Básica

04 ago15:30

Tomate eleva o valor da Cesta Básica em Chapecó

O aumento de 3,13% no custo do cesto de 57 produtos básicos alimentares, não alimentares e serviços tarifados foi registrado em Chapecó no mês de julho. Esse índice é uma das informações que está em pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó. Entretanto, o dado mais expressivo levantado pelo curso refere-se à variação no custo da cesta básica de 13 produtos alimentares, exclusivamente, que chegou a 10,9%.

Em julho o preço da cesta básica foi de R$ 241,22, ante R$ 217,51 do mês anterior, o que representa um acréscimo de R$ 23,71. Dos 13 itens, 11 apresentaram aumentos no mês passado e dois tiveram redução no custo. As principais altas ocorreram no tomate, em 47,28%, no açúcar, em 27,54%, e no café moído, em 16,32%.

Quanto ao cesto de 57 produtos, 35 deles sofreram aumento no mês passado e 22 apresentaram diminuição no custo. O valor identificado em julho foi de R$ 867,18, enquanto no mês de junho havia sido de R$ 840,84, o que significa R$ 26,34 a mais. Em 12 meses, o valor teve alta acumulada de 14,48%, ou seja, R$ 109,65 sobre o custo de R$ 757,53, pesquisado em julho de 2011.

Em termos de grupos de produtos, os alimentos, que têm a representatividade de aproximadamente 72% no total do cesto, apresentaram em julho aumento de 3,32% e neste ano a elevação chega a 16,51%. No grupo dos produtos não alimentares, a alta de junho para julho foi de 8,35%, enquanto os serviços tarifados foram elevados em 0,82%.


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11 jun14:27

Produtos básicos têm pequena alta em Chapecó

Os produtos básicos de consumo familiar tiveram uma elevação de 1,71% no mês de maio em Chapecó. O cesto de 57 produtos, conforme pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, passou de R$ 837,85 para R$ 852,20, com uma diferença de R$ 14,35. Já a cesta básica, formada pelo grupo de 13 produtos, apresentou aumento de 4,01%. Com isso, o valor foi de R$ 181,60 em abril para R$ 188,88 no mês passado.

No período de um ano, o aumento acumulado é de 12,62%, em relação ao valor de maio de 2011, que era de R$ 756,70, o que significa R$ 95,50 a mais. O levantamento indica que nos últimos 12 meses o cesto oscilou entre valores positivos e negativos, com o maior aumento registrado em abril de 2012, de 2,56%, e a maior queda em maio de 2011, de 2,18%.

Quanto aos produtos que lideraram as altas e quedas em maio, eles são do grupo de alimentos. O pão francês liderou a alta, com 35,62%, seguido pelo leite, com 33,05%, e pelo tomate, que aumentou de preço em 30,25%. As maiores quedas foram no aparelho de barbear, em 30,07%, seguido pelo biscoito maria, em 24,42%, e pelo repolho, em 21,62%.


Cesta básica

A diferença de custo da cesta básica em maio, de 4,01%, representou R$ 7,28 a mais no valor. Essa cesta, semelhante à nacional, é formada por açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne moída de segunda, farinha de trigo, feijão preto, leite tipo C, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.

Mesmo ultrapassando os 4%, a maior variação positiva foi registrada em março deste ano, com 5,54%. No mês anterior ocorreu a maior variação negativa, de 5,04%. Em maio, uma família típica de Chapecó necessitou de 0,33% do salário mínimo para adquirir a cesta básica, um ponto percentual a mais do que em abril.


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16 abr15:26

Reflexos da estiagem no Oeste

Dez locais de compra e a coleta média de 570 preços de produtos fazem parte de pesquisa que o curso de Ciências Econômicas da Unochapecó realiza mensalmente para levantar o custo da cesta básica em Chapecó. Esse levantamento, realizado em 10 supermercados, contém 57 produtos básicos consumidos por uma família chapecoense típica, enquanto outro envolve 13 itens, assim como a cesta nacional.

Em março, os 57 produtos apresentaram elevação de 3,08% no custo, comparativamente ao mês anterior. O valor era de R$ 792,54 e passou a ser de R$ 816,95, com diferença de R$ 24,42 a mais. Em relação a março do ano passado, quando o cesto custava R$ 761,94, a elevação é de 7,22%, com diferença numérica de R$ 55,01.

Do total de 57 produtos pesquisados, 30 registraram aumento, 25 redução e dois não sofreram alteração.

Os três produtos com maior alta foram o tomate, em 32,71%, o papel higiênico, em 23,88%, e o repolho, em 23,01%. As maiores quedas ocorreram na batata inglesa, em 14,89%, em ovos, no percentual de 14,77, e no pão francês, em 6,83%. O grupo dos produtos alimentares, que possui maior peso no total do cesto de produtos básicos, de aproximadamente 72%, apresentou elevação de 4,03% em março e no ano acumula 4,50%.


Cesta também aumenta

A cesta básica de 13 produtos teve elevação de 5,54% em Chapecó. O valor passou de R$ 179,90, registrado em fevereiro, para R$ 189,87. Os principais produtos que contribuíram para o aumento foram as carnes, tomate e os derivados do milho.

O mês passado, no período de um ano, foi o que registrou a maior variação positiva, enquanto a principal redução foi em fevereiro passado, de 5,04%. Comparativamente com março de 2011, quando a variação foi de 1,20%, o poder de compra de uma família típica chapecoense aumentou 7,31%, resultado do ganho salarial de 2012.


Análise das mudanças

As variações registradas em março são consideradas atípicas pela coordenação da pesquisa. Desde 2004 esse mês não apresentava elevação tão significativa, informa o professor Guilherme de Oliveira.

- No atual cenário, não é possível comparar o desempenho do Brasil com Chapecó e o Oeste, pois a região atravessa adversidade climática em função da estiagem – disse.

O professor argumenta que a estiagem contribui para a elevação do preço dos grãos e nesse sentido os derivados do milho, como a farinha, e de soja, como o óleo, registraram aumento em março.

Entretanto, o principal motivo para a elevação dos preços foi o aumento das carnes de gado e de frango, que contribuem significativamente na cesta consumida por uma família típica chapecoense.

- O frango reflete o aumento do milho em decorrência da estiagem que eleva os custos de produção de algumas agroindústrias da região, resultando em aumento de preço – explica o professor.

Sobre a carne bovina, Guilherme argumenta que a estiagem também prejudica as pastagens, o que dificulta a engorda dos animais e diminuindo a oferta no curto prazo.


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20 mar15:04

Obras de ampliação da Escola Básica Municipal São Lourenço em fase de acabamento

O Governo Municipal está investindo mais de R$ 1,5 milhões nas obras de ampliação da Escola Básica Municipal São Lourenço do Oeste. A construção está em fase de acabamento e em breve, a comunidade escolar do Bairro São Francisco deve receber uma das melhores estruturas físicas do município, com capacidade para abrigar a atual e futura demanda.

A escola ganhou um ginásio com quadra poliesportiva com capacidade para 420 pessoas, sanitários masculino e feminino, almoxarifado, área coberta com mesas e bancos, salas para abrigar as oficinas realizadas na escola, rampa de acesso ao pavimento superior do prédio já existente e praça de lazer.

Além da construção do ginásio e espaços anexos, o pátio da escola ganhou um muro que cerca todo o terreno e no local, onde existia a quadra de areia foi construído também, um campo de futebol suíço que ganhará iluminação para uso da comunidade, no período noturno.

O projeto contemplou ainda a construção de área coberta para a circulação dos usuários garantindo a proteção tanto no calor, como em períodos de chuva.

A próxima etapa será a licitação e contratação de empresa especializada, para a pavimentação do pátio e estacionamento da escola. O novo prédio ficará com 2.703 m² de área construída.


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05 mar16:30

Cesta básica registra queda em Chapecó

O curso de Ciências Econômicas da Unochapecó desenvolve mensalmente o levantamento de preços e o cálculo da cesta básica para o município, tendo como base a Pesquisa de Orçamento Familiar. No mês de fevereiro, o valor da cesta registrou queda de 5,04%, passando de R$ 189,45, valor identificado em janeiro, para R$ 179,90, o que representa a maior queda registrada no valor da cesta no período de um ano.

Com essa redução de R$ 9,55 no valor da cesta, o consumidor passa ter mais poder de compra. Conforme a pesquisa, uma família típica de Chapecó necessitou de 0,31% do salário mínimo para adquirir a cesta básica em fevereiro, enquanto em fevereiro do ano passado era necessário 0,35%. Com isso, percebe-se que o poder de compra de uma família típica chapecoense aumentou 4%.

Dos produtos que mais contribuíram para redução do custo da cesta básica em fevereiro, destaca-se a queda no valor do tomate, em 37,16%. Outras reduções significativas ocorreram nos preços da banana, em 14,75%, da batata inglesa, em 2,67%, do leite, em 0,82% e na carne, em 0,77%.


Cesto de produtos básicos

Outro levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó é o custo do cesto de produtos básicos de 57 produtos. No mês de fevereiro, o custo do cesto de produtos básicos apresentou elevação média de 0,26%. O valor para sua aquisição passou de R$ 790,52 em janeiro para 792,54 em fevereiro. Ou seja, para o bolso do consumidor foi um aumento de R$ 2,02. Com essa elevação, uma família típica chapecoense necessita de 1,27 salários mínimos para adquirir o cesto de produtos básicos.

Diante dos 57 itens pesquisados na composição do cesto de produtos básicos, o grupo dos produtos alimentares, que possui o maior peso no total, apresentou elevação de 0,45%. Já os produtos in natura apresentaram aumento de 0,81%, os industrializados subiram 0,58%, os semi-industrializados aumentaram 0,07% e o grupo dos não alimentares registrou redução de 0,18%.


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09 fev10:06

Alta dos alimentos reduz poder de compra dos chapecoenses

Pesquisa realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó mostra que a cesta básica em Chapecó apresentou aumento de 1,14% em janeiro. Essa variação positiva fez seu valor passar de R$ 187,31 em dezembro para R$ 189,45 em janeiro passado. Dos produtos que mais contribuíram para esse aumento, destaca-se a variação positiva no feijão preto, em 25,85%, na banana, em 12,04%, e na batata inglesa, em 10,33%.

Com a variação positiva, uma família típica de Chapecó precisou de 0,33% salários mínimos para adquirir a cesta básica em janeiro. Em dezembro esse montante era de 0,37%, ou seja, uma redução de aproximadamente quatro pontos percentuais. Conforme o professor Guilherme de Oliveira, coordenador da pesquisa da cesta básica, cabe salientar que no mês de janeiro o salário mínimo foi reajustado em 14%.

A cesta básica é composta por 13 produtos. São eles: açúcar, arroz, banana, batata inglesa, café moído, carne moída de segunda, farinha de trigo, feijão preto, leite tipo C, margarina, óleo de soja, pão francês e tomate.

O curso desenvolve mensalmente o levantamento dos preços e o cálculo da cesta básica em Chapecó, tendo como base a Pesquisa de Orçamento Familiar, realizada em 1994. Nesse ano, os hábitos de consumo foram estudados com base em entrevista com famílias do município, escolhidas segundo critérios estatísticos. Os preços são coletados atualmente nos seguintes locais de compra: Alberti (Efapi), Barp, Brasão (Centro), Bedin I (Palmital), Celeiro (Itália), Cristo Rei, Moura & Santos (Efapi), Royal (Presidente Médice), Sivial (Passo dos Fortes) e Superalfa.


Cesto de produtos básicos

Outro levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó é o custo do cesto de produtos básicos de 57 produtos. No mês de janeiro, o custo do cesto de produtos básicos apresentou elevação média 2,20%. O valor para sua aquisição passou de R$ 773,50 para R$ 790,52 em janeiro deste ano. Ou seja, para o bolso do consumidor foi um aumento de R$ 17,02. Se compararmos com o valor do cesto de janeiro do ano passado, este aumento é ainda maior de R$ 29,90.

Diante dos 57 produtos pesquisados pelo cesto de produtos básicos, 35 registraram aumento e 16 tiveram redução, enquanto que seis não sofreram alterações. O grupo dos produtos alimentares, que possui o maior peso no total do cesto de produtos básicos, apresentou elevação de 2,98% em janeiro. Já no subgrupo de alimentação, os produtos in-natura apresentaram aumento de 8,08%, os industrializados subiram 0,27% e os semi-industrializados aumentaram 2,53%. No grupo dos não alimentares, janeiro registrou elevação de 1,57% e os artigos de higiene tiveram os preços reduzidos em 0,03%.

O cesto de produtos básicos considera famílias que residem em Chapecó e ganham de um a cinco salários mínimos. É composto por produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados, além de produtos de higiene e materiais de limpeza, bem como o item diversos.



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23 dez15:37

Família típica chapecoense pode comprar mais neste Natal

A ceia de Natal e as festividades pela passagem do Ano Novo demandam compras de artigos que, usualmente, não são adquiridos em outras ocasiões. Visando fornecer aos consumidores um panorama dos preços desses produtos o curso de Ciências Econômicas da Unochapecó realiza anualmente a pesquisa de preços de produtos de Natal e Fim de Ano.

Conforme a pesquisa, este ano os produtos estão cerca de 4,93% mais caros em relação ao mesmo período de 2010. Para o professor de economia da Unochapecó e coordenador da pesquisa, Guilherme de Oliveira, o aumento é considerado normal. – Se compararmos com a cesta básica, que teve elevação em torno de 7% neste ano, o aumento da cesta especial de Natal não é alto – disse o pesquisador.

Ainda segundo o professor o salário mínimo teve aumento de 6,86% no ano. – Desta forma, o aumento médio dos produtos consumidos no período de festas de Natal e fim de ano foi menor do que o ganho salarial no período –acrescenta o professor, afirmando que o poder de compra do consumidor neste Natal está maior do que o do ano passado.

Mesmo com o poder de comprar maior, a pesquisa observou diferenças de preços de mais de 200%, dependendo da marca do mesmo produto. Nesse sentido, fica o alerta ao consumidor, de que para economizar é preciso fazer pesquisa de preço pois a economia em alguns produtos pode se refletir em maiores quantidades na cesta de Natal da família. Além disso, compras de última hora também podem refletir em preços maiores, pois há a possibilidade de falta de determinados produtos.

A pesquisa foi realizada nos dias 15 e 16 de dezembro. O levantamento de preços é realizado em 10 supermercados do município de Chapecó. Para uma melhor avaliação, os produtos foram separados em quatro grupos: carnes e lentilha; bebidas; panettones e chocolates e frutas. No total foram pesquisados 94 itens. Entre os grupos, a maior variação foi observada no grupo de panettones, tortas e chocolates, em 13,30% superiores a 2010. Em seguida vêm as bebidas, com 7% de aumento, frutas (secas e enlatadas) e carnes e lentilha, que aumentaram 7,54% e 1,46%, respectivamente.


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08 dez09:12

Cesta básica registra queda em Chapecó

A cesta básica sofreu redução em Chapecó de 3,07% e seu valor passou de R$ 189,51, registrados em outubro, para R$ 183,69 em novembro. Mesmo assim, se comparado o valor da cesta básica de novembro de 2010 com o custo no mês passado, o consumidor paga R$ 10,39 mais caro por uma cesta básica.

Conforme o professor Guilherme de Oliveira, coordenador da pesquisa da cesta básica, realizada pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, esse aumento de um ano para o outro é considerado normal.

No mês de novembro, dos 13 produtos que compõem a cesta básica, os responsáveis pela queda registrada em novembro foram: o tomate, que apresentou redução de 19,58%; banana caturra, 11,03; batata inglesa, 9,56%; açúcar, 1,50%; e a farinha de trigo, em 1,18%. A causa da queda nesses produtos é que eles estão no momento de safra, quando há mais oferta.

Considerando o salário mínimo de R$ 545,00, o gasto com os 13 produtos da cesta básica passou a representar 33,70% dessa remuneração. Já considerando o salário mínimo líquido de R$ 501,04 (descontado 8,00% da Previdência Social) essa participação é de 36,64%.

O curso de Ciências Econômicas da Unochapecó acompanha, desde 1994, a variação do custo da Cesta Básica. O levantamento realizado baseia-se na composição dos principais alimentos definidos pelo decreto-lei 399/1938, onde estão previstos os produtos e as quantidades ideais que um trabalhador deve consumir. A coleta de preços é realizada em 10 supermercados da cidade.


Cesto de produtos básicos

Outro levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó é do custo do cesto de 57 produtos básicos. No mês de novembro, o custo do cesto de produtos básicos apresentou redução média de 0,53%. O valor para sua aquisição ficou em R$ 769,14.

O cesto de produtos básicos considera famílias que residem em Chapecó e ganham de um a cinco salários mínimos. É composto por produtos alimentares in natura, semi-industrializados e industrializados, além de produtos de higiene e materiais de limpeza, bem como itens diversos.



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10 nov11:40

Maravilha conquista primeiro lugar na Avaliação da Atenção Básica

Durante a realização do V Encontro Estadual de Saúde da Família, que aconteceu nos dias 07, 08 e 09 de novembro de 2011 em Florianópolis, Maravilha recebeu o prêmio de R$ 50 mil reais por ter alcançado os números estabelecidos no atendimento da Atenção Básica.

Participaram do encontro 600 pessoas de todo o Estado. Ao todo 18 municípios foram premiados com o melhor desempenho na Avaliação da Atenção Básica. Maravilha recebeu R$ 50 mil pelas boas experiências desenvolvidas pela estratégia saúde da família.

A declaração é do prefeito Orli, se referindo à 2008, quando a saúde de Maravilha aparecia em último lugar e nesta quarta-feira recebeu das mãos do Secretário Dalmo Claro de Oliveira, a placa e o prêmio de R$ 50.000,00, por ter se classificado em primeiro lugar em Santa Catarina.

Segundo o Prefeito Orli Berger o resultado disso é o esforço de toda a equipe da Administração Municipal que abriu mão dos investimentos em suas pastas para que mais dinheiro fosse investido na saúde. – Ampliamos o número de postos de saúde, acabamos com as filas e estamos fazendo o melhor para atender as necessidades de nossa população – disse.

A comemoração do prêmio acontece às 17h desta quinta-feira, 10, na

Câmara de Vereadores. No ato, acontece o lançamento do programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica. Também nesta oportunidade acontece o lançamento do Programa “Pequeno Maravilhense” que se destina ao atendimento humanizado dos recém-nascidos em nosso município.


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