Cirurgia

09 jul11:13

Lê passou por cirurgia e está fora do jogo contra o Caxias

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O atacante Leonardo Hermes Lau, o Lê, da Chapecoense passou por cirurgia na noite do domingo, dia 8 de julho e está fora do jogo contra o Caxias. Ele fraturou o nariz após uma dividida de bola durante a partida contra o Vila Nova, válida pela segunda rodada da Série C do Campeonato Brasileiro.

De acordo com o médico Carlos Fogaça, que operou o atleta, Lê está bem e deve ter alta na manhã desta segunda-feira.

- A cirurgia foi tranqüila e agora precisamos acompanhar a recuperação do atleta – disse o médico.

Fogaça disse ainda que o atleta pode voltar aos trabalhos físicos e de academia na quinta-feira, dia 12.

- Contra o Caxias ele está fora, mas acreditamos que ele esteja bem e possa jogar com uma proteção no jogo contra o Macaé – completou Fogaça.

A partida contra o Macaé, válida pela quarta rodada, será no domingo, dia 22 de julho na Arena Condá.


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29 jun11:22

Mateus Paraná está se recuperando em casa

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O atacante Mateus Paraná, da Chapecoense, se recupera em casa da cirurgia feita no joelho esquerdo, no dia 26 de julho. Ele rompeu o ligamento patelar durante um treinamento na Arena Condá. Ele deve ficar afastado dos jogos por quatro meses.

De acordo com o fisioterapeuta do clube, Guilherme Dias de Carli, correu tudo bem na cirurgia. – Foi tranqüila a operação e agora ele vai ficas uns dias de molho em casa – disse Guilherme.

O médico do clube, Carlos Mendonça, disse que Mateus só deve iniciar trabalhos de fisioterapia após seis semanas da cirurgia.

- Depois desse período vamos acompanhar a evolução do atleta – disse o médico que torce para que o atacante consiga participar da Série C, que termina em novembro.

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24 mai15:51

Cirurgia de Vanessa da Female Chapecó foi um sucesso

Toda atleta de alto rendimento está sujeita a lesões. Uma realidade dura, mas que muitas encaram com coragem. Com a ala Vanessa, camisa 7 do futsal feminino da Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora, não foi diferente. Nesta quarta-feira, dia 23, ela passou por reconstrução de ligamentos no tornozelo direito, feita com sucesso no Hospital da Unimed, em Chapecó.

A cirurgia foi realizada pelo Dr. Carlos Henrique Mendonça Silva, ortopedista especializado em medicina esportiva. O médico acompanha há aproximadamente dois anos as atletas da Female. Operou jogadoras como a capitã Valéria e a ala Tampa. Segundo Mendonça, a cirurgia correu bem, de modo que indica um bom processo de recuperação.

A lesão ocorreu em treino na semana passada, rompendo totalmente dois ligamentos. Ainda assim, a Super Vanessa atuou por alguns minutos no jogo de terça pelo Catarinense, contra o Barateiro/Brusque. A previsão é de que a atleta fique afastada de três a cinco semanas. Há seis anos atrás, a jogadora eleita duas vezes melhor do mundo pelo Umbro Awards by FutsalPlanet.com sofreu intervenção no joelho esquerdo – que a deixou afastada por quase um ano.

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19 abr13:07

Deformidades no rosto e nos dentes são tratadas com novas tecnologias

Algumas intervenções cirúrgicas têm o poder de não só melhorar o funcionamento de alguma parte do corpo como ainda refletir na estética, elevando a autoestima. É o caso da cirurgia ortognática, subespecialidade das cirurgias e traumatologias bucomaxilofaciais. É indicada para pacientes com deformidades no esqueleto facial e nos dentes. O resultado, além de deixar a pessoa com melhor aparência e simetria no rosto, corrige a mordida do paciente e, em muitos casos, a respiração. A cirurgia, que pode ser realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de convênios ou de forma particular, evoluiu muito nos últimos anos e já pode ser planejada em programas 3D.

As deformidades da face estão basicamente ligadas ao excesso ou pouco crescimento do esqueleto facial. Quando os pacientes têm a mandíbula pequena, o caso é batizado de retrognatismo mandibular. Pessoas com esse caso lembram o famoso compositor Noel Rosa, com pouco queixo. Por outro lado, há o prognatismo mandibular — nesse caso, a mandíbula cresce demais, projetando o queixo para frente da maxila (osso que acomoda os dentes superiores). Não raro, os pacientes com essa condição apresentam mais de um problema, como o excessivo crescimento da mandíbula aliado ao pouco crescimento da maxila. A recomendação, nesses casos, é operar os dois segmentos.

Essas deformidades podem se dar por síndromes e anomalias (fatores teratogênicos, embriológicos, microssomia hemifacial, fissuras faciais, craniossinostoses, entre outras), trauma facial, problemas musculares e hormonais ou herança genética. O problema atinge entre 5% e 10% da população.

No caso das cirurgias, o odontologista Sérgio Monteiro, preceptor da residência de cirurgia bucomaxilofacial do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que a evolução da tecnologia tem beneficiado muito os procedimentos. Segundo ele, antigamente, o planejamento era feito a partir de moldes. O traço dos cortes a serem feitos no paciente e a posição dos segmentos ósseos eram elaborados no papel, o chamado traçado predictivo.

— Fazemos uma tomografia do paciente e o planejamento num programa de simulação 3D, o que garante o posicionamento e a distância corretos — explica.

Segundo Monteiro, já há equipamentos que permitem a verificação da posição da maxila com muita precisão, por meio da sobreposição da imagem da maxila planejada virtualmente e de sua posição real. Cabe ao cirurgião conseguir sobrepor as imagens para que a maxila fique exatamente como no planejamento 3D. Outra ferramenta inovadora é a Chave de 90°, que permite ao profissional fixar parafusos por dentro da boca, evitando cortes na bochecha do paciente, diminuindo as cicatrizes e o risco de outras complicações.


VIDA | ZERO HORA



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14 dez12:20

Senado aprova lei que garante cirurgia plástica para mulheres vítimas de violência

Mulheres vítimas de violência poderão fazer cirurgia plástica, sem custos, para reparar sequelas ou lesões causadas pela agressão. É o que prevê o projeto de lei aprovado nesta quinta-feira, no Senado, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

A matéria foi aprovada em caráter terminativo e agora pode seguir para sanção presidencial. De acordo com a Agência Senado, a realização das cirurgias será responsabilidade dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), sejam próprios, contratados ou conveniados.

No momento em que receberem as mulheres vítimas de violência, hospitais e centros de saúde pública deverão informá-las sobre a possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica. Para isso, será necessário apresentar o registro oficial da ocorrência da agressão.

Emenda apresentada ao texto prevê ainda que o responsável por hospital ou posto de saúde que não observar a regra poderá receber multa de dez vezes o valor de sua remuneração mensal, perder a função pública e ficar proibido de receber incentivos fiscais por quatro anos.

Segundo a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora do projeto, o direito à reparação, por sequelas de violência contra a mulher, já está garantido na Lei Orgânica da Saúde, mas precisava de lei específica porque, em geral, costuma ser ignorado pelos gestores públicos.

Muitas unidades de saúde enxergam o procedimento como supérfluo por envolver questões de cunho estético, de acordo com a senadora.

AGÊNCIA BRASIL



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05 set16:17

Dema fará cirurgia na tarde desta segunda

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br


O zagueiro Dema será submetido a uma cirurgia nesta tarde. No jogo contra o Brasil-RS, há oito dias, ele sofreu ruptura do ligamento cruzado anterior, que serve para dar estabilidade ao joelho. Também sofreu lesão de menisco e cartilagem. A cirurgia será feita pelo médico do clube, Carlos Henrique Mendonça, que tem especialização em medicina esportiva.

 




Dr. Carlos Mendonça mostra a estrutura dos ligamentos do joelho.




De acordo com o fisioterapeuta da Chapecoense, Guilherme Dias Carli, não há como “emendar” o ligamento e por isso a cirurgia em implantar um enxerto de um tendão que fará a função do ligamento. O tendão é retirado da parte flexora do joelho e depois fixado com dois parafusos, um na tíbia e outro no fêmur.


A previsão é de que Dema fique seis meses sem atuar.

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