Chuva

21 abr15:30

Chuva de meteoros poderá ser vista neste sábado em Chapecó

Neste sábado, 21 de abril, o curso de Física da Unochapecó realizará observação de astros. A atividade será desenvolvida a partir das 23h com o grupo de escoteiros Ximbangue, em um sítio localizado no bairro Belvedere, próximo ao acesso 282.

O acadêmico Diego Debastiani, que coordenará a observação, explica que inicialmente será feita uma conversa com as crianças (lobinhos), chefes e demais envolvidos sobre as constelações, estrelas e coordenadas geográficas.

Primeiramente serão observados os planetas Saturno e Marte, aglomerados de Estrelas (enxames de milhares de estrelas localizados em um ponto do céu) e algumas nebulosas. Para isso será utilizado um telescópio de 200 mm, automático com 450x de ampliação, e quatro binóculos de 20 vezes de ampliação para ver um espaço maior do céu e mais estrelas. Diego ressalta que como o local é afastado da cidade não terá interferência das luzes, tendo um céu mais limpo e escuro bom para observação.

Chuva de Meteoros

Próximo às 2 horas da manhã haverá uma chuva de meteoros na constelação de Lira, que é de fácil observação.

-Vamos propor junto com as crianças e os demais a contagem desses meteoros que partem daquela constelação – disse.

A observação da chuva de meteoros será perceptível ao olho nu. Basta simplesmente deitar no chão e observar.


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19 abr09:27

Previsão aponta que quinta-feira será de sol entre nuvens em Santa Catarina

A quinta-feira deve ser de sol entre nuvens em todas as regiões de Santa Catarina. A previsão, elaborada pela Epagri, aponta ainda que há condições para pancadas de chuva à noite, principalmente no Oeste.

Mais detalhes no Blog do Puchalski

As temperaturas devem se manter altas, podendo chegar a 31ºC no Litoral do Estado e até 30ºC na Grande Florianópolis. Para as demais regiões, os termômetros não devem passar de 28ºC.

Os ventos sopram de nordeste a sudeste, com intensidade fraca. A velocidade não deve passar de 35 Km/h, segundo o órgão que monitora as condições climáticas em SC.

DIÁRIO CATARINENSE


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11 abr09:44

Chuva deve continuar em todas as regiões de Santa Catarina nesta quarta-feira

A previsão para esta quarta-feira em Santa Catarina indica que o dia deve ter o predomínio de nuvens e a chance de chuva é alta em praticamente todas as regiões do Estado. As temperaturas devem permanecer altas, chegando a 28ºC no Vale do Itajaí e Extremo-Oeste.

Mais detalhes no Blog do Puchalski

Para as demais regiões do Estado, os termômetros também devem indicar dia quente, com até 27ºC no Oeste e 26ºC na Grande Florianópolis.

A instabilidade no tempo ainda deve provocar novas pancadas de chuva e até descargas elétricas. A explicação, segundo a Epagri, órgão que monitora as condições climáticas, é a atuação de uma área alongada de baixa pressão e um jato subtropical.

Esta situação também pode provocar rajadas de vento vindos de Nordeste a Norte e de até 60 Km/h no Sul e 50 Km/h no Meio-Oeste e Serra.


DIÁRIO CATARINENSE



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06 abr09:48

Efeitos da estiagem podem afetar SC até junho

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Apesar de estar com apenas 32% do volume útil do reservatório para a geração de energia e com mais de quatro metros abaixo do nível máximo a hidrelétrica de Itá não deve paralisar a geração.

De acordo com o gerente da usina, Elinton Chiaradia, o reservatório deve se manter até a vinda de novas chuvas pois a operação está com apenas 18% da capacidade.

A hidrelétrica, instalada entre Itá-SC e Aratiba-RS, é a que tem maior potencial de geração de energia nos dois Estados. São 1.450 megawatts, o suficiente para abastecer 45% da demanda de Santa Catarina ou 30% do Rio Grande do Sul.

Chiaradia disse que ao contrário de Machadinho, que já suspendeu a geração duas vezes, em 2006 e 2009, Itá nunca deixou de gerar, em quase 12 anos de operação. Ele afirmou que a baixa geração não compromete o abastecimento elétrico e o nível reduzido do lago não interfere nas atividades dos moradores da região. O lago era muito utilizado no verão, para atividades aquáticas e turismo. Mas, com a chegada do frio, o movimento fica reduzido. No entanto é possível observar uma borda de terra no lago.

Alguns barcos chegaram a ficar “encalhados” na margem, com a redução do leito do lago. Nas torres da igreja São Pedro, que foi parcialmente submersa com a inundação da cidade antiga, é notável a base de pedra que fica submersa quando o nível da água está mais baixo.


Efeitos da estiagem até junho

Os efeitos da estiagem continuarão a afetar os catarinenses até junho. A informação é do Diretor de Respostas a Desastres da Secretaria de Defesa Civil de Santa Catarina, Aldo Baptista Neto. Ele se baseou na previsão do Centro de Informações de Recursos Ambientais e Hidrometeorologia da Epagri, que prevê chuva abaixo da média entre abril e junho.

Há ocorrência de chuva, mas de forma irregular e não em volume significativo. Ontem por exemplo choveu em Chapecó, mas nada que mudasse o quadro de estiagem.

Diante disso o Grupo de Ações Coordenadas de Combate à Estiagem, formado por 10 instituições, entre elas a Defesa Civil, está trabalhando para minimizar os efeitos da falta de água.

Neto disse que foram conseguidos R$ 10 milhões com a Defesa Civil nacional. Disto, R$ 3,2 milhões já chegaram. O recurso foi aplicado na compra de kits com dois tanques e bombas para cada município em situação de emergência, que podem ser instalados em caminhões das prefeituras. Também foram adquiridos tanques que 10 mil litros que funcionam como estações que podem ser colocado próximo a reservatórios para tratamento químico e posterior distribuição.

Parte do recurso foi aplicado ainda em água mineral e serão repassados valores para a locação de caminhões-pipa. Até ontem 121 municípios já havia decretado situação de emergência. Neto disse que o número está se aproximando do pior cenário traçado no início da estiagem, que era de 134 municípios. Os prejuízos na agricultura já somam R$ 748 milhões.


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05 abr17:50

Vendaval no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Cerca de 200 casas foram destelhadas por um forte vento, que chegou a 86 km/h, ocorreu próximo ao meio dia desta quinta-feira, em Chapecó. De acordo com a Defesa Civil do município, os danos foram parciais, entre 30 a 40% dos telhados. O município forneceu oito mil metros de lona para os moradores. Os bombeiros atenderam 120 ligações e retiraram pelo menos 20 árvores caídas em vias públicas e residências particulares. Uma delas caiu na praça do bairro Presidente Médici. Mas ninguém se feriu em virtude desses danos, segundo os Bombeiros.

Os bairros mais atingidos foram Santo Antônio, Jardim América e Presidente Médici. Alguns vidros do aeroporto municipal e do terminal rodoviário quebraram. Bueiros ficaram entupidos e placas caíram. O banner de um hotel foi parar no meio da Rua Porto Alegre.

Karolay Daiane Machado estava almoçando na casa da mãe dela quando começou o vento forte. Quando voltou para a sua casa, que fica na rua Benjamin Constant, viu que estava sem parte do telhado. A chuva entrou na sala e um dos quartos. –Molhou a cama, a tevê e o sofá- disse. Para proteger o restante da casa da chuva ela conseguiu uma lona com o padrasto. Seu marido, Pedro Ferreira, teve que subir no telhado para arrumar o telhado.

Prática essa que é condenada pelos bombeiros, devido ao risco de queda. Após o vento forte veio a chuva e uma garoa caiu até o final da tarde.

No entanto o volume de chuva foi insuficiente para alterar o quadro de estiagem, segundo o secretário de Defesa Civil, Sérgio Wallner. O município continua fornecendo água para algumas famílias em caminhão-pipa.

Cerca de 30 bombeiros atuaram no auxílio aos moradores. Até quem tava de folga foi chamado. Já a Defesa Civil disponibilizou 50 homens para consertar os estragos do vendaval.


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05 abr14:56

Vendaval atinge mais de 100 casas no Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Pelo menos 100 casas foram atingidas por um vendaval ocorrido próximo ao meio-dia de hoje, em Chapecó. Os bombeiros atenderam dezenas de ligações e retiraram pelo menos 20 árvores caídas. Uma delas caiu na praça do bairro Presidente Medici. Ninguém tinha sido ferido até o início da tarde de hoje.

Cerca de 30 bombeiros estão auxiliando moradores com lonas e na retirada de árvores das vias públicas. Até quem tava de folga foi chamado.

Os bairros mais atingidos foram Santo Antônio, Jardim América e Presidente Medici. Karolay Daiane Machado estava almoçando na casa da mãe dela quando começou o vento forte. Quando chegou em casa viu que estava sem parte do telhado, a sala e um dos quartos molhados.

– Molhou a cama, a tevê e o sofá- disse.

Para proteger o restante da casa da chuva ela conseguiu uma lona com o padrasto. Seu marido, Pedro Ferreira, teve que subir no telhado para arrumar o telhado.

Prática essa que é condenada pelos bombeiros, devido ao risco de queda. Após o vento forte veio a chuva e uma garoa continuava a cair na cidade até o meio da tarde.

>> Chuva e ventos fortes em Chapecó


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05 abr12:32

Chuva e ventos fortes em Chapecó

[Atualizado 14h19]

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

A chuva e os fortes ventos do temporal do final da manhã desta quinta-feira trouxeram prejuízos em diversos pontos de Chapecó.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Chapecó diversos chamadas foram atendidas. Árvores caíram sob a rede elétrica na Rua Sete de Setembro, próximo a praça do Bairro Presidente Médici. Existe informações também de que placas caíram na Rua São Pedro.

A Defesa Civil de Chapecó está com equipe nas ruas fazendo a retirada de árvores que caíram. Bombeiros também prestam serviços a comunidade.

A temperatura teve uma queda brusca. Pela manhã, próximo das 9h marcava 22ºC, depois do temporal a temperatura caiu para 13ºC.

Em Xanxerê o vento forte também destelhou casas nos bairros Bela Vista, Tonial, Tacca e Linha Baliza.

Estamos atualizando a informação.


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21 mar11:29

Fontes são recuperadas em Ipuaçu

Devido à falta de chuvas que assolam municípios da região Oeste de Santa Catarina, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Ipuaçu esta com o Programa de melhoria de água nas propriedades com recuperação e abertura de fontes. Segundo o Engenheiro Agrônomo da Secretaria Voldiney Zanella, a medida visa dar condições aos agricultores de terem água em suas propriedades.

- Atividades como essa de recuperação de fontes são efetuadas com intensidade em propriedades rurais todos os anos, para auxiliar no abastecimento de água para uso doméstico, animais e para outras finalidades – disse Zanella. A Secretaria registrou mais de 50 propriedades onde já foram recuperadas ou abertas novas fontes.

O engenheiro orienta que esse trabalho de proteção de fontes deve continuar durante todo ao ano. – Os agricultores devem manter as fontes limpas e protegidas sempre, para que não falte água nas propriedades e não só quando necessário – orientou.

Alem desse trabalho, os agricultores também estão recebendo água com caminhão e até de trator. Com todo esse trabalho e desde o inicio da estiagem, a Secretaria gastou aproximadamente R$ 180 mil entre serviços, máquinas da prefeitura, tubos, deslocamento, combustível, máquinas terceirizadas e transporte de água.

O técnico agrícola Paulo Cesar Navarezi explica que para a recuperação e abertura de novas fontes, a Secretaria doa os tubos, faz o trabalho com a retroescavadeira e o proprietário entra com a mão de obra. A Defesa Civil também emprestou caixa de água para os agricultores. A Epagri em parceria com a Secretaria esta na reserva indígena fazendo o mesmo trabalho.

Segundo o Secretario de Agricultura e Meio Ambiente Flavio Levinski, a ação também serve para chamar atenção da população para a preservação da água.

Prejuízo

As perdas no município afetaram as plantações de milho, feijão, suinocultura, avicultura, soja e a produção de leite com a falta de água nas pastagens. A soja teve uma perca de 70%, o milho prejuízo de 40%. O mesmo ocorreu na produção leiteira que teve redução de 40%. Já o feijão do tarde, segundo o engenheiro Zanella, se não chover nos próximos dias, a perda pode chegar a 100%.

Ipuaçu decretou situação de emergência ainda em dezembro de 2011.


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17 mar15:46

Chuva na região da estiagem fica até 90% abaixo do esperado para março em SC

Apesar da previsão de chuva no Oeste e Meio-Oeste nos próximos dias, os volumes não serão significativos a ponto de reverter a situação da estiagem em Santa Catarina. Nesta sexta-feira, o número de municípios em situação de emergência chegou a 107, afetando mais de 600 mil pessoas.

Em quinze dias, algumas cidades da região registraram de 70% a 90% de chuva abaixo do previsto para todo o mês. Em São Miguel do Oeste, choveu cerca de 15mm no período. A média histórica em março é de 159,7. Já em Chapecó, onde o esperado era de 177,5, o volume foi de 56,7mm, cerca de 25% do esperado.

Nos próximos dias, o tempo deve permanecer seco, com sol e nuvens especialmente nas regiões mais atingidas pela estiagem. A partir de quinta-feira, uma frente fria deve passar pelo Sul, provocando chuva mal distribuída no Estado.


DIÁRIO CATARINENSE



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14 mar12:23

Vento forte causa prejuízo no Extremo-Oeste

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Por volta das 18h desta terça-feira, dia 13, um forte vento acompanhado de chuva causou prejuízos para moradores da linha Bela União em Belmonte e da linha Cotovelo em Itapiranga. Dois aviários ficaram destruídos. Segundo os moradores o vento formou uma espécie de redemoinho.

O produtor Claudir Sartori, 46 anos, da linha Bela União, teve o aviário de 1700 metros quadrados destruído com o vendaval. No local estavam 21 mil aves com apenas 18 dias.

Tiago, filho do produtor, trabalhava próximo ao aviário no momento do vendaval. Ele disse que o vento formou uma espécie de redemoinho e em minutos tudo foi ao chão. – Foi tudo muito rápido – contou.

Algumas aves morreram com a queda e outras com o devido ao calor. Durante a quarta-feira o produtor vai trabalhar para retirar as aves que sobreviveram. – Vamos levar elas para outro aviário em Itapiranga – disse o produtor que recebeu ajuda de vizinhos e de técnicos da empresa. Ele não soube precisar o valor do prejuízo.

Em Itapiranga, na linha Cotovelo, o aviário da propriedade de Joana Heintg também foi destruído com o vendaval. No local estavam 17 mil aves prontas para o abate. Destas cerca de 2 mil sobreviveram. Os prejuízos estão sendo levantados.

Ainda em Itapiranga um ginásio de esportes, que estava na fase final de construção teve parte do telhado destruído. Segundo a prefeita em exercício Ane Hass, a prefeitura está levantando os estragos causados pelo vendaval.



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