Cinema

14 abr12:19

Educa Cine em Seara

O Educa Cine – Cinema não comercial de Seara inicia, neste Sábado, dia 14 de abril, às 16 horas a exibição do seu novo cartaz com o filme “Malasartes Vai à Feira” e às 19h30 o filme “Menina dos Olhos”.

No dia 21, às 19h30min “Morte e Vida Severina” e encerrando o mês de abril no dia 28 a exibição do filme “Edifício Master”.

No mês de maio a programação inicia no dia 5 com a exibição do filme “Desafiando Gigantes”. No dia 12 duas exibições, a partir das 16 horas “Tainá-Kan, a Grande Estrela” e às 19h30min “Amor & Cia”.

No dia 19, 19h30, “Quincas Berro D’àgua” e fechando a programação no dia 26 de maio o filme “Black”.

As coordenadoras do Educa Cine Maira Gabriel e Marlene Manorov destacam que tem filmes para todos os gostos, quem ainda não conhece o Cine está convidado a prestigiar. Lembrando que as sessões são gratuitas.


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13 abr19:14

Agendão do final de semana em Chapecó

Mais um final de semana cheio de atrações em Chapecó e região. Confira programação completa que tem muita música, que vai da clássica ao Heavy metal. Teatro, exposição, cinema, futsal e futebol.

Escolha a que mais te agrada e bom divertimento. E caso a sua sugestão de balada não está AGENDA encaminhe um email para participe@clicrbschapeco.com.br e compartilhe conosco.

Neste sábado e domingo o destaque fica por conta da Ópera O Barbeiro de Sevilha em Chapecó. Apresentações acontecem no Teatro Municipal no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes.

A cidade recebe pela primeira vez a montagem integral de uma ópera. O Barbeiro de Sevilha, uma das mais famosas óperas de todos os tempos, composta por Rossini, com libreto de Cesare Sterbini, é baseada na comédia “O Barbeiro de Sevilha” de Pierre Beaumarchais.

A ópera tem dois atos e duas horas e meia de duração. A Direção Musical e Regência é do maestro Jeferson Della Rocca, Direção Cênica de Antônio Cunha, cenários de Marcos Carioni e Figurinos de José Alfredo Beirão.

Destaque para a excelente orquestra Camerata Florianópolis e o Polyphonia Khoros. Os ingressos já estão à venda. R$ 30 e R$ 15 (estudantes e acima de 60 anos).


Confira também a programação do CINEMA de Chapecó.

O destaque é para o filme O Artista, vencedor de cinco Oscar em 2012. A história é encantadora, mas exige paciência do espectador: trata-se de um longa em preto e branco, sem diálogos e com música onipresente – um objeto estranho em meio à produção do Século 21.


E no domingo tem futebol. A Chapecoense recebe em casa o Criciúma. A partida válida pela nona rodada do Campeonato Catarinense está marcada para às 16h.


>> Confira a programação completa da AGENDA e do CINEMA

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13 abr09:28

No Dia do Beijo, escolha um beijo de cinema e compartilhe

A pupila dilata, dá um arrepio na nuca, o rosto enrubesce, os batimentos cardíacos ficam mais acelerados. E tudo termina em um beijo. Para descrever essas sensações, não é preciso ciência, diz o neurocientista Martin Cammarota. Segundo ele, nenhum cientista se dedicou, até hoje, a colocar um casal em um laboratório para analisar a neurofisiologia de um beijo apaixonado. O que se lê sobre o assunto, inclusive em publicações científicas, está mais na esfera da percepção.

Diretor do Laboratório de Neuroquímica e Neurofisiologia do Comportamento do Instituto de Pesquisas Biomédicas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Cammarota comenta que alguns estudos tentam compreender as respostas cerebrais que diferenciam o desejo sexual e o amor.

— Esses dois pontos seriam extremos de um mesmo contínuo de estímulos da região cerebral chamada ínsula — explica o especialista.

Nesse circuito neural, o cérebro processa informações que levam à sensação de prazer e progridem para outras regiões cerebrais que acionam a expectativa de recompensa e a percepção de um convívio social, um desejo de união com o outro. O que é consenso entre os estudiosos do tema, conforme Cammarota, é que o desejo sexual é, também, parte do amor.

— O amor seria uma representação cognitiva complexa formada a partir de sensações de aspecto muito mais visceral — comenta.

Talvez seja aí que se possa enquadrar o beijo, como uma manifestação do desejo de união com o outro — seja por mera atração sexual, seja com intenção de estabelecer uma relação duradoura.

O resto são respostas anatômicas a estímulos cerebrais que, como Cammarota mesmo diz, não precisam de explicação científica. Basta um beijo para saber como é. E nenhum é igual ao outro.

Na proa do navio, como no filme Titanic. De cabeça para baixo, como em O Homem Aranha. Sob uma forte tempestade, como em Diário de Uma Paixão. No Dia do Beijo, escolha um beijo de cinema e compartilhe.

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12 abr18:48

O que o cinema já contou sobre o Titanic

Claudia Lawisch (Especial) | claudia_lawisch@yahoo.com.br

A partir do momento em que naufragou, a história do Titanic causou interesse da mídia. A tragédia provocou comoção mundial pela grande número de vidas perdidas e desde aquela época povoa o imaginário de muita gente.

No cinema, podemos ver esse reflexo. O fato foi oriundo de cerca de 20 versões diferentes de filmes centrados no tema. Além destes, há dezenas que apenas citam a tragédia e outra penca de documentários, paródias e séries de TV.

Veja esse vídeo compilado, com cenas de 8 produções para o cinema:



LISTAMOS ABAIXO ALGUNS DOS PRINCIPAIS FILMES PRODUZIDOS DESDE O FATÍDICO 15 DE ABRIL DE 1912:


- Saved From the Titanic (Salva do Titanic) – EUA (1912)

Direção: Étienne Arnaud

Filme mudo de curta-metragem (cerca de 10 minutos), estreado em 14 de maio de 1912. É protagonizado por Dorothy Gibson, uma sobrevivente do naufrágio do Titanic. O roteiro foi da própria Dorothy.

O filme foi realizado em menos de duas semanas, em preto e branco, mas com algumas cenas a cor. Hoje é considerado perdido. As suas únicas cópias foram destruídas num incêndio nos Estudios Éclair, em 1914.



- In Nacht und Eis (Na Noite e no Gelo) – Alemanha (1912)

Direção: Mime Misu

As filmagens começaram durante o verão de 1912 e estreou no inverno do mesmo ano. No filme, um pequeno Titanic de brinquedo bate contra um bloco de gelo num pequeno lago e afunda. A produção contém alguma ficção à volta do naufrágio, como fogo saindo das chaminés, passageiros cantando hinos e caldeiras explodindo devido à pressão.

Foi produzido pelos Estúdios Continental Films, de Berlim. Com duração de 35 minutos, In Nacht und Eis era três vezes mais longo do que a maior parte dos filmes de 1912. Por volta de 1914, o filme foi considerado perdido para todo o sempre, como muitos filmes mudos daquela época. Então, em 1998, um colecionador alemão percebeu que o filme se encontrava na sua coleção privada. Várias cenas podem ser vistas no documentário Beyond Titanic.



- Titanic – Alemanha (1943)

Direção: Herbert Selpin / Werner Klingler


É o primeiro filme com o título de “Titanic”. Usa o naufrágio para fazer propaganda nazista e anti-britânica. O teatro onde ocorreria a estreia foi bombardeado na noite anterior ao evento.

O filme de 85 minutos foi proibido por muitos anos e só ressurgiu na década de 1990. O diretor Herbert Selpin entrou em conflito com Joseph Goebbels, o Ministro da Propaganda do governo nazista e acabou morto em 1942. O filme foi finalizado, então, por Werner Klingler.



- Titanic – EUA (1953)

Direção: Jean Negulesco

Seu enredo é centrado em torno de um casal que embarcou na viagem inaugural do RMS Titanic. Na história, de 98 minutos, uma dama da alta sociedade, embarca no Titanic acompanhada pelos filhos e deixa para trás o marido.

A mulher está cansada do estilo sofisticado do seu esposo e planeja viver nos Estados Unidos. O marido arruma um jeito de embarcar no último minuto. Eles discutem, mas quando o Titanic bate num iceberg e começa a afundar, todos os problemas deles se tornam pequenos.

A maquete utilizada para efeitos especiais ainda existe e está preservada. O filme ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original.



- A Night to Remember (Só Deus por Testemunha) – Inglaterra (1958)

Direção: Roy Baker

Baseado no livro homônimo de Walter Lors – que tem depoimentos diretos de passageiros reais do Titanic. O filme tem 123 minutos e é considerado um dos mais precisos sobre a tragédia.


- SOS Titanic – Inglaterra/EUA (1979)

Direção: Willian Hale

Microssérie de TV posteriormente convertida em filme de 102 minutos que conta a história baseada em A Night to Remember, de 1958.


- Raise the Titanic (O Resgate do Titanic) – Inglaterra/Estados Unidos (1980)

Direção: Jerry Jameson

Com 119 minutos, o filme é baseado no livro homônimo de Clive Cussler. O próprio autor não gostou da adaptação. A história não se passa em 1912, mas em 1980, pois relata o resgate do navio do fundo do mar. Foi fracasso de bilheteria e não pagou nem os custos de produção.


- Titanic – EUA/Canadá (1996)

Direção: Robert Lieberman

Foi originalmente feito para a TV e depois adaptado para o cinema. Com 178 minutos, é o primeiro que mostra o navio se partindo e o desembarque dos sobrevivente em Nova York. É o único que conta a história da família Alison, da primeira classe, que detém uma das histórias mais tristes do naufrágio. Com Catherine Zeta-Jones no elenco.



- Titanic – EUA (1997)

Direção: James Cameron

O mais aclamado filme sobre o tema mostra os membros de diferentes classes sociais que se apaixonam durante a fadada viagem inaugural no navio. Apesar de os personagens principais serem fictícios, alguns personagens são figuras históricas. A produção começou em 1996, quando Cameron filmou os verdadeiros destroços do Titanic. Foi um enorme sucesso de críticas e bilheteria, responsável por reavivar o interesse pelo naufrágio. Foi indicado a 14 Oscars, vencendo 11 prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Com uma bilheteria total de US$ 1,9 bilhões, Titanic foi o primeiro filme a arrecadar mais de US$ 1 bilhão mundialmente, permanecendo o filme de maior arrecadação da história por doze anos, até o próximo filme de Cameron, Avatar, ultrapassá-lo em 2010.

Foi relançado em 3D nos EUA no último dia 4 e no Brasil nesta sexta-feira, dia 13 de abril.



- Saving the Titanic (Salvando o Titanic) – Irlanda (2011)

Direção: Maurice Sweeney

Filme para a TV de 90 minutos conta a história dos engenheiros que trabalharam incansavelmente para manter a energia elétrica funcionando como o Titanic afundou. Suas ações altruístas manteve as luzes acesas e os guinchos elétricos lifeboat operacionais para facilitar a sobrevivência de outros.


ZERO HORA



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12 abr15:24

Silêncio em Preto e Branco

O Artista, vencedor de cinco Oscar 2012, é encantador, mas exige paciência do espectador: trata-se de um longa em preto e branco, sem diálogos e com música onipresente – um objeto estranho em meio à produção do Século 21.

A produção é francesa, mas O Artista foi rodado nos estúdios de Los Angeles, e as cartelas nas quais se leem os diálogos são em inglês. A história é a do romance entre um astro decadente dos filmes mudos (Jean Dujardin, Oscar de Melhor Ator) e uma estrela em ascensão do cinema falado (Bérénice Bejo, ótima). Metáfora banal, porém, que veio a calhar para a Academia de Hollywood em tempos de 3D e IMAX: ou você se adapta às novas tecnologias ou perde o trem da história. A sacada do oscarizado diretor Michel Hazanavicius foi falar sobre o futuro recorrendo a um formato que remete ao passado mais remoto.

Para “entrar” em O Artista é preciso fazer uma limpeza no HD, esquecer efeitos especiais e registros contemporâneos e se permitir um encantamento mais primitivo. O trabalho de Hazanavicius não aspira profundidade: seu charme está nas associações claras com clássicos de Hollywood (leia ao lado), nos personagens facilmente decifráveis (mas muito sedutores) e em inserções apelativas como as do cãozinho Uggie.

>> Confira a programação completa do CINEMA de Chapecó

O personagem de Dujardin se chama George Valentin. Além da referência a Rodolfo Valentino, grande nome da então incipiente indústria cinematográfica, foi inspirado em atores como Douglas Fairbanks – assim como Peppy Miller (Bérénice), teve sua composição moldada a partir da imagem como de Mary Pickford. Não é preciso conhecê-los para se comover com seus encontros e desencontros: até pela falta de costume do público com o formato – o último longa sem diálogos a ganhar status semelhante foi A Última Loucura de Mel Brooks, de 1976 –, Hazanavicius fez um filme acessível, que diverte facilmente quem se permitir embarcar em sua proposta.


Limitações dramáticas

Os figurinos maravilhosos, a reconstituição de época impecável e a trilha sonora excessiva porém cheia de boas sacadas – preste atenção aos ruídos na cena da conversa na escadaria – enriquecem a fruição. Mas não escondem as limitações dramáticas do filme.

A ausência de camadas de compreensão evidencia o quanto O Artista é calcado numa moral óbvia, apesar da redenção ao final – que também é o oposto de surpreendente.


Referências

- Cantando na Chuva (1952): conta a história de amor entre atores de Hollywood, em meio à transição do cinema mudo para o falado. A sequência final de O Artista foi gravada no estúdio em que Debbie Reynolds e Gene Kelly ensaiaram para Cantando na Chuva.

- Nasce uma Estrela (1954): outra história quase idêntica de ascensão da jovem estrela (Judy Garland) e decadência do astro que a ajudou (James Mason).

- Grande Hotel (1932): Numa de suas “falas”, Peppy Miller repete frase marcante da bailarina vivida por Greta Garbo.

- Crepúsculo dos Deuses (1950): Norma Desmond, estrela decadente da obra-prima de Billy Wilder, foi inspiração na composição de George Valentin.

- O Picolino (1935): um número de dança emula o filme com Fred Astaire e Ginger Rogers.

- Cidadão Kane (1941): a cena do café da manhã tem planos idênticos aos do maior clássico de ascensão-e-queda.


DANIEL FEIX | JORNAL DE SANTA CATARINA


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11 abr11:27

Opções na Agenda

Confira a programação de entretenimento para Chapecó e região. As opções vão desde a partida desta noite entre Chapecoense e Cruzeiro pela Copa do Brasil, apresentações teatrais, shows e baladas.

Se a sua programação não está na Agenda é só encaminhar um email para participe@clicrbschapeco.com.br com as seguintes informações: descrição do evento, data, horário, local, informações para ingressos e pontos de venda.


>> Confira a programação da Agenda clicRBS Chapecó

>> Programação do Cinema em Chapecó


E será neste final de semana a apresentação da Ópera O Barbeiro de Sevilha em Chapecó. Apresentações acontecem no dia 14 e 15 de abril no Teatro Municipal no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes.

A cidade recebe pela primeira vez a montagem integral de uma ópera. O Barbeiro de Sevilha, uma das mais famosas óperas de todos os tempos, composta por Rossini, com libreto de Cesare Sterbini, é baseada na comédia “O Barbeiro de Sevilha” de Pierre Beaumarchais.

A ópera tem dois atos e duas horas e meia de duração. A Direção Musical e Regência é do maestro Jeferson Della Rocca, Direção Cênica de Antônio Cunha, cenários de Marcos Carioni e Figurinos de José Alfredo Beirão.

Destaque para a excelente orquestra Camerata Florianópolis e o Polyphonia Khoros. Os ingressos já estão à venda.


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06 abr10:55

"Espelho, Espelho Meu" no cinema de Chapecó

Longe das câmeras por um bom tempo para se dedicar aos três filhos, a atriz americana Julia Roberts descobriu “o prazer de ser malvada” ao interpretar a cruel madrasta da Branca de Neve, em uma nova adaptação do clássico dos irmãos Grimm.

Espelho, Espelho Meu é dirigido pelo indiano Tarsem Singh, autor também do recente Imortais. O filme está em cartaz em Chapecó.

Aliás, o conto está na moda. Em junho, estreia Branca de Neve e o Caçador, com Charlize Theron no papel da malvada rainha e Kristen Stewart, a estrela da série Crepúsculo, como Branca de Neve. A história também inspirou a montagem do balé Branca de Neve, do francês Angelin Preljocaj, prestes a iniciar uma aguardada turnê pela América do Norte.

Julia Roberts, que aos 44 anos continua sendo a queridinha dos americanos, emprestou seu famoso sorriso a vários contos de fada modernos – como Uma Linda Mulher (1990) e Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento (2000) , mas até pouco tempo não se sentia particularmente atraída por um conto “clássico”.

– Quando me disseram ao telefone: “Estamos preparando uma adaptação da Branca de Neve”, realmente não me chamou a atenção – disse a atriz.

Julia explica como foi convencida por Tarsem:

– Li o roteiro e percebi que realmente havia algo interessante ali.

Embora o filme retome a trama universalmente popularizada pelo desenho animado de Walt Disney, utiliza um tom diferente, ora decididamente cômico, ora absurdo, criando um mundo visual mais próximo de Alice no País das Maravilhas. O vento da modernidade sopra também sobre o personagem de Branca de Neve.

– É uma jovem atual, que pode salvar o príncipe tão facilmente quanto o príncipe a salva – acrescenta Lily Collins. – Ela vira uma lutadora que passa da princesa jovem e inocente que todos conhecem à mulher que encontra em si própria a força para lutar pelo que acredita.


Histórico do conto

Branca de Neve (em alemão Schneewittchen) se originou na tradição oral alemã, mas foi compilada pelos Irmãos Grimm e seus registros de publicação ficam entre os anos de 1812 e 1822. É uma das histórias que está no livro Kinder-und Hausmaërchen” (“Contos de Fada para Crianças e Adultos”), que contém várias outras fábulas.

A versão dos irmãos Grimm guarda algumas diferenças das muitas versões que se popularizaram antes e após a compilação feita por eles. A origem do conto é controversa; é possível ter iniciado na Idade Média e se mantido pela tradição oral. Os Grimm publicaram a versão mais conhecida na época, e essa se tornou, com o tempo, a mais divulgada, mas há muitas outras.

Em muitas dessas outras versões, os anões são substituídos por ladrões ou mineradores, por exemplo, enquanto o diálogo com o espelho é feito com o sol ou a lua. As versões populares têm constantemente modernizado a história, adicionando elementos de acordo com as exigências sociais e os valores de cada época.


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05 abr17:42

"Jogos Vorazes" fecha segunda semana no topo da bilheteria nos EUA

O filme de ação e fenômeno entre os adolescentes Jogos Vorazes permaneceu no topo da bilheteria norte-americana pela segunda semana consecutiva, ultrapassando com facilidade outras estreias.

O filme, que estreou em seu primeiro fim de semana arrecadando a cifra recorde de US$ 152,5 milhões na semana passada, atingiu em sua segunda semana de exibição US$ 250 milhões em apenas 10 dias, afirmou a empresa especializada Exhibitor Relations. O que significa que arrecadou US$ 58,6 milhões neste fim de semana.

Uma multidão de fãs se aglomerava nos cinemas para ver o filme, baseado na trilogia de livros para adolescentes Jogos Vorazes de Suzanne Collins, em que uma menina de 16 anos, interpretada por Elizabeth Banks, luta para ganhar uma partida mortal organizada por um governo tirano em um futuro decadente.

Em um distante segundo lugar estava o novo filme Fúria de Titãs 2, que arrecadou 33,5 milhões de dólares. Na sequência do filme de 2010, os deuses perdem controle sobre os titãs presos e Perseu é convocado para salvar seu pai Zeus, livrar-se dos titãs e salvar a humanidade.

>> Confira a programação do Cinema de Chapecó

Também teve um decepcionante primeiro fim de semana Espelho, Espelho Meu, a visão contemporânea do conto de fadas Branca de Neve, que obteve apenas 18,1 milhões de dólares. A interpretação de Julia Roberts como a rainha malvada que busca o controle do reino enquanto a exilada princesa Lily Collins, usa a ajuda de sete rebeldes para reconquistá-lo, não ganhou a simpatia do público.

Em quarto lugar ficou a comédia sobre dois policiais que investigam icógnitos uma rede de narcotráfico em uma escola secundária 21 Jump Street, que obteve 15 milhões em seu terceiro fim de semana nos cinemas, em um total de 94 milhões acumulados.

Em quinto lugar, ficou a animação O Lorax: em Busca da Trúfula Perdida com um fim de semana onde foram obtidos 7,8 milhões de dólares e um total de 190 acumulados depois de quatro semanas de exibição.

O fracasso de crítica da Disney, que soma grandes perdas econômicas, John Carter: Entre dois mundos ficou na sexta posição ao conseguir pouco mais de 2 milhões de dólares em sua quinta semana nos cinemas.

A Disney já anunciou que espera perder cerca de 200 milhões de dólares com este filme sobre um ex-soldado da Guerra Civil magicamente transportado para Marte e baseado no livro Tarzan de Edgar Rice Burroughs.

A estreia de Salmon Fishing in the Yemen, uma reportagem de Lasse Hallstrom sobre uma aposta de um especialista em criação de peixes para levar o esporte da pesca ao deserto conseguiu arrecadar 1,3 milhão e ficar na sétima posição.

Na oitava posição, Ato de Valor, um filme de guerra que obteve 1 milhão de dólares, quase o mesmo valor da comédia Projeto X: uma Festa Fora de Controle, na nona posição.

Encerrando a classificação estava Viagem, que arrecadou 810.000 dólares.


AFP



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30 mar15:38

Fúria de Titãs 2 estreia nesta sexta-feira em Chapecó

O filme Fúria de Titãs 2, que estreia nesta sexta, relata a história de Perseu (Sam Worthington) -semideus filho de Zeus (Liam Neeson) -, que uma década após ter derrotado heroicamente o monstro Kraken, tenta levar uma vida mais tranquila como pescador e pai de Helio, um menino de 10 anos.

Enquanto Perseu muda os rumos dos seus dias, uma luta pela supremacia surge entre os deuses e os Titãs. Perigosamente enfraquecidos pela falta de devoção dos humanos, os deuses estão perdendo o controle sobre os Titãs encarcerados e sobre seu feroz líder, Cronos, pai dos irmãos Zeus, Hades (Ralph Fiennes) e Poseidon (Danny Huston), há muito no poder.

>> Confira a programação completa do Cinema de Chapecó

O triunvirato havia derrubado seu poderoso pai há muito tempo, deixando-o apodrecer no sombrio abismo do Tártaro, um calabouço que fica nas profundezas do cavernoso submundo. Perseu não pode ignorar sua verdadeira vocação quando Hades, juntamente com o filho divino de Zeus, Ares (Edgar Ramírez), quebra sua lealdade e faz um acordo com Cronos para capturar Zeus.

A força dos Titãs aumenta ainda mais quando os poderes divinos restantes de Zeus são desviados e o inferno é desencadeado na Terra. Com a ajuda da rainha guerreira Andrômeda (Rosamund Pike), do filho semideus de Posseidon, Agenor (Toby Kebbell), e do deus caído Hefesto (Bill Nighy), Perseu embarca bravamente em uma perigosa busca no submundo para derrotar os Titãs e salvar Zeus e a humanidade.

Jonathan Liebesman (Invasão Mundial: Batalha de Los Angeles) dirige o filme a partir do roteiro de David Leslie Johnson, Dan Mazeau e Steven Knight, da história de Greg Berlanti, David Leslie Johnson e Dan Mazeau, baseado nos personagens criados por Beverley Cross. O filme é produzido por Basil Iwanyk (Atração Perigosa), que também produziu o antecessor Fúria de Titãs, e por Polly Cohen Johnsen (Como Cães e Gatos: A Vingança de Kitty Galore).


DIÁRIO CATARINENSE


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23 mar11:48

"Tão Forte e Tão Perto" entra em cartaz nesta sexta-feira em Chapecó

Roger Lerina | roger.lerina@zerohora.com.br

Mais de 10 anos depois do 11 de Setembro, o traumático ataque às Torres Gêmeas continua sendo um desafiante tema que Hollywood ainda não soube como abordar direito. O diretor inglês Stephen Daldry encarou essa bronca e levou à tela o best-seller Extremamente Alto e Incrivelmente Perto, do escritor Jonathan Safran Foer.

Tão Forte e Tão Perto, como foi batizado no Brasil,  conta a história de um garoto que busca uma mensagem deixada pelo pai morto na tragédia.

No drama que entra em cartaz nesta sexta-feira em Chapecó, Daldry tenta repetir duas das qualidades de seus títulos anteriores: o talento para dirigir crianças, revelado no sensível Billy Elliot (2000), e a fidelidade ao espírito dos originais literários adaptados – caso de As Horas (2002) e O Leitor (2008). A fórmula, porém, não teve o mesmo bom resultado em Tão Forte e Tão Perto: em vez de comover, o protagonista mirim irrita, enquanto o roteiro de Eric Roth (de Forrest Gump, o Contador de Histórias e O Curioso Caso de Benjamin Button) reduz o romance de Foer a uma manipuladora história lacrimosa.

Tão Forte e Tão Perto acompanha o esperto mas problemático Oskar (Thomas Horn), garoto de 11 anos que vive com a mãe (Sandra Bullock) em Nova York em meio às recordações do pai, Thomas (Tom Hanks), morto nos atentados de 2001. Inconformado com a perda do pai-herói, Oskar não compreende os sentimentos da mãe e se fecha em seu mundo.

>> Programação Cinema de Chapecó

Após descobrir uma chave entre os pertences de Thomas, o moleque decide procurar a respectiva fechadura, convencido de que se trata de alguma mensagem deixada pelo pai. Enfrentando seus temores e fobias, começa uma peregrinação por endereços que podem estar relacionados com a chave, batendo na casa de estranhos e entrando em contato com uma variada fauna humana.

No caminho, ganha um inusitado companheiro de jornada: o inquilino do apartamento de sua avó (Zoe Caldwell), um misterioso idoso que não diz uma palavra – interpretado pelo soberbo ator sueco Max von Sydow. Logo o jovem e o velho vão descobrir que, apesar das diferenças, a mal-resolvida relação de ambos com o pai é o que os aproxima.

O filme costura muito bem os tempos simultâneos da narrativa, misturando com fluidez cenas do presente com memórias do passado. Tão Forte e Tão Perto conta também com um punhado de ótimas atuações, que incluem os atores Jeffrey Wright e Viola Davis. Mas quem brilha na tela enchendo de eloquência o mutismo de seu personagem é o veterano Von Sydow: aos 82 anos, o ator-fetiche de Ingmar Bergman merece levar o Oscar de coadjuvante pelo papel.

O problema do filme é o excesso de sentimentalismo e a simplificação do protagonista – se na literatura Oskar é uma figura complexa que mescla precocidade e insegurança, no cinema parece apenas um guri chato que sacode um tamborim enquanto caminha pelas ruas.


Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close)

De Stephen Daldry. Com Tom Hanks, Thomas Horn, Sandra Bullock, Zoe Caldwell e Max von Sydow.

Drama, EUA, 2011. Duração: 129 minutos. Classificação: 10 anos.

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