Arena Condá

27 nov12:50

Inicia troca do gramado na Arena Condá

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Os trabalhos de troca do gramado na Arena Condá em Chapecó já começaram. Nesta terça-feira a engenheira agrônoma, Maristela Kuhn, esteve no local para dar início os trabalhos. Após a retirada do gramado inicia o trabalho de nivelado, colocação de uma camada de argila, uma de brita e duas camadas de areia para melhorar a compactação. Em seguida será colocada a grama do tipo Bermuda Tifway.

Segundo a engenheira, a planta desenvolvida nos Estados Unidos é híbrida e se adapta bem ao clima do Brasil. As plantas, que vem da cidade gaúcha de Santo Antonio da Patrulha, devem ser colocadas em rolos.

De acordo com o diretor técnico de obras públicas da Prefeitura de Chapecó, Fábio Eckert, a retirada do atual gramado da Arena deve iniciar ainda nesta quarta-feira, dia 28.

- Com a troca o gramado ficará 45 centímetros mais alto do que está agora – destacou o diretor.

Segundo Eckert a grama deve ser plantada até o dia 25 de janeiro. Após o plantio o campo pode ser liberado para jogo em 45 dias.

A expectativa da diretoria do clube é que o campo seja estreado no returno do Campeonato Catarinense 2013, na partida contra o Joinville, no dia 10 de março.

O gramado terá as dimensões exigidas pela Fifa 105x68m. No projeto que prevê ainda sistema de drenagem e irrigação automática, devem ser investidos R$ 639 mil.


Características do gramado

- Tem crescimento rápido, principalmente quando é arrancada pela chuteira dos jogadores;

- Não é preciso ser cortada toda semana, pois ela cria uma espécie de trama;

- É mais densa que as demais;

- Diminui a incidência de ervas daninhas e ajuda a evitar lesões nos jogadores.


Foto oficial do Acesso

Na tarde desta terça-feira os jogadores da Chapecoense se reapresentam na Arena Condá e fazem a foto oficial do elenco que garantiu o acesso do time para a Série B do Campeonato Brasileiro 2013.


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24 nov11:55

Final da 3ª Copa Chapecó Taça RBS é neste domingo

Vinte e cinco equipes participaram da 3ª Copa Chapecó Taça RBS e duas disputam a final neste domingo, dia 25. A partida entre EC. Olimpikus do Bairro Maria Goretti x CSM Produtos Químicos será às 16h30 na Arena Condá. A entrada é gratuita. Caso chova a partida será realizada no campo de Faxinal dos Rosas, interior de Chapecó.

Após 54 jogos, a competição que iniciou no dia 23 de setembro, vai conhecer o time campeão. Os vencedores serão premiados com troféus e medalhas confeccionados por uma empresa chapecoense.


Equipes participantes:

01 ▬ Aldeia Condá |  Sede Trentin

02 ▬ Associação Comunitária Santo Antonio  |Santo Antonio

03 ▬ Associação Jardim Do Lago/Maclaw | Jardim do Lago

04 ▬ Belvedere  | Belvedere

05 ▬ Bem Te Vi | Barra Da Chalana

06 ▬ Camarões [1] | São Pedro

07 ▬ Camarões [2] | São Pedro

08 ▬ Coringá | Boa Vista

09 ▬ CSM Produtos Químicos | Marechal Bormann

10 ▬ Gaúcho | Linha Simonetto

11 ▬ Internacional | Colônia Bacia

12 ▬ Maringá | Marechal Bormann

13 ▬ Mercado Batistello | Alto Da Serra

14 ▬ Núcleo Hortifrutig. [1] | Núcleo Hortifrutigranjeiros

15 ▬ Núcleo Hortifrutig. [2] | Núcleo Hortifrutigranjeiros

16 ▬ Oeste | Centro

17 ▬ Operário | Santo Antonio

18 ▬ Olympicus | Maria Goretti

19 ▬ Rodeio Bonito |  Rodeio Bonito

20 ▬ Santa Rosa | Faxinal Dos Rosas

21 ▬ Santhiago | Thiago

22 ▬ São Jorge | Linha Kilian

23 ▬ São Pedro | São Pedro

24 ▬ São Vendelino [1] | São Vendelino

25 ▬ São Vendelino [2] | São Vendelino


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20 nov08:52

Efeito Rodrigo Gral na Chapecoense

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Rodrigo Gral, o atacante dos 500 gols, multiplicou a média de gols da Chapecoense nas partidas em que esteve em campo, passando de 0,5 para 2,7 por jogo. Infelizmente a Chapecoense não pode contar com o “efeito Gral” nas partidas das semifinais da Série C contra o Oeste.

O atacante, que se recupera de uma lesão muscular na parte posterior da coxa esquerda, não atuou nas duas últimas partidas e não poderá jogar na próxima sexta-feira, contra o Oeste, em Itápolis.

– Ele só volta para a final, se a Chapecoense passar pelo Oeste – previu o fisioterapeuta do clube, Guilherme Dias Carli.

Ele informou que o atacante teve uma lesão grau 2, com ruptura de algumas fibras musculares, o que prevê entre 14 e 21 dias parado. A lesão foi no dia 5 de novembro. O médico Carlos Mendonça até conseguiu acelerar o processo de recuperação, com aplicação de PRP (Plasma Rico em Plaquetas), que consiste na retirada do sangue do próprio jogador, seleção e aplicação das plaquetas no local da lesão.

Na segunda-feira, dia 19, Gral correu no gramado do Condá. Mas continua fazendo fisioterapia e reforço muscular, na academia. Na quinta ou sexta-feira deve ser liberado para o preparador físico Anderson Paixão.

A partir do dia 26 de novembro, poderia voltar a treinar com bola. Gral disse que está chateado por não poder participar das semifinais.

– A gente sofre mais fora – declarou. Mas ele segue treinando confiando que seus companheiros vão conseguir a vaga para a final.

Gral agradeceu a comissão técnica e os companheiros, que o ajudaram muito na Chapecoense. Ele acredita que o motivo do time fazer mais gols quando joga é que a marcação dos adversários tem uma preocupação maior com sua presença.

– Geralmente tem dois me marcando e meus companheiros, que são inteligentes, aproveitam o espaço- explicou.

O certo é que Gral faz a diferença no time da Chapecoense. Mas desta vez o time vai ter que se virar sem ele.

Caso a Chapecoense não chegue na final da Série C inicia na próxima semana a troca do gramado da Arena Condá. Na segunda-feira, o presidente Sandro Pallaoro esteve em Xanxerê, visitando o estádio municipal Josué Annoni. Outra opção seria o Domingos Machado de Lima, em Concórdia.


“Falei pro pessoal que o ano não vai terminarna sexta-feira;

quero estar com eles na final” Rodrigo Gral, atacante da Chapecoense


Com Gral

Jogos: 7

Vitórias: 5

Empates: 0

Derrotas: 2

Gols marcados: 19

Média de gols por jogo: 2,71


Sem Gral

Jogos: 14

Vitórias: 4

Empates: 5

Derrotas: 5

Gols marcados: 8

Média de gols por jogo: 0,57



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19 nov11:28

Chapecoense pode usar estádio de Xanxerê para jogos do Catarinense

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Com a troca do gramado da Arena Condá confirmada, assim que a Chapecoense terminar sua participação na Série C, a diretoria da Chapecoense está em busca de estádios para a realização dos primeiros jogos do Campeonato Catarinense 2013. Nesta tarde o presidente Sandro Pallaoro visita o Estádio Municipal Josue Annoni em Xanxerê.

Pallaoro será recebido pelo atual prefeito de Xanxerê, Bruno Bortoluzzi e pelo prefeito eleito Ademir Gasparini.

- Estamos a disposição da Chapecoense e esperamos atender as necessidades do time e da federação – disse Bruno.

A visita está marcada para as 14 horas no estádio. Outra cidade que será visitada pela diretoria do clube é Concórdia.


Troca do gramado

A Prumo Construtora e Incorporadora, de Chapecó, irá fazer o trabalho de troca de gramado. O campo terá que ser nivelado e a grama, do tipo Bermuda, a mesma de estádios como o Olímpico e Beira Rio, será colocada em rolos.

O projeto de R$ 639 mil prevê sistema de drenagem e irrigação automática. A previsão é de que a troca leve 90 dias.


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17 nov08:00

Chapecoense quer largar bem na semifinal da C

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Com aproveitamento de 86,6% nos jogos em casa, a Chapecoense aposta na Força da Arena Condá para largar bem na semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro, neste sábado, às 19 horas, contra o Oeste.

Afinal, na Arena Condá a Chapecoense tem feito a diferença no campeonato. Se dependesse dos resultados longe de casa, onde fez apenas três gols em dez jogos, o time estaria na Série D e não na Série B.

A confiança é grande em Chapecó. Tanto que na sexta-feira, dia 16, funcionários contratados pela prefeitura pintaram a frase: “Somos Chapecoenses- Rumo ao Título”, nos tapumes da ala Oeste do estádio. Mesmo assim alguns integrantes do clube não gostaram e pediram para que a inscrição fosse apagada, para não “incentivar” o adversário.

Mas nos discursos o pensamento é um só.

- Vamos rumo ao título – disse o zagueiro André Paulino, embora depois alertasse que o jogo contra o Oeste deve ser muito difícil.

Mas ele sabe que a força da torcida pode ser decisiva. Rodrigo Gral não joga, mas convocou os torcedores pelas redes sociais. Henrique, que vai estar em campo, também destaca a importância do torcedor, que faz os jogadores se doarem em campo, esquecendo até o cansaço.

– É o algo a mais que cada jogador acaba fazendo durante a partida – explicou.

Para o técnico Gilmar Dal Pozzo, a Chapecoense resgatou o orgulho do torcedor e isso se refletiu num apoio maior das arquibancadas.

– A atuação do torcedor é determinante – explicou.

No entanto, o treinador disse que o time precisa também fazer sua parte dentro de campo. Neste jogo, ele avaliou que todos precisam de paciência pois, tão importante quanto fazer, é não tomar gol, já que o gol fora vale mais nos critérios de desempate.

– Um a zero é goleada – concluiu o meia Athos.


Campanha no Condá: 86,6% de aproveitamento

10 jogos

8 vitórias

2 empates

Nenhuma derrota

30 pontos disputados

26 pontos somados

21 gols marcados

4 gols sofridos


Campanha fora: 20% de aproveitamento

10 jogos

1 vitória

3 empates

6 derrotas

30 pontos disputados

6 pontos somados

3 gols marcados

9 gols sofridos


Ficha Técnica

CHAPECOENSE

Nivaldo

Fabiano

André Paulino

Rafael Lima

Gilton

Wanderson

Paulinho Dias

Athos

Neném

Henrique

Técnico: Gilmar Dal Pozzo



OESTE

Fernando Leal

Dedê

Eduardo

Dezinho

Piauí

Dionísio

Hudson

Liger

Samuel

Lelê

Jheimy

Técnico: Luís Carlos Martins


Arbitragem: Jaílson Macedo Freitas-BA, auxiliado por Cleriston Clay Barreto Rios-SE e Fábio Rodrigo Rubinho-MT.

Horário: 19h

Local: Arena Condá, em Chapecó

Ingressos: Ingressos: R$ 15 (estudantes, aposentados e menores entre 8 e 12 anos), R$ 30 (geral) R$ 40 (coberta) e R$ 50 (cadeiras). Pontos de venda antecipada: Palácio dos Esportes, Maidana Esportes, Posto de Marco, Sensação do Mate do Shopping Pátio Chapecó e na sede do clube.



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15 nov16:35

Definida arbitragem para a semifinal da Série C

A Confederação Brasileira de Futebol divulgou o trio de arbitragem que vai atuar no primeiro jogo da semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro, entre Chapecoense e Oeste, sábado, às 19 horas, na Arena Condá.

O árbitro será o baiano Jaílson Macedo Freitas, auxiliado por Cleriston Clay Barreto Rios-SE e Fábio Rodrigo Rubinho-MT.

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14 nov10:59

Nivaldo faz história na Chapecoense

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Quem projetou a maquete de construção da Arena Condá bem que poderia ter reservado um espaço para uma estátua do goleiro Nivaldo. Ou a “impressão” de suas mãos numa calçada da fama.
Com a conquista do acesso para a Série B o goleiro consolida sua carreira como o maior vencedor da história da Chapecoense.

Dos quatro títulos estaduais do clube, Nivaldo estava em dois, sendo que, em 2007, foi escolhido o melhor goleiro do Catarinense. Na época até ganhou uma faixa da torcida com os dizeres: “Nivaldo Eterno”. Nem o torcedor, nem o goleiro, imaginavam que ele iria durar tanto no gol do Verdão. Nos dois acessos do clube, da Série D para a C e da C  para a B, ele era o titular.

E, aos 38 anos, é o goleiro menos vazado da Série C.  A Chapecoense levou apenas 13 gols em 20 jogos. Nivaldo tem média ainda melhor, de oito gols em 14 jogos. Ele começou a competição na reserva, devido a uma lesão. E ficou dois jogos fora devido a uma expulsão contra o Oeste, adversário na semifinal, por revidar uma agressão do atacante Serginho.

O goleiro quase parou de jogar em 2010, devido a uma série de lesões. Mas persistiu e voltou a jogar em grande estilo. Na primeira partida contra o Luverdense, em Chapecó, salvou o time logo no início da partida, num lance em que o atacante adversário entrou livre na área. Depois quase fez um milagre ao espalmar um chute que ia no ângulo.

O carisma do goleiro com a torcida é tão grande que o diretor de futebol Cadu Gaúcho até brinca: — O Nivaldo vai pra prefeito na próxima eleição. Nivaldo já completou mais de 200 jogos pela Chapecoense.  E ainda não decidiu quando vai parar. Seu sonho era levar a Chapecoense para a Série B antes de se aposentar. O que vier agora é lucro.

“Quero o título da Série C”
Confira a entrevista com o goleiro do Verdão

Diário Catarinense —  Você sempre dizia que antes de se aposentar gostaria de levar a Chapecoense para a Série B, como é realizar este sonho?
Nivaldo —
É muito bom. Ainda mais jogando. Em 2011 fui campeão estadual como reserva, mas o título valeu. Jogando tem outro sabor. Pude ajudar diretamente na conquista. Hoje uma Série B é muito bom. É bom para a cidade. Tem que parabenizar esse grupo, a diretoria, o torcedor que vem a campo. Mas, principalmente, o grupo. Quando estávamos mal chegaram a nos chamar de vagabundos. Ficamos mordidos por dentro. Esse acesso foi conquistado pelo brio dos jogadores.

DC — Você viveu a ascensão da Chapecoense, que estava quase fechando.
Nivaldo —
Quando cheguei, em 2006, o presidente me falou que talvez iria mudar o nome do time. Pensei em disputar a competição e “vazar” Mas aí fomos campeões depois de uma década sem chegar. Aí foi melhorando e eu fiquei.

DC — O que te fez ficar seis anos e meio no clube?
Nivaldo —
Com a conquista de 2007 o pessoal passou a gostar da gente. Me senti bem aqui. Mesmo em 2010, numa situação difícil, fiquei 90 dias sem receber, depois me pagaram, e nunca reclamei. Em 2009, quando tomei um frango na semifinal contra o Macaé, que nos tirou da final, estava só esperando acabar o jogo para receber vais de todo o estádio. Mas só uma meia dúzia vaiou. O restante me apoiou.

DC — Este foi o seu pior momento?
Nivaldo —
Os piores momentos foram nas lesões. Em 2010 tive uma lesão na quarta rodada do Catarinense e só voltei para a Série C. Em 2011 lesionei no primeiro jogo, contra o Avaí, e aí contrataram o Rodolpho e, quando voltei, o Rodolpho estava muito bem. Além disso quebrei um dedo. Só jóquei um jogo. Em 2012 estava em no estadual e tive uma lesão muscular no final do returno. Ia voltar para a Série C e fraturei uma costela. Mas depois voltei e agora estou me sentindo muito bem.

DC — Pensou em parar em algum momento?
Nivaldo —
Em 2010 fiquei três meses e meio parado e pensei em parar de jogar. Tive uma lesão na coxa e,  quando voltei, sentia uma lesão no quadril que não curava. Aí pensei, ou curava, ou parava. Acabei curando e voltei a jogar.

DC — Você conquistou o acesso para a Série B de 2012, agora, vai querer disputa-la, certo?
Nivaldo —
Essa resposta não vou te dar agora. Tem que ver o que vai dar a eleição no clube, quem vai ser o treinador.  O que eu quero agora é o título da Série C. Aí seria muito bom.

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13 nov18:12

Condá recebe melhorias

A Arena Condá está recebendo melhorias para a primeira partida da semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro, entre Chapecoense e Oeste, que será disputada sábado, às 19 horas.

A grade da ala Sul, que estava danificada, está sendo trocada. Além disso está sendo feita a limpeza e pintura das arquibancadas. De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, que é a administradora do estádio, 15 servidores do município estão trabalhando no local.

Um muro que foi danificado na troca da cobertura da ala Oeste, também está sendo refeito pela empresa responsável pela obra. Tudo para que o palco do jogo fique tão bonito quanto o desempenho do time na Série C.

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13 nov16:55

Torcedores já garantem ingresso para a semifinal

Darci Debona|darci.debona@diario.com.br

Iniciou hoje na tarde desta terça a venda de ingressos para o primeiro jogo da semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro, entre Chapecoense e Oeste, que será disputado sábado, às 19 horas, na Arena Condá.

São seis mil ingressos que estão disponíveis em cinco pontos: Maidana Esportes, Palácio dos Esportes, Posto De Marco, loja Sensação do Mate do Shopping Pátio Chapecó e na sede do clube.

O movimento, por ser o primeiro dia de comercialização, ainda é fraco. Na sede da Chapecoense tinham sido vendidos apenas seis ingressos das 13h30 às 16h15, segundo a atendente, Samara Kappel.

– O pessoal deixa para a última hora – explicou.

Mesmo assim tem gente que quis garantir cedo um lugar na arquibancada do Condá. O mecânico Nei Augusto Minks, 23 anos, deu um pausa no trabalho e foi comprar três ingressos, para ele, o irmão e um amigo.

- Dá para conquistar o título – diz, confiante.

Para o torcedor era mais difícil conquistar a vaga na Série B. Ele acompanhou a decisão contra o Luverdense pelo telão montado pela RBS na Praça Coronel Bertaso, com transmissão da TV Com. Depois comemorou na avenida Getúlio Vargas. Minks espera nova comemoração em breve. Ele acompanha o clube desde 2003.

O movimento maior na Chapecoense é  sócios inadimplentes que buscam regularizar sua situação. Foram 15 atendimentos em três horas. A Chapecoense tem cerca de quatro mil sócios.

Os valores dos ingressos são: R$ 15 (estudantes, aposentados e menores entre 8 e 12 anos), R$ 30 (geral) R$ 40 (coberta) e R$ 50 (cadeiras).

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13 nov10:28

Chapecoense inicia preparação contra o Oeste

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Os jogadores da Chapecoense iniciaram nesta terça-feira os preparativos para a primeira partida da semifinal do Campeonato Brasileiro da Série C. O jogo contra o Oeste é neste sábado, dia 17 de novembro, às 19 horas na Arena Condá.

Após uma reunião, de 40 minutos no vestiário, os jogadores da Chapecoense treinaram no campo da Arena. Foi realizada corrida, trabalho na academia e trabalhos de posse de bola.

À tarde o treinamento será na areia, provavelmente no campo da Aurora. Os trabalhos estão marcados para as 15 horas.

Na quarta-feira os treinamentos também acontecem em dois períodos. Às 9h e às 15h na Arena.

Já na quinta-feira, os atletas tem folga durante o dia e treinam às 19h. A ideia da comissão técnica é trabalhar no mesmo horário do jogo.

Na sexta-feira o grupo folga pela manhã, realiza treino à tarde, após entra em concentração para a partida do sábado.

A exemplo do que aconteceu com o Luverdense o objetivo da Chapecoense é ganhar em casa com boa diferença de gols para jogar com vantagem a partida da volta em Itápolis.


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