Cidades

17 jun13:04

Bom humor invade cidades do Oeste

Viagem Teatral é um projeto que leva bom humor e alegria a 10 cidades – quatro do Oeste de Santa Catarina e seis do Noroeste do Rio Grande do Sul. O trabalho inclui as peças Fulaninha e Dona Coisa; e Estardalhaço, do grupo teatral de Florianópolis Traço Cia de Teatro, e as apresentações, gratuitas, acontecem ao ar livre de 19 a 28 de junho, com o patrocínio da Foz do Chapecó Energia, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Dirigida por Marianne Consentino e encenada por três atrizes, Fulaninha e Dona Coisa conta a história de uma patroa, de sua empregada e como as divergências entre elas podem ser engraçada e cheia de peripécias. A montagem já levou o prêmio de Melhor Espetáculo – na Categoria Rua – do Festival Isnard Azevedo em 2002. Remontada em 2007, a peça foi exibida em diferentes locais e participou do Festival Performance e Artes da Terra – Escrita na Paisagem, em Portugal.

Em Estardalhaço, cuja direção fica por conta do próprio grupo, a história é interpretada por quatro atores que apresentam uma trupe de palhaços que chega para apresentar seu show na cidade. Mas enquanto se prepara para fazer um grande espetáculo, se defrontam com suas próprias diferenças.

- O intuito é democratizar a cultura na região onde está a usina, tornando-a acessível e popular – explica o diretor superintendente da Foz do Chapecó, Marcelo Wood Chiarello.


Cronograma em Santa Catarina:

19/06 – Caxambu do Sul;

20/06 – Guatambú e São Carlos;

21/06 – Paial;

As apresentações no Rio Grande do Sul serão nas cidades de Alpestre (22/06), Rio dos Índios (25/06), Nonoai (25/06), Faxinalzinho (26/06) e Itatiba do Sul (27/06) e Erval Grande (28/06).


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27 mai10:39

Eleições 2012: Candidatos de 39 cidades de SC podem ganhar espaço no horário eleitoral

São José, Jaraguá do Sul, Tubarão, Balneário Camboriú e outras 35 cidades catarinenses podem ganhar horários eleitorais personalizados na televisão aberta. A novidade depende de uma resolução que está sendo discutida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que garantiria o espaço para os candidatos das cidades com mais de 20 mil eleitores.

Atualmente, apenas as cidades com sede de emissoras contam com horário eleitoral televisivo próprio. Em Santa Catarina, são apenas nove: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Criciúma, Itajaí, Lages, Chapecó e Xanxerê. Essa realidade faz com que, por exemplo, os eleitores da cidade de São José — o quarto maior colégio eleitoral do Estado — tenham que assistir aos candidatos de Florianópolis na propaganda política.

Pela proposta, nas cidades que contarem com mais de uma emissora, apenas uma transmitiria o programa de sede e as demais ficariam encarregadas dos demais municípios da região que tivessem mais de 20 mil eleitores. A definição sobre qual cidade seria responsabilidade do canal seria feito através de acordo entre as emissoras e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou por um sorteio que levaria em conta critérios como a audiência.

A resolução diz que a ampliação é limitada às possibilidades técnicas. Em Santa Catarina, por exemplo, existem apenas 18 emissoras de televisão aberta, cinco delas localizadas em Florianópolis. Seria o suficiente para garantir horário eleitoral em São José, Palhoça, Biguaçu e Tijucas. Em Joinville, por sua vez, são apenas duas emissoras. Por isso, poderia ser garantido espaço a apenas uma cidade extra — que poderia ser São Francisco do Sul, Barra Velha ou São Bento do Sul, por exemplo.

A mudança na regra já tem o voto favorável do relator, o ministro Arnaldo Versani. A presidente do TSE, Carmen Lúcia, pediu vista — mais tempo para analisar a questão — e a proposta deve voltar à pauta até o final de junho. O tema também deve entrar em discussão na próxima reunião de Carmen Lúcia com os presidentes dos TREs, marcada para 4 de junho.

O tema tem sido tratado com cautela tanto pelas emissoras quanto pela Justiça Eleitoral, porque a aprovação da medida levaria à necessidade de fortes adaptações a menos de três meses do início do horário eleitoral gratuito, programado para 21 de agosto.

Além disso, os juízes eleitorais passariam a ter que fiscalizar o cumprimentos das regras legais em 1.114 municípios de todo o Brasil, que é a estimativa de número de cidades que contariam com propaganda política na TV. O TRE de Santa Catarina não se manifesta sobre o tema antes da decisão de Brasília.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert) tem acompanhado atentamente a questão e reconhece o mérito da proposta, mas diz que a mudança pode acabar atrapalhando o eleitor mais do que ajudar.

— Há também a possibilidade de confusão para o eleitor, que pode ter dificuldade para descobrir onde assistir o horário eleitoral com os candidatos de sua cidade — afirma o assessor de assuntos legais da Abert, Rodolfo Ma­­chado Moura.

A entidade participou das discussões sobre a resolução no TSE e conseguiu mudanças na proposta original, que aplicava a regra para cidades com mais de 10 mil eleitores e incluía a transmissão dos programas eleitorais das emissoras de rádio — no caso, para municípios com mais de 5 mil eleitores.


DIÁRIO CATARINENSE

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23 jan09:29

Previsão de chuva para SC não deve reverter a estiagem

A previsão para o início desta semana é de sol, calor e pancadas de chuva em todo o Estado, segundo a Epagri, órgão que monitora as condições climáticas em Santa Catarina. No entanto, os meteorologistas alertam que a precipitação prevista não é suficiente para reverter a estiagem que assola pelo menos 84 cidades.



Em Belmonte, no Extremo-Oeste, rios, açudes e pastagens estão secando. Cerca de 50 famílias dependem da água vinda de caminhões-pipas.




Entre terça e quarta-feira, o deslocamento de uma frente fria por Santa Catarina em direção ao Litoral do Paraná deve facilitar a ocorrência de pancadas de chuva, inclusive com a possibilidade de queda de granizo.

A chuva prevista para os próximos dias, segundo a Epagri, ocorrerá de forma muito isolada e com curta duração. Mesmo a mais significativa chuva prevista para quarta-feira, que deve ficar entre 30mm a 50mm, pode não atingir todos os municípios do Estado, por isso não reverte a situação da estiagem no Oeste de Santa Catarina.

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01 jan18:34

Só garoas e arco-íris

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

As nuvens até que rondaram o Oeste durante o final de semana. Mas a chuva, que seria boa para amenizar a estiagem da região, foi pouca. Em Chapecó a estação meteorológica da Epagri registrou apenas 1,3 milímetro de sábado para domingo.

Só deu para molhar a poeira. Em alguns pontos pode até ter chovido mais, mas nada significativo.

Com isso o mês de dezembro fechou com apenas 56,7 milímetros em Chapecó. Isso representa 33,3% da média história. Ou seja, choveu apenas um terço do que normalmente chove no mês.

De acordo com o observador meteorológico Roque Sulzbacher, só em outras duas oportunidades choveu menos em dezembro. Em 2008 foram registrados 43,7 milímetros e, em 2005, 48,3 milímetros. A estação da Epagri faz o controle das chuvas desde 1969.

Nesta terça-feira a Defesa Civil vai reunir o Grupo de Ações Coordenadas, a partir das 14 horas, para definir estratégias de combate à estiagem. Além da Defesa Civil participam da reunião representantes da Secretaria da Agricultura, Cidasc, Epagri, Casan, Fatma, Bombeiros e Secretaria de Desenvolvimento Sustentável.

A previsão do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram/Epagri ) é que a estiagem dure até fevereiro. Até sexta-feira 26 municípios já tinham decretado situação de emergência. E esse número deve aumentar nesta semana.

O prejuízo maior é nas lavouras de milho, que já registram perdas de R$ 400 milhões. Outro ponto crítico é o transporte de água para famílias do interior. Na área urbana a situação ainda é mais tranqüila. Mas a recomendação é que a população economize.

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12 dez16:42

SDR Xanxerê municipaliza escolas em seis cidades

Nesta segunda-feira o Governo do Estado oficializou a transferência para os municípios de 14 escolas estaduais sob jurisdição da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Xanxerê.  Atualmente, a SDR Xanxerê conta com 56 escolas estaduais.

A municipalização será total ou parcial conforme decisão tomada por representantes da área da Educação do município e do Estado. O secretário regional Carlos Augustinho Colatto e a gerente de Educação, Marivete Brunel Zaffari, participam da solenidade, junto aos prefeitos dos municípios com escolas municipalizadas.

Segundo a gerente, a municipalização é um processo democrático. – Estamos conversando com os professores e a comunidade escolar. O processo de transferência de gestão está sendo gradativo, conforme interesse dos municípios, sempre respeitando o direito do aluno e dos funcionários da unidade escolar -  explica.

De acordo com o secretário Colatto, o objetivo da municipalização é melhorar a qualidade do ensino público. – O Estado, municipalizando o Ensino Fundamental, estará melhorando o atendimento oferecido no ensino médio, que é o que tem mais problemas de evasão escolar – conclui.


Como vai ficar

Serão transferidos para os municípios os prédios e alunos do 1º ao 9º ano das escolas Alexandre Antoniolli, em Faxinal dos Guedes, e Diadema, em Xaxim.

O espaço físico será compartilhado entre alunos da rede estadual e da rede municipal nas seguintes escolas que municipalizam turmas do 1º ao 5º ano: EEB Professor Tertuliano Turíbio de Lemos, em Faxinal dos Guedes; EEB Gomes Carneiro, EEB Professora Neusa Massolini e EEB Professor Custódio de Campos, em Xaxim.

As escolas municipais receberão alunos do 1º ao 5º ano da EEB Padre Antonio Vieira, em Ipuaçu; EEB Kyrana Lacerda, em Vargeão; e EEB Celestino José do Nascimento, em Ouro Verde. Serão doadas aos municípios os imóveis das escolas EEF Serenita Carlesso da Silva e EEF Toldo Velho, de Ipuaçu; EEF Neri Barbosa Giachini e EEF Dr. Rui Pimentel, de Xanxerê.

Os professores continuam vinculados à Secretaria de Estado da Educação, sem perda de direitos e com os vencimentos garantidos.

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