Capinzal

28 mar15:55

Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego é iniciado em Capinzal

Pegar um ônibus, às vezes dois. Sair do centro da cidade, ou de outros municípios. Percorrer 7 quilômetros de estrada de terra. Ter pouco tempo para almoçar. Sair de casa quando o sol ainda estiver nascendo, e voltar no só no final do dia. Assim será a rotina dos 40 alunos que iniciaram nesta segunda-feira o curso Técnico em Agropecuária, oferecido através do Pronatec pelo Instituto Federal Catarinense – Campus Concórdia em parceria com a prefeitura municipal de Capinzal.

- Não será fácil, vocês tem grande desafio pela frente. Mas quero ver, daqui dois anos, uma formatura com todos – disse o diretor-geral do IFC-Concórdia, Jolcemar Ferro aos estudantes.

A aula inaugural do programa foi realizada no dia 26 de março, na Escola Municipal Ivo Silveira, localizada no distrito de Alto Alegre. Um dos supervisores do curso, o professor Nelson Golynski, explica que os estudantes vão frequentar o Ensino Médio regularmente nas escolas onde estão matriculados na parte da manhã. À tarde, vão cursar o Pronatec – Técnico em Agropecuária. As aulas práticas serão oferecidas tanto na área da escola como nas propriedades vizinhas e no câmpus do IFC.

Conforme o outro supervisor, o professor Mario Lettieri Teixeira, durante dois anos serão ministradas disciplinas envolvendo Zootecnia, Agricultura, Paisagismo, Nutrição, Informática e outros assuntos relacionados. O curso terá 1200 horas/aula em dois anos de duração. Os participantes residem nos municípios de Capinzal, Ouro e Campos Novos.

O Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) é um programa do Governo Federal que tem por objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio e cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores. O Técnico em Agropecuária em Capinzal é o primeiro curso desta modalidade oferecido pelo IFC – Campus Concórdia.


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27 dez14:01

"Errei por excesso de autoconfiança", admite jovem em parapente que ficou pendurado por 3h

Pedro Rockenbach | pedro.rockenbach@diario.com.br

O excesso de autoconfiança quase transformou-se em um acidente grave para jovem que ficou três horas preso a 25m de altura em um parapente em Capinzal, no Meio-Oeste de Santa Catarina. Fernando Mattana, de 28 anos, sobrevoava a região da comunidade Barra do Leão, no limite com Campos Novos, quando um erro de avaliação colocou o passeio em risco.

Homem ficou cerca de três horas pendurado no local.

— Quando a gente já voou bastante, temos que ter cuidado para não fazer uma coisa muito perigosa. Ignoramos algumas regras de segurança por causa do excesso de autoconfiança. E foi isso que aconteceu. Não avaliei direito as condições de vento e acabei perto da encosta — reconheceu o técnico de telecomunicações.

Fernando prática o voo livre a mais de uma ano. Tem experiência na rampa de salto de Tangará, uma das mais conhecidas da região. Nas últimas semanas, como estudar um ponto de lançamento em Capinzal. Fez a estreia na noite de segunda-feira.

— Isso foi 50% do meu erro. Não devia ter ficado quase uma hora em voo. Como é uma nova rampa, deveria ter decolado e descido várias várias vezes até ter bastante conhecimento do local. Mas tudo isso serviu de aprendizado. O susto valeu como alerta para manter sempre o foco na segurança — ressaltou.

A reposta ao sentir em que estava perigo veio rápido. Assim que percebeu uma instabilidade no equipamento, Fernando abriu um paraquedas de emergência. A iniciativa fez o o jovem sair ileso do acidente. Equipe de reportagem da Rádio Capinzal AM resgistrou o resgate.

— Ao ver que havia algo de errado no parapente, não esperei para ver o que aconteceria ou se ele se ajustaria novamente. Abri imediatamente o paraquedas de emergência. Aí, fui descendo levemente até o solo, mas acabei preso na árvore — explicou Fernando.

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27 dez10:33

Por problema em pouso, jovem em paraquedas fica preso por três horas a 25m de altura em Capinzal

Pedro Rockenbach | pedro.rockenbach@diario.com.br

O passeio de parapente terminou a 25 metros de altura no meio de galhos em um eucalipto no início da noite de segunda-feira em Capinzal, no Meio-Oeste de Santa Catarina. Um jovem de 28 anos ficou preso na árvore após abandonar o parapente durante o voo e saltar de paraquedas.


Homem ficou cerca de três horas pendurado no local.


Fernando Mattana sobrevoava a região, quando teve problemas para pousar na região da comunidade Barra do Leão, no limite com o município de Campos Novos. Quando estava a cerca de 200 metros de altura, o jovem percebeu que não conseguiria descer em uma área segura, abandonou o parapente e acionou o paraquedas de segurança.

Porém, na descida, ficou preso em meio a galhos de eucalipto, a 25 metros do chão, segundo o Corpo de Bombeiros em Capinzal. A altura equivale a um prédio de seis andares. Amigos de Fernando que acompanhavam o voo acionaram a guarnição dos bombeiros às 19h45min para fazer o resgate. Mas demorou cerca de 45 minutos para os soldados conseguirem chegar ao local, por causa do difícil acesso.

— Quando chegamos, percebemos que não seria possível resgatá-lo usando as técnicas de subida em árvore com corda ou escada. Ele estava bem no meio de duas árvores, num galho fino que não quebrou por pouco na queda. Por isso, buscamos outra alternativa — explicou Celso Azevedo de Souza, chefe de socorro.

Os bombeiros contataram uma empresa de guincho da cidade para solicitar um guindaste com cesto. Depois de muita dificuldade para levar o veículo até o local, o jovem foi retirado sem ferimentos da árvore. Entra a queda e o resgate, Fernando ficou três horas pendurado no eucalipto.

— Como demorou, ele estava bastante nervoso, ansioso para descer. Por estar abalado, ele não conseguiu explicar direito o que aconteceu no parapente — acrescentou Souza.

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13 out18:54

BRF pode pagar multa de R$ 10 milhões por colocar câmeras no vestiário em Capinzal

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

Câmeras de segurança instaladas nos vestiários da unidade da Brasil Foods (BRF) de Capinzal, no Meio-Oeste de Sanat Catarina, podem custar à empresa uma multa de R$ 10 milhões pelo crime de dano moral coletivo. O Ministério Público do Trabalho (MPT) de Joaçaba, que cuida do caso, ajuizou uma ação civil pública na tarde desta quinta-feira.

A presença dos equipamentos foi constatada em maio deste ano durante uma inspeção judiciária à unidade fabril, por conta de outra ação civil pública. Uma juíza e outros servidores públicos teriam presenciado o problema que gerou o processo do MPT — e pode ter atingido mais de seis mil funcionários.

Agora, a decisão sobre o pagamento ou não da multa cabe ao Poder Judiciário. O magistrado responsável pela vara do trabalho em Joaçaba também terá de analisar um pedido de liminar de tutela antecipada.

O documento pede a retirada imediata de todas as câmeras que ficam em locais considerados privativos, como banheiros, vestiários e áreas de descanso. Caso esta liminar seja deferida e a empresa não retire o sistema de monitoramento destes espaços, será aplicada multa diária de R$ 200 mil.

Conforme a procuradora Thaís Fidélis Bruch, os funcionários seriam filmados em trajes íntimos quando trocavam as roupas pessoais pelo uniforme de trabalho, exigido pela empresa. Para ela, o ato fere a dignidade da pessoa humana.

— A instalação de câmeras nos vestiários extrapola os limites das prerrogativas conferidas ao empregador e fere a intimidade dos trabalhadores — defende.

Até agora, nenhum funcionário foi ouvido na ação. A procuradora explica que os trabalhadores que se sentirem lesados pelas filmagens, também podem ingressar com ações individuais de danos morais contra a empresa.

Nenhuma das decisões em relação à ação do MPT tem prazo para sair. E a BRF pode recorrer de todas elas. O valor da multa também pode ser diminuído pelo magistrado.


Contraponto

Ao MPT, a empresa teria alegado que instalou as câmeras para impedir furtos de objetos pessoais dos funcionários, que ficam guardados em armários dentro dos vestiários. Disse ainda que todas as imagens são apagadas do arquivo 72 horas depois. Nesta quinta-feira, ninguém foi encontrado para comentar o caso.

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13 set10:17

Polícia Civil apreende notas falsas

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia da Comarca de Capinzal, com o apoio da Delegacia de Polícia de Ipira, prendeu em flagrante Cledson Roberto Bazzo, 26 anos, pelo crime de falsificação de moeda e corrupção de menores, em Capinzal. A ação foi na manhã de segunda-feira, dia 12.


O Caso

A Polícia Civil chegou até Bazzo através de denúncia de um dos comerciantes que, ao receber uma das notas falsas, desconfiou da procedência do dinheiro e acionou a Polícia.

Logo em seguida, os menores foram localizados em um veículo conduzido por Bazzo, utilizado para locomoção entre as cidades onde o crime era praticado.

No momento da apreensão, os adolescentes portavam a quantia de R$ 2.900 em notas falsificadas.

De acordo com o depoimento prestado à Polícia, Bazzo informou que as notas de R$ 50 e R$ 100 haviam sido compradas no Paraguai e repassadas aos menores, que adquiriam mercadorias de pequeno valor no comércio local recebendo notas verdadeiras de troco.

Conforme relatos dos menores, eles já vinham praticando o crime há pelo menos duas semanas, aplicando o golpe nas cidades de Joaçaba, Treze Tílias, Iomerê, Arroio Trinta, Ibicaré, Ouro, Capinzal e Peritiba.

Cledson Roberto Bazzo foi detido e conduzido à Unidade Prisional Avançada (UPA) de Capinzal. Os menores foram entregues aos pais.


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09 ago10:14

Temporal causa destruição em cidades do Meio-Oeste Catarinense

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

 

 Os municípios de Capinzal e Piratuba foram os mais atingidos na região

Um temporal durante a madrugada causou diversos estragos nas cidades de Capinzal e de Piratuba, ambas no Meio-Oeste catarinense. Bombeiros de toda a região auxiliam os atingidos durante esta terça-feira.

Em Capinzal, os bairros Parisoto e Santa Maria foram os mais atingidos. A chuva e o vento forte destelharam casas, derrubaram árvores e alguns locais também foram alagados.

Ainda não se sabe quantas pessoas tiveram prejuízos com as chuvas e nem se há desabrigados. Além destas duas cidades, Zortea também foi atingida.

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