Brasília

20 nov09:15

Lideranças de SC querem milho

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Lideranças políticas e do agronegócio catarinense estarão em Brasília nesta terça-feira cobrando do governo federal políticas de escoamento de milho. De acordo com a assessoria do deputado federal Valdir Colatto, uma reunião com o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, está agendada para às 16 horas.

O diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarne) e da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Ricardo Gouvêa, estará presente na reunião e vai cobrar do governo ações para subsidiar escoamento do milho do Centro Oeste para o Sul.

Gouvêa disse que o preço do cereal vem aumentando continuamente e já chega a custar cerca de R$ 37 a saca de 60 quilos, o dobro da média histórica. Isso acaba comprometendo a saúde financeira das empresas e aumentando o preço ao consumidor. Uma das propostas é um subsídio de R$ 5 por saca, para que as agroindústrias busquem o milho no Centro-Oeste.



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31 jul17:35

Governo recebe sindicatos para tratar da greve

O governo federal pediu prazo até 8 de agosto para apresentar uma resposta às reivindicações dos caminhoneiros autônomos, mas condicionou as negociações ao fim do bloqueio de rodovias que já dura sete dias em vários pontos do país. A informação é do presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Costa, que reuniu-se nesta terça-feira com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

>> Caminhoneiros impedem passagem de veículos de carga em pelo menos oito trechos de estradas em SC

A CNTA é contra a greve dos caminhoneiros, organizada por outro sindicato, o Movimento União Brasil Caminhoneiros (MUBC). Os representantes da CNTA afirmam que há interesses patronais por trás da paralisação.

De acordo com o presidente da CNTA, o governo entende que o bloqueio das estradas tem que ser suspenso inclusive por representar perigo para os motoristas de caminhão e a população em geral. O ministro Paulo Sérgio Passos começou uma reunião com representantes do MUBC logo após falar com o CNTA. O encontro ainda não havia terminado até o fechamento desta matéria.

— A posição [do governo] é de que há necessidade de desocupação das estradas, porque já houve morte — declarou o presidente da CNTA.

Segundo ele, foram registradas três mortes de caminhoneiros desde o início dos protestos. Duas mortes foram por atropelamento e uma causada por uma pedrada contra um caminhão, que acabou atingindo o motorista.

Os representantes da CNTA e da MUBC têm pelo menos uma reivindicação em comum. As duas entidades querem maior prazo para a implementação da Lei n° 12.619. A legislação que entrou em vigor ontem, determina que haja descanso ininterrupto de 11 horas a cada dois dias trabalhados para motoristas de caminhão. Os dois sindicatos argumentam, no entanto, que as rodovias brasileiras não têm infraestrutura adequada para que os caminhoneiros cumpram a norma. Na ocasião da aprovação da lei, a presidenta Dilma Rousseff vetou o artigo que previa a construção de postos de descanso.

Além de maior prazo para cumprir a lei, os caminhoneiros querem a revisão de resoluções da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que, segundo eles, prejudicam a categoria. O MUBC defende a revogação de oito itens presentes em duas resoluções. Já o presidente da CNTA disse que a saída não é destruir o arcabouço legal existente, e sim “aparar as arestas”.

Antes de entrar na reunião com o ministro dos Transportes, o presidente do MUBC, Nélio Botelho, negou que haja intervenção patronal na greve:

— Não existem entidades envolvidas nessa manifestação. Surgiu do próprio trabalhador.

Botelho disse ainda que o movimento quer a “revogação imediata” dos itens que considera prejudiciais e que espera ter uma resposta do Ministério dos Transportes ainda hoje.

AGÊNCIA BRASIL



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31 jul16:32

Caminhoneiros impedem passagem de veículos de carga em pelo menos oito trechos de estradas em SC

Apesar da decisão da Justiça Federal no sábado, caminhoneiros seguem com manifestações nesta terça-feira em Santa Catarina. A BR-282 tem bloqueios parciais em Maravilha, Catanduvas, São Miguel do Oeste e Xanxerê. A BR-158 tem interdição parcial em Cunha Porã. Em Dionísio Cerqueira o protesto ocorre na BR-163. Em Chapecó, os manifestantes estão na BR-480. Já em Água Doce o bloqueio ocorre na SC-454.

Os protestos integram movimento nacional dos caminhoneiros. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nos locais das manifestações havia lentidão e formação de filas por volta das 8h.

Em Maravilha, no Extremo-Oeste, o protesto na BR-282 começou na manhã de segunda-feira e até as 8h desta terça a situação permanecia a mesma. Enquanto caminhões de carga são parados na altura do km 605, ambulâncias, veículos de passeio e ônibus tinham passagem permitida.

Situação semelhante ocorre em Catanduvas, no Meio-Oeste. A manifestação ocorre no km 406,5 da BR-282. Na mesma rodovia, há acúmulo de veículos de carga nas imediações do trevo de Jaborá. Ainda na BR-282, caminhoneiros também protestam no km 645 em São Miguel do Oeste; e no km 504, em Xanxerê.

Na BR-158, em Cunha Porã, no Extremo-Oeste, o trânsito começou a ser parcialmente bloqueado por caminhoneiros por volta das 10h15min de segunda. Até as 8h10min desta terça-feira o protesto seguia na rodovia, conforme a PRF. Enquanto isso em Dionísio Cerqueira, na fronteira com a Argentina e divisa com o Paraná, o protesto ocorre no km 121 da BR-163.

Outra rodovia que seguia com bloqueios até por volta das 8h15min desta terça era a BR-480, onde manifestantes interrompiam parcialmente o trânsito no km 123,7, em Chapecó, no Oeste. Na atualização da PRF divulgada por volta das 9h30min, o trecho já havia sido liberado, mas o bloqueio foi retomado depois do meio-dia.

Em Concórdia, manifestantes encerraram o protesto no km 90 da BR-153.

>> Agroindústria do Oeste suspende abate devido a paralisação dos caminhoneiros

>> “Estamos reféns”, reclama caminhoneiro parado há 24h em rodovia no Oeste de SC

>> Reunião em Brasília tenta acabar com impasse entre ANTT e movimento nacional de caminhoneiros

Protestos em rodovias estaduais

Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), estradas estaduais também registram protestos de caminhoneiros. Até por volta das 8h20min, a SC-454 seguia com bloqueio parcial em Água Doce, no Meio-Oeste. Já em Abelardo Luz, houve manifestação na SC-467, mas foi encerrada, conforme a PMRv.


Motivo dos protestos

Os caminhoneiros reivindicam a revisão das normas e regras estabelecidas pela Agência Nacional doe Transporte Terrestre (ANTT). Elas incluem o cumprimento de intervalo de 30 minutos a cada quatro horas ao volante. A categoria também quer reduções no preço do óleo diesel e aumento da segurança nas estradas. A falta de pontos seguros para descanso nas estradas, o que facilitaria o roubo de cargas e a violência contra os motoristas é outra justificativa para o protesto.

As manifestações em Santa Catarina fazem parte de movimento nacional dos caminhoneiros. A categoria quer revisar a a Lei 12.619/2012, que entrou vigor na sexta-feira, dia 27, e regulamenta a profissão dos motoristas de transporte rodoviário interestadual. De acordo com proposta, depois de quatro horas de trabalho, os motoristas têm direito a 30 minutos de descanso. Eles ainda podem fazer uma hora de intervalo para as refeições e a cada 24h de trabalho devem descansar outras onze horas.

No sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferindo no direito do cidadão de ir e vir.

O Movimento União Brasil Caminhoneiro alega que algumas normas são impossíveis de cumprir. A ANTT informa que mantém a negociação com a categoria.

DIÁRIO CATARINENSE



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31 jul12:27

"Estamos reféns", reclama caminhoneiro parado há 24h em rodovia no Oeste de SC

A chuva e o frio são os menores dos transtornos enfrentados por caminhoneiros parados em rodovias de Santa Catarina (SC). Em protesto que ocorre em todo país, veículos que transportam carga são impedidos de cruzar por trechos de estradas em razão de impasse entre a categoria e a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Em SC, ao menos seis pontos registram manifestação nesta terça-feira. Um deles é na BR-282 em Catanduvas, Oeste do Estado, onde centenas de veículos são impedidos de cruzar desde a manhã de segunda-feira.

Entre os caminhoneiros que se sentem prejudicados pela interdição está Dirlei de Menezes Gonçalves, 40 anos. Ele levava carga de caixas plásticas para a prefeitura de Concórdia, mas foi impedido de cruzar por Catanduvas por volta das 13h de segunda-feira. Desde então está sem suporte algum.

— Nos pararam aqui, mas não nos deram nada. Não temos banheiro, não temos sequer um posto próximo para comprar comida. Estamos reféns. Depois que nos param, não podemos voltar e nem seguir adiante. O descontentamento aqui é grande e é de todos — disse Dirlei.

Na profissão há 15 anos, o caminhoneiro recebeu depoimentos de colegas que também se sentem prejudicados com a paralisação.

— É só o que se fala por aqui. Estão todos reclamando que a greve é do patronal. Quem é caminhoneiro não quer ficar parado — relatou.

Dirlei diz ainda que precisou pedir ajuda para a empresa na qual trabalha, que ficou de deslocar uma pessoa de carro até a região para dar o suporte necessário.

— Mas e os outros, como ficam? Quem não tem gente próxima pra ajudar não está recebendo suporte algum. A situação é complicada — lamentou.

Segundo Dirlei, somente no trecho de Catanduvas são centenas de veículos de carga parados. Em outros pontos de SC, caminhões são parados nas rodovias, mas levados para locais dentro das cidades. Não há uma estimativa total de quantos veículos estão parados no Estado.

No trecho de Catanduvas, na BR-282, integrantes do movimento grevista começaram na manhã desta terça-feira a parar também veículos que transportam carga viva, como de porcos e bois. Vans e caminhonetes também são parados para verificar se há transporte de carga envolvido.

Os manifestantes aguardam reunião em Brasília para definir o rumo da paralisação, que é comandada pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). Integrantes da entidade discutem uma solução junto a representantes do Ministério dos Transportes, Casa Civil, presidência da República e ANTT. Uma posição deve sair por volta das 16h.


Em Santa Catarina, os protestos nesta terça-feira ocorrem em seis pontos:

— Maravilha (BR-282)

— Catanduvas (BR-282)

— São Miguel do Oeste (BR-282).

— Cunha Porã (BR-158)

— Dionísio Cerqueira (BR-163)

— Água Doce (SC-454)


Segundo as polícias rodoviárias, não há registro de incidentes nas manifestações em Santa Catarina. Outros pontos de rodovias estaduaus e federais também sofreram interdições, mas foram liberados.

No último sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em SC. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil.

A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferem no direito do cidadão de ir e vir.

Na manhã desta terça-feira, o MUCB informou que não há uma posição da entidade sobre a decisão judicial em SC e nem sobre a possibilidade de multa no caso de descumprimento da determinação.


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31 jul12:10

Reunião em Brasília tenta acabar com impasse entre ANTT e movimento nacional de caminhoneiros

O protesto nacional de caminhoneiros, com bloqueios em rodovias de pelo menos 10 estados, pode ter solução encaminhada nesta terça-feira. Em Brasília, representantes do Ministério dos Transportes, Casa Civil, presidência da República e Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) se reúnem com integrantes do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). Além do presidente da entidade, Nélio Botelho, devem participar representantes estaduais do movimento. Uma posição sobre o rumo dos protestos deve sair por volta das 16h.

Em Santa Catarina, os protestos nesta terça-feira provocam interdição parcial em pelo menos seis trechos de rodovias. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, manifestantes impedem a passagem de veículos de carga em Maravilha (BR-282), Catanduvas (BR-282) e São Miguel do Oeste (BR-282). A BR-158 sofreu interdição parcial em Cunha Porã. Em Dionísio Cerqueira o protesto foi registrado na BR-163.

Outros trechos de rodovias federais também tiveram protestos em SC, mas já foram liberados. São os casos de Chapecó (BR-480), Xanxerê (BR-282) e Concórdia (BR-153).

Já em estradas estaduais, houve manifestação na SC-454 em Água Doce. Já em Abelardo Luz, houve manifestação na SC-467, mas foi encerrada, conforme a Polícia Militar Rodoviária (PMRv).

Segundo as polícias rodoviárias, não há registro de incidentes nas manifestações em Santa Catarina. Veículos que transportam cargas são orientados a parar em determinados trechos e seguir para dentro de cidades, onde ficam parados aguardando posição do movimento nacional. Ainda não há uma estimativa de número de caminhões retidos. Segundo a PRF, no entanto, mais de 100 veículos de carga foram parados desde o início da semana somente na BR-282 (trechos de Maravilha, Catanduvas e São Miguel).

No último sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interfere no direito do cidadão de ir e vir.

Na manhã desta terça-feira, o MUCB informou que não há uma posição da entidade sobre a decisão judicial em SC e nem sobre a possibilidade de multa no caso de descumprimento da determinação.


Além de Santa Catarina, protestos de caminhoneiros são registrados em outros nove estados:

— Rio Grande do Sul

— Paraná

— Rio de Janeiro

— Ceará

— Minas Gerais

— Espírito Santo

— Bahia

— Tocantins

— Goiás


Posicionamentos sobre os protestos

Para o procurador Pablo Douglas Almeida de Moraes, que atua no Ministério Público do Trabalho (MPT) no Mato Grosso do Sul, a lei que entrou em vigor beneficia os caminhoneiros.

— É de se estranhar que trabalhadores lutem contra a implementação de um direito que lhes beneficia — disse ele em entrevista à Agência Brasil — O locaute (greve patronal) é uma conduta ilícita, viola a lei — concluiu.

O governo afirma que está atento às paralisações dos caminhoneiros. No entanto, o ministro do Trabalho, Brizola Neto, disse não há espaço para retroceder à legislação que garante melhores condições de trabalho para a categoria e também mais segurança.

— A lei da jornada de trabalho dos caminhoneiros tem sofrido resistência, mas é inegável que a lei é um avanço — disse Brizola Neto.

Enquanto isso, a NTC&Logística, que reúne empresas e sindicatos patronais do transporte de cargas, emitiu nota posicionando-se contra a greve de caminhoneiros. O presidente da entidade, Flávio Benatti, pede “firmeza no cumprimento da lei” por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).


No comunicado, a entidade contesta a representatividade do movimento grevista.

“As manifestações contrárias à legislação têm sido de uma minoria oportunista”, informou a nota. O texto afirma ainda que a paralisação é “lockout”, ou seja, um movimento organizado por empresários e não por empregados.

“Não temos dúvidas de que a ANTT seguirá atuando na defesa da regulamentação e modernização do transporte rodoviário de cargas no Brasil”, concluiu a nota da NTC&Logística.


Motivo dos protestos

Os caminhoneiros reivindicam a revisão das normas e regras estabelecidas pela Agência Nacional do Transporte Terrestre (ANTT). Elas incluem o cumprimento de intervalo de 30 minutos a cada quatro horas ao volante.

A categoria também quer reduções no preço do óleo diesel e aumento da segurança nas estradas. A falta de pontos seguros para descanso nas estradas, o que facilitaria o roubo de cargas e a violência contra os motoristas é outra justificativa para o protesto.

As manifestações em SC fazem parte de movimento nacional dos caminhoneiros. A categoria quer revisar a a Lei 12.619/2012, que entrou vigor na sexta-feira, dia 27, e regulamenta a profissão dos motoristas de transporte rodoviário interestadual.

De acordo com proposta, depois de quatro horas de trabalho, os motoristas têm direito a 30 minutos de descanso. Eles ainda podem fazer uma hora de intervalo para as refeições e a cada 24h de trabalho devem descansar outras onze horas.

No sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferindo no direito do cidadão de ir e vir.

O Movimento União Brasil Caminhoneiro alega que algumas normas são impossíveis de cumprir. A ANTT mantém a negociação.


DIÁRIO CATARINENSE



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11 jul13:51

Estudante de Chapecó participou de programa na embaixada dos EUA

Foram seis dias inesquecíveis na vida da jovem Isadora de Sá Giachin, de 16 anos. A aluna do Colégio Estadual Bom Pastor, de Chapecó, participou do Programa Jovens Embaixadores na Embaixada dos Estados Unidos. A chapecoense e mais cinco catarinenses visitaram pontos turísticos da capital federal e aprenderam um pouco mais da cultura americana.

Para entrar no programa Isadora precisou se inscrever e cumprir alguns requisitos como saber falar inglês, ter entre 15 e 18 anos, participar de atividades de voluntariado e responsabilidade social, ter bom desempenho escolar, e principalmente, estar cursando o ensino médio em escola pública.

A aluna da turma 301 fez uma prova escrita e outra oral e ficou entre os oito estudantes catarinenses que tiveram os documentos enviados à embaixada americana.

- Fui aprovada e tive a oportunidade de fazer esta viagem fantástica até Brasília e à embaixada dos Estados Unidos – comemorou.

O contato mais de perto com a cultura americana foi um dos pontos altos da estada na capital federal. Os seis estudantes catarinenses escolhidos tiveram noções de futebol americano, inclusive jogando contra uma equipe local, aprenderam sobre a culinária e outras características do país.

- Conhecemos um pouco mais da realidade dos americanos ouvindo de uma americana como são as famílias, os feriados, os estilos musicais e esportes. Tivemos a oportunidade de conversar e aperfeiçoarmos nosso inglês. Também mudamos algumas percepções com relação aos Estados Unidos – disse a jovem.

Ao todo 34 jovens de diversos estados tiveram a oportunidade de fazer uma espécie de intercâmbio dentro do próprio país. Da região oeste participaram estudantes de São José do Cedro e de São Lourenço do oeste, além da jovem chapecoense.

- Conhecemos culturas diferentes inclusive do próprio Brasil, era um sonho distante que se tornou realidade – completou.


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11 jul11:02

Governo vai lançar pacote de R$ 200 milhões para socorrer suinocultura

Está tudo certo para o anúncio do pacote de medidas de socorro aos suinocultores, amanhã, em Brasília. Ontem, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, conversou com parlamentares da Região Sul do país e confirmou a liberação de financiamento de R$ 200 milhões para enxugar o excesso do produto no mercado interno.

O recurso será destinado para que supermercados, frigoríficos, cooperativas e agroindústrias antecipem as compras de final de ano. O financiamento terá juros de 5,5% ao ano. Outra ação é o prolongamento das dívidas do segmento, estimadas pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos em R$ 800 milhões.

Os criadores independentes de SC respondem por cerca de R$ 100 milhões. Segundo os parlamentares, o pacote vai ser suficiente para a recuperação dos preços pagos ao produtor.

— A novidade é que os supermercados poderão comprar para estocar. Essa linha de crédito é a garantia de que o suinocultor pode buscar mais recursos – destacou o deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC).

Por meio do Prêmio para Escoamento do Produto (PEP), o governo vai pagar R$ 0,40 por quilo de carne suína para que os criadores não recebam mais valores tão abaixo do custo de produção. Em relação às dívidas, as parcelas de custeio ficarão para janeiro de 2013, e as de investimento, para o último ano do vencimento do contrato.

O detalhamento do pacote será feito pelo ministro amanhã, quando haverá manifestação de suinocultores de todo o país em Brasília. O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, diz que somente a intervenção no sistema financeiro não é o suficiente para solucionar a questão dos produtores independentes de SC. Ele defende a concessão de crédito para capital de giro sem garantias.

Enori afirma que o subsídio de R$ 0,40 por quilo de carne suína é muito bem-vindo, mas é complicado fazer o dinheiro chegar ao produtor. Segundo ele, o preço está R$ 0,50 abaixo do custo de produção.


As medidas

R$ 200 milhões em créditos para supermercados, frigoríficos, agroindústrias e cooperativas anteciparem os pedidos de final de ano.

— Pagamento de R$ 0,40 por quilo de carne suína aos produtores.

— Adiamento do pagamento das dívidas. As parcelas de custeio ficarão para janeiro de 2013 e as de investimento para o último ano do contrato.


DIÁRIO CATARINENSE


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04 jul17:04

Escola de Chapecó representa SC no Parlamento Jovem em Brasília

Os alunos da escola estadual Saad Antônio Sarquis, de Chapecó, começam a projetar a apresentação no Parlamento Jovem em Brasília/DF no mês de setembro. Na semana passada eles representaram a cidade durante três dias na Assembleia Legislativa de SC e conseguiram o primeiro lugar com um projeto voltado ao meio ambiente. A escola estadual faz parte da gerência de educação da SDR Chapecó.

A escola de Chapecó teve a participação sorteada ainda no ano passado e integrou o projeto com mais três instituições catarinenses, de Guabiruba, Laguna e Rio das Antas.

Foi apresentado o Projeto de Lei instituindo a semana Catarinense do meio ambiente, comemorado no dia cinco de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.

Os jovens parlamentares defenderam a energia limpa, as cisternas, reciclagem do lixo urbano e rural e sacolas retornáveis. Representaram a escola estadual do bairro Cristo Rei, os alunos Luan Antônio Fortes, Camila Capitani, Ketly Gonçalves Machado, Tiago Bresolin, Kálita Gabriela Dutikevis, Angélica Puchman, Daniela Alves Pinto, Larissa Cristina dos Santos.

Os estudantes apresentaram em plenário dois vídeos sobre a força de Chapecó e do oeste catarinense, bem como o potencial turístico da região.

- O Parlamento Jovem foi uma fonte de conhecimento única, muito diferente da escola, pois é uma experiência prática. E estamos conhecendo também a sede da Assembléia Legislativa – disse a jovem Camila, de 16 anos.

O Programa Parlamento Jovem da Assembleia Legislativa de Santa Catarina permite a estudantes da rede pública e particular vivenciar a rotina dos deputados estaduais. Com a escola classificada para a etapa de Brasília/DF os alunos de Chapecó começam a projetar uma nova apresentação.

- Será um novo projeto, mas seu esqueleto não foge da Semana Catarinense do Meio Ambiente. Vamos ampliá-lo levando em conta a realidade de cada região – disse o diretor da escola Carlos Casonatto.

A escola estadual Saad Sarquis tem 29 turmas e 761 alunos divididos entre o ensino fundamental e médio.



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30 mai14:41

Guaraciaba é reconhecida com trabalho pós-tornado

A forma como Guaraciaba conduziu os trabalhos em prol das famílias atingidas pelo tornado e a eficiência com que aplicou os recursos públicos para reabilitar os espaços e dar dignidade às pessoas, tornou o município referência nacional. Esta experiência da Administração Municipal será apresentada por Tarcisio Hanauer no Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social, que acontece em Brasília.

O convite foi feito pelo Governo Federal, através da Comissão Nacional de Afetados por Desastres Socioambientais. Esta é a segunda vez que representantes do município de Guaraciaba vão a Brasília apresentar a experiência com o tornado.

Conforme o Prefeito Ademir Zimmermann o interesse em conhecer o trabalho feito em Guaraciaba, se deve ao fato de que em pouco tempo as famílias atingidas foram restabelecidas. A preocupação foi dar dignidade, reconstruindo a casa, retomando o setor produtivo, oferecendo atendimento psicológico e buscando todas as formas possíveis de auxílio para minimizar as perdas. Para o prefeito essa experiência torna-se exemplo, porque em muitos outros municípios brasileiros, também atingidos por catástrofes climáticas, centenas de pessoas ainda estão em abrigos e em situações precárias.

A experiência de Guaraciaba será apresentada nesta quinta-feira, dia 31, em audiência com representantes da Secretaria Nacional da Presidência, da Casa Civil e dos Ministérios das Cidades, da Integração Nacional e do Ministério do Meio Ambiente. A partir da experiência de Guaraciaba, o fórum tem a finalidade de elaborar políticas públicas nacionais de atendimento e reabilitação das famílias em casos de desastres naturais.

Segundo Zimmermann, Guaraciaba será representada por Tarcisio Hanauer, que viaja nesta terça-feira para a capital federal, representando também as Cáritas Brasileiras da Regional da Diocese de Chapecó. Ele já representou o município em outra oportunidade, juntamente com Elói Voigt, que em 2009 coordenou as ações de auxílio aos atingidos.


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07 mar15:18

Ministro confirma obras em BR´s do Grande Oeste

Nesta terça-feira , dia 6, uma comitiva de lideranças políticas do Grande Oeste esteve reunida com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, para tratar sobre as obras nas BR´s 282, 163, 158 e 153. Após a apresentação das reivindicações, Paulo Sérgio foi enfático ao garantir que todas as obras serão executadas.

Entre as confirmações estão: a retomada das obras no acesso ao município de Xanxerê; melhorias no entroncamento das BR´s 282 e 158 em Cunha Porã, com iluminação no trevo; que até o mês de junho deverão ser licitadas as obras na BR 163; e que as obras de modernização das BR´s 282/158 no Extremo Oeste, deverão ser licitadas até o mês de abril, após aprovação dos projetos.

Para o deputado federal Pedro Uczai (PT/SC), a audiência foi extremamente positiva, pois a mobilização dos prefeitos, vereadores, deputados e senadores, sensibilizou o ministro da importância das obras para a região. – São obras que vão além da perspectiva do desenvolvimento, mas também na segurança, pois muitas vidas estão sendo ceifadas nos constantes acidentes nestas rodovias – destacou Uczai. Na reunião, o deputado, que é presidente da Frente Parlamentar Mista das Ferrovias, aproveitou para tratar sobre as ferrovias, destacando a importância dos projetos ferroviários para a região.

Participaram da reunião os deputados federais Pedro Uczai, Celso Maldaner, Onofre Agostini e Jorginho Mello, o senador Cassildo Maldaner, os deputados estaduais Padre Pedro e Mauro de Nadal, o ex-deputado Claudio Vignatti, o presidente da ACIC, Mauricio Zolett, prefeitos e vereadores.


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