Comercial

11 jul11:28

Primeiro voo comercial já tem data para pouso em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Com a conclusão das obras na pista do aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso de Chapecó, os voos comerciais voltam a operar na segunda-feira, dia 16 de julho. Na terça-feira, dia 10, duas companhias aéreas voltaram a oferecer bilhetes aéreos.

O primeiro voo comercial que irá pousar no Aeroporto, após a liberação da pista pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), já tem data. Será uma aeronave Airbus A-319, da  Avianca, com capacidade para 132 passageiros.

O voo sairá às 21h31, do domingo, dia 15, do Aeroporto de Congonhas/SP, fará escala no Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis e tem horário previsto para pouso em Chapecó por volta das 00h15 da segunda-feira, dia 16.

O Aeroporto ficou fechado por 75 dias para a reforma completa da pista e foi liberado pela Anac na sexta-feira, dia 6 de junho.


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30 mai16:42

Pense Carros: Consórcios de carros e imóveis registram crescimento em balanço parcial de 2012

Nos primeiros quatro meses deste ano, o sistema de consórcios voltou a registrar alta em todos os indicadores. O total de participantes saltou de 4,30 milhões (abril/2011) para 4,86 milhões (abril/2012), apontando evolução de 13,0%. As novas adesões, neste quadrimestre, totalizaram 804,2 mil cotas, 4,6% maior que as 768,4 mil contabilizadas no mesmo período no ano passado. O acumulado nas contemplações cresceu 14,0%, partindo de 347,9 mil (jan-abr/2011) para as 396,6 mil atuais (jan-abr/2012).ntonio Valiente

O volume de negócios, refletindo o interesse dos consumidores, também observou alta. A soma do período chegou a R$ 23,6 bilhões (jan-abr/2012) contra R$ 22,5 bilhões (jan-abr/2011), registrando aumento de 4,9%.

- Os resultados acumulados nos 120 primeiros dias confirmou a retomada dos negócios consorciais – explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), “depois de um início de ano desacelerado, em razão do comportamento habitual dos consumidores a cada começo de ano”.


Segmento automotivo

Visto proporcionalmente, o crescimento de consorciados mais forte no segmento automotivo. Conforme dados da assessoria econômica da Abac, enquanto no plano geral o aumento de participantes foi de 13%, passando de 4,30 milhões em abril de 2011 para 4,86 milhões em abril de 2012; no semento automotivo a alta foi de 14,1%, pulando de 3,62 milhões para 4,13 milhões. Entre janeiro e abril de 2012, foram vendidas 718,4 mil novas cotas (+6,5% em relação a 2011).


Segmento imobiliário

Apesar da retração de 6,1% no número de novas cotas vendidas na comparação entre o primeiro quadrimestre de 2011 com 2012 – 67,5 mil novos consorciados em 2011 contra 63,4 mil em 2012 – o número total de participantes de grupos aumentou. O salto foi de 8,6%, pulando de 592 mil no período em 2011 para 643 mil no balanço parcial de 2012.

Foram 23 mil pessoas contempladas com cartas de crédito imobiliário em 2012.


PENSE CARROS

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27 mai14:42

ACIC: 65 anos em defesa de quem produz e desenvolve Chapecó

A infraestruturação do oeste catarinense, o fortalecimento das classes empresariais e o desenvolvimento harmônico da comunidade compõe o quadro de prioridades da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) no seu 65o aniversário de fundação, festejado neste mês de maio. Presidida por Maurício Zolet, a entidade atinge plena maturidade institucional e com prestígio e reconhecimento em todo o sul do Brasil.

Zolet nasceu em Chapecó em 16 de janeiro de 1966, tem 46 anos, é pai de dois filhos (Débora e Eduardo) e casado com Rosangela Huk Amarante. Graduou-se engenheiro agrônomo, pós-graduou-se pela Fundação Getúlio Vagas em Gestão Empresarial e, pela Unochapecó em Desenvolvimento Gerencial. É diretor da Zolet Fotografias e sócio da Zolet Imóveis. Teve ampla atuação na ACIC, foi diretor administrativo nas gestões 2000/2001, 2008/2009 e vice-presidente na gestão 2010/2011. Integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e o Conselho de Desenvolvimento Territorial de Chapecó.


Em que condições institucionais e organizacionais a ACIC chega aos 65o ano de fundação?

Maurício Zolet – A ACIC completa 65 anos como uma das mais respeitadas entidades empresariais de Santa Catarina, reconhecida por sua atuação independente e apartidária, orientada pelos interesses da comunidade e motivada pela defesa da liberdade econômica, pela igualdade de oportunidades e pela representação dinâmica dos empresários e demais classes produtoras de Chapecó. Dispomos de estrutura própria, uma diligente equipe de colaboradores, um quadro diretivo de alta representatividade, incluindo a Diretoria Executiva, o Conselho Deliberativo e o Conselho Consultivo, além de um quadro social com empresários e empreendedores de todas as áreas da atividade econômica que representam 85% do PIB chapecoense.


O que mudou na atuação da ACIC nessas seis décadas e meia?

Zolet – Na essência, os ideais e os compromissos são os mesmos. Quando o pioneiro Serafim Enoss Bertaso fundou e presidiu a ACIC nos idos de 1947, as questões que envolviam a economia local e regional eram de relativa complexidade e as ações se voltavam para a integração do “Velho Chapecó” ao território catarinense, eis que era uma região abandonada, distante da capital, cujos habitantes nutriam forte vinculação ao Rio Grande do Sul e quase nenhuma a Santa Catarina. Hoje essa situação mudou: o oeste está integrado ao território, à cultura, à comunicação social e à política catarinense. Agora, a atuação da ACIC se volta para a defesa técnica e política do empresariado e para a sustentação de importantes bandeiras de interesse regional, como a infraestruturação do oeste.


Ao contrário do que muitos pensam, a ação da ACIC tem forte conteúdo social, comunitário e político, porém não partidário!

Zolet – Exatamente, cumprimos um papel político – que não é e jamais será partidário – mas que convoca o cidadão que há por trás de cada empresário para exercer seus direitos, participar e dar sua cota de contribuição, exigir maior diligência dos órgãos públicos, maior eficiência do administrador público e justiça fiscal do Estado. Atuando nesta direção, contribuímos para erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades regionais.


Quais são as metas de alta prioridade da ACIC para este biênio?

Zolet – Do setor privado queremos a conscientização e a participação cada vez maior dos empresários nas ações e mobilizações que promovemos. Do setor público queremos mais investimentos no grande oeste de SC. Sustentaremos importantes bandeiras, entre elas, a recuperação da rodovia BR-282 com a duplicação ou construção da terceira pista, duplicação do acesso rodoviário norte, construção das ferrovias leste-oeste e norte-sul, modernização do aeroporto Serafim Bertaso que se encontra em fase de obras e criação de um novo parque de exposições multiuso.


O parque multiuso é um projeto arrojado e totalmente novo na esfera de atuação da entidade?

Zolet – Em face das demandas das feiras técnicas e das feiras de massa surgiu, ainda na gestão do presidente João Carlos Stakonski, a necessidade de um novo parque de exposições. Com a assessoria da arquiteta Márcia Damo elaboramos estudos e projeto para um moderno e infraestruturado parque multieventos, contemplando pista de automobilismo, kart, arrancada, rodeios, motociclismo e arena multiuso, entre outros equipamentos.


O Projeto Chapecó MultiParque resulta do fato da ACIC ser protagonista de grandes eventos e da importância econômica das feiras para a região?

Zolet – A ACIC promove ou apoia importantes eventos e grandes feiras e exposições, como a Expen, Ercoex, Mercoagro, Mercoláctea, Efapi etc. As feiras dinamizam a econômica, geram empregos, oportunizam negócios e fortalecem a posição de Chapecó e do oeste na contextura nacional e internacional. O aumento da complexidade desses eventos requer um novo e estruturado espaço, o que pretendemos conquistar mediante parceria público-privada nos próximos anos.


A segurança pública em Chapecó tem sido uma questão de permanente atenção da ACIC. Ela continua na pauta de reivindicações?

Zolet – Tivemos melhorias parciais que se constituem em avanços, mas não solucionam a problemática. Obtivemos progresso de relativa importância, com aumento do efetivo e de equipamento. A ACIC intensificará a defesa pela ampliação de investimentos na segurança pública porque nós queremos o fortalecimento do aparelho de segurança pública de Chapecó com recursos materiais e humanos para neutralizar o crescimento da criminalidade e da violência no município. Na área da Polícia Militar, reivindicamos a formação de novas turmas de policiais militares e sua lotação em Chapecó para preencher as vagas existentes na corporação local, entre outros itens. Na esfera da Polícia Civil, os pedidos são, basicamente, de reforço no efetivo na forma de delegados, investigadores e escrivões.


Por que a campanha por ferrovias se tornou uma questão de vida ou morte para o grande oeste catarinense?

Zolet – Porque se trata, realmente, de uma questão de vida ou morte: a permanência das agroindústrias no oeste catarinense dependerá da construção da ferrovia intraterritorial leste-oeste (ligando a região produtora aos portos catarinenses) e ferrovia interestadual norte-sul (ligando Chapecó ao Mato Grosso do Sul). A região importa mais de 2 milhões de toneladas desse grão por ano e necessita de uma ferrovia para unir os dois pólos (oeste de SC e Brasil central) – levando o alimento industrializado para as grandes cidades e trazendo, principalmente, milho e soja. A ausência de ferrovia está retirando a competitividade regional e fazendo empresas catarinenses migrarem para o centro do país. O custo de transporte, caso mantenha-se a atual matriz, deverá inviabilizar grandes empreendimentos do agronegócio catarinense. O transporte rodoviário para longas distâncias e grandes volumes não se sustenta no longo prazo pelo seu componente de custos.

Também é de vital importância para a cadeia produtiva da avicultura a ferrovia leste-oeste, também chamada de “Ferrovia do Frango”, ligando a região produtora com os portos catarinenses. Todo transporte está baseado em rodovias, as quais são gargalos em SC pelo subdimensionamento, congestionamento, morosidade, etc, que propiciam consumo excessivo de combustíveis, muitos acidentes, custos altos e um impacto ambiental desnecessário.



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08 jan14:57

Definidos os principais shows da Efaics 2012

A Comissão Central Organizadora da Efaics 2012 definiu as principais atrações da Exposição Feira Agropecuária Industrial e Comercial de Seara. O evento, que será nos dias 30 e 31 de março, primeiro e 02 de abril, marca os 58 anos do município e terá dois shows nacionais além de várias atrações de níveis regionais e estaduais. No dia 31 de março, show com a dupla sertaneja João Neto e Frederico e no dia primeiro de abril a atração será a dupla Marcos e Belutti.

Algumas atrações, os locais, horários e valores de ingressos devem ser confirmados nos próximos dias, completando a programação da Efaics 2012. A feira já tem suas representantes oficiais, Jéssica Paludo é a rainha acompanhada das princesas Dirlei de Marchi e Daiane Regina Alflen.

A CDL de Seara está definindo os valores dos estandes e a comercialização dos espaços para os expositores inicia a partir do dia 15 de Janeiro. Serão disponibilizados cerca de 80 estandes para as empresas, sendo 50 internas e 30 externas. A quinta edição da Efaics será realizada no complexo esportivo do Bairro Industrial e campo da ADCS.


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25 dez11:32

Sorteio do Natal Maravilha será no dia 30

Os clientes das empresas participantes da campanha Natal Maravilha 2011 estão concorrendo a cinco prêmios, que vão ser sorteados no dia 30 de dezembro. A promoção é realizada pela Associação Empresarial de Maravilha e pelo Núcleo de Desenvolvimento Comercial com o objetivo de fomentar as vendas do comércio local, atraindo consumidores de toda região.

Em virtude do desfile promovido pela Associação dos Motoristas de Maravilha (Assommar), o sorteio foi adiantado para as 18h30, no auditório da Associação Empresarial, sendo que os cupons podem ser entregues na entidade até esse horário.

Serão sorteados um automóvel Celta LS 0km (1º), uma moto Kasinski Mirage 150 (2º), uma moto Honda CG 125 Fan KS (3º), um televisor H Buster 32 polegadas (4º) e um netbook Megaware (5º). Para os vendedores que fornecerem os cupons dos três primeiros prêmios sorteados serão entregues R$ 400 (1º prêmio), R$ 300 (2º) e R$ 100 (3º).

A entrega dos prêmios será dia 5 de janeiro, às 9h, na Associação Empresarial. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (49) 3664-0414.


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17 out12:56

Importações crescem 26%, mas saldo da balança comercial no ano chega a US$ 23,911 bilhões

A balança comercial do Brasil já registra saldo positivo US$ 23,911 bilhões no acumulado de 2011, informou nesta segunda-feira o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O número representa crescimento de 66,4% em relação ao mesmo período de 2010 (US$ 14,372 bilhões). Na comparação pela média diária, a alta chega a 63% em relação ao acumulado em igual período de 2010 (US$ 74,1 milhões).

De janeiro a outubro, as vendas ao Exterior somaram US$ 199,809 bilhões (média diária de US$ 1,009 bilhão). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2010 (US$ 778,9 milhões), as exportações cresceram 29,6%. As importações foram de US$ 175,898 bilhões, com média diária de US$ 888,4 milhões. O resultado está 26% acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 704,8 milhões).


Outubro

Na segunda semana de outubro, o superávit da balança chegou a US$ 304 milhões. No período, as exportações somaram US$ 4,41 bilhões, com média diária de US$ 1,102 bilhão por dia útil. As importações ficaram em US$ 4,106 bilhões, com média de US$ 1,026 bilhão por dia.

O saldo comercial de outubro está superavitário em US$ 876 milhões (média diária de US$ 97,3 milhões). A média diária do saldo no mês está 6,5% superior a de outubro do ano passado (US$ 91,4 milhões) e 33,5% menor que a de setembro deste ano (US$ 146,4 milhões).

Nos nove dias úteis do mês, as exportações somaram US$ 9,81 bilhões, com média diária de US$ 1,09 bilhão. Por esse comparativo, a média diária das vendas externas foi 18,6% superior a de outubro de 2010 (US$ 919,1 milhões). Em relação à média diária de setembro deste ano (US$ 1,108 bilhão), houve retração de 1,7% nas exportações.

As importações do período chegaram a US$ 8,934 bilhões e registraram média diária de US$ 992,7 milhões. Houve aumento de 19,9% na comparação com a média de outubro do ano passado (US$ 827,7 milhões). Na comparação com a média de setembro de 2011 (US$ 962,4 milhões), houve aumento de 3,1%.


ZH DINHEIRO



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