Alimentos

11 jun14:27

Produtos básicos têm pequena alta em Chapecó

Os produtos básicos de consumo familiar tiveram uma elevação de 1,71% no mês de maio em Chapecó. O cesto de 57 produtos, conforme pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, passou de R$ 837,85 para R$ 852,20, com uma diferença de R$ 14,35. Já a cesta básica, formada pelo grupo de 13 produtos, apresentou aumento de 4,01%. Com isso, o valor foi de R$ 181,60 em abril para R$ 188,88 no mês passado.

No período de um ano, o aumento acumulado é de 12,62%, em relação ao valor de maio de 2011, que era de R$ 756,70, o que significa R$ 95,50 a mais. O levantamento indica que nos últimos 12 meses o cesto oscilou entre valores positivos e negativos, com o maior aumento registrado em abril de 2012, de 2,56%, e a maior queda em maio de 2011, de 2,18%.

Quanto aos produtos que lideraram as altas e quedas em maio, eles são do grupo de alimentos. O pão francês liderou a alta, com 35,62%, seguido pelo leite, com 33,05%, e pelo tomate, que aumentou de preço em 30,25%. As maiores quedas foram no aparelho de barbear, em 30,07%, seguido pelo biscoito maria, em 24,42%, e pelo repolho, em 21,62%.


Cesta básica

A diferença de custo da cesta básica em maio, de 4,01%, representou R$ 7,28 a mais no valor. Essa cesta, semelhante à nacional, é formada por açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne moída de segunda, farinha de trigo, feijão preto, leite tipo C, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.

Mesmo ultrapassando os 4%, a maior variação positiva foi registrada em março deste ano, com 5,54%. No mês anterior ocorreu a maior variação negativa, de 5,04%. Em maio, uma família típica de Chapecó necessitou de 0,33% do salário mínimo para adquirir a cesta básica, um ponto percentual a mais do que em abril.


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09 fev10:06

Alta dos alimentos reduz poder de compra dos chapecoenses

Pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó mostra que a cesta básica em Chapecó apresentou aumento de 1,14% em janeiro. Essa variação positiva fez seu valor passar de R$ 187,31 em dezembro para R$ 189,45 em janeiro passado. Dos produtos que mais contribuíram para esse aumento, destaca-se a variação positiva no feijão preto, em 25,85%, na banana, em 12,04%, e na batata inglesa, em 10,33%.

Com a variação positiva, uma família típica de Chapecó precisou de 0,33% salários mínimos para adquirir a cesta básica em janeiro. Em dezembro esse montante era de 0,37%, ou seja, uma redução de aproximadamente quatro pontos percentuais. Conforme o professor Guilherme de Oliveira, coordenador da pesquisa da cesta básica, cabe salientar que no mês de janeiro o salário mínimo foi reajustado em 14%.

A cesta básica é composta por 13 produtos. São eles: açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne moída de segunda, farinha de trigo, feijão preto, leite tipo C, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.

O curso desenvolve mensalmente o levantamento dos preços e o cálculo da cesta básica em Chapecó, tendo como base a Pesquisa de Orçamento Familiar, realizada em 1994. Nesse ano, os hábitos de consumo foram estudados com base em entrevista com famílias do município, escolhidas segundo critérios estatísticos. Os preços são coletados atualmente nos seguintes locais de compra: Alberti (Efapi), Barp, Brasão (Centro), Bedin I (Palmital), Celeiro (Itália), Cristo Rei, Moura & Santos (Efapi), Royal (Presidente Médice), Sivial (Passo dos Fortes) e Superalfa.


Cesto de produtos básicos

Outro levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó é o custo do cesto de produtos básicos de 57 produtos. No mês de janeiro, o custo do cesto de produtos básicos apresentou elevação média 2,20%. O valor para sua aquisição passou de R$ 773,50 para R$ 790,52 em janeiro deste ano. Ou seja, para o bolso do consumidor foi um aumento de R$ 17,02. Se compararmos com o valor do cesto de janeiro do ano passado, este aumento é ainda maior de R$ 29,90.

Diante dos 57 produtos pesquisados pelo cesto de produtos básicos, 35 registraram aumento e 16 tiveram redução, enquanto que seis não sofreram alterações. O grupo dos produtos alimentares, que possui o maior peso no total do cesto de produtos básicos, apresentou elevação de 2,98% em janeiro. Já no subgrupo de alimentação, os produtos in-natura apresentaram aumento de 8,08%, os industrializados subiram 0,27% e os semi-industrializados aumentaram 2,53%. No grupo dos não alimentares, janeiro registrou elevação de 1,57% e os artigos de higiene tiveram os preços reduzidos em 0,03%.

O cesto de produtos básicos considera famílias que residem em Chapecó e ganham de um a cinco salários mínimos. É composto por produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados, além de produtos de higiene e materiais de limpeza, bem como o item diversos.



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18 jan15:53

Laboratório de Análise de Alimentos atende a agricultura familiar

Atender as demandas dos agricultores familiares da região é o principal objetivo do Laboratório Análise de Alimentos, inaugurado em dezembro pela Unochapecó. Localizado no bloco G3 do campus Chapecó, com área de 380 m2, o laboratório foi construído segundo as exigências legais, com a intenção de obter a certificação NBR ISO 17025.

Por meio dessa certificação, o mesmo será habilitado para a realização de análises de águas e de alimentos. Conforme a coordenadora do projeto, professora Rose Mendes, o principal objetivo do laboratório será de analisar e certificar os produtos produzidos pelos agricultores familiares e futuramente será criado um selo de qualidade.

As obras do laboratório iniciaram em fevereiro de 2011, com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), da ordem de R$ 499,8 mil, conquistados através da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Quilombo, parceira do projeto. Já a Fundeste, mantenedora da Unochapecó, contribuiu com a contrapartida de R$ 482,8 mil, para que seja instalado um laboratório ao mesmo nível de outros de excelência existentes no país.

Para o diretor geral da SDR de Quilombo, Vilso Casagranda, o laboratório representa a melhoria da qualidade dos produtos da agricultura familiar e, consequentemente, da qualidade de vida dos consumidores. – A certificação vai dar garantias de que o produto atende as exigências sanitárias e isso contribui também para agregar valor à produção – disse Casagranda. Ele indica ainda, que a expectativa é de que em 2012 pelo menos 50 pequenos agricultores familiares, de seis municípios, utilizem os serviços do laboratório.

Capacitação de agricultores

Podem usufruir dos serviços os agricultores familiares que necessitam verificar a qualidade de seus produtos. Serão clientes do laboratório todas as prefeituras da região que necessitarem avaliar os produtos processados pelos agricultores familiares.

Também com recursos previstos no projeto, até março de 2012 serão capacitados, em boas práticas de fabricação, legislação e manejo, mais de 200 agricultores familiares das áreas das Secretarias de Desenvolvimento Regional de Quilombo e de São Lourenço do Oeste.

Essas capacitações, com certificação, serão de 16 horas, para aperfeiçoar o trabalho dos agricultores e valorizar a produção rural. Além disso, a equipe gestora do projeto estuda a possibilidade de criar um selo de qualidade para certificar os produtos que estiverem ligados a um programa de qualidade e segurança alimentar que será elaborado pela Unochapecó.


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18 jan09:14

Santa Catarina perde espaço no mercado argentino

Felipe Pereira | felipe.pereira@diario.com.br

As barreiras protecionistas implantadas pelo governo argentino contra importações estão atrapalhando a venda de produtos de origem catarinense. E o país tem grande importância na pauta estadual de exportação, ocupando o terceiro lugar entre os maiores compradores de Santa Catarina.

As reclamações partem tanto de empresários de SC quanto dos da Argentina, que ficarão sem matéria-prima para setores como linha branca, alimentos e têxtil. Na prática, a barreira comercial determina que qualquer importação deve ser precedida de uma declaração juramentada, que será analisada em até 15 dias úteis.

A exigência passa a valer a partir de fevereiro. Os segmentos da indústria catarinense mais afetados serão o de papel, laminados de aço, carne suína, têxtil, refrigeradores, motores elétricos e cerâmica.

As novas medidas são consideradas um desrespeito ao Mercosul por Henry Quaresma, diretor de Relações Industriais e Institucionais da Federação da Indústria de Santa Catarina (Fiesc). Ele ressalta que a medida protecionista atrapalha a imagem do Mercosul e a negociação com a União Europeia. O diretor da Fiesc argumenta que cabe ao governo brasileiro recorrer a OMC, organização que regula o comércio entre nações.

A possibilidade de o Brasil não reagir com o vigor necessário é uma preocupação de Ulrich Kuhn, presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau (Sintex). Ele lembra que faz quatro anos que a Argentina vem anunciando sucessivas medidas protecionistas que contrariam o livre comércio, mas ressalta que governo brasileiro tem sido condescendente e que nunca houve resposta a altura.

Kuhn diz que a Argentina tem uma importância bastante significativa para a indústria têxtil do Estado — os US$ 40 milhões comprados em 2011 representam 23% do total exportado pelo setor no ano passado. A produção mais afetada é a de toalhas, que representa US$ 16 milhões em vendas externas por ano. O presidente do Sintex não sabe qual será o tamanho do prejuízo, mas prevê seja de pelo menos metade do total comercializado.

— Nada que está escrito vale, só vale a vontade da Argentina — protesta o presidente da Sintex.

Ele reclama que, enquanto Santa Catarina perde mercado por causa dessas medidas, o espaço é preenchido pelos chineses.

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, aponta outra consequência que pode ocorrer diante das atitudes do governo argentino: a saída de empresas do Estado para se instalarem no país vizinho. Hoje, o único frigorífico com participação na agroindústria catarinense que está presente na Argentina é o da Marfrig, com unidade que produz pizzas e carne bovina.

O presidente da Cidasc destaca que se não houver uma reaçao brasileira logo, a unidade também passará a atuar no setor de frangos e de carne suína, artigos exportados por SC.

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14 dez15:14

1,5 toneladas de alimentos arrecadados

A Força Sindical de Santa Catarina/Regional Oeste arrecadou uma tonelada e meia de alimentos não perecíveis para a Cruz Vermelha Brasileira – filial Chapecó. Os produtos foram conseguidos pela equipe inscrita na 3ª Gincana DCE em benefício da instituição. O evento integrou a Rua de Lazer, tradicional promoção da Cruz Vermelha em comemoração ao Natal da criança carente.

O secretário Regional Vilson Silveira disse que além do alimento a Força repassou mais de 300 brinquedos, doados às crianças. O sindicalista justifica que a Força participou da gincana porque também preocupasse com as questões sociais da comunidade. – Esta é uma das ações humanitárias da nossa central de trabalhadores – disse.

Centenas de crianças compareceram à Rua de Lazer e todas receberam um presente. Durante o evento a criançada teve oportunidade de participar de brincadeiras e fazer lanches.


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14 nov15:20

Saiba quais alimentos auxiliam no controle do diabetes

Obesidade, sedentarismo e maus hábitos alimentares são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes. Para a nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde, o diabetes mellitus é um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, devido ao grande número de portadores da doença.

O diabetes não tem cura, mas pode ser controlado. A alimentação é uma das chaves do controle. Conforme a nutricionista, o diabético deve cortar de sua dieta o açúcar (substituir por adoçantes), mel, melado, caldo de cana, rapadura; carboidratos de alto índice glicêmico e pobres em fibras, refrigerantes, balas, biscoitos doces, farinha branca, bebidas alcoólicas, café, fumo e consumo excessivo de sal também são prejudiciais. É importante que o diabético pratique atividades físicas de forma regular e orientada, pois isso melhora a ação da insulina, contribuindo para o controle da glicose.

Castanha é fonte de fibras solúveis.

— As refeições devem ser realizadas com intervalos máximos de três a quatro horas, totalizando de cinco a seis refeições ao dia, evitando permanecer em jejum prolongado, realizar uma refeição leve antes de dormir e tomar café da manhã assim que acordar — explica Bruna.

Alimentos fontes de fibras solúveis ajudam no controle do diabetes, segundo a nutricionista. Em contato com o líquido no interior do estômago, eles formam uma espécie de “gel” que retarda o esvaziamento gástrico, dificultando o acesso das enzimas digestivas aos alimentos, retardando o aumento da glicemia.


São fontes de fibras solúveis:

:: Farinha ou biomassa de banana verde;

:: Aveia;

:: Semente de linhaça;

:: Oleaginosas, como castanhas e nozes;

:: Canela;

:: Vegetais folhosos verde-escuros;

:: Cereais integrais;

:: Cogumelos;

:: Gérmen de trigo;

:: Chá verde;

:: Suco de uva integral.


BEM-ESTAR


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25 out17:36

Gestão da rastreabilidade no setor de alimentos

O Sebrae/SC promove de 26 a 28 de outubro, no auditório da coordenadoria regional de Chapecó, o curso “Gestão da rastreabilidade – setor de alimentos”. O objetivo é proporcionar aos micro e pequenos empresários condições para desenvolver competências para o aperfeiçoamento da atuação na gestão dos processos de rastreabilidade.

A rastreabilidade nas cadeias alimentares é uma ferramenta que possibilita identificar a origem de um alimento e seguir seu rastro ao longo de sua vida útil. Favorece segurança alimentar e outorga crédito aos produtos e as empresas, além de representar uma oportunidade para a revisão dos processos e avanço na gestão. – A aplicação da gestão da rastreabilidade ajuda a aprofundar o conhecimento das cadeias produtivas, permitindo a detecção e correção de possíveis falhas, o que contribui para melhorar as relações entre clientes e fornecedores – destaca o coordenador regional oeste do Sebrae/SC, Enio Alberto Parmeggiani.

Com carga horária de 20 horas, o treinamento evolve três módulos. O primeiro é “Introdução à rastreabilidade” e apresentará a definição, conceito, contexto histórico e atual, qualidade e benefícios. O segundo “Analisando os requisitos”, abordará os mapeamentos de processos e rastreabilidade, sistemas de informação, requisitos de fornecedores e clientes, critérios para agrupamentos de produtos e âmbito de aplicação. No terceiro “Auditoria e gestão de crises” serão apresentados os mecanismos de comunicação, localização, imobilização e recall e exemplos de sistemas nacionais e internacionais.

Segundo Parmeggiani, a iniciativa oportunizará o estímulo a comportamentos condizentes com os Fundamentos da Excelência da Fundação Nacional da Qualidade – fato que permite aos empresários experimentar de forma simples os conceitos aplicados por organizações de classe mundial. Além disso, será possível avaliar as características que deverá ter o sistema de rastreabilidade das empresas dos participantes.

Inscrições pelo telefone (49) 3323-1902.


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