Caminhões

09 dez11:43

Arrancadão de Caminhões de Chapecó encerra neste domingo

Encerra no final da tarde deste domingo a 3ª edição Arrancadão de Caminhões de Chapecó. As provas, do evento promovido pelo Truck Clube Chapecó, acontecem no Autódromo Internacional.

Nesta edição mais de 15 mil pessoas apaixonadas por velocidade devem passar pelo local.

Os interessados em saber mais sobre o evento podem curtir a página do Truck Clube Chapecó no Facebook ou acessar o site www.truckclubechapeco.com.br e obter todas as informações.


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04 dez14:26

Inicia os preparativos para o 3° Arrancadão de Caminhões de Chapecó

O Arrancadão de Caminhões tradicionalmente traz a maior estrutura no Autódromo Internacional de Chapecó. Neste ano não será diferente. Mais de 250 toneladas de equipamentos e estruturas metálicas estão sendo trazidas de diferentes regiões do sul do Brasil.

Em 2010 eram 17 camarotes, nesta edição serão sete a mais, tudo para receber um público de 16 mil visitantes. A infraestrutura conta ainda com praça de alimentação e bebidas, segurança e arquibancadas.

As atrações começam ainda no sábado, dia 8, pela manhã com o tradicional desfile de caminhões pelas ruas da cidade. Antes das provas acontece um encontro de som automotivo, a partir das 15h no Autódromo. No domingo as provas iniciam às 9 horas e seguem até o final da tarde.

Os ingressos antecipados para o evento, no valor de R$ 15, estão à venda. Os locais de venda são: Cipriani Auto Center, Posto Catarina, Posto de Marco, Posto GT, Posto Guri, Posto Marcon, Posto Milão (Efapi), Posto Negreto, Reticar e em Xaxim no Posto Cabo. Também há pontos de venda em Pinhalzinho no Posto Esplanada e em Coronel Freitas no Posto Pelizza.


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31 jul12:27

"Estamos reféns", reclama caminhoneiro parado há 24h em rodovia no Oeste de SC

A chuva e o frio são os menores dos transtornos enfrentados por caminhoneiros parados em rodovias de Santa Catarina (SC). Em protesto que ocorre em todo país, veículos que transportam carga são impedidos de cruzar por trechos de estradas em razão de impasse entre a categoria e a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Em SC, ao menos seis pontos registram manifestação nesta terça-feira. Um deles é na BR-282 em Catanduvas, Oeste do Estado, onde centenas de veículos são impedidos de cruzar desde a manhã de segunda-feira.

Entre os caminhoneiros que se sentem prejudicados pela interdição está Dirlei de Menezes Gonçalves, 40 anos. Ele levava carga de caixas plásticas para a prefeitura de Concórdia, mas foi impedido de cruzar por Catanduvas por volta das 13h de segunda-feira. Desde então está sem suporte algum.

— Nos pararam aqui, mas não nos deram nada. Não temos banheiro, não temos sequer um posto próximo para comprar comida. Estamos reféns. Depois que nos param, não podemos voltar e nem seguir adiante. O descontentamento aqui é grande e é de todos — disse Dirlei.

Na profissão há 15 anos, o caminhoneiro recebeu depoimentos de colegas que também se sentem prejudicados com a paralisação.

— É só o que se fala por aqui. Estão todos reclamando que a greve é do patronal. Quem é caminhoneiro não quer ficar parado — relatou.

Dirlei diz ainda que precisou pedir ajuda para a empresa na qual trabalha, que ficou de deslocar uma pessoa de carro até a região para dar o suporte necessário.

— Mas e os outros, como ficam? Quem não tem gente próxima pra ajudar não está recebendo suporte algum. A situação é complicada — lamentou.

Segundo Dirlei, somente no trecho de Catanduvas são centenas de veículos de carga parados. Em outros pontos de SC, caminhões são parados nas rodovias, mas levados para locais dentro das cidades. Não há uma estimativa total de quantos veículos estão parados no Estado.

No trecho de Catanduvas, na BR-282, integrantes do movimento grevista começaram na manhã desta terça-feira a parar também veículos que transportam carga viva, como de porcos e bois. Vans e caminhonetes também são parados para verificar se há transporte de carga envolvido.

Os manifestantes aguardam reunião em Brasília para definir o rumo da paralisação, que é comandada pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). Integrantes da entidade discutem uma solução junto a representantes do Ministério dos Transportes, Casa Civil, presidência da República e ANTT. Uma posição deve sair por volta das 16h.


Em Santa Catarina, os protestos nesta terça-feira ocorrem em seis pontos:

— Maravilha (BR-282)

— Catanduvas (BR-282)

— São Miguel do Oeste (BR-282).

— Cunha Porã (BR-158)

— Dionísio Cerqueira (BR-163)

— Água Doce (SC-454)


Segundo as polícias rodoviárias, não há registro de incidentes nas manifestações em Santa Catarina. Outros pontos de rodovias estaduaus e federais também sofreram interdições, mas foram liberados.

No último sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em SC. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil.

A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferem no direito do cidadão de ir e vir.

Na manhã desta terça-feira, o MUCB informou que não há uma posição da entidade sobre a decisão judicial em SC e nem sobre a possibilidade de multa no caso de descumprimento da determinação.


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31 jul12:10

Reunião em Brasília tenta acabar com impasse entre ANTT e movimento nacional de caminhoneiros

O protesto nacional de caminhoneiros, com bloqueios em rodovias de pelo menos 10 estados, pode ter solução encaminhada nesta terça-feira. Em Brasília, representantes do Ministério dos Transportes, Casa Civil, presidência da República e Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) se reúnem com integrantes do Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC). Além do presidente da entidade, Nélio Botelho, devem participar representantes estaduais do movimento. Uma posição sobre o rumo dos protestos deve sair por volta das 16h.

Em Santa Catarina, os protestos nesta terça-feira provocam interdição parcial em pelo menos seis trechos de rodovias. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, manifestantes impedem a passagem de veículos de carga em Maravilha (BR-282), Catanduvas (BR-282) e São Miguel do Oeste (BR-282). A BR-158 sofreu interdição parcial em Cunha Porã. Em Dionísio Cerqueira o protesto foi registrado na BR-163.

Outros trechos de rodovias federais também tiveram protestos em SC, mas já foram liberados. São os casos de Chapecó (BR-480), Xanxerê (BR-282) e Concórdia (BR-153).

Já em estradas estaduais, houve manifestação na SC-454 em Água Doce. Já em Abelardo Luz, houve manifestação na SC-467, mas foi encerrada, conforme a Polícia Militar Rodoviária (PMRv).

Segundo as polícias rodoviárias, não há registro de incidentes nas manifestações em Santa Catarina. Veículos que transportam cargas são orientados a parar em determinados trechos e seguir para dentro de cidades, onde ficam parados aguardando posição do movimento nacional. Ainda não há uma estimativa de número de caminhões retidos. Segundo a PRF, no entanto, mais de 100 veículos de carga foram parados desde o início da semana somente na BR-282 (trechos de Maravilha, Catanduvas e São Miguel).

No último sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interfere no direito do cidadão de ir e vir.

Na manhã desta terça-feira, o MUCB informou que não há uma posição da entidade sobre a decisão judicial em SC e nem sobre a possibilidade de multa no caso de descumprimento da determinação.


Além de Santa Catarina, protestos de caminhoneiros são registrados em outros nove estados:

— Rio Grande do Sul

— Paraná

— Rio de Janeiro

— Ceará

— Minas Gerais

— Espírito Santo

— Bahia

— Tocantins

— Goiás


Posicionamentos sobre os protestos

Para o procurador Pablo Douglas Almeida de Moraes, que atua no Ministério Público do Trabalho (MPT) no Mato Grosso do Sul, a lei que entrou em vigor beneficia os caminhoneiros.

— É de se estranhar que trabalhadores lutem contra a implementação de um direito que lhes beneficia — disse ele em entrevista à Agência Brasil — O locaute (greve patronal) é uma conduta ilícita, viola a lei — concluiu.

O governo afirma que está atento às paralisações dos caminhoneiros. No entanto, o ministro do Trabalho, Brizola Neto, disse não há espaço para retroceder à legislação que garante melhores condições de trabalho para a categoria e também mais segurança.

— A lei da jornada de trabalho dos caminhoneiros tem sofrido resistência, mas é inegável que a lei é um avanço — disse Brizola Neto.

Enquanto isso, a NTC&Logística, que reúne empresas e sindicatos patronais do transporte de cargas, emitiu nota posicionando-se contra a greve de caminhoneiros. O presidente da entidade, Flávio Benatti, pede “firmeza no cumprimento da lei” por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).


No comunicado, a entidade contesta a representatividade do movimento grevista.

“As manifestações contrárias à legislação têm sido de uma minoria oportunista”, informou a nota. O texto afirma ainda que a paralisação é “lockout”, ou seja, um movimento organizado por empresários e não por empregados.

“Não temos dúvidas de que a ANTT seguirá atuando na defesa da regulamentação e modernização do transporte rodoviário de cargas no Brasil”, concluiu a nota da NTC&Logística.


Motivo dos protestos

Os caminhoneiros reivindicam a revisão das normas e regras estabelecidas pela Agência Nacional do Transporte Terrestre (ANTT). Elas incluem o cumprimento de intervalo de 30 minutos a cada quatro horas ao volante.

A categoria também quer reduções no preço do óleo diesel e aumento da segurança nas estradas. A falta de pontos seguros para descanso nas estradas, o que facilitaria o roubo de cargas e a violência contra os motoristas é outra justificativa para o protesto.

As manifestações em SC fazem parte de movimento nacional dos caminhoneiros. A categoria quer revisar a a Lei 12.619/2012, que entrou vigor na sexta-feira, dia 27, e regulamenta a profissão dos motoristas de transporte rodoviário interestadual.

De acordo com proposta, depois de quatro horas de trabalho, os motoristas têm direito a 30 minutos de descanso. Eles ainda podem fazer uma hora de intervalo para as refeições e a cada 24h de trabalho devem descansar outras onze horas.

No sábado, dia 28, a Justiça Federal proibiu os caminhoneiros de bloquearem as rodovias federais em Santa Catarina. A multa para o descumprimento foi estipulada de R$ 100 mil. A justificativa é que as manifestações propostas pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro impedem o trânsito livre e seguro nas BRs, ou seja, interferindo no direito do cidadão de ir e vir.

O Movimento União Brasil Caminhoneiro alega que algumas normas são impossíveis de cumprir. A ANTT mantém a negociação.


DIÁRIO CATARINENSE



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05 jul19:20

Movimento de caminhões cai 38% na aduana de Dionísio Cerqueira

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O movimento na Aduana de Cargas de Dionísio Cerqueira, na fronteira com a Argentina, caiu 38% no mês de junho, em relação ao mesmo período do ano passado. O número caiu de 2001 veículos para 1228, segundo dados da Receita Federal.

Mas essa queda não é reflexo da greve dos fiscais da receita federal e sim da reforma na aduana e a briga comercial entre Brasil e Argentina, segundo o inspetor chefe da Receita Federal em Dionísio Cerqueira, Arnaldo Borteze.

A greve da receita federal iniciou no dia 18 de junho mas não houve acréscimo nas filas, em virtude da queda no movimento. A maioria dos caminhões são liberados em dois dias, segundo Borteze. No entanto alguns caminhões chegaram a ficar dois meses na aduana, até que o governo brasileiro liberasse a importação, como resposta à restrição de importação de produtos brasileiros, como a carne suína. Apesar do anúncio da liberação da venda desses produtos na prática ainda nada ocorreu.

Ontem 120 caminhões estavam no pátio da Aduana. Mas esse número é considerado até abaixo do normal, que são 200 caminhões. Borteze lembrou que, em abril, havia uma fila de 200 caminhões somente no lado argentino, no lado de fora do pátio. O motivo era a safra da cebola e a redução pela metade da capacidade do pátio, que estava em reforma.

Agora estão liberadas as 200 vagas de estacionamento, faltando a estrutura administrativa e outras melhorias, que devem ser concluídas até outubro.

Apesar da queda no número de caminhões o movimento econômico da Aduana cresceu 15,3%, de R$ 52 milhões em junho do ano passado para R$ 60 milhões em junho deste ano. A importação caiu 10% mas as exportações cresceram 65%, principalmente em virtude do aumento da venda de carne suína para o Chile.

A despachante responsável pela importação e exportação da NJK Despachos Aduaneiros, Maria Lúcia Veit, confirmou que não há filas na aduana, justamente em virtude da briga comercial entre Brasil e Argentina. Ela destacou que houve redução nas compras em virtude das exigências burocráticas. Um caminhão que foi liberado ontem estava há 12 dias na fila.

Em relação à “Operação Padrão” dos fiscais da Receita Federal, que estão aumentando as exigências para liberar as cargas, há a demora de até cinco dias em algumas cargas. Mas outras podem ser liberadas no mesmo dia.


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14 mar14:58

Casan de Seara contratou caminhões para abastecer o município

A Casan de Seara voltou a utilizar caminhões pipa para captar água no rio Uvá de Itá e garantir o abastecimento da cidade. Ainda assim, os moradores vão continuar recebendo água só de 12 em 12 horas.

Como não chove há mais de 20 dias o nível do rio do Caçador diminuiu e o volume de água é insuficiente para atender a demanda. Para amenizar a situação, na manhã desta quarta-feira três carretas iniciaram o trabalho de captar água no Rio. O trajeto rio para reservatório da Casan em Seara é de 18 Km.

- Cada caminhão devem fazer 10 viagens por dia para atender a demanda – disse o Carlos Peressoni, chefe da Agência em Seara.

Mesmo assim, o rodízio no abastecimento vai ser mantido. Por 12 horas é distribuído água para uma região da cidade e 12 horas para a outra. Sistema que não garante o abastecimento de todas as residências. Quando a água chega até a casa de Dona Amália ela armazena o que pode. – Economizo em tudo, até o banho tem que ser rápido – disse a aposentada Amália Sartori.


Poço Profundo

A maior parte dos equipamentos que ficaram presos dentro do poço, após um cano se romper, foram retirados. Mas ainda é preciso retirar o motor da bomba de sucção que está a 400 metros de profundidade.

- Esse é um trabalho delicado e ainda não temos data para ser finalizado – disse Peressoni.


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25 fev08:08

Protecionismo argentino reduz exportações em 40%

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

As medidas protecionistas da Argentina adotadas a partir deste mês reduziram em cerca de 40% o movimento das exportações na Aduana de Dionísio Cerqueira. Em fevereiro do ano passado 511 caminhões passaram pelo local rumo à Argentina e Chile. Neste mês, o número não deve chegar a 300 segundo o Inspetor Chefe da Receita Federal em Dionísio Cerqueira, Arnaldo Borteze. Até quinta-feira, apenas 247 cargas tinham saído do país por Santa Catarina.

Isso traz prejuízo para os exportadores e para o país. Em fevereiro do ano passado as vendas externas que passaram pela Aduana chegaram a US$ 25 milhões. Neste ano, somaram US$ 17 milhões até agora e deve atingir apenas R$ 19 milhões. São US$ 6 milhões a menos do que no ano anterior. E o inspetor chefe da Receita Federal acredita que esse prejuízo é ainda maior, pois havia uma expectativa de venda de US$ 40 milhões, que foi a média do último trimestre do ano passado. Esse acréscimo se dá a um crescimento na venda de carne bovina para o Chile e a um acréscimo natural que a aduana vinha tendo nos últimos anos. Desde outubro de 2009, quando 251 caminhões saíram do país, a aduana não tinha um movimento tão baixo.

Borteze lembrou que até janeiro, a liberação das cargas era feita em um a dois dias. Bastava uma conferência da carga, o despacho aduaneiro no Brasil e depois o despacho aduaneiro no lado argentino. A partir de primeiro de fevereiro os exportadores necessitam de uma Declaração Jurada Antecipada de Exportação, que demora até 10 dias. Depois disso, o caminhão vai para a aduana. Ontem a fila estava em 70 caminhões no lado brasileiro. E só não estava maior porque os transportadores esperam esta declaração antes de enviar as cargas. O problema continua depois porque, além da declaração antecipada e dos despachos aduaneiros, a carga agora necessita de uma Autorização de Entrada de Mercadoria, que é fornecida pela Secretaria de Comércio Exterior. Esse documento pode demorar até 10 dias.

O diretor da Tropical Exportação e Importação Ltda, Luciano Wendramin, disse que deveria exportar 45 cargas de frutas neste mês e, até agora, encaminhou apenas 17. Além disso ele trabalha com um produto perecível, que é banana. –Com a demora na liberação nosso produto perde qualidade e muitas vezes se deteriora- disse. Wendramin afirmou que seus clientes estão ficando sem matéria- prima e, além disso, atrapalha também a importação de outras frutas, como pera e maçã argentina. –O caminhão que levaria a banana busca também outras frutas na Argentina- explicou.

Com isso a empresa perde dinheiro e aumenta os gastos com transporte. Um caminhão parado representa prejuízo de US$ 190 por dia. –O pior ainda é a incerteza de quando as cargas serão liberadas- afirmou.

O motorista Ivaldo Alberton, que está levando banana de Luís Alves para Buenos Aires, já está há uma semana na Aduana. Ele esperava liberar a carga até o final da tarde de ontem, senão teria que esperar no mínimo até terça-feira, já que na segunda-feira é feriado no país vizinho.

Mas não é só no lado brasileiro que há fila. Na parte argentina também há cerca de 170 caminhões parados. Boaventura de Paula Neto está desde segunda-feira na fila, com uma carga de alho, que está transportando de Mendoza para Pato Branco-PR. Ele reclama da falta de infraestrutura, como banheiros e restaurantes.

Arnaldo Borteze explicou que há um aumento no fluxo de importação, pela safra da cebola. Outro problema é a construção da nova aduana, que diminuiu as vagas no pátio de 190 para 90. A obra no valor de R$ 10 milhões começou em agosto do ano passado e tem prazo de conclusão de um ano. Borteze afirmou que a nova estrutura conta com algumas melhorias, como local de conferência de mercadorias. –Essa obra deve agilizar o fluxo das mercadorias- garante o inspetor chefe da Receita Federal.


DADOS DA ADUANA DE DIONÍSIO CERQUEIRA

Exportações em 2010: US$ 211 milhões

Exportações em 2011: US$ 340 milhões

Exportações em fevereiro de 2011: US$ 25 milhões

Exportações em fevereiro de 2012: US$ 17 milhões até quinta-feira, devendo chegar a US$ 19 milhões até o final do mês

Importações em 2010: US$ 371 milhões

Importações em 2011: US$ 415 milhões

Importações em fevereiro de 2012: US$ 25 milhões

Caminhões de exportação que passaram pela aduana em fevereiro 2011: 511

Caminhões de exportação que passaram pela aduana em fevereiro de 2012: 247 até quinta-feira, podendo chegar a 300 até o final do mês

Principais produtos de exportação para a Argentina: Carne suína, carne de frango, frutas tropicais e móveis. (O Chile compra bom volume de carne bovina)

Participação da Argentina no volume exportado: 50%

Participação da Argentina no faturamento exportado: 30%

Fonte: Receita Federal


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16 fev07:42

Estiagem se agrava no Oeste Catarinense

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br*

A estiagem que havia dado uma amenizada em meados de janeiro, quando ocorreu uma chuva de 70 milímetros em Chapecó, voltou a se intensificar neste mês, principalmente a partir da semana passada. Sete municípios decretaram emergência nesta semana: Alto Bela Vita, Presidente Castelo Branco, Ipumirim, Iomerê, Jaborá, Piratuba e Concórdia.

Além disso Seara, que já estava em Emergência, decretou Estado de Calamidade Pública, em virtude de que a cidade estava no início da semana com apenas 25% da água necessária para atender o município, que consome dois milhões de litros por dia.

- Está um caos- chegou a declarar o responsável do escritório local da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), Marcelo Cozer. Os moradores nem tinham mais previsão de receber água.

A situação foi amenizada com a chegada de dois caminhões dos Bombeiros, a partir de terça-feira, um de São José e um de Chapecó. Um deles tem capacidade para 26 mil litros/dia e outro tem capacidade de 20 mil litros dia. – Eles estão disponíveis o tempo que for necessário- disse o comandante do 6º Batalhão de Bombeiros de Chapecó, Luiz Carlos Balsan.

Os caminhões estão buscando água no rio Uvá, a 16 quilômetros de distância, e a despejam na barragem de captação do Rio Caçador, que foi desassoreada. Cada caminhão faz cerca de 10 viagens por dia.

Além disso a Casan está com quatro caminhos puxando água da Estação de Tratamento de Itá, a 18 quilômetros, que é distribuída em casas nas partes mais altas e nos reservatórios.

- Hoje 70% do nosso abastecimento é feito com caminhão Pipa- disse Cozer. São cerca de 800 mil litros transportados por dia. Com essas medidas o fornecimento de água subiu para um milhão de litros/dia, que é metade do consumo normal. –Ainda não é o suficiente- explicou o representante da Casan.

O presidente da Defesa Civil do município, Fábio Stocco, disse que algumas famílias que estavam há dois ou três dias sem água, começaram a ser atendidas. –Atualmente 100% da área urbana está com dificuldade no abastecimento- afirmou Stocco. No interior a Prefeitura também está fornecendo água para 35 famílias. A Defesa Civil do município vai solicitar ao Estado mais caminhões ou então recursos para contratação de mais veículos.

Além disso a unidade da Seara Alimentos, controlada pelo grupo Marfrig, também iniciou o transporte de água nesta semana, para não paralizar os abates. São seis carretas que transportam mais de dois milhões de litros de água por dia, captadas no rio Uvá.


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16 jan10:54

Chapecó vai sediar 3º Arrancadão de Caminhões

O Prefeito em Exercício Américo do Nascimento Junior recebeu  a visita da diretoria do Truck Clube Chapecó. Durante o encontro, o Presidente da entidade, Alisson Bernardi, acompanhado de Alexandre Menegolla e Valderi Lang (Mano), anunciou a realização do 3° Arrancadão de Caminhões, a ser promovido no mês de dezembro deste ano.

- Pretendemos trazer à Chapecó pilotos de todas as regiões do Brasil para o 3° Arrancadão. Para isso o Truck Clube Chapecó já está firmando parcerias com fabricantes de caminhões e outras empresas do segmento do transporte -  destaca Alisson Bernardi.

Para o Prefeito em Exercício, sediar um evento deste porte significa mais crescimento para Chapecó, além do fomento do comércio em geral e da visibilidade do município.

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05 jan11:22

Polícia Civil prende comandante de quadrilha especializada em furtos e roubos de caminhões em Chapecó

Na noite desta quarta-feira, dia 04, a Divisão de Investigação Criminal – DIC, da Polícia Civil de Chapecó prendeu em uma empresa no trevo próximo a BR 282, Ivandro Luiz Paulo do Nascimento, 29 anos, considerado comandante da quadrilha especializada em roubos e furtos de caminhões na região Sul do país. Nascimento, que tinha prisão preventiva, foi encaminhado ao Presídio Regional de Chapecó, onde está à disposição da Justiça. Ele vai responder também por receptação.

A operação Mandrake começou há cerca de um ano, quando agentes da Polícia Civil de Chapecó e de Sombrio realizaram buscas na região Oeste, extremo Oeste de Santa Catarina, Paraná e em cidades vizinhas do Rio Grande do Sul.


Dez pessoas já haviam sido presas

Durante a investigação os policiais prenderam dez integrantes da quadrilha, que residiam em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Estados onde ocorriam os crimes. Foram presos: Adílio de Oliveira; Ademir Modler; Leandro Gomes, vulgo “Pato”; Valcir de Lima, vulgo “Bugre”; Fabio Caetano de Azevedo, vulgo “Fabinho”; Marcelo Caetano de Azevedo, vulgo “Celinho”; Nilton Antonio Wohlmeister, vulgo “Dieco”; Marcia Fernandes Nunes; Marcio Jose Cardoso e Sidnei Silveira Reus.

Além da prisão dos investigados, várias apreensões foram realizadas. Foram recuperados caminhões, carretas, e muncks (possui sistema hidráulico para movimentação, içamento, remoção de equipamentos e máquinas industriais e de construção civil), todos furtados na região Sul e encaminhados à perícia para depois devolver aos proprietários.

- A desarticulação da quadrilha contou com as Polícias Civis do Estado de Santa Catarina (Araranguá, Chapecó, Criciúma e Joaçaba), do Estado do Rio Grande do Sul (Carazinho e Ijuí) e da Polícia Rodoviária Federal – disse o delegado Ronaldo Moretto.

Segundo o Delegado Ronaldo Moretto com esta investigação houve uma diminuição das ocorrências de roubos/furtos de caminhões, carretas e cargas na região. As investigações continuam.


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