Cinema

20 jul12:44

Comunidade Nin-Jitsu se apresenta em Chapecó

Nesta sexta-feira a banda Comunidade Nin-Jitsu apresenta seus sucessos ao longo dos quase 20 anos de carreira no Premier Bier em Chapecó.

Com sons que misturam rock, reggae, funk carioca e rap, os gaúchos já colecionam seis CDs e um DVD ao vivo. A banda apareceu para a mídia no final dos anos 1990, apadrinhada por Raimundos e Charlie Brown Jr. O primeiro disco foi lançado em 1998, chamado Broncas Legais e o hit Detetive abriu as portas para a banda. Em 2000, a banda lançou o primeiro CD ao vivo.

Depois, assinou com a Sony e lançou o segundo disco Maicou Douglas Syndrome com os maiores sucessos como Ah, Eu Tô Sem Erva, Cowboy e Não Aguento Mais. No repertório, estão garantidos os sucessos Martini, Chuvas nas Calcinhas, Sem Vacilar, Mais Pressão e Não Aguento Mais.

Ingressos antecipados no Churraskito, Bar da Dulce, Lorenci e no Premier Bier. Informações pelo fone 49 3322-0507.

Confira as demais atrações do final de semana na AGENDA do clicRBS Chapecó.

Você pode conferir também a programação do CINEMA.

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19 jul17:34

Atrações radicais no Shopping Pátio Chapecó

Crianças e adultos contam com uma programação especial de férias no Shopping Pátio Chapecó. Com o tema “Férias divertidas” duas novas atrações serão apresentadas no local até o final do mês de julho.

Uma das atrações é Xtreme Park, que apresenta a primeira pista de esqui móvel do Brasil, com a emoção dos esportes de inverno, para crianças e adultos.

>> Confira a programação do CINEMA de Chapecó

Outra é o Mega Ball, uma brincadeira radical para andar sobre a água, jogar sem se molhar e cair sem se machucar. A atração também é recomendada para crianças e adultos.

Os horários das atrações são das 10h às 22h, de segunda a sábado, e das 11h às 22h nos domingos e feriados. Os valores de ingresso devem ser consultados no local.

Ainda para as crianças, o Shopping apresenta nestas férias o “Cantinho Divertido”. Gratuitamente, a criançada pode se divertir para valer com pintura de rosto, desenhos para colorir, jogos e outras atrações, diariamente das 13h às 21h.


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18 jul17:06

Filme "Valente" traz a primeira protagonista feminina da Pixar

Daniel Feix  | daniel.feix@zerohora.com.br

É um conto de fadas o primeiro longa que a Pixar, o revolucionário estúdio de animação incorporado pela Disney, reservou para ser protagonizado por uma mulher. Valente está em cartaz no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó.

A história é a de uma princesa de cachos ruivos esvoaçantes que vive nas Terras Altas da Escócia num período não identificado, mas certamente algumas centenas de anos atrás. Merida (voz de Kelly Macdonald no original) é apaixonada por arco e flecha, tem espírito aventureiro e não suporta as formalidades da corte. Toda a trama se passa entre a insistência de sua mãe, a Rainha Elinor (Emma Thompson), em escolher o pretendente ideal para a donzela, e a sua revolta adolescente contra esta imposição.

A diversão maior está na graciosa rudez do Rei Fergus (Billy Connolly), nas composições dos tipos concorrentes ao posto de príncipe e em seus respectivos pais, além do trio de ruivinhos capetas, irmãos mais novos de Merida. Mas o foco de Valente, aquilo que amplia seu apelo aos adultos e o caracteriza como um filme da Pixar, é a complexidade da abordagem da relação entre mãe e filha.

Inconformada com a determinação da rainha em fazer dela uma princesa delicada e regrada, algo que vai contra a sua natureza serelepe, Merida foge. Encontra uma bruxa (Julie Walters) e encomenda dela um feitiço para mudar a personalidade de Elinor.

Um dos pontos negativos de Valente é a sua previsibilidade, excessiva mesmo em se tratando de um filme voltado, em grande parte, para o público infantojuvenil: o feitiço vai dar errado, e a rainha será transformada em um monstro, o que faz com que as duas, mãe e filha, tenham de unir forças para desfazer a maldição.

É neste ponto que o interesse do público adulto pela história diminui, e Valente se torna uma das mais limitadas e menos inspiradas produções da Pixar desde que ela foi incorporada pela Disney, em meados dos anos 1990. O filme também é o mais sombrio e assustador da série que inclui Toy Story, Wall-E, Up, Ratatouille e Procurando Nemo. Isso porque o monstro em que Elinor se transforma é, na verdade, um urso gigante semelhante ao que destroçou a perna de Fergus antes de ele se tornar rei. E, quando o pai de Merida descobre que há um daqueles animais soltos pelo reino, dá início a uma caçada cheia de tensão e com alguma dose de violência. Não dá tempo nem de a princesa explicar a ele que se trata da própria rainha transformada naquela horripilante figura – o trauma com ursos monstruosos deixa Fergus transtornado, sem tempo para ouvir os apelos da filha antes de partir em perseguição à besta.

O estranho é que Valente não é apenas o primeiro longa da Disney/Pixar protagonizado por uma personagem feminina, mas também o primeiro produzido e dirigido por duas mulheres – a produção é de Katherine Sarafian, e a direção, assinada em conjunto por Brenda Chapman e Mark Andrews. O filme tem pretensões e momentos inspirados que fazem jus à fama dos projetos anteriores que levam o mesmo selo. Entretanto, no fim das contas, lembra mais aquelas fábulas infantis que a Disney produzia sozinha, antes da união com a Pixar.


ZERO HORA



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13 jul09:25

Cinema: Ela é “Valente”

Ela tem os cabelos longos como os da Rapunzel, o coração puro como o da Branca de Neve e sonha com um amor verdadeiro como a Cinderela. Mas não espere que a princesa Merida adormeça à espera de um beijo que a desperte ou de uma fada madrinha que tenha um truque capaz de ajudá-la. Em Valente (Brave, no original), pela primeira vez o estúdio Pixar mostra uma princesa, uma figura dominante no cinema de animação desde A Bela Adormecida (1959) da Disney. Merida é uma habilidosa e impetuosa arqueira escocesa, filha do rei Fergus e da rainha Elinor. Determinada a trilhar seu próprio caminho, ela desafia a tradição, o destino e os mais ferozes monstros.

Valente une um novo conto à sabedoria popular sobre as batalhas épicas e lendas míticas escocesas. Na história, Merida é uma jovem de caráter forte que rejeita as tradições familiares, em particular, o casamento acertado com um dos herdeiros da corte.

Muitos dos conflitos entre Merida e sua mãe acontecem porque elas não querem ouvir uma a outra. Querem que a outra renuncie a tudo porque cada uma considera que sua maneira de ver as coisas é a melhor. Decidida a convencer a mãe, que é a guardiã das tradições, a mudar de ideia, a princesa pede a ajuda de uma bruxa, que lança um feitiço poderoso sobre a rainha, obrigando assim Merida a revisar suas prioridades.

>> Galeria de fotos “Valente” da Pixar

A princesa acaba despertando a ira dos ruidosos senhores da terra: o imponente lorde MacGuffin, o carrancudo lorde Macintosh e o perverso lorde Dingwall. Assim, faz com que o caos se instale no reino. Os perigos resultantes a forçam a descobrir o significado da verdadeira valentia para poder mudar o curso dos acontecimentos.


Pioneira

O estúdio Pixar, da Disney, é considerado o mais confiável de Hollywood durante a sua história de 17 anos de produção de filmes. Valente foi a 13ª estreia da Pixar a liderar as bilheterias norte-americanas no fim de semana de sua estreia mundial, que ocorreu no dia 18 de junho.

A Pixar, que construiu sua reputação com filmes que subvertem os padrões da animação tradicional, demorou sete anos para produzir Valente, que faz sua estreia nacional hoje, com sessões no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó. O estúdio, geralmente elogiado pela qualidade dos roteiros, enfrentou um desafio duplo com o filme: contar a história de uma princesa (um gênero trabalhado durante décadas pela Disney, a casa matriz da Pixar) e confiar o papel principal, pela primeira vez na história do estúdio, a um personagem feminino.

O filme multiplica as proezas técnicas que caracterizam a Pixar, em particular com a fascinante animação dos cabelos ruivos da princesa e a representação das paisagens escocesas.Além disso, guarda duas curiosidades: Brenda Chapman, ex-diretora da animação, foi a primeira mulher a dirigir um filme da Pixar, sendo que o longa também é a primeira produção da casa que traz uma menina à frente da história.

A outra é o fato de o novo diretor, Mark Andrews, antes mesmo da produção, usava um kilt (típica saia escocesa) nas festas da Pixar, sem contar que, como a personagem, é arqueiro.



‘Valente’ (Brave)

Direção: Mark Andrews e Brenda Chapman

Com: vozes de Luciano Szafir, Murilo Rosa, Rodrigo Lombardi e Manu Gavassi

Produção: EUA, 2012, 100min, animação (dublado)

Classificação: livre

Confira a programação completa e horários das sessões


DIÁRIO DE SANTA MARIA

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12 jul15:06

Adivinhe quem vem para jantar

A parceria de Tim Burton e Johnny Depp já teve dias melhores – quando eles começaram a trabalhar juntos emendando “Edward Mãos de Tesoura” e “Ed Wood”, por exemplo –, mas segue firme.

“Sombras da Noite”, é o oitavo longa em que Burton dirige Depp. Tem um visual inspirado, como sempre, e alguns momentos divertidos. E só.  O filme está em cartaz no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó.

Burton resolveu fazer “Sombras da Noite” entre dois projetos mais ambiciosos, “Alice no País das Maravilhas” (2010) e o ainda inédito “Frankenweenie”, em parte pela obsessão de Depp pela história, criada por Dan Curtis para a TV norte-americana em 1960. Na trama fantástica que envolve vampirismo, magia negra e um lobisomem, o astro é Barnabas (Johnny Depp), um jovem que no século 18 rejeitou o amor da bruxa Angelique (Eva Green) e acabou amaldiçoado “para toda a eternidade”.

Barnabas foi enterrado vivo e transformado em vampiro, para que seu sofrimento não acabasse com o fim de uma vida ordinária. Duzentos anos depois, precisamente em 1972, seu caixão é descoberto, ele retorna à mansão de sua família e conhece seus descendentes – entre outros, a matriarca Elizabeth (Michelle Pfeiffer), a jovem rebelde Carolyn (Chloë Moretz) e a bela empregada Vicky (Bella Heathcote), espécie de reencarnação de Josette (interpretada pela mesma atriz), que era o amor de Barnabas dois séculos antes e acabara morta pela mesma maldição que atingiu o protagonista.

A descoberta de novidades como o aparelho de TV, por parte de Barnabas, rende sequências engraçadas, acrescentando humor à história de fantasia, suspense e terror a la Edgar Allan Poe. Há até um show de Alice Cooper – e as devidas piadas com o gênero sugerido pelo nome “Alice” –, o que dá uma leveza e um caráter despretensioso interessantes. Elas de certa forma maquiam a irregularidade do roteiro e a inconsistência dramática do filme, fazendo-o valer menos como uma fábula que tem algo a dizer e mais como um programa divertido e sem maiores ambições.


Parceria

Tim Burton e Johnny Depp: altos e baixos.

• Em queda: parceria entre Tim Burton e Johnny Depp começou em alta com dois filmaços, depois se estabilizou com longas sem o mesmo brilho dos dois iniciais. Confira a linha do tempo:

1990 – “Edward Mãos de Tesoura”: cinco estrelas.

1994 – “Ed Wood”: cinco estrelas.

1999 – “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”: três estrelas.

2005 – “A Fantástica Fábrica de Chocolate”: três estrelas.

2005 – “A Noiva Cadáver”: três estrelas.

2007 – “Sweeney Todd”: três estrelas.

2010 – “Alice no País das Maravilhas”: duas estrelas.

2012 – “Sombras da Noite”: três estrelas.


DANIEL FEIX | A NOTÍCIA

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07 jul10:02

Qual filme é melhor? "Homem-Aranha", de 2002, ou o novo "O Espetacular Homem-Aranha"?

Ticiano Osório | ticiano.osorio@zerohora.com.br

Dez anos separam este O Espetacular Homem-Aranha, de Marc Webb, que reconta a origem do super-herói dos gibis, com novo elenco, do Homem-Aranha dirigido por Sam Raimi, que deu a largada em 2002 a uma trilogia bem-sucedida nas bilheterias (os dois primeiros também conquistaram os críticos). Com tão curto intervalo entre um filme e outro, fica a pergunta: vale a pena assistir à superprodução que está em cartaz no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó, em cópias 3D e convencionais, legendadas ou dubladas? ZH comparou os dois títulos.

>>

Veja o veredicto:

Andrew Garfield é a nova cara do super-herói antes vivido por Tobey Maguire.

A trama

> Como se espelhasse uma teia de aranha, o roteiro de O Espetacular Homem-Aranha interliga uma série de personagens e eventos. Na infância, Peter Parker é deixado aos cuidados de tia May e tio Ben – o pai, funcionário da Oscorp (a empresa de Norman Osborn, futuro vilão Duende Verde), ameaçado, precisa fugir. Já adolescente, o rapaz procura desvendar esse desaparecimento. Descobre que seu pai estava envolvido em um projeto com aranhas desenvolvidas em laboratório, ao lado do cientista Curt Connors – que, como os leitores dos gibis sabem, vai se transformar no Lagarto. Completando a ciranda, quem trabalha como estagiária de Connors na Oscorp é Gwen Stacy, a paixão platônica de Parker na escola.

A trama de Homem-Aranha é muito mais simples e bem resolvida. Um dos acertos é não forçar a mão nas coincidências – só há, basicamente, o fato de Norman Osborn ser pai do melhor amigo de Peter. Aliás, faz-se um bom uso do espelhamento na relação do Aranha com o Duende Verde: ambos surgem ao mundo na mesma noite.


Homem-Aranha > O Espetacular Homem-Aranha

Origem do herói

> Nos dois filmes, Parker é picado por uma aranha modificada geneticamente e descobre seus superpoderes em situações cotidianas, com humor – aos poucos no longa de Sam Raimi, com mais velocidade no de Marc Webb. Em ambos, um ringue de luta livre inspira a confecção do uniforme. A principal diferença: no primeiro, a teia é orgânica; no segundo, um artefato desenvolvido por Parker. Pode ser fiel aos quadrinhos, mas – me desculpem os fãs xiitas – faz mais sentido que um sujeito, ao adquirir poderes de aranha, também seja capaz de lançar teias.


Homem-Aranha > O Espetacular Homem-Aranha

O protagonista

> Visto na pele do brasileiro Eduardo Saverin em A Rede Social (2010), Andrew Garfield, o novo Peter Parker, tem recursos dramáticos que faltam a Tobey Maguire – que passa quase todo o filme de 2002 com uma cara de bobão. O ator americano de 28 anos (mas com cara de 18) transmite convincentemente a inaptidão de Peter para as relações humanas, sua alegria infantil diante das novas habilidades, sua fúria vingativa contra o assassino de um ente querido – e também sabe emprestar ironia e sarcasmo ao Aranha.


O Espetacular Homem-Aranha > Homem-Aranha

A mocinha

> Emma Stone é mais bonita e sensual do que Kirsten Dunst, mas a ruiva interpretada pela loira no filme de 2002 tem mais carne e osso do que a loira interpretada pela ruiva em 2012. Você compra desde a primeira cena a Mary Jane de Kirsten – uma suburbana que namora o valentão da escola, mas que, no fundo, sonha com uma vida totalmente diferente. Não dá para engolir que a Gwen Stacy de Emma seja um gênio da ciência. Ah, e o beijo de ponta-cabeça entre Aranha e MJ virou ícone – sem mais perguntas, meritíssimo.


Homem-Aranha > O Espetacular Homem-Aranha

O vilão

> É quase covardia. Em 2002, o inimigo era o maior de todos, o Duende Verde, encarnado com gana por Willem Dafoe, que um pouco antes havia sido indicado ao Oscar por A Sombra do Vampiro. Em 2012, o rival é até mais antigo – o Lagarto surgiu em 1963, um ano antes – e guarda em comum com o antecessor o desejo de brincar de Deus. Mas, no ranking dos vilões do Aranha, está abaixo de outros três personagens: Dr. Octopus, Escorpião e Venom (meu coraçãozinho oitentista inclui Kraven, o Caçador, protagonista de um gibi clássico daquela década, A Última Caçada de Kraven). Quem interpreta o Lagarto, com uma sobriedade digna de elogio quando está na pele de Curt Connors, é Rhys Ifans, de Um Lugar Chamado Notting Hill. Quando é o Lagarto em si que aparece em cena, o personagem vira apenas um barulhento monstro gerado em computação gráfica.


Homem-Aranha > O Espetacular Homem-Aranha

Os coadjuvantes

> O capitão Stacy encarnado por Denis Leary faz as vezes do impagável J. Jonah Jameson (JK Simmons) da trilogia original: é a, digamos, autoridade que empreende campanha contra o aracnídeo – e também uma das veias cômicas do filme (a tirada sobre Tóquio é hilária). O tio Ben, interpretado por Martin Sheen no novo filme, é mais robusto do que o vivido por Cliff Robertson em 2002 – e suas piadas, mais engraçadas, como aquela sobre o bolo de carne da tia May. Esta, por sua vez, foi melhor caracterizada em 2002: Rosemary Harris era a cara e o jeito da personagem, enquanto Sally Field nem se dignou a tingir os cabelos de branco – por favor, tia May já nasceu velhinha!


Homem-Aranha = O Espetacular Homem-Aranha

Cenas de ação e efeitos

> Se o filme de Webb perdesse nesse quesito, seria de fechar o estúdio que o produziu. No Homem-Aranha, chegam a ser fajutas as primeiras cenas de Parker voando pelos arranha-céus de Nova York – depois, já com o uniforme definitivo, a coisa melhora. Há bons combates do Aranha com o Duende, como a sequência na ponte do Brooklyn (“a escolha sádica de um lunático”, nas palavras do vilão), mas nada que se equipare a O Espetacular Homem-Aranha – curiosamente, de novo há uma eletrizante (e até tocante) cena na mesma ponte.


O Espetacular Homem-Aranha > Homem-Aranha

Fator Stan Lee

> Criador dos principais super-heróis da editora Marvel, Stan Lee, 89 anos, faz pontinhas nas adaptações para o cinema de seus personagens. No filme de 2002, a aparição é muito rápida e nada singular, durante um ataque do Duende Verde em Nova York. O Espetacular Homem-Aranha dá ao gênio a merecida reverência, em uma sequência mais extensa, mais criativa e bem divertida.


O Espetacular Homem-Aranha > Homem-Aranha

A transcendência

> Os gibis da Marvel se destacaram nos anos 1960 por não se resumirem a aventuras de super-herói. Os X-Men serviam de metáfora da perseguição às minorias étnicas e sexuais; o Hulk simboliza o inconsciente reprimido; o Surfista Prateado panfleteava mensagens de paz e ecologia. Ao Homem-Aranha, cabia refletir sobre as delícias e as torturas do universo adolescente. O Espetacular Homem-Aranha opera isso de modo mais cruel – logo, mais realista. Porém, comete o pecado de não citar, ipsis litteris, a frase-mantra do personagem e de qualquer garoto prestes a entrar na vida adulta: “Um grande poder traz grande responsabilidade”, dita com todas as letras por tio Ben em Homem-Aranha.


O Espetacular Homem-Aranha = Homem-Aranha

Veredicto

> Homem-Aranha 6×5 O Espetacular Homem-Aranha. Parece apertado, mas o primeiro reina nos quesitos mais nobres, e o novo ganha em categorias técnicas.


ZERO HORA



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05 jul18:15

O Aranha está de volta

Quem assistiu ao filme A Rede Social vai se lembrar dele. Andrew Garfield, o novo Homem-Aranha, fez o brasileiro Eduardo Saverin no filme que contou o surgimento do Facebook. Mas interessa agora que ele é O Espetacular Homem-Aranha. O filme em 3D  entra em cartaz a partir de sexta-feira, dia 6 de julho no Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó.

Será, sem dúvida, um dos blockbusters do ano.  Mas a missão desse novo Aranha será bem mais do que envolver seus inimigos com teias: será preciso fazer o público esquecer da dupla Sam Raimi e Tobey Maguire, respectivamente, diretor e ator principal da trilogia que faturou mais de US$ 1,1 bilhão.

Pelas primeiras críticas, isso vai sair do mundo da ficção para a realidade. Marc Webb, do indie 500 Dias com Ela, fez cenas surpreendentes, muito embora tenha à sua disposição mais tecnologia do que o tutor da série anterior. Garfield, por sua vez, parece ainda mais ajustado à pele de sua fantasia: é mais teen e frágil, de acordo com o herói que pulula por Nova York. E há outro trunfo, a bela Emma Stone.

>> Confira a programação completa do cinema de Chapecó

Ela entra justamente pra dar estofo dramático a essa volta aracnídea. Emma é Gwen Stacy, a primeira grande paixão de Peter Parker, antes dele se envolver com Mary Jane, papel que coube à não menos bela Kirsten Dunst nos três filmes anteriores. Assim, Webb recomeça a história de Parker, mostrando sua origem, embora isso tenha sido feito muito bem por Raimi. Mas como é um recomeço…

Se essa história da namorada antes de Mary Jane parece engodo, também há um certo constrangimento na ligação entre Parker e Lagarto, o vilão da vez. O herói quer descobrir por que seus pais sumiram, o que fez com que ele fosse criado pelos tios Ben (Martin Sheen) e May (Sally Field). A certa altura, ele depara com uma maleta que fora de seu pai. Assim, ele acaba por bater na porta do laboratório de Dr. Curt Connors, ou seja, Lagarto.

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03 jul08:16

Livros da coleção Vaga-Lume serão adaptados para o cinema

Dois livros da série Vaga-Lume – O Mistério do Cinco Estrelas e O Rapto do Garoto de Ouro – serão adaptados para o cinema com direção de Tadeu Jungle. A informação foi confirmada pela produtora RT Features ao site Omelete. Os longas não têm data de lançamento.

Os livros são os dois primeiros de uma trinca escrita por Marcos Rey, que ainda inclui Um Cadáver Ouve Rádio, todos publicados na coleção da Editora Ática.

Em O Mistério do Cinco Estrelas, os jovens Leo, Gino e Ângela investigam um assassinato no luxuoso hotel Emperor Park Hotel. Em O Rapto do Garoto de Ouro, o trio tenta solucionar o sequestro do jovem astro do rock Alfredo, o Garoto de Ouro.

Tadeu Jungle é videoartista, roteirista e diretor de produções para televisão e publicidade. Em 2011, ele lançou seu primeiro longa-metragem, Amanhã Nunca Mais.


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29 jun14:40

Alunos de escola de Xanxerê tiveram uma aula diferente

Na manhã desta sexta-feira, dia 29, cerca de 300 alunos da Escola Municipal Paul Harris de Xanxerê, participaram do 2º Circuito Estadual de Cinema Infantil. Os alunos puderam assistir aos filmes no Auditório do Colégio Costa e Silva.

Conforme destacou a Diretora de Ações Culturais, Magda Vicini, esta é uma proposta diferente, com o objetivo de fazer com que os alunos possam ver filmes com temas variados, incentivando-as, desde cedo, a manter hábitos culturais.

Magda disse ainda que os professores podem aproveitar a próxima semana para debater os filmes em sala de aula e até usar como tema para algum trabalho escolar. Na tarde desta sexta-feira foi a vez dos alunos do Colégio Evolução.

Neste sábado, dia 30, no domingo, dia 1º e no dia 8 de julho a Mostra de Cinema será aberta à comunidade no horário a partir das 17 horas.

As escolas que tiverem interesse em levar seus alunos podem ligar para a Diretoria de Ações Culturais através dos telefones 49 34418547 ou 49 34418545.


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29 jun09:31

"A Era do Gelo 4"estreia nesta sexta-feira em Chapecó

Estreia hoje o quarto filme da franquia de animação A Era do Gelo, com versões convencional e 3D, ambas dubladas. Na história, o mamute Manny, a preguiça Sid e o tigre-dentes-de-sabre Diego deparam com a separação do então único continente do mundo, após um desastre causado pelo desajeitado esquilo Scrat na caça de sua noz. Confira a programação do Cinema Arcoplex Shopping Pátio Chapecó.

No momento em que o chão começa a se mover, Manny está brigando com sua superprotegida filha, Amora, adolescente que não aguenta mais a desconfiança do pai. Por acaso, uma fenda enorme surge entre os dois, e o mamute e seus melhores amigos acabam à deriva no mar, em cima de um pedaço de gelo.

A nova aventura do trio, dublado pelos atores Diogo Vilela, Tadeu Mello e Márcio Garcia, será enfrentar tempestades terríveis, criaturas marinhas estranhas e piratas malvados.

Os diretores do novo capítulo – o carioca Carlos Saldanha deixou o projeto para se dedicar à realização de Rio – são Michael Thurmeier e Steve Martino (de Horton e o Mundo dos Quem e parceiro de Saldanha em a Era do Gelo 3). A direção de fotografia é do gaúcho Renato Falcão (de Rio).

A continuação da saga deixa a desejar. Se o longa de estreia tinha piadas que agradavam a adultos e crianças, Era do Gelo 4 oferece um humor próprio para agradar só os pequenos. Não há muitas surpresas. O maior destaque continua sendo a preguiça Sid, que agora ganhou o reforço cômico de sua avó.


ZERO HORA



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