Caixa

03 out14:59

Mega Sena pode pagar R$ 16 milhões nesta quarta-feira

Quem acertar sozinho as seis dezenas do concurso 1.430 da Mega Sena pode faturar uma bolada de R$ 16 milhões. O sorteio na noite desta quarta-feira é o primeiro após o lançamento do sistema oficial de bolão da Caixa Econômica Federal (CEF). As apostas podem ser feitas até as 19h em qualquer uma das mais de 11 mil casas lotéricas espalhadas pelo país. O valor mínimo de um jogo é R$ 2.

O concurso de número 1.429, no último sábado, acumulou. Um sorteio antes (1.428), uma aposta feita em Recife (PE) levou mais de R$ 8 milhões. Apesar de o prêmio estar acumulado há apenas um concurso, o valor é elevado por ter final “zero”. Com isso, segundo a CEF, recebe adicional de 22% do valor total destinado aos últimos cinco sorteios da Mega Sena.

Para quem ainda não conferiu o resultado do último concurso, veja as dezenas: 09 – 12 – 22 – 39 – 48 e 60.


Bolão

Desde o início da semana as apostas podem ser feitas com bolão oficial da CEF. Significa que os jogos podem ser feitos em conjunto, com todos concorrendo na mesma aposta, mas com o prêmio sendo pago individualmente.

Leia mais sobre as regras do bolão oficial no site da Caixa Econômica Federal.


DIÁRIO CATARINENSE


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21 ago14:16

Cooperhaf e Caixa comemoram investimentos em habitação rural

A Cooperativa de Habitação dos Agricultores Familiares (Cooperhaf) e a Caixa Econômica Federal, por meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) Minha Casa Minha Vida, já contrataram, na região Sul do Brasil 4.875 unidades habitacionais destinadas a agricultores familiares. Destas, 1.824 são famílias agricultoras beneficiadas em Santa Catarina, 1.731 no Rio Grande do Sul e 1.320 no Paraná.

Foram mais de R$ 100 milhões investidos, sendo cerca de R$ 70 milhões de subsidio do Governo Federal e R$ 32 milhões de recursos financiados pela Caixa, valores estes que incrementaram a economia dos municípios do Sul do Brasil.

De acordo com a presidente da Cooperhaf, Liane Vitali Kothe, se transformarmos o valor médio do subsídio em produtos da agricultura familiar, como o leite, teríamos a seguinte situação: Uma família que trabalha com a bovinocultura de leite e que recebeu de subsídio o valor médio de R$ 20 mil para a construção da nova moradia, deveria comercializar todo mês 2.300 litros de leite ao valor de R$ 0.70, que é o preço do litro atualmente, acumulando o valor mensal de RS 1666.00 e depositando na poupança integralmente este valor durante o período de um ano.

- Muito mais que ter a casa nova, são milhões investidos que movimentam a economia dos municípios, gerando emprego e renda e proporcionando ainda a qualidade de vida aos moradores da agricultura – complementa Liane.

De acordo com a superintendente nacional de habitação rural da Caixa, Noemi Lemes, nas ações do Programa, as famílias recebem capacitação técnica e orientação sobre gestão da propriedade rural, embelezamento das moradias, cooperativismo, participação da mulher na gestão da propriedade e ações que visem à permanência do jovem no campo. O PNHR prevê o subsidio de R$ 1 mil, por família, para que a entidade organizadora preste assistência técnica e execute o trabalho social junto às famílias, aspecto fundamental do Programa, que visa promover a qualidade de vida dos trabalhadores do campo e evitar o êxodo rural.

Vale ressaltar que se enquadram no PNHR agricultores familiares e trabalhadores rurais. As famílias são organizadas por entidade representativa sem fins lucrativos (município, estado, sindicatos, cooperativa ou associações), que apresentam projetos técnicos de engenharia e social para Caixa Econômica Federal.

No PNHR, as entidades identificam a demanda habitacional e auxiliam no trabalho de organização das famílias. Os bancos habilitados entram como agentes financeiros e gestores operacionais do Programa, contribuindo com o trabalho de capacitação técnica e social das comunidades, por fim, liberam os recursos e acompanham a realização das obras.


Programa Nacional de Habitação Rural

Parte integrante do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), o Programa Nacional de Habitação Rural foi criado pela necessidade de uma política habitacional que atendesse as especificidades da moradia no campo, onde as diferenças do meio urbano para o rural – tais como cultura, forma de remuneração, gleba de terra, logística para construção – passaram a ser consideradas nos programas de moradia para a população do campo.


Parâmetros do programa

Para famílias com renda anual de até R$ 15 mil (Grupo I), o valor do subsídio, com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), é de até R$ 25 mil para construção e até R$ 15 mil para reforma. Cada família devolve à União apenas 4% do valor subsidiado, em 4 parcelas anuais (1% por ano – 96% do valor total do projeto é subsidiado).

Famílias com renda anual entre R$ 15 mil e R$ 30 mil (Grupos II), podem receber subsidio de até R$ 7 mil e os valores financiados podem chegar a R$ 80 mil, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O valor médio das unidades habitacionais é de R$ 25 mil – custo mais baixo, em relação às áreas urbanas, pela disponibilidade de terrenos no meio rural e pelo sistema de produção das moradias (mutirão/autoconstrução assistida, administração direta).


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12 jul18:01

Termina greve dos trabalhadores no transporte de valores

Na manhã desta sexta-feira, dia 13, os trabalhadores no transporte de valores em Santa Catarina voltam ao trabalho.  A Justiça do Trabalho determinou reajuste de 4,88% no julgamento do dissídio coletivo dos transportadores de valores, parados desde 2 de julho. O valor corresponde ao Índice de Nacional de Preços aos Consumidor (INPC) e será aplicado também ao vale-alimentação. A Justiça ordenou ainda o pagamento dos dias parados ao confirmar que o movimento é legal.

A última medida foi a aplicação de uma multa de R$ 4 mil ao sindicato das empresas de transporte de valores por litigância de má-fé. Na prática, significa que foram enviados dados incorretos ao Judiciário.

Uma das novidades é que o pessoal da escolta armada também será abrangido pela Convenção, fazendo jus ao mesmo piso dos motoristas que conduzem os carros-forte. Outra inovação foi a criação de um adicional de quebra de caixa de 20% sobre o salário, que consiste numa espécie de seguro pago ao trabalhador que lida diretamente com dinheiro. Isso ocorre porque as empresas costumam deduzir, do salário do trabalhador, eventuais diferenças a menor constatadas no movimento diário.

>> Já falta dinheiro nos caixas eletrônicos

A indenização por risco de vida também passa a ser paga ao pessoal de escolta armada, além dos vigilantes de guarita, vigilantes chefe de equipe, vigilantes-motoristas e vigilantes de carro-forte. O percentual continua o mesmo, de 30%. Em relação ao convênio médico, ficam mantidos os termos da convenção firmada no ano passado, ou seja, os trabalhadores deverão arcar com 50% e as empresas com outros 50%, com direito a um dependente.

Os desembargadores também determinaram que as empresas registrem a jornada do trabalho dos empregados ocupantes de função comissionada. Na convenção anterior, elas estavam dispensadas de fazer isso.


Conquista política

Para o advogado do Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores (Sintravasc), que representa os trabalhadores do setor, a categoria obteve uma importante conquista política quanto à questão do pagamento dos dias parados.

- A tendência de nosso TRT, em greves, é não pagar dias parados. Mas nesse caso, os desembargadores constataram a flagrante a intransigência dos patrões, inclusive condenando as empresas à condenação por litigância de má-fé – disse Walter Beirith Freitas.

O desembargador Jorge Luiz Volpato, revisor do dissídio, e a presidente do TRT-SC, Gisele Pereira Alexandrino, conclamaram as partes a buscarem um entendimento nas próximas ocasiões.

- Um acordo construído pelas próprias partes é sempre melhor que uma decisão judicial imposta – lembrou a presidente.

Cabe recurso da decisão do TRT-SC.


Com informações do TRT-SC


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12 jul17:16

Caixa disponibiliza novo programa de financiamento de móveis e eletrodomésticos da linha branca

Ter uma casa própria está no topo da lista dos sonhos da maiorias dos brasileiros. Nos últimos anos, a economia tem feito este sonho parecer possível para cada vez mais pessoas. Um dos motivos é o Programa Minha Casa Minha Vida, que financia parte do valor dos imóveis para famílias de classe média.

A última novidade do programa é o Cred Móveis, da Caixa Econômica Federal, uma nova linha de financiamento para a compra de móveis e eletrodomésticos da linha branca, destinado aos participantes do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV). Para esta nova linha serão disponibilizados um total de R$ 2 bilhões e as operações já estão disponíveis nas agências da Caixa.

Esta iniciativa vai possibilitar que milhares de pessoas possam ter uma alternativa de financiamento acessível para mobiliar sua casa, pagando prestações com juros baixos e que realmente caibam no orçamento.

Resultado de uma parceria entre a CAIXA e a Associação Brasileira das Indústrias de Móveis (Abimóvel), esta linha de crédito beneficiará mais de três milhões de famílias, considerando todas aquelas que serão contempladas pelo PMCMV, Fases I e II, até 2014.

Nesta modalidade, os prazos e taxas de juros têm condições especiais como alternativa de financiamento diferenciada em relação às operações disponíveis no mercado. Elas variam de 1% a 2% a.m., com prazo máximo de 48 meses. As taxas de juros serão definidas de acordo com a renda familiar dos interessados, conforme as faixas de renda do PMCMV.

A grande vantagem é a possibilidade que várias famílias terão para complementar a realização do sonho da casa própria, com o conforto de poder adquirir móveis novos para o seu lar.

Para participar do programa, o lojista deverá ter vínculo com a Caixa e ofertar móveis que estejam dentro do perfil de consumo da classe média. Os compradores que tiverem o financiamento aprovado devem procurar estas lojas credenciadas para fazer suas compras. A loja emitirá um comprovante de nota fiscal que deverá ser entregue pelo beneficiário do programa na agência onde foi firmado o contrato de financiamento. A partir disso, o banco creditará o valor da compra diretamente para a loja.


Simulação

Para uma simulação de financiamento de R$ 4 mil em 48 prestações fixas, na taxa de 1% a.m., o cliente irá pagar na CAIXA cerca de R$ 100 de prestação, totalizando R$ 4.800. Comparativamente, caso o cliente contratasse o mesmo financiamento, nas condições médias disponíveis no mercado, com taxa de juros de 6% a.m. e prazo de 24 meses, teria que pagar uma prestação de cerca de R$ 300, chegando ao valor final de R$ 7.200. Uma economia de R$ 2.400.

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10 jul09:40

Greve obriga pessoas a tentar vários bancos antes de conseguir sacar

Felipe Pereira |  felipe.pereira@diario.com.br

Na quinta tentativa a estudante de Economia Letícia Albano finalmente consegue sacar. Um alívio para quem acabara de pendurar a conta no dentista e estava sem dinheiro para pagar o estacionamento.

Ela aproveita e pega dinheiro para a semana toda. Fez bem porque a greve dos trabalhadores de valores continuará pelo menos mais alguns dias. Em audiência realizada na segunda-feira, dia 9,  na Justiça do Trabalho de Itajaí não houve acordo e o Tribunal Regional do Trabalho vai marcar um dissídio coletivo.

Não há data marcada, mas a expectativa é que ocorra ainda nesta semana. O prazo regimental é de 20 dias, mas geralmente a decisão vem antes. De acordo com os grevistas, cerca de 80% dos 1,5 mil funcionários estão parados e a adesão ao movimento é total em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Chapecó e Itajaí.

Eles querem aumento de 10% vale-refeição, 14,88% nos salários e plano de saúde integral. A diferença para a proposta dos empresário é grande, eles oferecem 4% de reajuste salarial.

Diante do impasse, Letícia defende que pelo menos um contingente mínimo de funcionários mantivesse os serviços. A estudante diz que na sexta-feira passada tentou sacar nos caixas eletrônicos do Banco do Brasil na UFSC. Nada feito. Por isso foi obrigada a cancelar a balada naquela noite. No sábado, só saiu de casa porque os amigos dividiram a conta dela de R$ 25. Ontem, conseguiu dinheiro na agência da Praça XV de Novembro, no Centro, durante a quinta tentativa.


Movimento no comércio cai

Na agência da Tenente Silveira do Banco do Brasil havia um aviso na parede avisando que os caixas estavam desabastecidos. Um funcionário anunciava a lista de onde não havia como sacar e ela era longa. No Bradesco, situado no mesmo endereço, havia dinheiro e muita esperando a vez de sacar.

Na Caixa Econômica da Felipe Schmidt, as pessoas se espremeram, mas ainda assim a fila estava no calçadão. Noeli Gonçalves, 67 anos, tentou sacar duas vezes nesta agência. Meia-hora depois chegou ao caixa eletrônico que estava vazio. Ficou irritada e afirmou que a paciência havia acabado e voltaria para casa.

A situação é ruim para os correntistas e quem tem comércio. Dono de um pastelaria, Juarez Fernandes Filho, se acostumou a servir 400 refeições por dia, mas conforme a greve avança o movimento cai. Ontem, a previsão era fechar em 300.

Também aumentou o uso de cartão de débito e crédito inclusive em pequenos estabelecimentos de bairro. Caso do Mercado Carvoeira, onde a utilização do dinheiro de plástico cresceu 20% de acordo como gerente Alison Fiuza. Ele lembrou que com esta forma de pagamento é preciso pagar uma comissão para a operadora.

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08 jul11:32

Parte de agência bancária pega fogo após ataque de caixeiros em Xavantina

Caixeiros voltaram a agir em Santa Catarina. Dois caixas eletrônicos foram arrombados em agência do Banco do Brasil em Xavantina, no Oeste catarinense. Os criminosos esperaram a porta da agência ser liberada às 6h do sábado, dia 7 de julho, para atacar. A informação é da Polícia Militar (PM).

Na hora de perfurar os caixas com maçarico, o fogo se alastrou e atingiu outras partes da agência. O Corpo de Bombeiros de Seara tive dificuldade para conter as chamas.

Ainda conforme a polícia, os ladrões demonstraram conhecimento estratégico, já que colocaram miguelitos (pregos) nos pneus da viatura da PM. Quando o policial saiu para atender a ocorrência, percebeu que os pneus estavam furados. Reforço da PM em Seara e Concórdia foi acionado.

A gerência do banco informou que a quantia roubada foi pequena, mas não deu detalhes sobre o valor. Até por volta das 11h30min ninguém havia sido preso.


DIÁRIO CATARINENSE



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05 jul12:55

Alguns bancos de SC limitam saque em caixas eletrônicos

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Alguns bancos de Santa Catarina limitaram para R$ 300 o valor para saque nos caixas eletrônicos. A medida seria para garantir que não falte dinheiro, ainda mais neste período do mês, quando as pessoas recebem salários e benefícios do INSS.

Em Chapecó, alguns terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal estão fora de operação.

- O nível de dinheiro dentro das agências vai baixando com o passar dos dias – disse o assessor de imprensa da Caixa em Chapecó, Lauro Hennemann. Ele disse ainda que o dinheiro que circula neste momento é proveniente de depósito realizado pelos clientes.

Na Grande Florianópolis um cartaz na entrada das agências da Caixa orienta que clientes realizem transferências de valores e procurem as lotéricas para efetuar saques maiores, pois foi estipulado um limite de saque, no valor de R$ 1 mil por cliente, na boca do caixa. Já o Banco do Brasil reduziu o saque máximo pela metade de R$ 1 mil para R$ 500. Outras instituições do estado também reduziram os valores de saque.

As agências não são abastecidas desde o domingo, dia 1º de julho, porém as empresas estão tomando medidas para que o dinheiro circule nos bancos.

A greve dos trabalhadores em transportes de valores em Santa Catarina iniciou na segunda-feira, dia 2. Segundo o Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores de Santa Catarina (Sintravasc), cerca de 1,3 mil funcionários estão de braços cruzados em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Itajaí, Joinville e Chapecó. Funcionários de Tubarão, Joaçaba e Lages retornaram ao trabalho na quarta-feira.


Trabalhadores seguem paralisados em frente a empresa em Chapecó.


Ainda na quarta-feira foi realizada uma audiência em Florianópolis, com o Sintravasc e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Santa Catarina (Sindesp/SC).

O presidente do Sintravasc, Vilson Soares dos Santos, disse que as empresas não apresentaram uma nova proposta e por isso a greve continua.

- Foi oferecido apenas 4% de reajuste, enquanto a nossa reivindicação é um aumento de 14,88%, vale alimentação nas férias e plano de saúde integral – disse. Conforme o sindicato a remuneração inicial dos funcionários é de R$ 1.085,72 em Santa Catarina enquanto no Paraná é de R$ 1.465,78.

Uma audiência de conciliação está marcada para as 14 horas, na segunda-feira, dia 9 de julho na 2ª Vara de Trabalho em Itajaí.

De acordo com a advogada do Sindesp, Thais Pazin, caso os sindicatos não entrem em acordo será encaminhado um dissídio coletivo e a Justiça do Trabalho que irá decidir quais reivindicações, tanto dos empregados, como das empresas serão atendidas.


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17 jun11:49

Encerram neste domingo o Salão do Imóvel e Feirão Caixa em Chapecó

Como saber se o imóvel atende a expectativa? Como identificar a qualidade do material utilizado na construção? Quais os cuidados que devem ser tomados antes de comprar produtos imobiliários? Essas e outras dúvidas que envolvem materiais de construção e contratos habitacionais podem ser esclarecidas no 7º Salão do Imóvel e no 8º Feirão Caixa da Casa Própria. Os eventos encerram neste domingo, dia 17, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes.

Neste ano acadêmicos do curso de Arquitetura e Urbanismo, da Unochapecó vão auxiliar os visitantes dos eventos sobre as possibilidades e novidades na área dos materiais de construção. Também estão previstos esclarecimentos com universitários do curso de Direito sobre a compra e venda, condomínios e código de defesa do consumidor.


Eventos

O 7º Salão do Imóvel e o 8º Feirão Caixa da Casa Própria é uma promoção do Sindicado do Mercado Imobiliário (Secovi/Oeste) com apoio da Caixa Econômica Federal, Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), Prefeitura de Chapecó e Unochapecó.

Os eventos reunem 15 imobiliárias e atraem mais de 10 mil visitantes/compradores. Os cerca de 9 mil imóveis ofertados têm um valor de mercado da ordem de R$ 1 bilhão e 500 milhões de reais.

O Secovi/Oeste estima que aproximadamente 12% serão comercializados durante o período e até 90 dias após, o que deve atingir 1.100 imóveis. O valor médio será de R$ 140 mil reais por imóvel, o que totalizará R$ 160 milhões de reais.

Integram o evento as imobiliárias: ABBA Imóveis, Base Sul, Casa Imóveis, Cauduro Imóveis, Empreender, Fênix Imobiliária, Katedral, Mapa Imóveis, Markize Imobiliária, MKZ, Padra, Tucumã, Santa Maria, Sim! Imóveis e Viver Imóveis.

Em relação ao Salão e ao Feirão de 2011, o Secovi/Oeste prevê que o desempenho deste ano terá um incremento de 51% no número de visitantes/compradores, de 50% no número de imóveis vendidos e de 40% no valor das transações totais. Em 2011, foram ofertados 5.000 imóveis e comercializados 730 (130 na feira e mais 600 após o evento) no montante de R$ 115 milhões de reais.


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16 jun08:20

Salão do Imóvel e Feirão Caixa é realizado em Chapecó

Apartamentos na planta, novos e usados, salas comerciais, casas e terrenos, serão algumas das opções entre as 9 mil disponibilizadas durante o 7º Salão do Imóvel e o 8º Feirão Caixa da Casa Própria. O evento prossegue até o domingo, dia 17, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó. O atendimento ao público é das 9 às 19 horas, sem fechar ao meio dia.

O coordenador geral dos eventos, Paulo Roberto Benites, ressalta que os empresários estão otimistas e existe uma expectativa elevada de vendas devido as mudanças deste cenário.

- A oferta de crédito de juros mais baixos estimulará a aquisição dos imóveis. Lembrando que a compra da moradia também refletirá em uma melhor qualidade de vida da população – comentou.

Para facilitar a aquisição da casa própria, a Caixa Econômica Federal oferecerá durante o Salão e o Feirão as melhores condições do mercado, proporcionadas pela redução da taxa de juros.

Nos financiamentos de imóveis que não se enquadram no programa “Minha Casa, Minha Vida” com valor de até R$ 500 mil para quem tem conta salário na Caixa ou faça a portabilidade, o índice efetivo caiu para 7,7% ao ano se for servidor público ou 7,8% a.a se for empregado da iniciativa privada.

Para os demais mutuários, com relacionamento na Caixa, a taxa mínima reduziu para 8,3% a.a. Para quem comprar imóvel de até R$ 130 mil e se enquadra no programa “Minha Casa, Minha Vida”, as taxas variam de 4,5% a.a a 8,47% a.a, dependendo da faixa de renda familiar do comprador.

Outra novidade é a ampliação do prazo de financiamento habitacional, com recursos da poupança (SBPE) e alienação fiduciária, para até 35 anos. Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), as taxas diminuíram para 8,85% a.a. para todos os clientes. Esse índice pode chegar a 7,7% a.a. em função do grau de relacionamento e conta salário com o banco. Fora deste sistema, as taxas foram ajustadas para 9,9% a.a. para todos os clientes, podendo chegar a 8,7% a.a.

Nos eventos, a Caixa também divulgará a linha especial de crédito para pessoas que fizeram ou venham a contratar o financiamento no programa “Minha Casa, Minha Vida”, com o intuito de auxiliar na compra do mobiliário. Os juros são de 1% ao mês a 2% a.m. e prazo de até 48 meses.

- As expectativas são positivas, principalmente pelas novidades e diferenciais deste ano. O segmento mostrará os melhores imóveis durante o Salão e o Feirão para atender a demanda crescente no setor habitacional – observa o superintendente regional da Caixa no oeste de Santa Catarina, Ricardo Bier Troglio.


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15 jun11:56

Salão do Imóvel e Feirão Caixa da Casa Própria inicia nesta sexta em Chapecó

Os melhores imóveis de Chapecó serão apresentados pelo setor imobiliário a partir desta sexta-feira, às 14 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó. O 7º Salão do Imóvel e o 8º Feirão Caixa da Casa Própria disponibilizarão aproximadamente 9 mil imóveis, entre apartamentos na planta, novos e usados, salas comerciais, casas e terrenos.

O público poderá conferir os produtos imobiliários nesta sexta-feira das 14 às 19 horas, no sábado, dia 16 e no domingo, 17, das 9 às 19 horas, sem fechar ao meio dia.

Para atender a demanda do setor habitacional as imobiliárias prepararam inúmeros projetos e lançamentos que poderão ser adquiridos pelos visitantes/compradores por meio de financiamento com a Caixa Econômica Federal ou outras formas de pagamento.

- A intenção das empresas é disponibilizar moradias que atendam as reais necessidades dos consumidores – realça o coordenador geral dos eventos, Paulo Roberto Benites.

Os eventos possibilitarão a integração, em um mesmo local, de todos os envolvidos no processo de compra de um imóvel. Benites também enfatiza a segurança das transações imobiliárias firmadas durante o período.

- Conforme o Regimento Interno do Salão do Imóvel e do Feirão Caixa, todos os produtos anunciados estarão devidamente aprovados pela Prefeitura Municipal de Chapecó e regularizados no Registro de Imóveis – complementa.

A preocupação do setor em integrar qualidade de vida e responsabilidade social proporcionará um dos diferenciais deste ano que serão as orientações sobre materiais de construção, em parceria com o curso de Arquitetura e Urbanismo da Unochapecó. Também estão previstos esclarecimentos sobre a compra e venda, condomínios e código do consumidor, por meio do curso de Direito. O intuito é transmitir informações necessárias que auxiliem o comprador a escolher o imóvel adequado às suas necessidades.


Evento

O 7º Salão do Imóvel e o 8º Feirão Caixa da Casa Própria vão reunir 15 imobiliárias e atrair mais de 10 mil visitantes/compradores. Os cerca de 9 mil imóveis ofertados têm um valor de mercado da ordem de R$ 1 bilhão e 500 milhões.

Em relação ao Salão e ao Feirão de 2011, o Secovi/Oeste prevê que o desempenho deste ano terá um incremento de 51% no número de visitantes/compradores, de 50% no número de imóveis vendidos e de 40% no valor das transações totais. Em 2011, foram ofertados 5.000 imóveis e comercializados 730 (130 na feira e mais 600 após o evento) no montante de R$ 115 milhões de reais.


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