Câmara

19 jan15:20

Câmara de Águas de Chapecó retorna do recesso parlamentar

Um bom público prestigiou a primeira sessão do Legislativo de Águas de Chapecó, realizada na segunda-feira, dia 16.

O presidente da Casa, o vereador Mauri Metzdorf (PSDB) iniciou os trabalhos com a eleição das comissões permanentes. Todos os vereadores tiveram direito a voto, e elegeram para a Comissão de Constituição, Legislação, Justiça e Redação de Leis, os vereadores: Anildo Machado (PSD), Mário Giongo (PMDB) e Valmor Follmann (PSDB). Por sua vez, a Comissão de Finanças, Orçamentos e Contas do Município, será composta por Egon Hermes (PSDB), Leoni da Cunha (PSD) e Edson Staudt (PPS).

Ainda durante a sessão, o vereador Egon Hermes foi apresentado como o novo membro da Comissão Especial de Inquérito, que investiga desde o final do ano passado, a aplicação de um recurso federal por parte da prefeitura. Hermes substitui ao próprio Metzdorf, que na condição de presidente da Câmara municipal, não pode ser integrante de comissões.

Ao final da sessão, Mauri Metzdorf anunciou será instalado um sistema de som no local. Ele explica que isso vai permitir a gravação das sessões, pois serão distribuídos microfones a todos os vereadores.

- Temos um ano de muito trabalho, por isso, pedimos o apoio da população, para que compareçam as sessões, e que nos tragam as suas demandas, pois assim, poderemos ajudar cobrando dos responsáveis que cumpram com a sua obrigação – disse o presidente.

A próxima sessão será às 19h30 da segunda-feira, dia 23.


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22 nov12:11

Vereador nega superfaturamento

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O vereador Dalmir Pelicioli disse que as denúncias que foram feitas ao Ministério Público partiram de pessoas que querem prejudicá-lo politicamente. Ele até desafiou alguns presidentes de associações que teriam recebido benefícios, a confirmarem que lhe deram dinheiro ou cheque. Pelicioli disse que nenhum valor de cheque foi depositado na sua conta ou na conta de sua assessora. –Só entra o salário- argumentou.

Ele nega qualquer benefício próprio ou superfaturamento. –Não é verdade- repetiu.

Ele afirmou que os espetos que custaram R$ 45 a unidade eram maiores dos que usados em casa, com 1,20 metro de comprimento, e de aço inox, material mais caro.

Pelicioli justificou que pediu exoneração do cargo na superintendência da Efapi assim que soube da decisão, para poder se defender fora da Prefeitura, já que não há relação do executivo com as subvenções. A prefeitura apenas emitiu uma nota na sexta-feria comunicando a exoneração de Pelicioli.



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18 nov19:35

Após denúncia vereador deixa prefeitura e volta para Câmara

Darci Debona  | darci.debona@diario.com.br

No mesmo dia em que saiu uma condenação pedindo seu afastamento da Superintendência da Prefeitura de Chapecó no Bairro Efapi, o vereador Dalmir Pelicioli pediu exoneração do cargo e voltou para a Câmara.

A Vara da Fazenda da Comarca de Chapecó determinou ontem o afastamento do vereador e de sua assessora, por suspeita de utilização do cargo para atividades ilegais, como captação de recursos do Fundo Social para entidades comunitárias com prestação de contas irregular.

De acordo com o Promotor de Justiça Jackson Goldoni o superintendente teria oferecido subvenções do Fundo Social para associações comunitárias. Depois que o projeto era aprovado e o dinheiro repassado para as associações, metade do valor era devolvido em cheque para o superintendente, sob alegação de que iria beneficiar outra associação. Só que o cheque era depositado na conta da assessora de Pelicioli, segundo o promotor.

O valor repassado para quatro entidades é de R$ 43 mil. Mas outras cinco estão sendo investigadas. De acordo com o promotor, há indícios de superfaturamento na compra do material para as associações comunitárias. Há notas de compra de um espeto por R$ 50 e o Ministério Público apurou que o produto estava sendo comercializado por R$ 17.

A liminar da Vara da Fazenda Pública determinou a indisponibilidade dos bens de Pelicioli, da assessora e de dois empresários que teriam fornecido as notas falsas.

De acordo com a promotoria o vereador e a assessora estão sendo enquadrados no crime de improbidade administrativa. O crime prevê reclusão, devolução do dinheiro, multa e perda dos direitos político. Cabe recurso da decisão.


Contraponto 

O vereador Dalmir Pelicioli disse que vai se pronunciar sobre o caso numa coletiva de imprensa, marcada para às 15h30 de segunda-feira, em seu gabinete, na Câmara de Vereadores. Ele afirmou que precisa saber do conteúdo da decisão. Justificou que pediu exoneração do cargo na superintendência da Efapi para poder se defender fora da Prefeitura, já que não há relação do executivo com as subvenções. Pelicioli voltou na vaga de João Siqueira.

A prefeitura apenas emitiu uma nota sobre a exoneração de Pelicioli.

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14 nov15:15

Incêndio na Câmara de Vereadores de Jaborá foi criminoso, aponta laudo dos Bombeiros de Joaçaba

O Corpo de Bombeiros de Joaçaba concluiu o relatório sobre o incêndio que aconteceu na Câmara de Vereadores de Jaborá, na última quarta-feira. Segundo o documento, encaminhado para o Comando da corporação em Florianópolis, foram encontrados vestígios de estopas, tochas e garrafas de gasolina no local, o que comprova que o estrago foi criminoso. O laudo oficial deve ser liberado nos próximos dias.

De acordo com o capitão Marcos Alves da Silva, que é comandante da 2ª Companhia dos Bombeiros de Joaçaba, assim que o laudo for concluído, os documentos devem ser encaminhados à Polícia Civil de Jaborá e ao Ministério Público Estadual.

– Foram encontrados cinco focos diferentes nas quatro salas incendiadas e as garrafas encontradas no local apontam que foi criminoso – explica.

Segundo ele, a previsão é que o laudo seja liberado pelo Comando do Corpo de Bombeiros na próxima quarta-feira.

Durante o incêndio foram atingidas quatro salas, entre elas o gabinete do presidente, da secretária e parte do plenário.

A destruição parcial na Câmara aconteceu dois dias antes dos vereadores aprovarem a cassação do mandato do prefeito Luiz Nora e do vice Barcelides Nicolli por seis votos contra três.

A dupla é denunciada por uma prorrogação indevida de concurso público, que teria beneficiado somente a filha do prefeito.

DIÁRIO CATARINENSE

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11 nov18:48

Criação da Câmara Temática da Indústria agrada empresários

Um encontro entre empresários ligados à indústria de Concórdia foi realizado na sala de reuniões do gabinete do prefeito João Girardi na tarde desta sexta-feira, 11. A iniciativa de criar uma Câmara Temática da Indústria partiu do (CMDS) Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável, presidido pelo vice-prefeito Neuri Santhier.

- Este primeiro encontro serviu para mostrar ao empresariado concordiense que o desenvolvimento industrial está dentro do nosso planejamento para Concórdia 2030 e que estamos abertos a novas ideias – disse.

Participaram da reunião cerca de 20 empresários. Segundo o presidente desta Câmara Temática, Juliano Zandonai, somente pessoas capacitadas para discutir o desenvolvimento industrial de Concórdia estavam ali presentes. – Até a próxima reunião, que será na primeira quinzena de dezembro, teremos em mãos um levantamento de dados para buscar estratégias para o setor – destacou Zandonai.

Tudo que se propõe para o desenvolvimento industrial, principalmente a instalação de novas indústrias, deve ser muito bem analisado, na opinião dos empresários. – Não adianta trazermos empresas de fora e esquecermos dos empresários daqui, que estão começando e precisam de incentivos para crescer – disse o empresário Adalberto Hinkel.

No próximo encontro da Câmara Temática da Indústria, o CMDS se comprometeu em apresentar ao grupo de empresários o Plano Diretor, que está em tramitação na Câmara, e também o Projeto do Trânsito de Concórdia. Todos os empresários que participaram da reunião elogiaram a iniciativa da Prefeitura Municipal. O CMDS é órgão de assessoramento da Administração Municipal e de caráter consultivo.


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10 nov17:23

Vereadores decidem pela cassação do prefeito e vice de Jaborá

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

A votação na Câmara de Vereadores de Jaborá, na tarde desta quinta-feira, decidiu pela cassação do prefeito e do vice da cidade, Luiz Nora e Barcelides Nicolli. Dos nove vereadores, seis votaram pela cassação e apenas três foram contra, no caso de ambos os políticos.

A dupla é denunciada por uma prorrogação indevida de concurso público, que teria beneficiado somente a filha do prefeito.

Dos nove vereadores, seis votaram pela cassação e apenas três foram contra.

Os cassados já haviam feito oito pedidos de liminar ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) para cancelar a votação, sem sucesso. Segundo a defesa, assim que sair o decreto legislativo referente à cassação, ambos vão entrar com mandado de segurança junto ao TJSC pedidndo a sua anulação.

O argumento da defesa é de que haveria oito irregularidades no processo, a principal delas sendo que os mesmos vereadores que integraram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) também, atuaram na comissão processante, que conduz os trabalhos de julgamento. Segundo a defesa, os grupos deveriam incluir diferentes parlamentares.

Após a cassação, o presidente da Câmara, Carlos Pinto, assume o executivo por até 30 dias. Nesse período deve ser marcada uma eleição indireta, na qual apenas os vereadores votam, para escolher o novo prefeito e vice da cidade.


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10 nov09:08

Começa sessão que pode cassar prefeito e vice no Meio-Oeste de Santa Catarina

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

Em clima tenso na cidade, a sessão na Câmara de Vereadores de Jaborá que vai votar o pedido de cassação do prefeito e vice de Jaborá, no Meio-Oeste de Santa Catarina começou por volta das 7h50min desta quarta-feira. Um pedido de liminar para suspender a votação foi protocolado na noite da última terça-feira. A expectativa inicial é de que a sessão tenha oito horas de duração.

Serão dois processos de votação, um para cada um dos políticos. Na prática, pode ser que apenas Luiz Nora ou Barcelides Nicolli, ambos do PMDB, seja cassado, por exemplo.

Os nove vereadores estão presentes na sessão. São necessários pelo menos 2/3 dos votos para que o prefeito e vice sejam retirados dos cargos.

No início da sessão, a defesa solicitou leitura integral do processo, que tem aproximadamente 600 páginas na tentativa de ganhar tempo para a chegada da liminar, que foi protocolada às 21h da última terça-feira no Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

O prefeito Luiz Nora se mostrou confiante e afirmou que não vai renunciar ao cargo. Ele disse ainda que vai esperar a decisão dos vereadores.

Na cidade, o clima é de tensão. Nesta semana, parte do prédio da Câmara de Vereadores foi queimado. Para que a sessão pudesse ser mantida, funcionários da Casa fizeram um mutirão de limpeza.

Móveis e computadores foram queimados. Os documentos, inclusive os que incluem os indícios que podem levar à cassação, continuam intactos. Não houve vítimas.

Além do incêndio e das ameaças, outro incidente foi motivado por discussões em torno da possível cassação. Na segunda-feira, dois vereadores entraram em luta corporal ao final da sessão, por volta das 20h. Ambos registraram boletins de ocorrência e teriam visões opostas sobre o julgamento que pode afastar o prefeito e o vice da cidade.

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09 nov09:24

Na véspera de processo de cassação, Câmara de Vereadores de Jaborá é incendiada

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

Um incêndio atingiu a Câmara de Vereadores de Jaborá, no Meio-Oeste catarinense, por volta das 4h desta quarta-feira, na véspera da sessão que pode cassar o prefeito e o vice da cidade. A suspeita é de que o fogo tenha sido criminoso.

Incêndio na Câmara de Vereadores de Jaborá atingiu quatro salas do prédio.

Computadores e documentos foram queimados. Conforme a assessoria da Câmara, quatro salas foram atingidas, entre elas o gabinete do presidente, da secretária e parte do plenário.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Catanduvas, as chamas foram controladas por policiais militares de Jaborá, que teriam utilizado quatro extintores para conter o fogo.

Os bombeiros suspeitam que alguém tenha incendiado primeiro os documentos e os computadores. O Instituto Geral de Perícia (IGP) deve analisar o local na manhã desta quarta-feira.

A assessoria de imprensa do Legislativo confirmou que, por enquanto, a sessão extraordinária que votará a cassação do prefeito e do vice-prefeito continua marcada para as 7h30min desta quinta-feira. Ainda não se sabe se a votação será realizada no plenário da Câmara.


Vereadores brigaram

Os incidentes em torno da possível cassação dos chefes do Executivo começaram ainda na segunda-feira, quando dois vereadores entraram em luta corporal ao final da sessão, por volta das 20h.

Ambos registraram boletins de ocorrência e teriam visões opostas sobre o julgamento que pode afastar o prefeito Luiz Nora e do vice-prefeito Barcelides Nicolli, ambos do PMDB.

Eles podem ser afastados imediatamente dos cargos. A dupla é denunciada por suposta prorrogação indevida de concurso público, que teria beneficiado somente a filha do prefeito.



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08 nov16:00

Vereadores brigam dois dias antes de sessão que pode cassar prefeito e vice no Meio Oeste

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br


A sessão na Câmara de Vereadores de Jaborá, no Meio Oeste catarinense, terminou em briga na noite da última segunda-feira. A causa é a possível cassação do mandato do prefeito e do vice da cidade que será votada na próxima quinta-feira.

A briga entre os legisladores aconteceu logo após a sessão na Câmara de Vereadores, por volta das 20h. Não há imagens das agressões, pois não existe circuito interno no local.

Conforme um dos envolvidos, o vereador Itamar Toigo (PMDB), o bate-boca iniciou depois que o presidente da Casa pediu afastamento do cargo para não participar da votação do processo de cassação do prefeito Luiz Nora e do vice-prefeito Barcelides Nicolli, ambos do PMDB.

Toigo fez exame de corpo delito na manhã desta terça-feira no Instituto Médico Legal (IML) de Joaçaba, também no Meio-Oeste. Ele registrou um boletim de ocorrência por agressão contra o vereador Deoclésio Parisoto (PSD), o outro envolvido na briga.

Por telefone, Parisoto, disse que realmente os ânimos se exaltaram e que houve troca de agressões entre os dois políticos. Ele também registrou um boletim de ocorrência contra Toigo.

Isso porque, segundo ele, ao final da discussão, Toigo teria dito que pegaria uma arma de fogo em casa, para acertar as contas. Do outro lado, o peemedebista nega que tenha feito qualquer tido de ameaças. A polícia deve investigar o caso.


Votação está mantida

Apesar da briga entre os vereadores e do afastamento do presidente da Câmara, Carlos Pinto (PMDB), a votação que pode cassar os chefes do Executivo está mantida para as 7h30min desta quinta-feira.

Um novo nome ainda não foi indicado para assumir a presidência do Legislativo. Luiz Nora e Barcelides Nicolli podem ser afastados imediatamente dos cargos. A dupla é denunciada por suposta prorrogação indevida de concurso público, que teria beneficiado somente a filha do prefeito.

Caso os chefes do Executivo sejam cassados, é o presidente da Câmara quem assume o cargo interinamente, até que ocorra eleição indireta. No dia do julgamento, todos os nove vereadores do município têm direito a voto. A cassação só ocorre se seis ou mais legisladores forem favoráveis, porque são necessários dois terços do total.

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01 nov17:09

Delegados e Policiais Civis buscam apoio de vereadores para movimento de reivindicação

Delegados de Policia e servidores da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina lotados em Chapecó foram recebidos na segunda-feira, 31, pelo presidente da Câmara Itamar Agnoletto e demais vereadores.

No encontro eles solicitaram apoio dos vereadores para o movimento da Polícia Civil do Estado que busca uma readequação dos salários, que não são corrigidos há pelo menos 13 anos. A Polícia Civil também traz outras preocupações que é o aumento da demanda de atendimento e a redução do quadro pessoal que compromete a prestação ser serviços para a comunidade.

No encontro ficou definido que a Câmara Municipal irá produzir uma Moção de Apelo endereçada ao governador Raimundo Colombo e secretários de áreas afins para que abra um canal de negociações que permita as partes chegarem a um entendimento.

Itamar Agnoletto disse que através da UVESC – União dos Vereadores de Santa Catarina, entidade que preside, irá solicitar que as demais Câmaras Municipais do Estado produzam esse mesmo documento. – É importante os legislativos e os executivos municipais apelarem para que o governo e a Polícia Civil cheguem a um consenso pois uma paralisação será prejudicial para todos os cidadãos e ninguém, nem mesmo os policiais querem chegar a essa situação extrema – disse Agnoletto.


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