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Aulas

05 set16:26

Aulas na Universidade Federal da Fronteira Sul serão retomadas

Representantes do comando de greve dos docentes, procuradoria e representantes do corpo discente e docente da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) decidiram após reunião na terça-feira, dia 4, retomar as aulas nos campi da Instituição.

Para os campi de Realeza/PR, Chapecó, Cerro Largo/RS e Erechim/RS, a reposição das aulas referentes ao primeiro semestre letivo de 2012 inicia no dia 10 de setembro.

A Reitoria orienta para que os alunos matriculados em cursos de graduação ofertados nesses campi retornem para a Universidade na segunda-feira.

Outra decisão tomada na reunião é que os docentes não deverão realizar avaliações e trabalhos que ficaram pendentes nesta primeira semana. Esses deverão ser realizados a partir do dia 17 de setembro.

No Campus Laranjeiras do Sul o segundo semestre letivo de 2012 poderá ser iniciado no dia 12 de setembro.


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26 jul09:25

IFSC suspende começo do segundo semestre letivo em Chapecó e mais 14 campi

A decisão de adiar o retorno das aulas veio depois de uma reunião feita na última terça-feira, quando foi mostrada a situação dos campi do IFSC, que com a greve dos técnico-administrativos e docentes, não tinham condições de começar o segundo semestre. Cada campus seguia um calendário, e as aulas iniciariam entre 25 e 30 de julho.

A justificativa dada pela reitora, Maria Clara Kaschny Schneider, em nota oficial, foi a de que medida pretende evitar maiores prejuízos aos estudantes. Ela esclareceu ainda que a decisão respeita a situação apresentada por cada um dos campi durante esta última semana e que em alguns lugares o primeiro semestre nem chegou a ser encerrado. A resolução completa pode ser lida aqui.

Os campi de Caçador, Criciúma, Lages e Urupema não terão alteração no início das aulas, mantendo assim, o calendário acadêmico já previsto.

Reuniões serão feitas no dia 30 deste mês e 1º de agosto, nas quais será reavaliada a decisão de suspensão do início das aulas.

Na terça-feira, o Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina também adiou o começo do segundo semestre.


DIÁRIO CATARINENSE



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23 abr21:38

20% dos professores em greve no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) estima em pelo menos 20% a adesão dos professores na greve, na região Oeste. Já a Gerência Regional de Educação afirmou que apenas 7,7% dos professores não estavam em sala de aula na tarde desta segunda-feira, nas 40 escolas dos nove municípios abrangidos.

A orientação da gerência é que os pais mandem os alunos para as salas de aula.

Nesta segunda foram realizadas as assembleias em 30 regionais para definir os representantes do comando de greve. Em Chapecó a assembleia foi realizada no Sindicato dos Bancários. De acordo com o Sinte 250 professores participaram do ato.

Para esta terça-feira está prevista uma manifestação a partir das 8h30, na Praça Coronel Bertaso.

Em Chapecó uma das escolas com maior adesão foi a Zélia Scharff. Lá paralisaram 24 dos 83 professores, segundo o diretor Jubilei Dalcin. A escola tem 1,8 mil alunos. Os que tiveram autorização dos pais foram para casa. Foi o caso de Ariel Nolasco, da oitava série. Ele teve apenas uma aula de Ciências, dos cinco períodos previstos. Os professores das duas aulas de Matemática e das duas aulas de Inglês não apareceram.

- É ruim assim porque no final tem que vir de novo – argumentou Nolasco, sobre ter algumas aulas e outras não.

Em outras escolas grandes de Chapecó, como Bom Pastor e Marechal Bormann, a adesão foi de apenas dois professores em casa, segundo os diretores.

A presidente do Sinte, Alvete Bedin, que está em Chapecó, acredita que a adesão da categoria vai passar de 50%.

- O magistério sabe que o plano é achatado – argumentou.

Ela afirmou que foi para o Oeste pois é sua base e cada um dos dirigentes foi para uma regional, para auxiliar na mobilização.

Uma das reivindicações da categoria é o reajuste do piso em 22,22% de forma igual. De acordo com o Sinte, o governo deu esse reajuste somente para parte dos professores, principalmente em início de carreira. Alvete afirma que isso é um desestímulo para a carreira do professor.

Ela afirmou que o Sinte está aberto a negociação com o Governo do Estado e acredita que a sociedade vai ficar ao lado da categoria. Ela não teme desgaste com duas greves seguidas pois entende que a paralisação deste ano é continuidade da mobilização do ano passado.

Na quarta-feira acontece a reunião do Comando de Greve, às 9 horas, na sede do Sinte, em Florianópolis.



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23 abr11:51

Sinte realiza assembleias regionais e acredita em grande adesão

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) programou para hoje as assembleias em 30 regionais para definir os representantes do comando de greve. Em Chapecó a assembleia ocorre a partir das 14h30, no Sindicato dos Bancários.

A presidente do Sinte, Alvete Bedin, que está em Chapecó, acredita em grande adesão da categoria. – Acho que já passa de 50% porque o magistério sabe que o plano é achatado – argumentou.

Uma das reivindicações da categoria é o reajuste do piso em 22,22% de forma igual. De acordo com o Sinte, o governo deu esse reajuste somente para parte dos professores, principalmente em início de carreira. Alvete afirma que isso é um desestímulo para a carreira do professor.

Ela afirmou que o Sinte está aberto a negociação com o Governo do Estado e acredita que a sociedade vai ficar ao lado da categoria. Ela não teme desgaste com duas greves seguidas pois entende que a paralisação deste ano é continuidade da mobilização do ano passado.

Na quarta-feira acontece a reunião do Comando de Greve, às 9 horas, na sede do Sinte, em Florianópolis.


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23 abr09:19

Começa nesta segunda-feira a greve dos professores da rede estadual

Por tempo indeterminado, começa neste segunda-feira a greve do magistério estadual. A expectativa da Secretaria de Educação é de que a minoria de professores pare as atividades e, por isso, as aulas devem ser normais. Já o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) promete ampla adesão ao movimento.

O secretário de Educação, Eduardo Deschamps, informou, com base em informações repassadas pelas gerências regionais de Educação, de que a adesão será pequena e que os professores irão parar as atividades de maneira isolada.

— Não recebi informação de escolas parando completamente — ressaltou.

Na última sexta-feira, foi feita uma videoconferência com os diretores dos colégios. A orientação encaminhada a todos foi a de manter a normalidade das aulas e das atividades. Além disso, será feito o lançamento das faltas dos professores ausentes. Como há a previsão de adesão baixa, o secretário acredita que os estudantes não terão apenas uma ou duas aulas, como acontecia no ano passado:

— Se confirmar o que estamos esperando, os pais podem encaminhar os filhos ao colégio, porque eles terão atividades. Hoje, as aulas devem ser normais e, se não for em todas as escolas, é porque teremos alguns casos isolados.

As negociações seguem paradas. Deschamps voltou a afirmar que elas só voltarão a acontecer quando os professores retornarem para a sala de aula:

— Não vamos fazer isso, porque só estende a paralisação, gerando mais prejuízos aos alunos e aos familiares. Se houve uma interrupção das negociações foi por parte da categoria que entrou em greve.

Neste final de semana, o governo veiculou, na televisão, um comunicado oficial informando os reajustes dados ao magistério e pedindo aos professores que não paralisem as atividades.


Sindicato rebate e afirma que adesão será grande

Após o anúncio da greve, na última terça-feira, as regionais do Sinte começaram a mobilização em escolas e com os professores. Por isso, a coordenadora do sindicato, Alvete Bedin, afirma que o movimento terá uma adesão grande, com a maioria dos professores em greve. Ela observa que, desde julho do ano passado, o governo teve tempo para negociar com a categoria em aula.

— Ficamos em estado de greve e poderíamos ter paralisado desde o início do ano letivo. Foi pedida uma proposta e o governo apresentou uma sem contemplar a nossa reivindicação. Ele que quis a greve, porque disse que essa era a última oferta. Estamos abertos a novas conversas — explicou.


DIÁRIO CATARINENSE

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17 abr18:46

Escolas fechadas ou sem algumas aulas no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Enquanto os professores realizavam sua assembleia em Florianópolis em Chapecó algumas escolas tiveram algumas aulas suspensas ou até fecharam completamente. As escolas Marechal Bormann e Bom Pastor não tiveram aulas.

Na escola Marechal Bormann 996 alunos ficaram sem aula. – Os professores decidiram paralisar hoje (ontem) mas a maioria não deve aderir à greve – afirmou o diretor René Ternus.

Na escola Zélia Scharff, o diretor Jubilei Dalcin disse que apenas uma turma teve aula ontem, de 1,8 mil alunos. Na escola Bom Pastor, apenas seis professores não compareceram, segundo a direção. Os alunos tiveram que ficar no pátio da escola. A sétima série não teve aulas de Artes e Matemática. –A gente fica conversando com os colegas- disse Luis Henrique Balbinot Paludo, de 13 anos. Ele afirmou que os professsores tem direito de reivindicar melhor salário, mas que a greve atrapalha o ensino.

– No ano passado quando voltaram da greve os professores explicavam pela metade – argumentou. – A gente se ferra no final- completou Keythleen Ambrósio, 13 anos, que aproveitava o tempo ocioso para ouvir música. Ela disse que a única coisa que não muda é seus colegas incomodando.

Lara Debona, 12 anos, manifestou que não pretende enfrentar outra greve. – É muito ruim, vou para um colégio particular- ameaçou. Letícia Dalla Vecchia, lembrou que sua irmã estava terminando o Ensino Médio e perdeu conteúdo que caiu no vestibular. Ou seja na briga entre Governo e professores novamente os alunos novamente levam a pior.

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06 abr16:53

Aulas do Coral Municipal de Abelardo Luz recomeçam na segunda-feira

Recomeçam na segunda-feira, dia 9 de abril, as atividades do Coral Municipal de Abelardo Luz. A primeira aula será com a turma do coral adulto, às 18h30, na sala do departamento de Cultura, que funciona anexa ao Clube Real.

Os interessados em participar devem fazer a inscrição no local. Além do coral adulto também serão abertas, no horário vespertino, duas turmas do coral infanto-juvenil, uma das 13h30 às 14h30 e outras das 15h30 às 16h30.

O Coral Municipal de Abelardo Luz iniciou suas atividades em abril de 2011, com cerca de 80 componentes de várias idades. Desde sua fundação já realizou inúmeras apresentações, especialmente na programação de fim de ano e do Natal das Águas, onde lançou o seu primeiro CD de músicas natalinas.

As aulas são ministradas pelo professor Valdir Alves da Silva Wasmuth de Chapecó, que desde o início atua como maestro regente do grupo. Para participar entre em contato pelo telefone 49 3445 4322 ramal 212.


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28 mar18:01

Aulas do Programa Brasil Alfabetizado começam em Chapecó

As aulas do Programa Brasil Alfabetizado realizadas nos bairros e em comunidades do interior de Chapecó iniciaram esta semana. Através das atividades, jovens, adultos e idosos têm a oportunidade de aprender a ler e a escrever. O Programa é desenvolvido em parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e o Ministério da Educação (MEC).

Segundo a Secretária de Educação Astrit Tozzo, dentre os resultados obtidos estão a redução no índice de analfabetismo, a oportunidade para a realização do exercício pleno da cidadania, a melhoria na qualidade de vida dos estudantes e da família, e a possibilidade de continuar os estudos. – Educação é um direito de todos em qualquer momento da vida. Poder abrir as portas da sala de aula àqueles que antes não tiveram oportunidade para estudar é muito mais que ensinar a ler e escrever, é possibilitar que sejam cidadãos ativos na comunidade a qual pertencem – afirma a secretária.

As aulas do Brasil Alfabetizado acontecem todas as segundas, quartas e sextas-feiras, em Escolas Básicas Municipais, Centros de Educação Infantil, Centros Comunitários e Associações. Os interessados em participar de aulas de alfabetização ou que queiram melhorar a leitura e escrita, devem entrar em contato com o Centro Educacional de Jovens e Adultos Municipal (Cejam), localizado anexo a Arena Condá, ou pelo telefone 49 2049-9437.


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23 mar10:42

Escolas paralisadas por falta de água

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Até aulas estão sendo suspensas em virtude da estiagem, que já atinge 112 municípios em Santa Catarina. Em Dionísio Cerqueira cerca de quatro mil alunos estão sem aula nas redes municipal e estadual.

- É impossível trabalhar com todas essas crianças sem água – disse a diretora da Escola Municipal Castro Alves, Genessi Semioni, que conta com 400 alunos da primeira a quinta séries do Ensino Fundamental. Ela informou que há 15 dias a escola recebia água um dia pela manhã e outro dia à tarde. Só que, a partir da semana passada, a escola começou a ficar um dia com água e outro sem. Com isso não era possível dar descarga no banheiro, preparar a merenda e os estudantes tinham que trazer de casa o que iriam beber. – Até a higiene dos alunos ficou comprometida – explicou.

Luciano Zacarias, que estuda na sétima série da escola estadual Irineu Bornhausen, confirmou que a escola ficou sem água e não havia como fazer a merenda. Vilmar Ribeiro, que estuda na oitava série da escola estadual Theodureto de Farias Souto, disse que está desde sexta-feira sem aula. – Na segunda-feira à tarde fui na escola e me mandara pra casa- lembrou. A água havia terminado às 10 horas da manhã.

Na segunda-feira houve uma reunião com representantes do Estado, da Casan, da Defesa Civil e Bombeiros, quando foi decidido pela paralisação das cinco escolas estaduais e 13 municipais. A gerente de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, Nilza Sufredini, disse que a suspensão vai até segunda-feira, quando será feita uma nova avaliação da situação. Durante a reunião foi solicitado para a Casan e Bombeiros caminhões para auxiliar no abastecimento e, assim, retomar as aulas.

A gerência de Educação também está adquirindo uma caixa de água com 10 mil litros para cada escola. Com isso haverá uma capacidade maior de reserva para enfrentar o racionamento. Além disso será feita a aquisição de água mineral para os alunos terem o que beber. Nilza afirmou que se a paralisação ultrapassar uma semana pode começar a comprometer o calendário escolar.

Um caminhão dos Bombeiros, com capacidade de 24 mil litros, chegou ontem na cidade. De acordo com o comandante da corporação, Vilson José Sturm, os pontos de captação são o lago do Peperi-Guaçu na fronteira com a Argentina, o rio Capanema no Paraná e açudes do interior. A Casan também deve contratar mais caminhões para auxiliar no transporte, já que a demanda é de 4,8 milhões de litros por dia e a produção está em apenas 1,8 milhão. O prefeito de Dionísio Cerqueira, Altair Rittes, disse que já foram suspensos os eventos públicos, cancelados novos alvarás para a construção civil, suspensão de lavação nos postos e o município autorizou a Casan a multar quem desperdiçar água.


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20 mar15:26

Estiagem suspende temporariamente aulas em Dionísio Cerqueira

A estiagem que assola a região Oeste de Santa Catarina causou mais um transtorno, desta vez na área da educação. Dionísio Cerqueira teve as aulas, nas redes estadual e municipal de ensino, canceladas por dois dias em função da falta de água que atinge a cidade e o interior.

Segundo a gerente de Educação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, Nilza Suffredini, uma reunião realizada na tarde desta segunda-feira, dia 19, determinou a suspensão, por dois dias, das aulas em todas as escolas da cidade.

A suspensão acontece nesta terça, dia 20, e quarta-feira, dia 21. Na quarta, a Comissão Municipal de Defesa Civil fará uma nova reunião para avaliar a situação e definir ações estratégicas no combate à estiagem.

A decisão de suspensão temporária ocorreu depois do contato da SDR Dionísio Cerqueira com a secretaria municipal da educação, comando do Corpo de Bombeiros, representante da Defesa Civil, diretores das escolas estaduais e gerente da Casan local.

- A reposição destes dois dias acontecerá no mês de julho, no tradicional período de recesso escolar, com o atendimento normal do transporte escolar – disse a gerente.


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