Chuva

16 jul09:26

Semana deve ter temperaturas negativas e chuva em SC

A semana começa com tempo firme em todas as regiões de Santa Catarina e sob a atuação de uma massa de ar frio e seco. Mas a previsão é de que haja uma desestabilização ao longo da semana, com possibilidade de chuva, ressaca e temperaturas ainda mais baixas.

A influência da massa de ar frio e seco nesta segunda-feira causou temperaturas mais baixas em todo o Estado. No amanhecer, a mínima chegou a -3,2ºC em Urupema e -2,8ºC em Bom Jardim da Serra.

As primeiras horas desta segunda-feira também foram de temperaturas baixas em todas as regiões. Confira as mínimas, segundo a Epagri/Ciram:

Urupema: -3,2ºC

Bom Jardim da Serra: -2,8ºC

São Joaquim: 0ºC

Painel: 0,2ºC

Rancho Queimado: 1,6ºC

Timbé do Sul: 2,5ºC

Campos Novos: 3,1ºC

Tangará: 3,8ºC

Água Doce: 4,2ºC

Papanduva: 4,6ºC

Major Vieira: 6ºC

Lontras: 5,3ºC


>> Confira mais detalhes no Blog do meteorologista Leandro Puchalski

Ao longo do dia, a máxima não deve ultrapassar os 18ºC no Oeste e Extremo-Oeste e dos 10ºC na Serra. Na Grande Florianópolis, a previsão é que os termômetros marquem, no máximo, 17ºC.

O órgão que monitora as condições climáticas aponta que a quantidade de nuvens deve aumentar no Centro-Norte do Estado com possibilidade pequena de chuva à noite.

Os ventos que sopram de sul a sudeste no Litoral podem chegar a 60 Km/h no Sul do Estado. Nas demais regiões, a direção do vento é sudeste a nordeste com previsão de máxima de 45 Km/h.

A partir de terça-feira, o tempo muda em SC. O tempo começa a ficar mais instável e deve haver mais nuvens. Há possibilidade de chuva e trovoadas no decorrer do dia, especialmente da Serra ao Litoral. No Oeste do Estado o tempo permanece mais estável e com temperaturas semelhantes às desta segunda-feira.


DIÁRIO CATARINENSE



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22 jun09:28

Sol e frio no primeiro fim de semana de inverno

O tempo terá mudanças no primeiro fim de semana de inverno em Santa Catarina. A chuva se afasta em direção ao mar e permite o ingresso de uma massa de ar seco e frio no Estado. Com isso, o sábado e o domingo serão de tempo seco e baixas temperaturas em todas as cidades.

>> Veja mais informações no blog de Leandro Puchalski

A previsão indica frio no amanhecer de sábado. As temperaturas devem ficar perto de 0°C em cidades da Serra e entre 7°C e 9°C nas demais regiões. As áreas com maiores temperaturas pela manhã serão no Litoral, com mínima variando de 12°C a 14°C.

Para o domingo não devem ocorrer grandes mudanças no comportamento do tempo. O amanhecer será frio, um pouco menos do que no sábado, com previsão de temperatura mais agradável à tarde. Em boa parte das cidades catarinenses os termômetros devem atingir os 20°C ao longo do dia.

O sol aparece, mas com maior variação de nuvens, principalmente na noite de domingo e madrugada de segunda-feira. Apenas o Extremo-Oeste poderá ter chuva fraca no final do domingo.


Previsão para esta sexta-feira:

A chuva que cai sobre Santa Catarina desde a noite de quinta-feira deve se afastar da costa. Ao longo da manhã, regiões como Oeste e Serra ainda terão predomínio da instabilidade, com termômetros marcado entre 13°C e 15°C à tarde.

No decorrer do dia a previsão é que o tempo fique seco, mas com muitas nuvens. Nas demais regiões as temperaturas ficam um pouco mais elevadas, mas a sensação será de frio.


Veja algumas temperaturas registradas nesta manhã:

Chapecó – 9,3°C

Lages – 5,2°C

Criciúma – 13,5°C

Joinville – 17,2°C

Florianópolis – 16,4°C


DIÁRIO CATARINENSE



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19 jun09:11

Terça-feira deve ser de sol entre nuvens em grande parte de Santa Catarina

A instabilidade no tempo continua ao longo desta terça-feira em Santa Catarina. A previsão da Epagri/Ciram é que a terça-feira seja de sol entre nuvens na maior parte do Estado.

>> Veja mais informações no blog de Leandro Puchalski

A exceção deve ficar para as regiões da Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e as cidades ao norte do Meio-Oeste. A previsão é de que o maior volume acumulado de chuva seja no Litoral Norte, ficando entre 40mm e 50mm.

As temperaturas devem se manter amenas, chegando a 22ºC em todo o Litoral. Na Serra, a máxima não deve passar de 16ºC, conforme a previsão do órgão que monitora as condições climáticas em Santa Catarina.

Na Serra e no Litoral Norte, o tempo segue instável com condições de chuva a qualquer hora do dia, moderada em alguns momentos, devido a um cavado, isto é, uma área alongada de baixa pressão.

Os ventos sopram de sudoeste a sudeste, com intensidade fraca a moderada na maior parte do dia e algumas rajadas. As velocidades não devem passar de 40 Km/h.


DIÁRIO CATARINENSE



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18 jun09:14

Chuva deve persistir em todas as regiões de SC ao longo da semana

A semana começa com chuva em todas as regiões de Santa Catarina. A previsão é de que o dia seja de tempo encoberto com chuva mal distribuída e persistente. As temperaturas não devem passar de 22ºC.

>> Veja mais informações no blog de Leandro Puchalski

Os maiores volumes de chuva devem ser entre a Grande Florianópolis e o Norte do Estado. O acumulado entre as 7h de domingo até as 7h desta segunda-feira estavam entre a Serra e o Litoral e a Grande Florianópolis.

Confira os volumes registrados pela Epagri/Ciram (em mm)

79,6 – Bom Jardim da Serra

62,4 – Urupema

54,8 – Alfredo Wagner

48,6 – Painel

30,7 – Rancho Queimado

30,4 – Itajaí

A chance de chuva deve diminuir ao longo do dia para as cidades entre o Oeste e o Litoral Sul de Santa Catarina.

A previsão da Epagri/Ciram é que a chuva permaneça sobre o Estado pelo menos até a próxima quinta-feira, embora a quantidade varie ao longo dos dias.

Os ventos sopram de noroeste passando a sul, com intensidade fraca a moderada com rajadas. A velocidade não deve passar de 50 Km/h na Serra e até 45 Km/h nas demais regiões.


DIÁRIO CATARINENSE



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14 jun16:16

Chega a 150 o número de municípios em situação de emergência em SC

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Com o decreto de Urupema e Ibiam, subiu para 150 o número de municípios em situação de emergência, devido à estiagem, em Santa Catarina.

Segundo a Defesa Civil do Estado já são 796.338 mil pessoas afetadas. Conforme avaliação de danos da Defesa de 141 municípios, dos 150 afetados, os prejuízos na agricultura e pecuária chegam a R$ 726.584 milhões.

>> Estiagem começa a ir embora em SC


150 municípios em situação de emergência

Abelardo Luz

Abdon Batista

Agrolândia

Água Doce

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista

Armazém

Anchieta

Anita Garibaldi

Atalanta

Araranguá

Arabutã

Arroio Trinta

Arvoredo

Balneário Gaivota

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bocaina do Sul

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Brunópolis

Caibi

Campo Erê

Campos Novos

Capinzal

Catanduvas

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Concórdia

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Correia Pinto

Criciúma

Cunha Porã

Cunhataí

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Ermo

Erval Velho

Faxinal dos Guedes

Flor do Sertão

Formosa do Sul

Forquilhinha

Fraiburgo

Frei Rogério

Galvão

Grão Pará

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Herval d´Oeste

Ibiam

Ibicaré

Içara

Imbuia

Iomerê

Ipira

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Ipumirim

Iraceminha

Irani

Irati

Itá

Itapiranga

Ituporanga

Jaborá

Jacinto Machado

Jardinópolis

Joaçaba

Jupiá

Lacerdópolis

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Luzerna

Macieira

Maracajá

Maravilha

Marema

Meleiro

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Pinheiro Preto

Piratuba

Planalto Alegre

Ponte Alta

Ponte Serrada

Praia Grande

Presidente Castello Branco

Princesa

Quilombo

Rio das Antas

Rio do Campo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Salto Veloso

Santa Helena

Santa Rosa do Sul

Santa Terezinha

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São João do Sul

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Siderópolis

Sombrio

Sul Brasil

Tangará

Tigrinhos

Timbé do Sul

Treze Tílias

Tunápolis

Turvo

União do Oeste

Urupema

Vargeão

Vargem

Vargem Bonita

Videira

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada do dia 14 de junho de 2012, pela Defesa Civil.


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14 jun14:05

Estiagem começa a ir embora em SC

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Depois de sete meses a estiagem em Santa Catarina começa a dar sinais de que está indo embora. As lavouras secas de milho e soja foram colhidas e o verde das pastagens toma conta da paisagem. Os rios começam a voltar ao seu leito normal e os açudes, que antes estavam secos, agora já estão quase cheios.

- Já recuperou uns 80% – calcula Valdir Gunewald, gerente de uma propriedade rural no interior de Descanso, onde o Diário Catarinense registrou o açude seco e com rachaduras no final de fevereiro.

Ele disse que houve perda de praticamente toda a lavoura de 10 hectares de milho, mas que agora a pastagem está boa e rebanho de 400 bovinos está recuperando o peso que perdeu quando a grama estava seca.

– Acabou a estiagem- avaliou Grunewald.

De acordo com o meteorologista da RBS, Leandro Puchalski, não dá para dizer que a estiagem terminou. Mas dá para dizer que ela dá sinais de que está indo embora.

– Com o fim do La Niña entramos num período de neutralidade climática- explicou.

O La Niña é o resfriamento das águas do Oceano Pacífico que influencia as chuvas em Santa Catarina.

Com isso desde novembro do ano passado iniciou uma estiagem no estado, que iniciou pelo Oeste e foi avançando para outras regiões, até atingir 148 municípios em situação de emergência, segundo dados da Defesa Civil catarinense.

Puchalski lembrou que, em abril, houve uma boa sequência de chuvas, o que está se repetindo em junho. No final de semana foram registrados bons volumes de precipitação no estado e, uma nova chuva deve chegar ao Oeste entre sexta-feira e sábado.

O engenheiro agrônomo do escritório regional da Epagri em Chapecó, Ivan Baldissera, informou que em junho já choveu 68 milímetros, mais do que os 48 milímetros de maio. A média dos dois meses é de 170 milímetros. Baldissera disse que já houve recuperação de rios e pastagens mas teme que um frio intenso possa prejudicar novamente os agricultores.

Para o diretor de Resposta aos Desastres da Secretaria de Defesa Civil do Estado, major Aldo Batista Neto, as chuvas recentes ajudam a agricultura, os córregos estão retomando seus níveis, mas ainda não dá para dizer que a estiagem terminou.

– Deu um fôlego, mas não é o suficiente- afirmou.

Ele destacou que os lençóis freáticos ainda não se recuperaram. Neto disse que a Defesa Civil continua monitorando os municípios em emergência, que já representam uma população de 789 mil pessoas e perdas de R$ 715 milhões. Ele afirmou que já foram investidos R$ 10,5 milhões no atendimento aos municípios, com água mineral apoio no transporte e a distribuição de kits com duas bombas de água e quatro caixas de água com cinco mil litros cada. A Defesa Civil também está retomando um projeto de ações de prevenção, como redes de água e reservatórios. Para isso o Governo do Estado vai buscar financiamento de R$ 60 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.


Hidrelétricas ainda com níveis baixos

As chuvas deste mês estão ajudando a recuperar o nível dos rios, mas ainda não o suficiente para normalizar a situação das hidrelétricas localizadas no rio Uruguai. Itá e Machadinho continuam com geração mínima, de 20% e 15% respectivamente, segundo o gerente das duas unidades, Elinton Chiaradia.

-Nas hidrelétricas o efeito é mais atrasado- lembrou Chiaradia. No início da estiagem, as hidrelétricas ainda tem água acumulada. Agora, necessitam que chova muito, para recuperar os reservatórios.

Chiaradia disse que inicialmente as chuvas vão encharcando o solo, o que já ajuda a agricultura mas não recupera os mananciais. Depois, com uma sequência de chuvas, é que a água excedente vai escorrendo para os rios até chegar nos reservatórios.

Machadinho chegou a interromper a geração de energia entre 5 de abril e 21 de maio, pois o reservatório chegou a baixar 14,5 metros, restando apenas 3% do volume útil. Ontem ele estava com 16% do volume útil para a geração. Em Itá o reservatório baixou seis metros e o volume útil chegou a próximo de zero. Mas nessa semana o volume chegou a 12%. Itá tem potencial para gerar 1.450 megawatts, o que representa metade da demanda de Santa Catarina. Machadinho tem potencial de 1.140 megawatts, o que representa cerca de 40% da demanda do estado.




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11 jun09:49

Semana começa com muitas nuvens e chuva isolada em parte de SC

A segunda-feira deve ser marcada pela nebulosidade em todo o Estado. De acordo com a previsão da Epagri/Ciram, o dia começa com muitas nuvens em todas as regiões e possibiliade de chuva isolada no Litoral.

>> Confira mais no Blog do Puchalski

Depois do deslocamento da massa de ar polar, as temperaturas começam a subir gradativamente. No Litoral Sul e Grande Florianópolis, as máximas podem chegar a 23ºC.

Ao longo do dia, as nuvens começam a se dissipar, possibilitando aberturas de sol em todas as regiões, exceto no Litoral e Planalto Norte.

Os ventos sopram de nordeste a noroeste, com variação para sul e sudeste na Serra e Litoral. A velocidade não deve passar de 25 Km/H no Litoral Sul e Grande Florianópolis.


Chuva em Chapecó

Segundo o observador metereológico da Epagri Chapecó, Francisco Schervinski, foram registrados 32 milímetros de chuva, das 9 horas de domingo até às 9 horas desta segunda-feira no município. Para Francisco a média histórica para a cidade deve ser alcançada no mês.

- Temos acumulado até hoje 65 mm de chuva e a média histórica é de 170,7 mm – disse.



DIÁRIO CATARINENSE




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05 jun09:21

Temporal no Oeste

Darci Debona* | darci.debona@diario.com.br

As rachaduras e pedaços quebrados na imagem de Nossa Senhora da Saúde revelam que nem a santa escapou do vendaval que atingiu São José do Cedro e Campo Erê na madrugada de domingo. Cerca 100 famílias foram atingidas nas duas cidades, que até hoje vão decretar situação de emergência.

Na igreja onde a imagem estava, na linha Derrubada Baixa, em São José do Cedro, o telhado veio abaixo com a força do vento. Uma parede chegou a entortar e parte de outra parede caiu. –Diz que onde mora santo não estraga mas aqui estragou- disse Roque Gerelli, que foi ajudar a filha a cobrir a casa na tarde de ontem. O presidente da comunidade, Élcio Zatti, disse que nem a igreja, nem o pavilhão, tinham seguro. –O pessoal até fazia piada que em casa de santo não aconteceria nada- lembrou. Agora a comunidade terá que gastar cerca de R$ 70 mil para recuperar a igreja e o pavilhão. –É triste, cheguei a desanimar no começo, mas agora vamos fazer uma rifa e em 60 dias vamos reconstruir tudo- disse Zatti.

Em volta da igreja era possível ver as árvores quebradas pelo vendo. Logo abaixo, o agricultor Nediro Bavaresco tentava reconstruir o telhado da casa com a ajuda de vizinhos. Ele lembrou que na madrugada de domingo chegou a ir no vizinho Renato Maldaner para pedir ajuda e, viu que seu vizinho estava em situação ainda pior.

Cerca de 30 pessoas auxiliavam ontem a família Maldaner a retirar as árvores caídas, limpar o pátio e recolocar as telhas na casa e galpão. O chão estava cheio de frutas que caíram com o vento. Um açude ainda estava com nível baixo em virtude da estiagem, que destruiu os nove hectares de milho. Ao lado, as pontas de árvores quebradas mostravam que a chuva veio não da forma que eles esperavam. –Vamos levar dois a três meses para arrumar o que o vento estragou- disse. Eles não tinham dormido desde domingo, quando acordaram com o barulho do vento que levou o telhado da casa. A primeira coisa que fizeram foi cobrir a moradia com lona até amanhecer, quando viram tudo destruído em volta. Até ontem eles nem energia elétrica tinham.

Na linha Santo Antônio, Neodi Rigo ainda tinha o curativo na testa resultado de três pontos de um ferimento durante o temporar. –Nem vi como foi, só notei quando estava saindo sangue- contou. Ele acordou com o barulho do vento e a filha dizendo que estava com medo. O agricultor, a mulher e os dois filhos tentaram ir para o banheiro se proteger e a porta da sala emperrou. Foi a sorte porque naquilo caiu a caixa de água de mil litros que ficava acima do banheiro. Rigo disse que foi tudo muito rápido. –Quando vimos o céu ficou aberto- explicou. O telhado de 90 metros quadrados foi parar no outro lado da rua, a 20 metros da casa. Mas algumas folhas de zinco voaram a 200 metros. O prefeito Renato Broetto disse que 25 propriedades tiveram prejuízos. O município já tinha um decreto de emergência por estiagem e agora terá outro pela chuva. O presidente da Defesa Civil do município, Ataídes Ottobelli, disse que as perdas já ultrapassam R$ 1 milhão. Em Campo Erê, onde pelo menos 70 casas foram destelhadas a estimativa é de um valor similar.

O meteorologista da RBS, Leandro Puchalski, analisou algumas imagens e disse que os indicativos são de um tornado ou micro-explosões. Há algumas árvores cortadas na Copa como se fosse um golpe de machado o que indica um tornado, que é uma espécie de funil que desce da nuvem até o solo, em diferentes pontos. Já a micro-explosão é um vento muito forte que desce da nuvem em um único sentido, mas pode provocar a queda de árvores em diferentes direções, uma para a esquerda e outra para a direita. Em São José do Cedro foram encontradas árvores com essa descrição. Puchalski disse que não há previsão de novos ventos fortes pois isso ocorre quando uma massa de ar frio choca-se com uma massa de ar quente, como no domingo, quando chegou a frente fria ao estado.


*Colaborou Juliano Zanotelli



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04 jun10:12

Vendaval destelhou casas em São José do Cedro

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Os fortes ventos acompanhados por chuva na madrugada deste domingo, dia 3, causaram prejuízos e assustaram moradores de três comunidades do interior de São José do Cedro. Segundo o prefeito Renato Bruetto, cerca de 80 pessoas foram afetadas. Na manhã desta segunda-feira o prefeito esteve reunido com as secretarias de obras, agricultura, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros. Uma equipe está fazendo o levantamento dos danos para encaminhar a avaliação para a Defesa Civil do Estado.

De acordo com o prefeito os fortes ventos atingiram duas propriedades na comunidade Santo Antônio, três na linha São Roque e outras 12 na comunidade de Derrubada Baixa. Nesta comunidade a Igreja e o Salão Comunitário foram totalmente destruídos. Árvores também foram arrancadas. Algumas caíram às margens da BR 163.

>> Vendaval destelha 50 casas em Campo Erê

>> GALERIA DE FOTOS da destruição em São José do Cedro foi provocada por vendaval

Corpo de Bombeiros e a secretaria de obras do município realizaram os primeiros atendimentos na manhã do domingo. Equipes da Celesc também trabalharam no local para restabelecer a energia elétrica.

O município de 13 mil habitantes, já havia decretado situação de emergência devido a estiagem, que assola a região desde novembro de 2011.

>> Em SC são 148 decretos devido a estiagem

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04 jun09:08

Semana começa com tempo chuvoso e temperaturas baixas em SC

A formação de um sistema de baixa pressão faz com que a segunda-feira fique com o céu encoberto com chuva na maioria das regiões catarinenses. A chuva mais forte está prevista para o Norte do Estado, onde o acumulado pode chegar a 100mm.

>> Confira mais detalhes do tempo no Blog do Puchalski

>> Volume de chuva ultrapassa o previsto para as primeiras horas de segunda-feira

>> Vendaval destelha 50 casas no Oeste

Na Grande Florianópolis e Vale do Itajaí, a chuva deve ser moderada, com acumulados entre 40 e 50mm. Nas demais regiões, a previsão é de 10 a 20mm em média.

Além da chuva, as temperaturas diminuem em todas as regiões, ficando amenas. O dia deve ser mais quente entre no Litoral Norte e na Grande Florianópolis, com até 18ºC.

Os ventos sopram de noroeste a sudeste, com velocidade de até 45 Km/h no Sul do Estado e entre 35 e 40 Km/h nas demais regiões.


DIÁRIO CATARINENSE



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