Clássico

28 ago15:09

Female Futsal fecha fase de classificação com Clássico do Oeste

Após participar do Mundial Universitário de futsal feminino as atletas da Female que integraram a Seleção Brasileira de Futsal Feminino retornam para suas equipes. E nesta quinta-feira, dia 30, será encerrada a fase de classificação do Campeonato Catarinense Adulto. A Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora receberá nada mais, nada menos, do que o seu rival Kindermann/Caçador.

O Clássico do Oeste será às 20h15 no Ginásio Plínio Arlindo de Nes, com entrada franca. Será o nono encontro entre os clubes neste ano, somando todas as categorias. Em 2012, foram seis empates e duas vitórias de Chapecó. No Catarinense, as equipes duelaram em Caçador, no mês de junho, empatando em 3 a 3.

No mesmo horário, Unesc e Barateiro/Brusque jogarão em Criciúma. Os quatro times já estão classificados para as semifinais, porém os resultados definirão os mandos e os confrontos na próxima fase. Vencendo na frente da sua torcida, Chapecó poderá terminar na liderança.


Tabela da Competição

1º – Kindermann/Caçador – 14 pontos – 25 gols

2º – Unochapecó/NTozzo/Aurora – 13 pontos – 29 gols

3º – Barateiro/Brusque – 13 pontos – 29 gols

4º – Unesc/Criciúma – 12 pontos – 20 gols

5º – Vasto Verde/Blumenau – 0 ponto


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16 jul15:57

Chapecoense Futsal levou a melhor no clássico da linguiça

A Chapecoense Futsal estreou com vitória na Divisão Especial. A partida foi realizada no sábado, dia 14, no ginásio do Sesc em Chapecó. O time da casa fez 4 a 0 em cima do Concórdia no tradicional clássico da linguiça.

Cerca de 400 torcedores acompanharam a partida que não iniciou bem. De acordo com Assessoria de Imprensa da equipe as melhores chances foram criadas pelos visitantes. Porém, aos 11´48”, após uma jogada em velocidade de Barbosa o pivô tocou para dentro da área e Pi entrou livre para marcar 1 a 0.

Com o gol a equipe recuou e Concórdia passou a atacar mais. O jogo foi bastante faltoso e as duas equipes estouraram as faltas, quando faltavam menos de um minuto para acabar a partida dois lances polêmicos levaram os Concordienses a reclamar muito da arbitragem.

Em um lance Biel cometeu uma falta que seria a sexta e direta ao gol de Chapecó, porém os árbitros deram o lance em dois toques. Em seguida aos 19’35” Dudu driblou o goleiro Roger e foi derrubado, então foi marcada a sexta falta a favor da Chapecoense. Duio bateu e marcou o segundo, final do primeiro tempo 2 a 0.

No intervalo a arbitragem precisou ser retirada de quadra pelos policiais já que dirigentes e torcedores dos visitantes estavam exaltados.

O segundo tempo iniciou muito bem para o Verdão. Logo aos 01’56” o goleiro Maizena recebeu a bola e foi levando para o ataque até arriscar um lindo chute e marcar o terceiro gol. O goleiro artilheiro já tem cinco gols marcados no ano.

O quarto gol da Chapecoense veio aos 07’16” em uma jogada ensaiada de bola para parada. Coelho deu o passe e Neto marcou um lindo gol e a torcida vibrou.

Na sequencia o Concórdia começou a apostar no goleiro linha, primeiro com o próprio Roger e depois com Maran. Até tiveram algumas chances de gol, mas o placar ficou assim Chapecoense 4 x 0 Concórdia.

- Iniciamos muito bem a competição e graças a Deus estou contribuindo com a equipe – disse o goleiro da Chapecoense que parabenizou toda a equipe pela dedicação.

A Chapecoense Futsal volta a quadra somente no dia 28 de julho. O jogo será em casa, no Ginásio do Sesc, contra a equipe de Tubarão. A partida inicia as 19 horas e terá a cobrança de ingresso sendo 1 kg de alimento.


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02 jul08:54

Clássico O Pequeno Príncipe resiste entre os mais vendidos

Gustavo Brigatti | gustavo.brigatti@zerohora.com.br

Não são vampiros que brilham no sol, nem bruxinho órfão, tampouco adolescentes com poderes divinos ou lutando contra um estado totalitário num futuro distópico.

Resistindo a todo tipo de modismo, o grande hit da literatura infanto-juvenil é um gurizinho loiro, algo melancólico, que adora viajar e divide o asteroide onde mora com uma rosa temperamental. Seu nome real permanece um mistério, mas por aqui ele ganhou um apelido que o tornou célebre no mundo todo: O Pequeno Príncipe.

Escrito e publicado em 1943, durante o exílio norte-americano do piloto francês Antoine De Saint-Exupéry, a história do aviador que encontra uma misteriosa criança durante uma pane no deserto do Saara não sai das listas de mais vendidos. No Brasil, onde é impresso desde 1952 pelo selo Agir, do grupo editorial Ediouro, está na 48ª edição, já vendeu mais de quatro milhões de cópias e está sempre entre os 10 primeiros de sua categoria. Em 2011, fechou na oitava posição no ranking geral.

O fenômeno cresce quando se considera que O Pequeno Príncipe não está atrelado a nenhum derivado, como filmes e gibis, e não é amparado por nenhuma campanha ostensiva de marketing. Sua edição mais vendida, inclusive, permanece inalterada, incluindo a capa e as famosas aquarelas de autoria de Saint-Exupéry. Foi somente no mês passado que a franquia ganhou algum tipo de renovação, com o lançamento, via editora Leya, dos primeiros livros de uma coleção inspirada no desenho animado que é sucesso no canal a cabo Discovery Kids.

- É um caso de livro que se vende sozinho, já está no imaginário das pessoas. Se você vai abrir uma livraria, não pode deixar faltar O Pequeno Príncipe. E uma das razões é o seu conteúdo, que fala com qualquer tipo de público – analisa Carlo Carrenho, consultor editorial e fundador do site de referência Publishnews.

Para o psicanalista e escritor Celso Gutfreind, a maneira como Saint-Exupéry trata a busca por nós mesmos – um dos pilares mais significativos do livro – é parte do segredo da universalidade do livro e segredo da longevidade do monarca do asteroide B-612.

- No fundo, trata do resgate de quem se é, na procura da alma em um mundo inóspito por fora e por dentro. Precisamos falar disso. Precisamos falar de nós. E, na forma, o autor o faz sempre com imagens instigantes, como a de um geógrafo que escreve livros, mas não vai a campo, ou sobre homens perdidos, beberrões, sovinas, incapazes de se vincular, além da presença de sugestivas serpentes e raposas. Tudo o que interessa está ali – aponta Gutfreind.

Carrenho salienta ainda que, diferentemente de sucessos contemporâneos, O Pequeno Príncipe não foi escrito com a intenção de ser um sucesso de vendas – portanto, não tem condições de competir de igual para igual com as séries Crepúsculo e Jogos Vorazes, por exemplo. Mas por não estar vinculado a nenhum tendência, está sempre na lembrança dos leitores.

- É a história da lebre e da tartaruga. E a gente sabe quem ganha no final – brinca.


NÚMEROS DO FENÔMENO POP

500 milhões de leitores em todo o mundo

150 milhões de cópias vendidas

Traduzido para mais de 260 idiomas

600 mil livros de pop-up vendidos

500 mil unidades da graphic novel vendidas

Reuniu 25 mil expectadores durante uma exibição de som e luz no distrito de La Défense, em Paris, em 2011

150 mil visitantes por mês no site oficial, que tem tradução para cinco idiomas incluindo em português.

Mais de 5 milhões de fãs no Facebook


ZERO HORA



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