Aumento

04 dez15:16

Cesta básica tem aumento de 7% em Chapecó

Dos 13 produtos que compõem a cesta básica, nove apresentaram aumentos. Os principais foram o tomate em 55,94%, seguido do arroz, com alta de 24,26%, e do leite, em 18%. Com isso o valor passou de R$ 220,35, em outubro, para R$ 237,12 em novembro.

Segundo o levantamento do curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, realizado em 10 supermercados da cidade, o aumento real foi de R$ 16,77, uma variação de 7,61%.

Já o cesto de 57 produtos básicos teve uma elevação de 0,79%, e passou de R$ 892,06, de outubro, para R$ 899,15, em novembro, o que significa uma diferença real de R$ 7,09.

Esse levantamento é realizado mensalmente pelo curso em supermercados localizados no centro e em bairros da cidade.


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04 set18:20

Cesta básica aumenta 1% em Chapecó, mas elevação dos produtos supera 3%

O valor do cesto de 57 produtos básicos teve em agosto aumento de 3,58% em Chapecó, em relação ao mês anterior. Já a cesta de 13 produtos apresentou elevação de 1,01%. Esses são índices mostrados por levantamento que é realizado mensalmente pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó. A maior elevação de custo registrada no cesto de produtos foi da carne suína, com o expressivo índice de 75,10%, enquanto na cesta básica a batata inglesa liderou o aumento, com 1,55% de variação positiva.

Dos 57 itens pesquisados para o cesto de produtos básicos, 34 registraram aumento no mês passado. O valor do cesto de produtos básicos, que era de R$ 867,18 em julho, passou para R$ 898,22 em agosto, o que significa uma diferença de R$ 31,04 a mais no valor. Com isso, o aumento de 3,58% no mês passado representa o maior registrado nos últimos 12 meses, enquanto a queda mais expressiva ocorreu em junho deste ano, de 1,33%.

De agosto de 2011 a agosto deste ano o aumento acumulado dos 57 produtos básicos chega a 17,02%, passando o cesto de R$ 767,56 para os R$ 898,22 registrados no último mês, ou seja, uma elevação nominal de R$ 130,66. Enquanto a maior elevação foi evidenciada na carne suína, a queda mais significativa de custo em agosto foi verificada na banana, em 28,06%.


Cesta básica

Em agosto, a cesta básica chegou ao valor de R$ 244,06, ante o custo de R$ 241,22 que havia sido registrado em julho. Para o aumento de 1,01% na cesta básica em agosto, todos os 13 produtos contribuíram com elevações. Além de 1,55% no aumento do preço da batata inglesa, os outros produtos com variação mais significativa foram o açúcar, que teve elevação de 1,14%, e a carne de gado, com majoração de 1,04%.


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10 jun17:17

Levantamento mostra aumento no preço da gasolina na região Oeste

Dados coletados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), no período de 27 de maio a 2 de junho, servem de base para análise sobre os preços da gasolina comum, organizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó. Através do Projeto de Acompanhamento de Preços Regionais, foram analisados os preços praticados em 384 postos de combustíveis, de 22 municípios catarinenses.

Uma das informações do levantamento é de que os preços chegam a variar R$ 0,41 entre as regiões, com o mínimo encontrado num posto em Itajaí (R$ 2,472) e o máximo em Mafra (R$ 3,000). Na região Oeste, Chapecó apresentou o preço médio de R$ 2,773, São Miguel do Oeste R$ 2,886 e Xanxerê de R$ 2,823.

Quanto às variações percentuais do preço de venda, a maior alta foi registrada em Brusque, com 1,82% em média por litro. Já a maior queda foi no município de Itajaí, com 8,55%. Com relação aos municípios do Oeste, Chapecó registrou alta de 0,11%, São Miguel do Oeste pequena queda de 0,24% e Xanxerê teve aumento de 1%. Quanto aos maiores desvios, Chapecó apresentou variação de R$ 0,082 entre o maior e o menor preço, em São Miguel do Oeste foi de R$ 0,051 e em Xanxerê de R$ 0,043 por litro.

Outra indicação é de que no mês de maio os preços da gasolina comum nos municípios da Região Oeste novamente foram superiores ao preço praticado em Florianópolis. Chapecó teve custo maior em 5,28%, São Miguel do Oeste em 9,57% e Xanxerê em 1,8%.

Os municípios que apresentaram indícios de cartel no mercado da gasolina comum, em maio, foram Blumenau, com 0,0089 de coeficiente de variação do preço de revenda ao consumidor, e Jaraguá do Sul, com 0,0057, ambos com número de postos pesquisados relativamente grande. O coeficiente de variação é a medida sugerida pela ANP para avaliar a possibilidade de cartéis. Nesse sentido, quando esse indicador é inferior a 0,010, durante um período de 24 meses, o mercado está organizado em conluio.


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26 mai07:59

Soja atinge preço recorde em Santa Catarina

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Em apenas um ano a saca da soja em Santa Catarina subiu 37,9% , passando de R$ 40,5 em maio do ano passado, para R$ 56 nesta semana. Mas o que parece ser bom para o setor agropecuário na realidade não é tão benéfico assim. É que justamente nesse momento os produtores catarinense perderam boa parte da safra, pela estiagem. E o aumento na oleaginosa aumenta os custos de produção de aves, suínos e leite. E isso pode refletir também na mesa do consumidor.

O presidente da Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, disse que o aumento no preço foi ocasionado pela alta do dólar, que passou de patamares de R$ 1,70 a R$ 1,80 para R$ 2,08; a quebra de 20 milhões de toneladas nas safras do Brasil e Argentina, além do aumento de consumo de sete milhões de toneladas da China e a previsão de redução de área nos Estados Unidos.

Barbieri afirmou que 85% da safra brasileira já foi comercializada e pode até faltar produto para as indústrias. A tonelada de farelo de soja, utilizada na alimentação animal, aumentou de R$ 500 para R$ 900. –Esse aumento de custos está reduzindo a margem de lucro das agroindústrias e deixa o setor em alerta- afirmou Barbieri.

O presidente da Cidasc destacou que outro problema é o aumento dos insumos. A saca de 50 quilos da uréia passou de R$ 40 para R$ 70.

O gerente comercial da Cooperativa Regional Alfa (Cooperalfa), Lourenço Lovatel, disse que o aumento nos insumos pode ser compensado pelo aumento no preço dos produtos. –O ganho na venda do produto é maior que o aumento do custo- explicou. Ele lembrou que o preço em dólar foi até maior em junho de 2008, quando a saca chegou a US$ 30 (R$ 49 com o dólar a R$ 1,61), contra os atuais US$ 27 por saca. Lovatel entende ainda que o aumento do dólar era necessário para que a indústria brasileira recuperasse a competitividade.

No entanto ele reconhece que o custo para produzir suínos, por exemplo, ficou inviável. –O farelo de soja custa R$ 1 e o quilo do suíno, que precisa de três quilos de ração, é R$ 1,90- comparou. Ele espera que as carnes aumentem para compensar o custo. E isso vai refletir no preço ao consumidor.

Outro problema é que o preço aumentou, mas muitos produtores tem uma safra menor. Nas regiões onde a perda foi menor, os agricultores estão comemorando. No Oeste, onde a quebra foi maior, os produtores estão lamentando. –O aumento não compensa pois no ano passado colhemos 20 mil sacas e, neste ano, apenas sete mil- disse Fábio Fonseca, de Chapecó.

Outro agricultor, José Cadore, que tinha colhido 52 sacas por hectare no ano passado, neste ano colheu apenas 22 sacas por hectare. –Não vai sobrar nada para investir na próxima lavoura- explicou.

Somente a Cooperalfa teve uma queda de 36% no recebimento de soja, que passou de 5,5 milhões de sacas, para 3,2 milhões de sacas. Em todo o Estado a quebra foi de 24% em relação ao ano passado. De acordo com dados do Centro de Socieconomia e Planejamento Agrícola da Epagri, a safra será de 1,12 milhão de toneladas, contra 1,49 milhão de toneladas do ano passado.

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03 mai13:34

Governo quer ampliar número de transplantes de órgãos e medula

O governo quer aumentar o número de transplantes de órgãos e de medula óssea no país. Para isso, duas portarias do Ministério da Saúde com normas de estímulo aos hospitais foram publicadas hoje (3) no Diário Oficial da União.

O setor de transplantes ganha reforço com a criação de incentivos financeiros para hospitais que realizem cirurgias na rede pública de saúde. O valor disponível para o custeio dessa iniciativa pode chegar a R$ 217 milhões este ano.

De acordo com as novas regras, os hospitais que fazem quatro ou mais tipos de transplantes – se cumprirem os indicadores definidos pela portaria – poderão receber um incentivo de até 60% em relação ao gasto com os procedimentos de transplantes já pagos pelo Ministério da Saúde.

Para os hospitais que fazem três tipos de transplantes, o recurso será 50% a mais do que o pago atualmente. As unidades que fazem dois ou apenas um tipo de transplante receberão 40% e 30% acima do valor, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, a ideia é aumentar o incentivo de acordo com a quantidade e a complexidade dos transplantes. Além do pagamento pelo transplante, o incentivo poderá servir para manter por mais tempo um paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), se for o caso.

Os hospitais que fazem transplante de rim terão um reajuste específico de 30% para estimular a realização dos procedimentos e a redução do número de pessoas que aguardam pelo órgão. O valor pago para transplantes de rim de doador falecido sobe de R$ 21,2 mil para R$ 27,6 mil. Nos casos de transplante de rim de doador vivo, o valor sobe de R$ 16,3 para R$ 21,2 mil.


AGÊNCIA BRASIL



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02 mai11:31

Área Azul tem novas tarifas em Concórdia

A partir de quarta-feira, dia 2 de maio, os cartões de estacionamento da Área Azul em Concórdia estão com novo preço. Segundo o secretário de Urbanismo e Obras, Elmo Richardi, a empresa responsável fez uma apresentação de contas que comprovou o desequilíbrio financeiro porque está passando.

- A empresa conseguiu comprovar que está gastando mais que arrecada – disse Richardi.

O valor do cartão para uma hora de estacionamento passa de R$ 0,80 para R$ 0,90 e de meia hora passa de R$ 0,40 para R$ 0,45. O percentual de aumento foi de 8%.

- As tarifas ficaram sem nenhum reajuste durante dois anos e, somente agora, com a comprovação da necessidade é que o valor está tendo este aumento – adiantou o secretário.

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16 abr15:26

Reflexos da estiagem no Oeste

Dez locais de compra e a coleta média de 570 preços de produtos fazem parte de pesquisa que o curso de Ciências Econômicas da Unochapecó realiza mensalmente para levantar o custo da cesta básica em Chapecó. Esse levantamento, realizado em 10 supermercados, contém 57 produtos básicos consumidos por uma família chapecoense típica, enquanto outro envolve 13 itens, assim como a cesta nacional.

Em março, os 57 produtos apresentaram elevação de 3,08% no custo, comparativamente ao mês anterior. O valor era de R$ 792,54 e passou a ser de R$ 816,95, com diferença de R$ 24,42 a mais. Em relação a março do ano passado, quando o cesto custava R$ 761,94, a elevação é de 7,22%, com diferença numérica de R$ 55,01.

Do total de 57 produtos pesquisados, 30 registraram aumento, 25 redução e dois não sofreram alteração.

Os três produtos com maior alta foram o tomate, em 32,71%, o papel higiênico, em 23,88%, e o repolho, em 23,01%. As maiores quedas ocorreram na batata inglesa, em 14,89%, em ovos, no percentual de 14,77, e no pão francês, em 6,83%. O grupo dos produtos alimentares, que possui maior peso no total do cesto de produtos básicos, de aproximadamente 72%, apresentou elevação de 4,03% em março e no ano acumula 4,50%.


Cesta também aumenta

A cesta básica de 13 produtos teve elevação de 5,54% em Chapecó. O valor passou de R$ 179,90, registrado em fevereiro, para R$ 189,87. Os principais produtos que contribuíram para o aumento foram as carnes, tomate e os derivados do milho.

O mês passado, no período de um ano, foi o que registrou a maior variação positiva, enquanto a principal redução foi em fevereiro passado, de 5,04%. Comparativamente com março de 2011, quando a variação foi de 1,20%, o poder de compra de uma família típica chapecoense aumentou 7,31%, resultado do ganho salarial de 2012.


Análise das mudanças

As variações registradas em março são consideradas atípicas pela coordenação da pesquisa. Desde 2004 esse mês não apresentava elevação tão significativa, informa o professor Guilherme de Oliveira.

- No atual cenário, não é possível comparar o desempenho do Brasil com Chapecó e o Oeste, pois a região atravessa adversidade climática em função da estiagem – disse.

O professor argumenta que a estiagem contribui para a elevação do preço dos grãos e nesse sentido os derivados do milho, como a farinha, e de soja, como o óleo, registraram aumento em março.

Entretanto, o principal motivo para a elevação dos preços foi o aumento das carnes de gado e de frango, que contribuem significativamente na cesta consumida por uma família típica chapecoense.

- O frango reflete o aumento do milho em decorrência da estiagem que eleva os custos de produção de algumas agroindústrias da região, resultando em aumento de preço – explica o professor.

Sobre a carne bovina, Guilherme argumenta que a estiagem também prejudica as pastagens, o que dificulta a engorda dos animais e diminuindo a oferta no curto prazo.


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