Alta

18 set09:24

Santa Catarina deve ter mais um dia quente, com termômetros marcando 33ºC

A exemplo do que foi a segunda-feira, hoje o dia deve ser quente em Santa Catarina, podendo chegar aos 33ºC. O sol, porém, aparece entre nuvens e nas regiões de divisa com o Rio Grande do Sul, pode haver pancadas isoladas de chuva com trovoadas.

De acordo com a Epagri/Ciram — órgão que monitora as condições meteorológicas em Santa Catarina —, esta condição mais instável se deve pela a atuação de um cavado, que é uma área alongada de baixa pressão e deve ser mais intensa no Planalto Sul e no Litoral Sul.

Diferente de ontem, porém, a terça-feira começa com temperaturas mais amenas.

Florianópolis: 20,6ºC

Criciúma: 19,3ºC

Blumenau: 20,3°C

Joinville: 22,2ºC

Lages: 16,5ºC

Chapecó: 23,4ºC

(dados retirados das estações meteorológicas do Grupo RBS às 7h)

A previsão é de que essa temperatura se eleve ficando acima dos 30ºC na maioria das regiões. No Litoral Norte, a máxima pode chegar a 33ºC.


::: Acesse mais informações no blog do Puchalski


Na Grande Florianópolis os termômetros podem indicar 31ºC, enquanto no Extremo-Oeste a máxima pode chegar a 32ºC. O Planato Sul, onde a temperatura pode ser mais amena, a previsão é de que a temperatura chegue a 26°C.


Mudança prevista

Para a quarta-feira a previsão indica céu encoberto com chuva e trovoadas no decorrer do dia do Oeste ao Litoral Sul. Nas demais regiões pode haver um aumento de nuvens e chuva entre a tarde e noite, devido ao rápido deslocamento de uma frente fria sobre o Estado. Com isso as temperaturas caem um pouco, nada significativo, mas ficando abaixo dos 30ºC.


DIÁRIO CATARINENSE



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07 set17:54

Nem parece inverno em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Nem parece que estamos na estação mais fria do ano. Na tarde desta sexta-feira, de inverno, em Chapecó, os termômetros do centro da cidade registraram 31º C. Além de beber água para se hidratar, muita gente aproveitou para tomar sorvete.

Mesmo com o feriado de Sete de Setembro algumas lojas de departamentos abriram na Avenida Getúlio Vargas. O movimento era de pessoas aproveitando para conferir as promoções e é claro curtir o ar gelado dentro dos estabelecimentos. No Shopping o movimento também foi intenso.

O casal Dionathan Freitas, 21 e Daiane Dornel, 21 anos, como muitos chapecoenses, aproveitaram a tarde quente para passear pela Avenida Getúlio Vargas.


E a chuva?

O que muita gente no Oeste está se perguntando é: Quando vai chover? Desde o dia 30 de julho não é registrada uma chuva significativa em Chapecó.

De acordo com o meteorologista do Grupo RBS, Leandro Puchalski até a metade de setembro os moradores de Santa Catarina ainda vão conviver com a falta de chuva.

- Há uma massa de ar seco que funciona como um bloqueio atmosférico desviando as massas de ar frio, que vem da Argentina, para o Oceano Atlântico – disse Puchalski.

Leandro disse ainda que a falta de chuva não é uma estiagem nova e que as chuvas devem normalizar a partir da segunda quinzena de setembro.


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30 jul09:48

Inflação do aluguel registra alta de 6,67% nos últimos 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), muito utilizado para o reajuste dos aluguéis, subiu 1,34% em julho, depois de avançar 0,66% em junho, divulgou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nos últimos 12 meses, o IGP-M, registra alta de 6,67% e de 4,57% no ano.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M deste mês. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve alta de 1,81%, após subir 0,74% em junho. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação positiva de 0,25%, depois de registrar elevação de 0,17%, no mesmo período. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,85%, ante 1,31%, na mesma base de comparação.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve alta de 1,81% em julho, após aumento de 0,74% no período anterior. No ano até julho, o IPA acumula alta de 4,85% e em 12 meses, de 6,99%.

Os preços dos produtos agropecuários no atacado aceleraram para 3,91% em julho, depois de registrarem alta de 0,58% em junho. O mesmo ocorreu com os preços de produtos industriais, que passaram de uma alta de 0,79% em junho para 1,05% neste mês.

Os preços dos bens intermediários apresentaram aceleração em julho, para 1,34%, ante alta de 1,20% no mês anterior. Os preços dos bens finais variaram 1,04%, ante 0,19% em junho. Os preços das matérias-primas brutas também avançaram, de 0,76% em junho para 3,31%.

AGÊNCIA ESTADO



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22 jun13:06

João Pedro teve alta do Hospital em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O bebê encontrado em Chapecó recebeu alta nesta sexta-feira. João Pedro estava internado no Hospital da Criança, desde o dia 19 de junho, quando foi encontrado dentro de uma sacola de papel, no bairro São Cristovão.

O médico Ani Werlang que atendeu o menino disse que ele está bem de saúde e mamando. – Os resultados dos exames das doenças infectocontagiosas só saem na segunda-feira – disse o médico.

Agora, João Pedro, que está com 3,8 quilos e 52 centímetros, ficará sob o cuidado do Abrigo Municipal até a decisão da justiça.

A Polícia Civil, que investiga o caso, vai encaminhar uma solicitação para a Secretaria Municipal de Saúde para levantar o número de mulheres grávidas e que poderiam dar a luz neste período.


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22 jun10:56

João Pedro deve receber alta nesta sexta-feira

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O bebê encontrado em Chapecó deve receber alta nesta sexta-feira. João Pedro segue internado no Hospital da Criança, desde o dia 19 de junho, quando foi encontrado em uma sacola de papel. O médico Ani Werlang que atende o menino disse que aguarda o resultado de alguns exames necessários para que ele possa ir para adoção.

- São exames para comprovar que ele não está com nenhuma doença infectocontagiosa – disse.

João Pedro, com 3,8 quilos e 52 centímetros foi encontrado por Junior Everton Menegildo, de 14 anos quando ia para o Centro comprar roupas. O estudante disse que ouviu uma espécie de miado e quando abriu a sacola viu que era um bebê.

Assim que receber alta o menino será encaminhado para o Abrigo Municipal. De acordo com a coordenadora do Serviço de Acolhimento, Lilian Guntzel, 21 crianças, de 0 a 11 anos estão no Abrigo. Outras 64 crianças e adolescentes, de 12 a 18 anos, estão em quatro casas lares e 18 famílias acolhedoras da cidade.

Segundo a coordenadora, estão inscritas e aptas para adoção no Fórum de Chapecó 112 famílias.


Polícia Civil investiga o caso

Uma solicitação, para levantar o número de mulheres grávidas e que poderiam dar a luz neste período, deve ser encaminhada para a Secretaria Municipal de Saúde.

A delegada Isabel Fauth, disse que com a ajuda desses dados, e se a mãe fez o pré-natal, existe a possibilidade de encontrar a mãe do menino.

- É um caso difícil e vamos fazer de tudo para encontrar a mãe do menino – disse a delegada.


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30 mai12:02

Alta do dólar volta a puxar Índice de Preços ao Produtor

A valorização do dólar frente ao real voltou a acelerar os preços na indústria da transformação em abril. Embora não tenha sido a única causa da aceleração na taxa do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que saiu de 1,04% em abril para 1,38% em maio, o câmbio ajudou a puxar os preços de setores importantes, como alimentos, outros equipamentos de transportes, papel e celulose, fumo e outros produtos químicos, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE).

— Todos os produtos que são exportados, quando o dólar se valoriza, a gente converte para reais, e eles ficam mais caros por isso. É o caso do suco de laranja, por exemplo. Aviões são exportados com preço em dólar, e também a celulose — observou Alexandre Brandão, gerente do IPP no IBGE.

No caso de outros produtos químicos, a contribuição de 0,30 ponto porcentual no IPP do mês deveu-se também aos preços mais altos do petróleo no mercado internacional, o que puxou a contribuição de 0,15 ponto porcentual do setor de refino de petróleo e produtos de álcool em abril.

Já o impacto de 0,53 ponto porcentual do setor de alimentos teve influência de produtos de exportação, como suco de laranja e carnes de bovinos refrigeradas, mas também da quebra de safra da soja, que pressiona os preços internacionalmente.


AGÊNCIA ESTADO

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22 mai10:49

Puxado pelos serviços bancários, IPCA-15 tem alta de 0,51% em maio

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,51% em maio, após subir 0,43% em abril. O resultado, divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções, que esperavam inflação entre 0,45% e 0,63%, com mediana de 0,56%. Com o resultado anunciado nesta segunda-feira, o IPCA-15 tem taxa acumulada de 2,39% no ano e de 5,05% em 12 meses, até maio.

Tarifas de bancos tiveram alta de 1,66%, um dos destaques no índice de 0,51%. No IPCA fechado de abril, os serviços bancários já tinham subido 1,42%, contribuindo para a alta de 2,23% no grupo Despesas Pessoais no período. Em maio, o grupo Despesas Pessoais teve alta de 1,32%, a maior dentre o grupo que compõem o índice.

Além dos serviços bancários, do cigarro, dos remédios e do feijão carioca, destacaram-se também na inflação medida em maio pelo IPCA-15 os artigos de vestuário (0,97%), seguro de veículos (1,66%), telefonia celular (1,58%), mão de obra para pequenos reparos (1,51%), táxi (1,29%), taxa de água e esgoto (1,16%), gás de botijão (1,01%) e artigos de limpeza (0,99%).


AGÊNCIA ESTADO

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14 mai15:14

Mantega reitera que dólar alto beneficia economia

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou na segunda-feira que a alta do dólar frente ao real beneficia a economia do País e, por isso, não preocupa o governo. Ele já havia destacado a importância da valorização da moeda norte-americana para a indústria nacional no final da semana passada.

– O dólar alto beneficia a economia brasileira, porque dá mais competitividade para os produtos brasileiros. Significa que a indústria brasileira pode competir melhor com os importados, que ficam mais caros, e pode exportar mais barato. Portanto, não preocupa – disse Mantega a jornalistas, ao chegar à sede do ministério, em Brasília.

Ao ser perguntado sobre o fato de o dólar estar acima de R$ 1,80, patamar que já foi considerado bom pelo governo, o ministro afirmou que o governo nunca estabeleceu qualquer parâmetro para o dólar e nem vai estabelecer.

– O dólar é flutuante, portanto, vai flutuar de acordo com o mercado.

Nesta manhã, na cotação máxima do mercado à vista, o dólar chegou a subir 1,79% em relação à sexta-feira, para R$ 1,987.


AGÊNCIA ESTADO



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12 fev14:11

Exportações catarinenses feitas em janeiro registram alta de 15,6%

Alessandra Ogeda  | alessandra.ogeda@diario.com.br

Décimo estado em exportações no país, Santa Catarina começou o ano aumentando o volume de mercadorias vendidas no exterior. As exportações catarinenses em janeiro somaram US$ 610 milhões, um crescimento de 15,6% em relação ao primeiro mês de 2010.

O aumento no volume de exportações de SC foi maior do que o resultado registrado pelo Brasil, que elevou em 6% as vendas de mercadorias e matérias-primas para o exterior.

Mas de acordo com a Federação das Indústrias de SC (Fiesc), que divulgou os dados sexta-feira, mesmo com o resultado positivo, a balança comercial do Estado continua negativa. As importações em janeiro somaram US$ 1,23 bilhão, uma alta de 18,2% em relação a 2010, o que deixa a balança desfavorável em US$ 623,8 milhões.

As exportações de carne de frango continuam liderando a pauta do Estado, com embarques que somaram US$ 184,4 milhões em janeiro _ 30,2% do total. Em seguida, aparecem as vendas para o exterior de fumo, com US$ 48,3 milhões; motocompressores herméticos, com US$ 38,6 milhões; blocos fundidos, com US$ 37,6 milhões; e carne suína, com US$ 35,4 milhões e um aumento de 37,8% nas vendas se comparado com janeiro de 2010.

Os principais destinos das exportações catarinenses foram os Estados Unidos, Argentina, Países Baixos, China e Japão.

O produto que mais entrou no Estado em janeiro foi o catodo de cobre refinado e seus elementos, que somaram US$ 118 milhões. Em seguida, aparecem as importações de laminados de ferro e aço, com US$ 36,8 milhões; polietilenos, com US$ 35,2 milhões; e fios de fibra e poliésteres, com US$ 31,5 milhões. SC importou mais da China, seguida de Chile, Argentina e Estados Unidos.


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09 fev10:06

Alta dos alimentos reduz poder de compra dos chapecoenses

Pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó mostra que a cesta básica em Chapecó apresentou aumento de 1,14% em janeiro. Essa variação positiva fez seu valor passar de R$ 187,31 em dezembro para R$ 189,45 em janeiro passado. Dos produtos que mais contribuíram para esse aumento, destaca-se a variação positiva no feijão preto, em 25,85%, na banana, em 12,04%, e na batata inglesa, em 10,33%.

Com a variação positiva, uma família típica de Chapecó precisou de 0,33% salários mínimos para adquirir a cesta básica em janeiro. Em dezembro esse montante era de 0,37%, ou seja, uma redução de aproximadamente quatro pontos percentuais. Conforme o professor Guilherme de Oliveira, coordenador da pesquisa da cesta básica, cabe salientar que no mês de janeiro o salário mínimo foi reajustado em 14%.

A cesta básica é composta por 13 produtos. São eles: açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne moída de segunda, farinha de trigo, feijão preto, leite tipo C, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.

O curso desenvolve mensalmente o levantamento dos preços e o cálculo da cesta básica em Chapecó, tendo como base a Pesquisa de Orçamento Familiar, realizada em 1994. Nesse ano, os hábitos de consumo foram estudados com base em entrevista com famílias do município, escolhidas segundo critérios estatísticos. Os preços são coletados atualmente nos seguintes locais de compra: Alberti (Efapi), Barp, Brasão (Centro), Bedin I (Palmital), Celeiro (Itália), Cristo Rei, Moura & Santos (Efapi), Royal (Presidente Médice), Sivial (Passo dos Fortes) e Superalfa.


Cesto de produtos básicos

Outro levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó é o custo do cesto de produtos básicos de 57 produtos. No mês de janeiro, o custo do cesto de produtos básicos apresentou elevação média 2,20%. O valor para sua aquisição passou de R$ 773,50 para R$ 790,52 em janeiro deste ano. Ou seja, para o bolso do consumidor foi um aumento de R$ 17,02. Se compararmos com o valor do cesto de janeiro do ano passado, este aumento é ainda maior de R$ 29,90.

Diante dos 57 produtos pesquisados pelo cesto de produtos básicos, 35 registraram aumento e 16 tiveram redução, enquanto que seis não sofreram alterações. O grupo dos produtos alimentares, que possui o maior peso no total do cesto de produtos básicos, apresentou elevação de 2,98% em janeiro. Já no subgrupo de alimentação, os produtos in-natura apresentaram aumento de 8,08%, os industrializados subiram 0,27% e os semi-industrializados aumentaram 2,53%. No grupo dos não alimentares, janeiro registrou elevação de 1,57% e os artigos de higiene tiveram os preços reduzidos em 0,03%.

O cesto de produtos básicos considera famílias que residem em Chapecó e ganham de um a cinco salários mínimos. É composto por produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados, além de produtos de higiene e materiais de limpeza, bem como o item diversos.



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