse o prefeito Celso Taube, que assinou o decreto no final da tarde desta terça-feira.

E a previsão do tempo para os próximos dias na região Oeste não é das melhores. Segundo o metereologista Leandro Puchalski, a chance de chuva existe, mas de maneira isolada e em poucas cidades da região.


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28 dez07:40

Frangos morrendo, vacas sem água e milho seco

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A falta de água já está começando a mudar o cenário no Oeste. As lavouras de milho, que antes eram verde escuras, agora estão amareladas. André Baggio, de Coronel Freitas, estima em 50% o prejuízo nos dois hectares de milho que plantou. Alguns pés não formaram nem espigas. Outros tem espigas pequenas e poucos grãos. Ele pretendia colher mais de 300 sacas e vender metade da produção. Agora não sabe se vai colher o suficiente para alimentar os suínos, bezerros e ovelhas que tem na propriedade.

Seu vizinho, Antonio Trentin, enfrenta situação ainda pior. Ele não tem água suficiente para os animais. Mesmo recebendo diariamente 6 mil litros de um caminhão pipa da Prefeitura, estão morrendo 25 frangos por dia, devido ao calor. Ele não consegue fazer a nebulização dos dois aviários senão fica sem água para as aves beberem. –É muito triste- lamentou o produtor.

As aves começaram a morrer há uma semana. Mas a falta de água já começou há 20 dias, quando secaram as fontes da propriedade. Ele tem que dividir a água do caminhão pipa com as vacas. Nilce Trentin disse que a produção de leite já diminuiu 20%, de 230 litros/dia para 180 litros/dia.

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Até para o consumo humano o líquido já começa a escassear. –Temos água de poço artesiano mas não é sempre que ela vem- disse Nilse. O jeito é economizar para lavar roupa e fazer a limpeza.

O responsável pela distribuição de água da Prefeitura, Ricardo Martins, disse que diariamente são distribuídas 10 a 12 cargas de 6 mil litros cada no município. São 30 famílias que são abastecidas para o abastecimento humano e animal. Se não chover forte nos próximos dias, esse número deve aumentar.



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27 dez17:32

Nove cidades em situação de emergência, devido a estiagem, no Oeste

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O número de cidades em situação de emergência aumenta no Oeste. Depois de Planalto Alegre, Ipuaçu, Guaraciaba, Coronel Freitas, Marema e São Miguel do Oeste, Águas Frias, Águas de Chapecó e São Carlos também assinaram o decreto.

A produção de melancia é a mais prejudicada em Águas Frias. Segundo o secretário de agricultura Antoninho Testa, os agricultores já tem perdas de mais de 50%. No milho chega aos 40%, 30% na plantação no fumo e 25% na soja.

Ainda não está faltando água para o consumo humano no interior do município. E para evitar que isso aconteça a prefeitura esta realizando a limpeza das fontes de águas.

Em Águas de Chapecó as perdas passam de 50% no milho e na produção leiteira e aos 30% no fumo. Para amenizar a situação a prefeitura fez, até a semana passada, o abastecimento de água para o interior da cidade.

– Como o reservatório não está mais dando conta, tivemos que parar de abastecer as propriedades – disse o secretário de agricultura André Tormen. Ele acrescentou ainda que a alternativa encontrada é a abertura de fontes de água nas propriedades rurais.


Água do Balneário abastece o interior

Após reunião com a Comissão Municipal de Defesa Civil, o prefeito de São Carlos, Elio Godoy, assinou o decreto de situação de emergência. Na cidade as lavouras de milho e fumo são as áreas mais atingidas pela falta de água.


Milho é uma lavouras mais atingidas pela falta de água e São Carlos.


Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Nelci Endler, a produção leiteira teve uma redução de 45% devido as pastagens estarem escassas.

Para tentar amenizar a situação, moradores do interior estão utilizando água mineral do poço de Balneário de Pratas. – Os agricultores estão alugando caminhões e puxando água para suas propriedades – disse o prefeito. Ainda segundo, deve ser encaminhado para a Câmara Municipal de Vereadores um projeto de lei sugerindo que os agricultores tenham cisternas em suas propriedades.

Em São Carlos a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento – Casan, está realizando a limpeza de um poço que estava em desuso. Segundo o Superintendente Regional da Casan, Nilso Macieski o investimento no local poderá amenizar a situação do abastecimento na cidade. – Estamos usando medidas como esta para evitar que seja realizado um rodízio de água na cidade – disse.


Em Ipuaçu prejuízos passam dos 50%

Mesmo com as chuvas do final de semana na região, a agricultura não vai recuperar as perdas nas lavouras com a estiagem em Ipuaçu. A prefeitura ainda está disponibilizando toda a estrutura necessária para o transporte de água para os agricultores.

Segundo o secretário de agricultura Eduir Ceron, mais de 50% do milho plantado já foi perdido. – O interior já esta sem água. Os córregos secaram e se não chover o suficiente, ficaremos sem água na cidade também – declarou o secretário.


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>> Quatro cidades em situação de emergência no Oeste

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15 set13:37

Curso para Agricultura Familiar

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar – Fetraf Sul e Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, realizam nesta quinta feira, a Aula Inaugural do “Curso de Extensão em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário”.

A formação é direcionada para agricultores familiares, cooperativas, lideranças sindicais e de agroindústrias familiares e será realizado no Centro de Formação Dom José Gomes em Águas Frias, SC. A aula está marcada para às 13h30min.

Os conteúdos trabalhados serão meio ambiente, gestão da propriedade, energias renováveis, tecnologia de manejo e produção, desenvolvimento sustentável, entre outros.

Trinta e cinco alunos não terão custos com mensalidades ou matrícula, que será subsidiado pelas entidades promotoras, em parceria com a UFFS. A formação acontecerá em etapas de dois dias, alternadas a cada 40 dias e com a duração total de um ano, com carga horária total de 336h.

Este é o primeiro curso de extensão realizado pela universidade em parceria com as organizações da agricultura familiar.


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