Certificação

17 set09:06

Selo de certificação da carne suína foi apresentado

O Presidente do Instituto Nacional da Carne Suína, Wolmir de Souza, juntamente com representantes da Cugnier Certificadora, participaram de uma reunião com o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, e com o gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Sérgio Borges. O objetivo do encontro foi buscar o apoio do órgão governamental para efetivar a certificação da carne suína brasileira.

O gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Sérgio Borges, afirma que a Cidasc reconhece o projeto de certificação como uma ideia muito boa. O Selo de Qualidade da Carne Suína pretende certificar as plantas frigoríficas que atenderem aos requisitos técnicos de controle de segurança alimentar.

- A Cidasc está avaliando os requisitos do projeto e pensando em como validar o Selo de certificação. As empresas que obtêm o selo são empresas diferenciadas, pois além de atender a mais requisitos do que os solicitados pela Inspeção Estadual, elas demonstram preocupação com a qualidade alimentar e o fazem por iniciativa própria – afirmou Borges.

Para o representante da Cugnier Certificadora, Dante Dauer, o interesse e aval positivo da Cidasc para a certificação da carne suína é muito importante.

Wolmir de Souza, presidente do INCS, frisa que é muito importante este espaço conquistado junto a Cidasc.

- Esperamos que nosso projeto de certificação da carne suína, assim como o regulamento técnico que o acompanha, sejam referência no estado e no Brasil. E uma ação que vai valorizar as pequenas plantas frigoríficas e mostrar que elas são tão qualificadas quanto as grandes marcas para oferecer segurança alimentar e produtos saborosos – afirmou o presidente.


Carne Suína de Qualidade

O projeto de certificação da carne suína é carro chefe do Instituto Nacional da Carne Suína. Esta ação pretende qualificar as plantas frigoríficas de pequenas agroindústrias dentro de normas técnicas rígidas que garantam a segurança alimentar do produto, além de agregar valor a cortes e derivados de carne suína, que irá impactar diretamente para a geração de renda e crescimento destes frigoríficos e dos suinocultores independentes.

O trabalho de certificação já foi realizado em um Frigorífico paranaense. O Primaz Alimentos, localizado em Rio Negrinho, será o primeiro a carregar o selo nas embalagens dos produtos. Em dezembro de 2011 a planta passou por uma auditoria piloto realizada pela Cugnier Certificadora. O resultado foi positivo e a planta atendeu a mais de 70% dos requisitos técnicos para receber o Selo. Agora, o INCS e o Primaz aguardam o parecer do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sobre a adequação do selo ao rótulo das embalagens dos produtos.

Com o primeiro frigorífico certificado, o INCS começou a implantar o projeto no Oeste catarinense. Quatro frigoríficos da região já concluíram a primeira etapa do projeto, que é a consultoria e preparação para a auditoria da Cugnier. Em breve estes frigoríficos também poderão receber em seus produtos o selo de certificação de qualidade da carne suína.


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21 nov16:40

Condomínios precisam se adequar às normas de certificação digital

Administrar um condomínio é uma tarefa que exige dedicação, paciência e competência. Além de gerenciar contas, cuidar do patrimônio, segurança e bem-estar dos moradores, o síndico também precisa estar atento às mudanças na legislação que envolve o mercado imobiliário. Uma delas, criada neste ano, obriga todos os condomínios a providenciarem a certificação digital.

- A medida entrará em vigor a partir de janeiro de 2012 e, por isso, é fundamental que todos os que ainda não se adequaram a esta legislação aproveitem estes últimos dias para regularizar a situação – salienta o presidente do Sindicato do Mercado Imobiliário (Secovi/Oeste), Armelindo Carraro.

A certificação digital é uma espécie de chave eletrônica usada por empresas e contadores para ter acesso ao Conectividade Social, um canal eletrônico de relacionamento desenvolvido pela Caixa Econômica Federal e disponibilizado gratuitamente às empresas. Através do portal, é possível transmitir dados referentes ao registro de trabalhadores para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), além de enviar informações ao Instituto Nacional do Serviço Social (INSS).

O dirigente explica que o processo é relativamente simples, mas demanda tempo, pois exige a apresentação de diversos documentos do condomínio e do síndico. – Nessa época do ano é comum as pessoas pensarem em férias e festas de comemoração. Porém, quem não providenciar o certificado até o último dia do ano terá sérios problemas para enviar dados ao sistema e pode sofrer processos trabalhistas e multas da Justiça do Trabalho – destaca.

Para fazer o procedimento, a administradora deve procurar as autoridades certificadas (AC) credenciadas pela Receita Federal. O preço do certificado varia conforme o modelo, a mídia utilizada (link para baixar programa no computador, cartão ou token) e o prazo de validade, que pode ser de 1 ou 3 anos.

O novo procedimento trará mais segurança e agilidade, além de ser fácil de acessar.  A maior dificuldade é providenciar a lista extensa de documentos, pois é preciso ter em mãos instituição, especificação, convenção e cartão de CNPJ do condomínio, ata de eleição do síndico, além de RG, CPF e comprovante de residência do síndico.

Mesmo o condomínio que não possui funcionários contratados precisa obter o certificado para ter acesso ao portal da Conectividade Social. Além disso, os condomínios que não tiverem a convenção registrada no RGI, por exemplo, podem apresentar a escritura registrada de um dos proprietários que assina a ata de eleição do síndico. – O importante é comprovar que aquele condomínio existe realmente – completou Carraro.




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