Alimentos

10 dez09:00

Alunos reclamam das condições do prédio da Udesc em Pinhalzinho

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Em meio a uma lavoura de soja desponta o prédio do curso de Engenharia de Alimentos da Udesc, em Pinhalzinho. A proximidade com o campo até seria boa, para estar próximo das matérias-primas, não fossem os transtornos que os alunos enfrentam para estudar na unidade. O prédio inaugurado em 2005 está com mofo tanto na parte externa, quanto na parte interna. A pintura está descascando. As paredes e até o teto apresentam rachaduras e, quando chove, tem professor dando aula com as goteiras pingando na cabeça.

Além disso, na semana passada houve até queda de energia, o que obrigou alguns alunos a concluírem provas com o auxílio de uma lanterna.

– O nosso prédio é esquecido pelo governo, que nos deixa estudar num prédio sem a mínima estrutura necessária – reclamou por email a estudante Shalu Posanske Corrêa.

Outro problema é o acesso e o isolamento do curso, que fica a três quilômetros do centro da cidade. Para quem mora numa cidade maior pode até parecer pouco. Mas para uma cidade de 16 mil habitantes, que não tem ônibus coletivo, é muito. Os alunos tiveram que contratar transporte. Inicialmente não tinha nem cantina para os alunos fazerem lanche, o que foi resolvido recentemente.

Além disso não há um trevo de acesso ao campus na BR 282, o que tem provocado acidentes e até mortes, segundo os alunos.

Os problemas da Udesc em Pinhalzinho geraram até uma reunião entre alunos e coordenação de curso, na quinta-feira passada. Muitos alunos também reclamam dos problemas de infraestrutura mas evitam comentar por temer que seja cancelado uma das principais reivindicações deles, que é a instalação de usinas, que são mini-indústrias, para as aulas práticas.

Todos os alunos ouvidos ressaltam que a parte teórica do curso é muito boa e que os professores são de qualidade. Inclusive há casos de alunos que foram direto da graduação para o doutorado, na Unisersidade de São Paulo, e vários alunos que passaram no mestrado, na Universidade Federal de Santa Catarina. Isso mesmo com uma infraestrutura que deixa a desejar.

A má qualidade do prédio da Udesc em Pinhalzinho gerou até uma Ação Civil Pública, proposta pelo Ministério Público, em 2009. A Promotoria de Justiça de Pinhalzinho sustenta que fez uma perícia que constatou a não aplicação de R$ 53,8 mil dos R$ 817 mil pagos pelos governos municipal e estadual. Onze pessoas, entre proprietários da construtora responsável, administradores da época e responsáveis pela fiscalização, estão sob suspeita. Houve até bloqueio judicial de bens. O prazo de defesa já encerrou e o processo deve ser julgado no próximo ano.


O que diz a Udesc

O chefe do Departamento de Engenharia de Alimentos da Udesc, Gilmar de Almeida Gomes, reconheceu que a unidade apresenta problemas desde a sua instalação, mas que o curso vem tendo bom desempenho mesmo com essas dificuldades. Ele informou na próxima quarta-feira será assinado um contrato de locação de um prédio e equipamentos para a montagem da usinas. Estão previstas usinas de suco, leite, carne e cereais. Há também um projeto de construção de mais um prédio próprio, com 4,6 mil metros quadrados, para a instalação das usinas e laboratórios, orçado em R$ 5 milhões. Ele disse que a burocracia muitas vezes atrasa algumas ações, mas que ela é necessária para o controle do dinheiro público.

A diretora do Centro de Educação Superior do Oeste, Renata Mendonça Rodrigues, disse que Udesc enfrentou neste ano um problema financeiro, mas que está em processo de licitação a reforma do prédio. Além disso, por estar em ação judicial, a reforma precisa de autorização judicial.

Há também a previsão de criação de um laboratório de análise de leite, credenciado pelo Ministério da Agricultura, para atender a região.

Renata reconheceu que o campus de Pinhalzinho é isolado mas que há espaço para a ampliação de prédios e cursos, o que deve ser feito. Ela espera iniciar o novo prédio das usinas para as aulas práticas e o laboratório de leite até 2016. A área é de 3,5 hectares, o equivalente a quatro campos de futebol.


O que diz o Dnit

De acordo com a assessoria de imprensa do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, o acesso ao campus de Pinhalzinho, na BR 282, está previsto no pacote de obras de R$ 700 milhões do projeto Crema II, que vai restaurar 1,2 mil quilômetros em Santa Catarina, fazer 33 quilômetros de terceiras faixas e implantar 33 interseções, uma delas a da Udesc, em Pinhalzinho. A obra já foi licitada e a ordem de serviço deve ser assinada até o dia 20 de dezembro.


Udesc no Oeste

Alunos: 803

Cursos: Zootecnia (Chapecó), Enfermagem (iniciou em Palmitos e, a partir de 2013, será totalmente em Chapecó), Engenharia de Alimentos (Pinhalzinho) e Tecnologia em Produção Moveleira (Palmitos)



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04 out09:33

Cesta básica tem queda de 5% em Chapecó

A cesta básica registrou uma queda de 5,19%, no mês de setembro em Chapecó. Com a redução, o valor passou de R$ 244,06 para R$ 231,38.

A variação negativa da cesta básica no mês foi impulsionada pela queda no preço do tomate, em 35,03%.

Outros produtos que compõe a cesta básica também registraram queda. O leite, em 12,18%, o café moído, em 3,17%, a carne, em 1,73%, e o feijão, em 0,03%. Em setembro uma família chapecoense necessitou de 0,4 salário-mínimo para adquirir a cesta.

A cesta básica é composta por 13 produtos, que são açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne moída, farinha de trigo, feijão preto, leite, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.


Cesto de produtos básico teve aumento

Já o cesto de produtos básicos com 57 itens e destinado a famílias que ganham de até cinco salários mínimos registrou aumento de 0,30%. O valor passou de R$ 898,22, registrado em agosto, para R$ 900,90, em setembro. Um acréscimo de R$ 2,68.

Com o aumento, uma família chapecoense necessita de 1,57 salários-mínimos líquido para adquirir o cesto em Chapecó.

O cesto é composto por produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados, produtos de higiene e limpeza e serviços tarifados.

O curso de Ciências Econômicas da Unochapecó desenvolve mensalmente o levantamento dos preços e o cálculo da cesta básica para o município de Chapecó. Tem como base elementos da Pesquisa de Orçamento Familiar, elaborada em 1994.

O levantamento é realizado mensalmente pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó. Os preços são coletados atualmente nos seguintes locais de compra: Alberti (Efapi), Barp e Brasão (Centro), Bedin I (Palmital), Celeiro (Itália), Cristo Rei e Moura & Santos (Efapi), Royal (Presidente Médice), Sivial (Passo dos Fortes) e Superalfa.


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20 set09:11

Agroindústria catarinense reduz sal das receitas

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Produtos para reduzir a quantidade de sal nos alimentos estão entre as novidades apresentadas na Mercoagro, feira realizada até esta sexta-feira, em Chapecó.

Juliano Dalanora, gerente da Bremil, apresenta na Mercoagro o subsal, proteína produzida a base de soja.

De acordo com o coordenador de feiras e eventos da Associação Comercial e Industrial de Chapecó, Vincenzo Mastrogiacomo, as empresas precisam se adaptar às exigências do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. No final de agosto, foi firmado um acordo entre o governo e as indústrias para reduzir o sódio em temperos, caldos, margarinas e cereais.

O brasileiro consome, em média, 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde, que é de cinco gramas. Somados os três convênios já firmados, a previsão é de que até 2020, estejam fora das prateleiras 20 mil toneladas de sódio.

A redução começa a valer a partir de 2014 e deve virar lei, abrangendo também outros produtos, como derivados de carne. Por isso, as indústrias alimentícias estão trabalhando para adequar seus produtos.

A Bremil, de Arroio do Meio (RS), está apresentando na Mercoagro o subsal, um produto desenvolvido para substituir o sal dos alimentos. De acordo com o gerente Juliano Dalanora, o novo produto pode reduzir em pelo menos 50% o volume de sal em embutidos e outros derivados de carne. O subsal é uma proteína hidrolisada de soja que promete não alterar o sabor dos produtos.

A Aurora Alimentos já vem desenvolvendo há dois anos alternativas para substituir o cloreto de sódio. De acordo com a gerente de pesquisa, Rodicler Bortoluzzi, entre as opções pesquisadas está o uso de especiarias, ervas aromáticas ou outros condimentos. Ela afirma que há uma preocupação com a saúde, mas também com a adaptação do paladar dos brasileiros aos novos produtos.


Investimentos mirando o Japão

A comissão organizadora da Mercoagro e os 350 expositores estão otimistas quanto às vendas de equipamentos durante a feira deste ano. Um dos motivos é necessidade de modernização das empresas para atenderem mercados mais exigentes, como o disputado Japão.

— As empresas têm que se modernizar até para reduzir custos — afirma De Luca Filho, da BTS Informa, que promove a feira com a Associação Comercial e Industrial de Chapecó.

O coordenador da feira, Vincenzo Mastrogiacomo, diz que a expectativa é movimentar US$ 160 milhões em negócios fechados ou encaminhados até amanhã, quando encerra o evento. Isso é US$ 10 milhões a mais do que na feira anterior. Ele lembra que, neste ano, a Mercoagro traz novidades como uma máquina que resfria a carne mais rapidamente, evitando a formação de cristais de gelo que alteram a qualidade do produto.

Jorge Correa, representante da Vemag do Brasil, trouxe para Chapecó quase uma dezena de máquinas para fabricação de hambúrgueres, fatiadoras de carne com e sem osso e linhas de produção de carne moída.

Um dos lançamentos é uma máquina para a produção de almondegas, kibes e produtos recheados. O preço é de R$ 670 mil. Corrêa afirma que as agroindústrias precisam investir em máquinas de agregação de valor para superar a crise que afeta o setor. E afirma que no primeiro dia de feira já fechou negócios.

O presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, defende que as empresas precisam pensar a médio e longo prazo. Por isso terão que investir na ampliação e otimização das plantas. Ele afirma que somente a Aurora vai investir R$ 40 milhões na reativação e duplicação da unidade de suínos de Joaçaba.

Metade disso será em equipamentos. Alguns deles devem ser adquiridos na Mercoagro. A unidade de Joaçaba será reativada em 2014, com abate de dois mil suínos por dia. O objetivo é atender o mercado japonês.


DIÁRIO CATARINENSE



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19 set18:20

Chapecó ganhará Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos

O Sistema Fiesc formalizou a parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) para apoio ao Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos, que será implantado em Chapecó.

O acordo de cooperação foi assinado nesta quarta, dia 19, pelo presidente do Fiesc, Glauco José Côrte; pelo diretor regional do Senai-SC, Sérgio Roberto Arruda; e pelo representante do IICA Marcos Sánchez-Plata, na abertura do Seminário Internacional de Industrialização da Carne.

A cooperação prevê a promoção de soluções competitivas na área de processamento de aves, segurança de alimentos e execução de projetos conjuntos no continente americano. Os trabalhos poderão ser na forma de assessoria direta, por meio de missões técnicas, capacitação de especialistas e intercâmbio de conhecimentos e informações. Desde 2011, as duas entidades realizaram em conjunto duas edições (uma em andamento) da Escola de Processamento Avícola, em Chapecó, e, com a assinatura do convênio, a atividade se consolida como evento anual.

A parceria com o IICA cumpre a estratégia do Senai de buscar instituições de referência nacionais e internacionais na implantação e operação dos Institutos de Tecnologia. O IICA atua em todo o continente americano e é especializado em agricultura e meio rural.

DIÁRIO CATARINENSE



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17 set09:51

Veja quais alimentos aceleram o envelhecimento da pele

Batata frita, churrasco, açúcar e refrigerante são alguns dos maiores inimigos para a jovialidade da pele. De acordo com a dermatologista Vanessa Penteado, alguns alimentos que costumamos comer no dia a dia podem auxiliar no ganho de peso e também proporcionar o envelhecimento cutâneo.

— Alguns alimentos provocam o excesso de produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento celular, fazendo com que na pele surjam manchas, asperezas, rugas e outros sinais do envelhecimento precoce — explica a médica.

A pele, ao longo dos anos pode sofrer perda de elasticidade, luminosidade, flacidez e provocar o surgimento das marcas de expressões, além de outros fatores. Poluição ambiental, tabagismo, agrotóxicos e o estresse, conforme a especialista, aumentam a produção de radicais livres e, consequentemente, aceleram o envelhecimento.

— A única maneira de proteger o organismo desses radicais é a ingestão de alimentos com funcionais antioxidantes. Eles possuem substâncias neutralizadoras que são responsáveis pela inibição e redução da danificação provocada no nível celular — ressalta a dermatologista.

Investir em soluções que podem atrasar os sinais de envelhecimento da pele passou a ser uma alternativa de muitas melhores entre os 35 a 40 anos, justamente a idade em que as rugas resolvem aparecer. Uma alimentação regrada pode retardar o envelhecimento, além de proporcionar diversos benefícios à saúde.


Preste atenção nos perigos de alguns alimentos:

:: Carne Vermelha — coração de galinha, picanha e cupim produzem o excesso de gordura que proporcionam o aumento do colesterol e também é considerado um dos vilões do coração e das células. O ideal é consumir 7% das gorduras saturadas.


:: Frios — salame, mortadela e presunto são ricos em gorduras saturadas e contêm nitratos que inflamam as células que favorecem ao envelhecimento precoce. Reduza o consumo desses frios.


:: Frituras — batata frita e outras frituras atacam as células corporais devido ao excesso de gordura nociva. Não importa o quanto deliciosas elas são, é melhor evitar.


:: Doces — sabe aqueles doces recheados de creme à base de ovos, leite e gordura saturada? São perigosíssimos, eles contém excesso de açúcar, que liberam radicais livres no organismo acelerando o envelhecimento da pele. É bom maneirar na ingestão de doces, bolachas recheadas e pão francês.


:: Congelados — apesar da praticidade dos alimentos congelados, eles oferecem um grande perigo para quem deseja cuidar da pele. Os níveis elevados de fosfato encontrados nesses alimentos aceleraram os sinais de envelhecimento. Entre outros problemas relacionados aos congelados, está o aumento da severidade de complicações relacionadas com a idade, doença renal crônica e calcificação cardiovascular.


:: Açúcar — o açúcar faz uma ligação das moléculas com as proteínas no organismo, conhecido como glicação, é um processo natural que provoca na pele o efeito de perda da elasticidade e firmeza da derme, causando flacidez e favorecendo o envelhecimento. Além do, surgimento de marcas de expressão como as rugas. A única solução é diminuir o consumo do açúcar e acrescentar mais vegetais, que são ricos em antioxidantes.


:: Desequilíbrio alimentar — o ideal é manter uma alimentação rica em vegetais, frutas, cereais, hortaliças e leguminosas. Se você conseguir colocar na balança todos esses alimentos e consumir doses diárias de cada um deles será possível conservar a pele. Insira em suas refeições alimentos em vitamina C e E como: laranja, limão, nozes, cenoura, fígado, brócolis, melão, acerola e tomate.


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22 ago11:41

Nutróloga ensina como conservar os nutrientes de alimentos congelados

Constantemente questionadas, as comidas congeladas podem ser saudáveis, se o congelamento for feito da maneira correta. De acordo com a nutróloga Liliane Oppermam, alguns alimentos, quando congelados, tornam-se até mais nutritivos.

— No feijão verde, por exemplo, quando congelado, a vitamina C concentrada se multiplica — explica a especialista.

Segundo Liliane, o alimento congelado se torna rígido, dificultando a proliferação de micro-organismos causadores de doenças. Outra vantagem é que evita o desperdício dos produtos, pois eles podem ser armazenados por muito mais tempo no congelador.

A embalagem tem grande importância durante o congelamento. Ela permite que o alimento se mantenha com todas as suas características, incluindo a textura e o sabor. Antes de iniciar qualquer procedimento, analise a embalagem e identifique se tem furos ou se é fácil de rasgar, para evitar que o alimento tenha contato com o ar do freezer e perca nutrientes.

Para o congelamento de carnes, o ideal é embalar em saco plástico ou de papel aderente. O papel alumínio, muito utilizado pela dona de casa para embalar, pode não soltar a carne e acaba por ressecá-la.

A nutróloga Liliane Oppermam ensina o passo a passo para evitar esse tipo de equívoco e congelar os alimentos corretamente, conservando todos os nutrientes:


:: Embalagem

Potes plásticos, de vidro ou sacos próprios para o armazenamento de alimentos são os mais recomendáveis para o congelamento, além de ser ideais para o consumo de uma refeição.


:: Etiqueta

Identifique na etiqueta do alimento dados como data de fabricação e validade.


:: Temperatura

Esteja atento à temperatura do freezer, o ideal é abaixo de 18°C. É possível congelar o alimento por três meses mantendo essa mesma temperatura.


:: Frutas

Retire os caroços e armazene somente a quantidade que será consumida.


:: Hortaliças

O congelamento das hortaliças é preparado de acordo com a técnica chamada branqueamento, que consiste em lavar e separar as partes estragadas do alimento, depois lavar em água fervente e logo em seguida colocar em água fria, provocando um choque térmico para eliminar as bactérias.


:: Carnes

Qualquer tipo de carne pode ser congelada, mas é recomendável que ela esteja fresca. Caso a carne já tenha sido congelada crua, ela só pode ser recongelada sob forma de prato pronto.


:: Alimentos que não podem ser congelados

Maionese, banana, pêra, macarrão sem molho, creme de leite, tomate, batata, pepino, salsão, pudins, queijos cremosos, ovos e iogurte. Esses alimentos perdem a textura e o sabor se forem congelados.


:: Para descongelar

Doces em geral e frutas, após retirados do congelador, devem ser mantidos fora da geladeira, em temperatura ambiente. Devem ser descongelados ainda embalados. Já as carnes e queijos podem ser mantidos na geladeira até o descongelamento total. Alimentos pré-prontos podem ser descongelados na hora e consumidos em seguida. Eles podem ser levados diretamente ao micro-ondas ou ao fogão.


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27 jul16:35

Alimentos recolhidos no Simuladão são entregues

Representantes da Unochapecó e do Pré-Vestibular Garra realizaram a distribuição dos alimentos doados por participantes do Simuladão do Enem, realizado no dia 14 de julho. Cerca de 300 quilos de alimentos não perecíveis foram entregues para o Centro de Convivência do Idoso (CCI), iniciativa do Lions Clube, e para o Albergue João Piltz, mantido pela Ação Social Diocesana (ASDI).

A ação partiu de uma iniciativa da Unochapecó em parceria com o Pré-Vestibular Garra, pela qual foi estipulada a entrega de alimentos não perecíveis como requisito de inscrição para a prova.

O Albergue João Piltz acolhe atualmente em média 56 pessoas, de municípios de toda região, além de receber diariamente moradores de rua para as refeições. O estabelecimento é mantido pela Igreja Católica, em parceria com a Prefeitura Municipal.

Segundo a coordenadora Eliane Santin, grande parte dos recursos, para alimentação e produtos de limpeza, é obtida através de doação.

- Mesmo com a ajuda de custo que recebemos não seria suficiente se não fossem as doações, e nós somos muito privilegiados nesse sentido -completa.

O Centro de Convivência do Idoso, que completará em outubro 22 anos de história e foi criado pelo Lions Clube Chapecó Universidade, atende hoje 16 internos. De acordo com a responsável pelo centro, Arlete Farina, a casa também é mantida com recursos da Prefeitura e por doações.


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21 jul10:30

Consumo de poucas calorias pode não ajudar na perda de peso

A dieta que apresenta melhor desempenho para o emagrecimento foi a de baixo consumo de carboidratos, mas alto nível de gorduras, conforme uma pesquisa divulgada em junho pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.

Muitas pessoas que perdem peso têm dificuldade em não recuperá-lo depois que a dieta acaba. Isso acontece, frequentemente, pela baixa motivação e comprometimento com a dieta e exercícios. Para piorar, o baixo consumo de calorias também torna mais difícil a queima das mesmas.

Portanto, uma equipe de pesquisadores coordenada pelos médicos Cara Ebbeling e David Ludwig avaliou os efeitos de diferentes dietas para a queima de calorias. A pesquisa foi feita com 21 adultos, entre 18 e 40 anos, que já haviam perdido peso inicialmente. Depois disso, três tipos diferentes de dieta foram aplicadas durante quatro semanas, respectivamente.

Os cardápios tinham o mesmo número calórico, mas variavam as proporções de carboidratos, gorduras e proteínas. A de baixa gordura era composta por 60% de carboidratos, 20% de gorduras e 20% de proteínas. A de baixo teor de açúcares previa a dieta de 40% de carboidratos, 40% de gorduras e 20% de proteínas. E a de nível muito baixo de carboidratos consumiria 10% de carboidratos, 60% de gorduras e 30% de proteínas.

A pesquisa apontou que os participantes queimaram o maior número de calorias durante a dieta que previa o consumo muito baixo de carboidratos. No entanto, notou-se também o aumento de fatores de risco para diabéticos e pessoas com risco cardíaco, além do aumento do cortisol, hormônio responsável pelo estresse. Já o baixo consumo de açúcares apresentou um resultado similar, porém sem comprometer a saúde.

— Além de não criar riscos para a saúde, a dieta de nível de açúcares é mais fácil de manter, já que não elimina grupos inteiros de alimentos — explica Cara.

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09 jul11:26

Acabe com a prisão de ventre

Sensação de inchaço, mal estar, irritação. É a famosa prisão de ventre. Adotando uma alimentação balanceada, rica em fibras, frutas e vegetais, é possível acabar com o problema. A nutróloga Liliane Oppermann dá dicas de como evitar que seu intestino fique preguiçoso e a sensação desagradável desapareça.

— Primeiro é importante consumir alimentos certos e em um espaço curto de tempo. O ideal é comer de 3 em 3 horas — diz Liliane.


Veja as dicas:

Legumes: Brócolis, tomates, couve-flor. Esses alimentos levam um grande número de vitaminas para dentro do nosso organismo facilitando a digestão.

Verduras: Alface, cenoura, espinafre, rúcula. As verduras são itens obrigatórios para quem quer para de sofrer com a prisão de ventre.

Frutas: As frutas são ótimas para regular o intestino e também possuem inúmeras vitaminas que ajudam a aliviar o bloqueio intestinal. O abacaxi é uma boa opção.

Alimentos integrais: Esses alimentos possuem fibras e nutrientes que o corpo precisa para se manter bem e sem as dores abdominais. É bom incluir nessa dieta pão, biscoito, torrada, aveia, cereais.

Trigo: O grande problema da prisão de ventre é na hora de ir ao banheiro. O trigo é uma ótima solução, pois amolecem o bolo fecal.

Leite: Os leites fermentados ajudam a fortalecer o sistema imunológico e melhorar a flora intestinal.

Papaia: O mamão é outro alimento importantíssimo para a expulsão das fezes. Trabalha como laxante, estimulando o organismo na evacuação.

Magnésio: As frutas ricas em magnésio como a ameixa seca trazem um alívio abdominal completando a ajuda que fará ao mamão no processo laxativo.

Linhaça: É um alimento funcional que contém diferentes nutrientes como fibras, carboidratos e proteínas. Ele combate o aparecimento também de outras doenças.

Água: Também ajuda na digestão, além de hidratar o corpo e pele. O ideal é beber pelo menos 2 litros de água por dia. Se você consumir todos esses alimentos e não ter uma boa hidratação, a situação do seu organismo pode piorar.

Para se sentir bem e melhor, mantenha essa alimentação e evite comer frituras, comidas muito pesadas como pizza, biscoitos recheados, chocolates e doces num geral.


VIDA E SAÚDE



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16 jun14:59

Seis estratégias simples para emagrecer sem passar fome

Roberta Ávila | roberta.avila@diario.com.br

A nutróloga Liliane Oppermann acredita que para perder peso não é preciso passar fome nem abrir mão de alimentos e garante que, fazendo as escolhas certas, é possível se emagrecer comendo bem. Confira as estratégias elaboradas pela nutróloga para perder peso sem fazer dietas radicais:

Mantenha seu estômago alimentado

Fazer dieta pode ser estressante. Envolve autocontrole e a capacidade de fazer escolhas que nem sempre preferimos. Para que isso seja mais fácil, a dica de Liliane é manter o estômago alimentado. Isso ajuda a limitar os efeitos do cortisol, hormônio do estresse responsável pelo armazenamento de gordura corporal. Por isso é importante comer de três em três horas, além de evitar ficar com fome, você estimula o corpo a acreditar que não precisa armazenar gorduras.


Frutas são uma ótima pedida

Segundo Liliane, um estudo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos EUA, analisou o consumo de frutas e constatou que uma pessoa com peso normal ingere cerca de duas porções de frutas por dia enquanto quem tem sobrepeso consome apenas uma por dia. Um outro estudo definiu que comer frutas no início das refeições reduz em 15% a ingestão de calorias. Além disso, comer frutas ajuda a saciar a vontade de comer doce.


A nutróloga sugere como porção de frutas:

- uma maçã

- duas ameixas

- meio mamão papaia

- uma fatia grossa de abacaxi

- meia fatia de mamão formosa


Aposte nas proteínas

A nutróloga cita estudos que indicam que pessoas que começam o dia com um café da manhã que inclua ovos podem perder até 65% mais peso do que as que comem pães. Liliane afirma que um quarto das calorias que consumimos durante o dia devem estar na primeira refeição do dia e que ele deve ter 30% de proteínas.


Sugestões para atingir esse objetivo:

- iogurte com queijo branco

- um copo de leite e um pão com requeijão

- pão com queijo e duas fatias de presunto


Exercite-se e coma antes e depois do treino

Exercício faz parte de uma boa estratégia para emagrecimento e também de um estilo de vida saudável. Para potencializar o efeito da malhação, a nutróloga recomenda comer antes e depois do treino, consumindo carboidratos e proteína. Segundo Liliane, isso ajuda a acelerar o crescimento e a recuperação dos músculos depois do esforço físico.


Salada sempre

Todo mundo que já fez dieta sabe que consumir salada é uma das melhores maneiras de emagrecer. Além de terem baixos índices calóricos, os vegetais têm nutrientes que ajudam a emagrecer, explica Liliane. Vegetais verdes folhosos, como o brócolis e o espinafre, por exemplo, têm folato, uma vitamina do complexo B. Segundo a nutróloga, existem estudos que indicam que dietas ricas em folato fazem com que a pessoa seja capaz de perder 8,5 vezes mais peso do que as que não consomem o nutriente.


Café da manhã é essencial

Má notícia para os que gostam de pular a primeira refeição do dia. Segundo Liliane, estudos indicam que não fazer essa refeição aumenta em 450% o risco de obesidade. Isso faz com que os músculos não sejam alimentados e o metabolismo seja mais lento. A sugestão de Liliane é que cardápio matinal misture proteínas com grãos integrais, frutas, vegetais e gorduras saudáveis, como as que estão presentes em castanhas, azeite, soja e peixes.


DIÁRIO CATARINENSE



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