Atacante

06 dez10:38

Rodrigo Gral faz doação de cestas básicas e brinquedos

O atacante da Chapecoense, Rodrigo Gral, realizou na tarde da quarta-feira, dia 5, a doação de 30 cestas básicas e 300 brinquedos. As doações foram entregues para o Centro de Convivência dos Idosos e para o Programa Viver de Chapecó.

Para o atleta essa troca é muito saudável.

- Trouxe algo para eles e recebi em troca força e carinho para seguir mais forte no meu trabalho – disse Gral.

Comente aqui
23 nov21:12

Rodrigo Gral sofre como torcedor do Verdão

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O atacante Rodrigo Gral acompanhou a eliminação da Chapecoense, no empate por 0 a 0 contra o Oeste, pela televisão Recuperando-se de lesão, ele assistiu a partida no hall do Hotel Lang, onde reuniu amigos, familiares e seu companheiro de clube, Mateus Paraná. Duas bandeiras da Chapecoense foram colocadas debaixo da televisão, onde Gral acompanhou a transmissão pela Sportv.

Usando uma camisa retrô da Chapecoense de 1979, Gral sofreu muito durante o jogo. Para conter a ansiedade, devorou alguns pastéis e até um pirulito. Ele já previa dificuldade.

–Um a zero é goleada – previu.

Quando a partida iniciou fez o sinal da cruz. E ficou preocupado com o primeiro chute do Oeste,que Nivaldo mandou para escanteio. Na cobrança, quase o Oeste marca.

– Assim querem me matar – suspirou.

Depois começou a lamentar as chances perdidas.

– Tinha que fazer o gol – reclamou.

Gral foi ficando cada vez mais preocupado ao ver a dificuldade do time. Sua vontade era estar lá para ajudar os companheiros.

– Só torcer é difícil – afirmou no intervalo.

Ele havia se dedicado à recuperação durante a semana para poder estar em condições de disputar a final. Mesmo a quase mil quilômetros de distância, ele tentava incentivar os companheiros:

- Vai, vai – dizia.

O tempo foi passando e a preocupação começou a virar impaciência. –Agora, pôe na área- sugeria.

A partida ia se encaminhando para a final, mas Gral não desistia.

– Vai ser aos 45 minutos – disse tentando se animar.

Nos últimos ataques gesticulou muito com as chances perdidas. Ele avaliou que o resultado no primeiro jogo, em Chapecó, foi determinante.

- Infelizmente não deu mas tem que dar os parabéns a todos porque o objetivo maior foi alcançado – concluiu.

Ele recolheu as bandeiras com os olhos marejados. Mas espera que elas sejam estendidas em breve para novas conquistas


FICHA TÉCNICA

OESTE-0

Jailton

Alex Silva

Eduardo

Dezinho

Piauí

Ligger

Paulo Vitor

Wanderson (Samuel)

Jheimy (Marcinho)

Ricardo Oliveira

Serginho (Lele)

Técnico: Luís Carlos Martins



CHAPECOENSE-0

Nivaldo

Fabiano

André Paulino (Galiardo)

Rafael Lima

Gilton (Eliomar)

Wanderson

Paulinho Dias

Athos (Thuram)

Neném

Henrique

Técnico: Gilmar Dal Pozzo



Arbitragem: Edmar Campos da Encarnação-AM, auxiliado por Cleriston Clay Barreto Rios-SE e Elicarlos Franco de Oliveira-BA Cartões amarelos: André Paulino, Fabiano, Athos e Wanderson(C), Piauí, Ligger e Ricardo Oliveira (O)

Local: Estádio Municipal dos Amaros, em Itápolis-SP


Comente aqui
20 nov08:52

Efeito Rodrigo Gral na Chapecoense

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Rodrigo Gral, o atacante dos 500 gols, multiplicou a média de gols da Chapecoense nas partidas em que esteve em campo, passando de 0,5 para 2,7 por jogo. Infelizmente a Chapecoense não pode contar com o “efeito Gral” nas partidas das semifinais da Série C contra o Oeste.

O atacante, que se recupera de uma lesão muscular na parte posterior da coxa esquerda, não atuou nas duas últimas partidas e não poderá jogar na próxima sexta-feira, contra o Oeste, em Itápolis.

– Ele só volta para a final, se a Chapecoense passar pelo Oeste – previu o fisioterapeuta do clube, Guilherme Dias Carli.

Ele informou que o atacante teve uma lesão grau 2, com ruptura de algumas fibras musculares, o que prevê entre 14 e 21 dias parado. A lesão foi no dia 5 de novembro. O médico Carlos Mendonça até conseguiu acelerar o processo de recuperação, com aplicação de PRP (Plasma Rico em Plaquetas), que consiste na retirada do sangue do próprio jogador, seleção e aplicação das plaquetas no local da lesão.

Na segunda-feira, dia 19, Gral correu no gramado do Condá. Mas continua fazendo fisioterapia e reforço muscular, na academia. Na quinta ou sexta-feira deve ser liberado para o preparador físico Anderson Paixão.

A partir do dia 26 de novembro, poderia voltar a treinar com bola. Gral disse que está chateado por não poder participar das semifinais.

– A gente sofre mais fora – declarou. Mas ele segue treinando confiando que seus companheiros vão conseguir a vaga para a final.

Gral agradeceu a comissão técnica e os companheiros, que o ajudaram muito na Chapecoense. Ele acredita que o motivo do time fazer mais gols quando joga é que a marcação dos adversários tem uma preocupação maior com sua presença.

– Geralmente tem dois me marcando e meus companheiros, que são inteligentes, aproveitam o espaço- explicou.

O certo é que Gral faz a diferença no time da Chapecoense. Mas desta vez o time vai ter que se virar sem ele.

Caso a Chapecoense não chegue na final da Série C inicia na próxima semana a troca do gramado da Arena Condá. Na segunda-feira, o presidente Sandro Pallaoro esteve em Xanxerê, visitando o estádio municipal Josué Annoni. Outra opção seria o Domingos Machado de Lima, em Concórdia.


“Falei pro pessoal que o ano não vai terminarna sexta-feira;

quero estar com eles na final” Rodrigo Gral, atacante da Chapecoense


Com Gral

Jogos: 7

Vitórias: 5

Empates: 0

Derrotas: 2

Gols marcados: 19

Média de gols por jogo: 2,71


Sem Gral

Jogos: 14

Vitórias: 4

Empates: 5

Derrotas: 5

Gols marcados: 8

Média de gols por jogo: 0,57



Comente aqui
09 nov10:13

Rodrigo Gral pinta cabelo de verde para cumprir promessa

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O atacante Rodrigo Gral pintou o cabelo de verde na manhã desta sexta-feira para cumprir uma promessa. – Quando cheguei na Chapecoense fiz essa promessa de pintar o cabelo caso a Chapecoense subisse para a Série B – afirmou.

Ele disse que quase nem dormiu.

– Os outros títulos foram mais profissionais, neste consegui realizar um sonho – declarou.

A aplicação do tonalizante verde levou uma hora e meia.

– Quero ver a reação quanto entrar no vestiário – declarou.

Gral lembrou que este é terceiro acesso seguido. Em 2010 ele subiu o Bahia da Série B para a Série A. Em 2011 subiu o Santa Cruz da D para a C.

O atacante só lamentou não poder ter jogado em Lucas do Rio Verde, em virtude de uma lesão na coxa esquerda. Ele vai avaliar com os médicos e a comissão técnica se conseguirá voltar a jogar na Série C.

A Chapecoense pega o vencedor do confronto entre Fortaleza e Oeste, nas semifinais.


Comente aqui
03 out07:55

Em busca dos 500 gols

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Ao marcar um dos gols da Chapecoense na vitória por 3 a 1 contra o Duque de Caxias, no domingo, o atacante Rodrigo Gral ficou a apenas um de atingir a marca de 500 gols, segundo seus cálculos.

Para se ter uma ideia do quanto isso representa, Pelé fez 1283 e, Ronaldo Nazário, maior artilheiro de todas as Copas, fez 518 gols. No entanto o jogador da Chapecoense não está levando em conta apenas jogos oficiais. Seu critério é o seguinte: se teve juiz e súmula, tá valendo.

Com isso entram até os seis gols que marcou num Torneio Metropolitano de Porto Alegre, que disputou em 1993, aos 16 anos, pelo Inter-RS, até o gol no empate por 2 a 2 no amistoso da Chapecoense com o time Sub 23 do Atlético Paranaense, em agosto, no Índio Condá.

Uma boa parcela dos gols é das categorias de base. Dos gols que marcou pelo Grêmio, 172 são das categorias de base. O jogador de 35 anos está confiante de que essa marca pode acontecer já no próximo sábado, quando a Chapecoense enfrenta o Brasiliense, às 16 horas, no Índio Condá. Tanto que já mandou fazer camisetas com sua foto e a marca 500 gols.

– Vou distribuir para os familiares – declarou Gral.

Até agora ele jogou apenas um tempo no amistoso contra o Atlético-PR, onde marcou um gol, 57 minutos contra o Caxias, onde participou de dois gols, e 53 minutos contra o Duque de Caxias, contra quem fez um gol.

Desde que chegou na Chapecoense, Rodrigo Gral tem feito a diferença. Quanto estreou, contra o Caxias, o time estava há três jogos sem marcar. Nesse jogo, fez quatro, três com Gral em campo. Na partida seguinte, contra o Macaé, Gral foi poupado devido a uma lesão na coxa esquerda e o time ficou no 0 a 0. No jogo seguinte, contra o Duque de Caxias, ele voltou e a Chapecoense fez 3 a 1, dois enquanto estava em campo. Mesmo tendo atuado em apenas dois tempos dos 14 jogos que a Chapecoense disputou, ele estava em campo em 1/3 dos gols do time no campeonato. Por isso ele está confiante que vai atingir logo sua marca pessoal. E assim poderá ajudar um objetivo coletivo, que é levar a Chapecoense para a Série B. Mas aí são outros 500.


Entrevista:

“O gol 500 será consequência do trabalho”

DC: Ansioso para fazer o gol número 500?

Gral: O gol 500 foi consequência do trabalho. Uma hora vai sair, até pela minha função em campo, que é a de atacante. Mas o objetivo principal é levar a Chapecoense para a Série B.


DC: Mesmo tendo chegado durante o campeonato o seu entrosamento está bom, tanto que nos dois tempos que você estavam em campo, na Série C, o time fez cinco gols, o segredo é a conversa durante o jogo?

Gral: O grupo é muito bom, sozinho a gente não consegue nada. Além disso o Gilmar posiciona o time mais ofensivo, o que colabora, pois ficamos mais perto do gol. A equipe conta com jogadores inteligentes, como Neném e o Athos. E a gente conversa bastante para facilitar o passe ou ajudar o companheiro.


DC: Você já se considera um ídolo da torcida?

Gral: Não, eu sou um torcedor. Isso me fez voltar para cá. Fiquei 10 anos fora do país e me propus a voltar para jogar no clube do meu coração. Saí daqui cedo e nunca tinha jogado pela Chapecoense ou disputado um catarinense. Aqui, quando fiz o gol, depois do jogo era um monte de gente ligando, mandando mensagens. Vejo as pessoas na rua pedindo para fazer gol. Posso ir visitar minha avó, comer feijão e arroz com meus tios, ver meus amigos do colégio e do futsal. Isso que é mais gostoso. Abri mão de muitas coisas para viver isso.


GOLS MAIS IMPORTANTES

# Grêmio 2 x 1 Guarany-PAR, pelas oitavas de final da Taça Libertadores de 1997- “Tínhamos perdido o primeiro jogo por 1 a 0, no Paraguai. Estávamos vencendo o jogo e, aos 40 minutos, o Guarany empatou. Houve uma confusão e o técnico Evaristo de Macedo tinha sido expulso. Saímos com a bola no meio, o Marcos Paulo deu uma casquinha e ela sobrou para o Paulo Nunes, que não dominou e na sobra eu chutei prensado com o zagueiro empatando a partida. Fomos para os pênaltis e vencemos.


# Jubilo Iwata 1 x 0 Cerezo Osaka, na final da Copa do Imperador do Japão, em 2003- “Aos 25 minutos do segundo tempo recebi um cruzamento na área, dominei, driblei o zagueiro e, quando o goleiro saiu, coloquei no canto, fazendo o gol do título.


# Brasil 2 x 2 Uruguai, pelas eliminatórias do Mundial Sub-20, em 1999- “Estávamos perdendo por 2 a 1 e eu recebi um lançamento na área e, quando dominei, consegui tirar o zagueiro, só que fiquei com pouco ângulo, mesmo assim chutei e bola passou pelo meio das pernas do goleiro, empatando o jogo. O gol garantiu a classificação para o Mundial da Nigéria.”


# Chapecoense 2 x 2 Atlético-PR, amistoso, em agosto de 2012. “É um gol que marcou bastante pois foi meu primeiro gol pela Chapecoense. O Dudu cruzou no primeiro pau e eu fiz o gol de cabeça.”


Ficha técnica

Data de nascimento: 21/02/1977

Local: Chapecó/SC

Altura: 177cm

Clube atual: Chapecoense/SC



Clubes

- Inter (1993)

- Grêmio/RS (1994-1997)

- Juventude/RS (1998)

- Grêmio/RS (1999-2001)

- Flamengo/RJ (2001)

- Sport/PE (2001)

- Júbilo Iwata/Japão (2002-2005)

- Yokohama Marinos/Japão (2005)

- Omiya Ardija/Japão (2006)

- Al-Khor/Qatar (2007-2009)

- Al-Sadd/Qatar (2009)

- Bahia/BA (2010)

- Santa Cruz/PE (2011)

- DPMM/Brunei (2012)




Títulos

- Singapure League 1st stage (2012)*

- Campeonato Pernambucano (2011)

- Qatar Crow Prince Cup (2008)

- Xerox Cup (2004)

- J.League (2002)

- Campeonato Carioca (2001)

- Campeonato Gaúcho (1999)

- Copa Sul-Minas (1999)

- Campeonato Gaúcho (1998)

- Troféu Colombino/Espanha (1997)

- Copa do Brasil (1997)

- Campeonato Brasileiro (1996)

- Recopa Sul-Americana (1996)

- Campeonato Gaúcho (1996)

- Campeonato Gaúcho (1995)


*A equipe do DPMM disputa desde 2009 a Liga Nacional da Cingapura



Títulos/Base

- Brasileiro de Seleções (1996)

- Campeonato Gaúcho (1996)

- SBS Cup/Japão (1996)

- Torneio Romeu Goulart Jacques (1994)

- Campeonato Gaúcho (1994)

- Campeonato Metropolitano (1993)



Gols*

- Inter/RS (1993) | 6

- Grêmio/RS (1994-1997) | 195

- Juventude/RS (1998) | 27

- Grêmio/RS (1999-2001) | 20

- Flamengo/RJ (2001) | 1

- Sport/PE (2001) | 25

- Júbilo Iwata/Japão (2002-2005) | 88

- Yokohama Marinos/Japão (2005) | 9

- Omiya Ardija/Japão (2006) | 12

- Al-Khor/Qatar (2007-2009) | 52

- Al-Sadd/Qatar (2009) | 8

- Bahia/BA (2010) | 22

- Santa Cruz/PE (2011) | 4

- DPMM/Brunei (2012) | 5

- Chapecoense (2012) | 2

* Mais 23 assinalados pela Seleção Brasileira de Base



Comente aqui
01 out14:47

Gral comanda a vitória da Chapecoense

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Em sua segunda partida pela Chapecoense Rodrigo Gral foi o comandante do time na vitória por 3 a 1 sobre o Duque de Caxias, no domingo, dia 30, no Índio Condá. Com o resultado o time do Oeste chegou à vice-liderança do Grupo B, com 23 pontos, ultrapassando o time carioca, que tem 22.

Com Rodrigo Gral em campo a Chapecoense parece ganhar uma força extra. Se no primeiro jogo contra o Caxias ele participou dos dois primeiros gols, ontem ele fez o primeiro gol num jogo oficial com a camisa verde e branca. Logo aos seis minutos, Neném recebeu na direita e cruzou para a área. Gral apareceu no meio dos zagueiros grandalhões e cabeceou forte para dentro do gol. Ele saiu batendo no peito e gritando para os torcedores atrás do gol da Ala Sul: -Eu sou chapecoense- em referência à terra onde nasceu, antes de fazer sucesso em clubes como Grêmio e Flamengo.

A torcida respondeu: – Uh,terror, o Rodrigo é matador.

Gral pegou uma bandeira com o símbolo do clube que tinha escondido na caneleira e comemorou com os companheiros. O atacante ainda passou pela frente das sociais e cadeiras, vibrando muito. Afinal, ele estava realizando o sonho de marcar um gol pelo time do coração, onde há mais de 20 anos estava do outro lado da cerca, na arquibancada, torcendo.

Foi por isso que Gral decidiu voltar para Chapecó, depois de uma temporada no futebol asiático do Barein. Mesmo sem a faixa de capitão, Gral virou o comandante do ataque. Ele orientava Jô como fazer a melhor jogada, tabelava com Athos e Neném. Voltava para marcar e dar combate. E movimentava-se para livrar-se dos zagueiros. Num cruzamento de Rafael Lima que Athos deixou passar, Gral quase marcou o segundo, mas a bola subiu uns 30 centímetros a mais do que o esperado.

Aos 42 minutos, na cobrança de escanteio de Athos, Gral atrapalhou o goleiro. André Paulino aproveitou e fez o segundo, de cabeça.

O Duque de Caxias ainda voltou melhor no segundo tempo e descontou, aos cinco minutos. Rodrigo Gral já estava sem a mesma condição física. Por isso, aos oito minutos do segundo tempo, ele foi substituído, como tinha ocorrido no jogo contra o Caxias. A partir daí a Chapecoense virou um time com menos brilho. Mesmo assim, seu substituto, Henrique, que fazia sua estreia, conseguiu fazer um gol, aos 33 minutos do segundo tempo.

Nos dois jogos em que Rodrigo Gral atuou, a Chapecoense fez sete gols. Um a menos dos que os gols marcados nas outras 12 partidas. Gral sabe fazer gols, orienta o time, e faz a Chapecoense ser mais perigosa no ataque. Como a defesa já era boa, a Chapecoense dá mostras que tem força para buscar uma vaga na Série B de 2013.


Como é fazer o primeiro gol pelo time da sua terra natal?

Gral: Bom demais, ainda não caiu a ficha.


E o símbolo da Chapecoense que você pegou na comemoração?

Gral: É uma bandeira da Chapecoense. Todo mundo sabe que sou chapecoense. Vou levar ela comigo até o acesso à Série B.


Em apenas dois jogos você este bem entrosado e o time tem rendido bem?

Gral: Pena que ainda não consegui completar um jogo, mas estou feliz. O gol é consequência do trabalho de todo o grupo, criamos bastante, a torcida está comparecendo e a cidade está vivendo esse clima de Série C.


Comente aqui
28 set20:06

Henrique é liberado para jogo de domingo

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O novo atacante da Chapecoense, Henrique, que foi contratado junto ao Cianorte/PR, teve a documentação liberada para o confronto de domingo, contra o Duque de Caxias/RJ. A partida válida pela Série C será neste domingo na Arena Condá. O nome dele foi publicado no final da tarde desta sexta-feira no Boletim Informativo Diário da Confederação Brasileira de Futebol.

No treinamento de sexta-feira ele fez três gols. Mas deve começar a partida no banco, pois foi apresentado na quinta-feira e treinou apenas dois dias com o grupo.

Henrique tem 23 anos e fez o gol mais rápido da Série D, aos 15 segundos, em partida contra o Concórdia.

Comente aqui
28 set07:55

Chapecoense contrata atacante “The Flash”

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Henrique, o novo reforço no ataque da Chapecoense, foi apresentado na tarde desta quinta-feira na Arena Condá. O atacante de 23 anos veio por empréstimo do Cianorte/PR, onde participou de seis partidas na Série D. Ele fica no clube até o final da Série C.

José Henrique da Silva Dourado é natural de São Paulo e está em Chapecó com a esposa Samylle e o filho de oito meses, Vinicius. Ele já passou por equipes como União São João e Santo André.

De acordo com o diretor de futebol da Chapecoense, Mauro Stumpf, o jogador tinha também propostas de equipes do Paraná e do Nordeste.

- Estou muito feliz em vestir essa camisa e quero mostrar aqui o que fiz nos outros clubes que passei – disse Henrique.

O atacante fez o gol mais rápido da Série D, em apenas 15 segundos. Foi contra o Concórdia, no dia 22 de setembro. Após a saída a bola foi tocada para trás, o zagueiro do Cianorte deu um chutão para o ataque, a zaga do Concórdia afastou mal e os meias entraram tabelando e cruzaram na segunda trave onde Henrique chegou concluído de cabeça para a rede.

Veja o Gol “The Flash”

Henrique que estava no ritmo de treinos poderá estar a disposição do técnico Gilmar Dal Pozzo para a partida de domingo, contra o Duque de Caxias/RJ, em casa. Para isso o nome dele precisa estar inscrito no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.

- Até o final desta sexta deve estar no BID – disse Stumpf. Após a apresentação o novo atacante já treinou com a equipe.


Perfil:

José Henrique da Silva Dourado, Henrique

23 anos (15/08/89)

Natural de São Paulo/SP

Altura: 186 cm

Peso: 80 Kg


Ping-pong

Diário Catarinense – Por quais clubes já passou?

Henrique – Iniciei minha carreira em 2007 no Flamengo de Guarulhos/SP. Depois passei pelo Lemense, União São João e Santo André, onde fiquei até o ano passado quando fui para o Cianorte. Atuei em seis partidas com o clube na Série D.


DC – Conhecia a equipe da Chapecoense?

Henrique – Sim. No ano passado, ainda quando estava no Santo André, participei de uma partida contra a equipe pela C. Também conheço o Rafael Mineiro. Jogamos juntos no Cianorte.


DC – O que a torcida do Verdão pode esperar de ti?

Henrique – O que me trouxe aqui foi a vontade de jogar e ajudar os outros jogadores para conseguirmos o acesso. E quero mostrar para a torcida tudo de bom que fiz nos outros clubes que passei.




Comente aqui
27 set10:15

Henrique é o novo atacante da Chapecoense

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Henrique é o novo reforço da Chapecoense no ataque. O atleta que estava no Cianorte/PR vem por empréstimo por três meses. O atacante que disputava a Série D será apresentado na tarde desta quinta-feira na sala de imprensa do clube, na Arena Condá. A confirmação é do diretor de futebol, Mauro Stumpf.

- Ele tem um bom histórico no Cianorte e vai ajudar o nosso ataque – disse Mauro. A diretoria estava em conversa também com outros dois atletas.

José Henrique da Silva Dourado, Henrique, 23 anos, é natural de São Paulo e já passou por equipes como União São João e Santo André.



José Henrique da Silva Dourado, Henrique

23 anos (15/08/89)

Natural de São Paulo/SP

Altura: 186 cm

Peso: 80 Kg

Atuou no União São João, Santo André.

Comente aqui
27 set09:27

Novo atacante da Chapecoense será apresentado nesta quinta-feira

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O reforço no ataque da Chapecoense será apresentado na tarde desta quinta-feira na sala de imprensa do clube, na Arena Condá. Segundo o diretor de futebol, Mauro Stumpf, o atacante já está em Chapecó.

- Assim que tivermos o contrato assinado vamos confirmar o nome dele – disse Mauro.

O nome mais provável é de Henrique, que está no Cianorte/PR. O atacante de 23 anos que disputa a Série D deve vir por empréstimo.



Comente aqui