Caixa Econômica Federal

16 out19:24

Caixa reduz déficit de habilitação rural no país

A Caixa Econômica Federal já beneficiou mais de 42 mil famílias de agricultores e trabalhadores rurais, por intermédio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), desde seu início em 2009 até setembro deste ano.

 Somente no terceiro trimestre de 2012 (julho a setembro), foram contratadas quase 13.300 unidades, resultado cinco vezes maior ao registrado no mesmo período do ano passado, representando crescimento de 526%. Desde o início do “Minha Casa Minha Vida Rural”, são cerca de R$ 800 milhões em investimentos no setor.


Dados do Oeste de Santa Catarina – Desde o início do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), em 2009, na região oeste de Santa Catarina, a CAIXA já beneficiou 2.469 famílias de agricultores com financiamento habitacional, com investimentos que passam de R$ 19,7 milhões. Só no ano passado foram 1.354 famílias beneficiadas na região e em 2012, até 15 de outubro, já foram liberados 817 financiamentos para moradia rural na região.


Enquadram-se no PNHR os agricultores familiares e os trabalhadores rurais, além dos pescadores artesanais, extrativistas, aqüicultores, maricultores, piscicultores, ribeirinhos, comunidades quilombolas, povos indígenas e demais comunidades tradicionais. As famílias são organizadas por entidade representativa sem fins lucrativos (município, estado, sindicatos, cooperativa ou associações), que apresenta o projeto para a CAIXA. As propostas devem atender no mínimo 4 e no máximo 50 famílias por grupo. Atualmente, há mais de 50 mil propostas em análise no banco.


A meta estabelecida pelo Ministério das Cidades para o PNHR, no período de 2011 a 2014, é de 60 mil unidades habitacionais. Entretanto, para o vice-presidente de governo e habitação da CAIXA, José Urbano Duarte, o banco deve bater a meta antes do prazo. “Vamos ampliar nossa capacidade e continuar acelerando o ritmo de contratações. A previsão é  superarmos esse número já nos primeiros meses de 2013”. Só neste ano, até o início de outubro, o banco já contratou mais de 22 mil  unidades habitacionais pelo programa – nas modalidades construção e reforma. “Esperamos contratar mais 10 mil até o final do ano, considerando o ritmo crescente nos últimos meses”, prevê a superintendente de habitação rural da CAIXA, Noemi Lemes.


Os números atingidos até agora são resultado dos esforços da CAIXA na capacitação e organização das entidades e comunidades rurais. Desde maio de 2011, quando criou a Superintendência Nacional de Habitação Rural (SUHAR), o banco vem atuando na construção de um relacionamento com entidades representativas do setor. No PNHR, as entidades identificam a demanda habitacional e auxiliam no trabalho de organização das famílias. A CAIXA, como agente financeiro e gestor operacional do Programa, contribui com o trabalho de capacitação técnica e social das comunidades, libera os recursos e acompanha a realização das obras.



De acordo com a superintendente Noemi Lemes, nas ações do Programa, as famílias recebem capacitação técnica e orientação sobre gestão da propriedade rural, embelezamento das moradias, cooperativismo, participação da mulher na gestão da propriedade e ações que visem à permanência do jovem no campo. O PNHR prevê o subsidio de R$ 1 mil, por família, para que a entidade organizadora preste assistência técnica e execute o trabalho social junto às famílias, aspecto fundamental do Programa, que visa promover a qualidade de vida dos trabalhadores do campo e evitar o êxodo rural.



Parâmetros do programa:

Para famílias com renda anual de até R$ 15 mil (Grupo I), o valor do subsídio, com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), é de até R$ 25 mil para construção e até R$ 15 mil para reforma. Cada família devolve à União apenas 4% do valor subsidiado, em 4 parcelas anuais (1% por ano – 96% do valor total do projeto é subsidiado).


Famílias com renda anual entre R$ 15 mil e R$ 30 mil (Grupo II), podem receber subsidio de até R$ 7 mil e os valores financiados podem chegar a R$ 30 mil, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Grupo III atende a famílias com renda bruta anual que vai de 30 mil até 60 mil reais. Para esse grupo, o financiamento  chega a R$ 80 mil e há desconto na taxa de juros na modalidade construção, se a renda for até R$ 37.200,00.


O valor médio das unidades habitacionais é de R$ 25 mil – custo mais baixo, em relação às áreas urbanas, pela disponibilidade de terrenos no meio rural e pelo sistema de produção das moradias (mutirão/autoconstrução assistida, administração direta e empreitada global).


Programa Nacional de Habitação Rural:

Parte integrante do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), o PNHR foi criado pela necessidade de uma política habitacional que atendesse as especificidades da moradia no campo, onde as diferenças em relação ao meio urbano – tais como cultura, forma de remuneração, gleba de terra, logística para construção – passaram a ser consideradas nos programas de moradia para a população do meio rural.

Comente aqui
23 ago11:16

Caixa vai entregar 472 moradias em Chapecó

A Caixa Econômica Federal entrega, nesta sexta-feira, dia 24, às 15h, em Chapecó, 472 unidades do Condomínio Monte Castelo, empreendimento do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), para famílias com renda de até R$ 1,6 mil (Faixa I), que recebeu investimento de R$ 22,4 milhões com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), beneficiando cerca de 2 mil pessoas.

Cada família assumirá parcelas de 10% da renda familiar, durante um período de dez anos, o que corresponde ao mínimo de R$ 50 e ao máximo de R$ 160 ao mês.

O empreendimento foi construído numa área de 57.140m², no Bairro Seminário, e conta com 59 blocos de dois andares, com 4 apartamentos por andar, todos com área de aproximadamente 44,3m², distribuídos em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, além de uma vaga de estacionamento cada. O condomínio conta ainda, com seis quiosques para festas, playground e 16 apartamentos para portadores de necessidades especiais, com portas mais largas e banheiros adaptados.

Todas as unidades possuem aquecimento solar para água, como parte da política nacional de habitação, visando à redução de custos com energia elétrica para as famílias e preservando a natureza. A estimativa é que a redução de gastos para os moradores fique entre 30% e 40%.

Comente aqui
16 mai07:40

Pense Imóveis: Saiba como usar o FGTS para abater a dívida na Caixa Econômica Federal

Quem vive de aluguel e sonha com a casa própria não vê a hora de estar morando naquilo que é seu. Há também aqueles que já conquistaram o próprio teto por meio de financiamentos habitacionais e, agora, sonham com o dia em que as prestações chegarão ao fim. Com a explosão dos financiamentos de imóveis nos últimos anos, há milhares de pessoas nessa situação. Muitos desses novos proprietários nem sabem, mas há uma alternativa para quitar o financiamento de forma bem mais rápida, ou então, fazer com que as prestações fiquem mais suaves. Reduzir a dívida sem tirar um real do bolso pode parecer milagre, mas não é. Basta usar o dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Mesmo tendo usado o FGTS para dar a entrada no financiamento imobiliário, os mutuários podem fazer saques do fundo a cada dois anos ou mesmo todos os anos, em caso de extrema necessidade. Dependendo de quanto o proprietário do imóvel está pagando e do seu saldo no fundo de garantia, recorrer a essa possibilidade pode significar a economia de pelo menos o dobro do valor sacado do FGTS. Isso porque esse direito trabalhista pode ser empregado para abater o saldo devedor (a dívida propriamente dita) do financiamento do imóvel, diminuindo o número de prestações e fazendo desaparecer do boleto os juros e as taxas dessas prestações pagas antecipadamente.

A receita é simples, de acordo com Rúbia Aita Xavier, gerente da Caixa Econômica Federal. O cliente precisa estar financiando o seu primeiro imóvel, estar trabalhando há pelo menos três anos no regime do FGTS, ter no máximo três prestações em atraso e possuir o valor equivalente a no mínimo cinco prestações no saldo do fundo de garantia. Respondendo a essas condições, é só o cliente decidir como quer usar esse recurso.

“O fundo de garantia pode ser usado tanto como entrada no financiamento como também para amortizar, liquidar ou para pagar parte da prestação. Se o cliente quiser abater a dívida do financiamento, pode reduzir o prazo ou diminuir o valor da prestação. Pode fazer uma de cada vez ou usar uma parte do valor para uma situação e outra para a outra”, explica Rúbia.

Uma terceira alternativa é o cliente destinar o saldo do FGTS para pagar uma parte das prestações dos próximos 12 meses. Se comparada com as outras opções, esta é a menos vantajosa, porque o fundo de garantia, que é uma reserva do trabalhador, acaba sendo usado para pagar juros e taxas, além de ajudar a quitar a dívida. Mas usar o fundo e conseguir reduzir em até 80% o valor das prestações por um ano pode ajudar muita gente a sair do aperto e reorganizar as contas.


PENSE IMÓVEIS

Comente aqui
29 dez10:36

Prefeitura de Chapecó encaminha construção da Praça do PEC

O Prefeito José Caramori assinou o Termo de Compromisso com o Ministério da Cultura e a Caixa Econômica Federal para construção da Praça dos Esportes e da Cultura (PEC). A obra será construída no Bairro Efapi, com investimentos previstos de R$ 2,24 milhões. Além da contrapartida, a Administração Municipal também será responsável pela manutenção do local, bem como pela contratação e pagamento dos funcionários.

O próximo passo é a abertura do processo licitatório, o que deve ocorrer no início do ano que vem. O projeto elaborado pelos técnicos da Prefeitura já foi aprovado. A obra deve iniciar ainda em 2012. – Esta é mais uma obra importante para os moradores de Chapecó, especialmente para a região da Efapi. A praça, além dos atrativos esportivos, que visam o bem-estar das pessoas, também terá espaço para realizar cursos e atender a comunidade, proporcionando mais qualidade de vida à população – destaca o Prefeito José Caramori.

A praça terá uma área total de três mil metros quadrados. Nela vão ser desenvolvidas atividades voltadas à cultura, educação, esporte, lazer e cidadania. Além de quadras poliesportivas e locais para caminhada, a Praça do PEC também terá sala de teatro, informática, Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e um espaço para o Ministério Público realizar atendimentos à comunidade.


Comente aqui
25 dez16:55

Mega da Virada com prêmio estimado em R$ 170 milhões será sorteado em 31 de dezembro

Nathália Duarte Do G1, em São Paulo

Ainda podem ser realizadas as apostas para a Mega da Virada, que deve pagar um prêmio de R$ 170 milhões no dia 31 de dezembro. O sorteio da bolada que promete ser a maior da história das loterias da Caixa Econômica Federal ainda não tem horário confirmado.

- Estamos trabalhando com um prêmio estimado de R$ 170 milhões, mas esse valor pode e deve aumentar dependendo da arrecadação nos próximos dias. Até o momento, temos R$ 58 milhões que já estão reservados para a Mega da Virada”, afirma o superintendente nacional de loterias da Caixa, Gilson César Pereira Braga. De acordo com a Caixa, o prêmio pago na Mega da Virada é resultado do acúmulo de 5% do total destinado aos prêmios de cada concurso durante o ano, somado à arrecadação feita especificamente para o concurso especial.

Até o dia 25 de dezembro, as apostas para a Mega da Virada acontecem paralelamente a apostas para os sorteios convencionais da Mega-Sena, que ocorrem todas as quartas-feiras e sábados. As apostas para a Mega da Virada, no entanto, devem ser feitas em um volante especial – o mesmo usado em 2010, com o topo verde. O preço da aposta para a Mega da Virada é o mesmo do que o de apostas convencionais: R$ 2, para seis dezenas.

A partir de 25 de dezembro, as lotéricas recebem apostas exclusivamente para a Mega da Virada. – Esse deve ser mais um fator a contribuir para o aumento na arrecadação e, portanto, aumento no prêmio – afirma Braga.

A Caixa estima para a Mega da Virada uma arrecadação superior a R$ 500 milhões. – Desse valor, conforme a lei, quase metade será destinada à aplicação em programas sociais, há o pagamento do imposto de renda, e o restante será dividido entre o prêmio principal e os prêmios secundários, que são a Quina e a Quadra – explica.

De acordo com Braga, os programas sociais que recebem repasses da loteria envolvem esporte, seguridade social, cultura, além de um grande volume aplicado no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, o Fies, e no Fundo Penitenciário Nacional, o Funpen.


Comente aqui