Concórdia

22 set10:13

Projeto inovador

O projeto Casa Customizada promovido pelo Sesc de Concórdia apresenta na segunda edição o tema: Arte, Conforto e Sustentabilidade. A primeira edição foi em 2009. Quatorze ambientes foram desenvolvidos por 13 arquitetos de da cidade. A entrada é gratuita.

A customização é a arte de transformar objetos usados em objetos personalizados. É modificar uma peça, para fazer com que sirva melhor aos requisitos de alguém. A origem da palavra está no inglês “customer” ou “custom” significa cliente ou pessoal. “Custom made” – feito sob medida. Bordar, tingir ou pintar uma blusa, por estar manchada, desbotada ou mesmo fora de moda, é um exemplo de customização. O mesmo serve para qualquer outro produto e até mesmo para móveis e decoração de uma casa.

A mostra pretende dar maior valor a este tipo de produto e serviço, reunindo profissionais e empresas de referência, com as mais variadas peças reaproveitadas, restauradas para compor o ambiente da casa.

Para a gerente do Sesc Concórdia Ketiny Karen Variza, o objetivo do evento, pioneiro no estado, é possibilitar acesso de técnicas à comunidade e refletir sobre como customizar é moderno, inovador e ecologicamente correto.

Visitação

A Casa Customizada fica na Travessa Antonio Brunetto, 71, centro de Concórdia. A visitação pode ser realizada de 17 de setembro a dois de outubro, de terça e quarta das 15h às 22h e de quinta a domingo das 10h às 22h. A entrada é gratuita.



Comente aqui
20 set16:13

Mãe esperança

Viviane Bevilacqua| viviane.bevilacqua@diario.com.br


Ela não sabe se já amanheceu, se lá fora tem sol ou se o breu ainda toma conta das ruas. O barulho, naquela sala, é o mesmo todas as horas, todo santo dia. A paisagem não muda. Para qualquer lado que se olhe, a visão é sempre a mesma: pessoas vestidas de branco ou, no máximo, de aventais verdes, andando de um lado para o outro. Muitos equipamentos eletrônicos, que emitem barulhos estranhos e mostram gráficos difíceis de entender. De vez em quando, um choro, um gemido, o som baixinho da televisão. A luz branca, no meio da sala, fica ligada 24 horas por dia. Quando tudo parece calmo, chega mais um paciente, que precisa ser acomodado.

Viviane tenta se ajeitar melhor na poltrona, porque não é fácil passar as noites ali, sem poder se espichar nem pregar o olho. Mas ela não arreda pé. Permanece em constante vigília ao lado do filho, Cauê, na unidade de terapia intensiva (UTI) pós-cirúrgica do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo.

A rotina da catarinense Viviane Suzin tem sido a mesma desde que o pequeno Cauê, de dois anos, foi submetido a um transplante de coração, em 28 de julho deste ano. Ele vem reagindo bem, mas seu quadro era tão grave que a recuperação é lenta e sem previsão de alta.

Viviane sabe esperar e tem fé de que voltará para Concórdia, onde mora com o marido Neimar e o filho mais velho, Eduardo, de oito anos, com Cauê nos braços.

Os dois – mãe e filho – viraram referência no hospital. São símbolos de persistência e de luta. Cauê, por resistir bravamente à doença (miocardiopatia dilatada), que lhe provocou várias paradas cardíacas. Viviane, pela força e garra com que lutou para que o transplante acontecesse e, também, pela coragem que transmite às outras mães em situação semelhante no InCor. Ela não deixa ninguém esmorecer. Sempre tem uma palavra de esperança, e, nos casos em que a cura é impossível, abre seus abraços e acolhe.

As mães de UTI nem precisam falar. Entendem-se só pelo olhar. Uma conhece a dor da outra, uma dor que não tem tamanho nem adjetivo. As angústias e medos são compartilhados e, assim, as mães encontram forças para seguir vivendo. – A gente sofre muito, sim, mas, no meu caso, é a tristeza de ver o meu filhinho ali, ainda fraco e magrinho, recebendo uma carga grande de remédios todos os dias, misturada a uma alegria muito grande por ele ter tido a chance de receber um coração novo. Ainda há tantas crianças morrendo à espera de um transplante que me considero uma felizarda.

Espera constante

Dá para ver nos olhos de Viviane, verdes e brilhantes, que ela fala a verdade. Durante esta entrevista – realizada em uma lanchonete do InCor –, três mulheres se aproximaram, abraçaram Viviane e perguntaram por Cauê. Ela respondeu as perguntas, sempre afirmando que ele vai ficar bom, com toda a convicção.

Depois, devolveu a pergunta: – E você, como está? – perguntou Viviane à mulher mais jovem. Gabriela, de 21 anos, morena, cabelos longos, bonita, respondeu: – Estou bem, indo como dá. Conversaram mais um pouco e, na despedida, Viviane abraçou mãe, filha e avó e disse:

– Tenham fé, mas não fiquem só sentadas esperando. Façam uma campanha, distribuam folhetos, usem as redes sociais. A sociedade precisa saber que a doação de órgãos pode salvar muitas vidas.

Viviane explicou que Gabriela San Martin Lahut está na fila à espera de um novo coração. Mais uma entre milhares de famílias que vivem o drama de esperar por um órgão que pode não chegar a tempo. Fiquei olhando a jovem se distanciar, caminhando devagar. Difícil imaginar que ela corre o risco de morrer em pouco tempo se não aparecer um doador.

Pequeno guerreiro

A vida da família de Cauê Suzin não tem sido fácil para ninguém. O pai, Neimar, 41 anos, é sócio de uma fábrica de portas em Concórdia e, por ser seu próprio patrão, consegue visitar a mulher e o filho em São Paulo com bastante frequência.



Cauê.



A mãe de Viviane está na capital paulista desde que o neto foi transplantando. Ela reveza com a filha as horas no hospital. A outra avó cuida, em Concórdia, do irmão mais velho de Cauê, Eduardo, que tem apenas oito anos.

– Estamos fazendo de tudo para que o Eduardo não se sinta abandonado. Telefono para ele duas ou três vezes por dia – conta Viviane, angustiada por não poder cuidar do filho mais velho como gostaria. – Era eu que levava ele para a escola e acompanhava nas tarefas. Dudu vem a São Paulo me ver, passa uns dias comigo. Eu não voltei mais para Santa Catarina desde que o Cauê piorou.

Dia desses, Neimar e o filho viram uma estrela cadente. O garoto fechou os olhos e fez um pedido: – Tudo que eu quero é saúde pro Cauê, pra que eles voltem logo para casa.

A vida de Viviane é que mudou radicalmente. Aos 37 anos, corretora de imóveis, ela abandonou tudo para cuidar em tempo integral de seu pequeno. E tem sido assim desde o dia 9 de maio, quando eles foram para uma consulta em São Paulo.

Cauê nasceu com miocardiopatia dilata e tomava remédios. A família já sabia da possibilidade dele precisar de um transplante cardíaco, mas não tão cedo. – Cauê estava bem clinicamente, mas os exames apresentavam algumas alterações. Depois disso, os médicos decidiram colocá-lo na fila do transplante, no dia 3 de junho – conta Viviane.

A família alugou um pequeno apartamento, a poucos minutos do InCor, parafacilitar o deslocamento. Cauê brincava normalmente, caminhava e tinha aprendido suas duas primeiras palavrinhas: coca e bicho. Levava uma vida quase normal. Até que, dia 7 de junho, quando brincava na sala com seu violãozinho, começou a ficar roxo. Sofreu uma parada cardíaca.

Chegou ao InCor quase morto. Foi para a UTI Neonatal, sofreu mais três paradas cardíacas e os rins pararam de funcionar quatro vezes. Teve que fazer diálise. Não à toa, o chamam de Pequeno Guerreiro. O garotinho não saiu mais da UTI, sempre entubado, sedado, com a freqüência cardíaca muito alta, chegando a quase 200 batimentos por minuto. E Viviane ali, do lado, diuturnamente.

– Passei duas semanas inteiras chorando na UTI, ao lado da cama dele. Até que eu pensei: o coração novo para o Cauê não vai chegar mais rápido se eu ficar aqui me lamentando. Preciso ir à luta. É a vida do meu filho que está em jogo. Entrou em cena, então, mais uma guerreira: a mãe que não aceita o destino.

Cansei de chorar e resolvi agir”

Desde que teve a primeira parada cardíaca, dia 7 de junho, Cauê passou para o primeiro lugar na fila de espera para transplante de coração. Seu caso era muito grave. Aí, começou a verdadeira agonia da família. Será que o órgão vai chegar a tempo?



O panfleto pedindo a doação de órgãos.



Depois do desespero dos primeiros dias, Viviane e Neimar tiveram a ideia de iniciar uma campanha pela doação de um coração para Cauê.

Nesta mesma época, uma menininha detrês anos, chamada Mariana, estava no berço ao lado, também esperando por um novo coração. As mães se uniram e preparam panfletos e e-mails, que foram mandados para o Brasil inteiro, com as fotos dos dois, uma breve explicação

dos casos e telefones de contato. Ainda não satisfeita, Viviane contratou um taxista – porque não conhecia nada em São Paulo – que a levou a todos os hospitais da capital, incluindo a periferia. – Eu ia com meus panfletos e pedia para conversar com o diretor do hospital.

Se fosse impossível, falava com as secretárias. Pedia que, no caso de algum paciente infantil ser diagnosticado com morte encefálica, que os médicos comunicassem ao InCor, porque o meu filho era o primeiro da fila de transplante e que, se o coração não aparecesse logo, ele não iria sobreviver. Várias vezes os médicos que atendiam Cauê alertavam que o estado de saúde do menino era gravíssimo, e que ele não sobreviveria mais do que algumas horas. – Eles falavam, mas eu nunca acreditei nisso. Dentro de mim algo dizia que ele iria fazer o transplante.

Viviane fez uma verdadeira romaria. Foi a todos os hospitais, porque sabe que muitas vezes os casos de morte encefálica não são comunicados ou, então, as famílias recusam-se a doar os órgãos da criança p

orque não foram bem abordadas pelos médicos e enfermeiros na hora de falar sobre a doação.

Emoções à flor da pele

Por mais que torcesse pela vida do filho, Viviane Suzin diz que nunca desejou que a vida de uma outra criança terminasse para que Cauê pudesse viver.

– O que sempre pedi a Deus é que tocasse o coração dos pais que acabaram de sofrer uma perda tão grande – comenta.

Se a fé e todo o trabalho dela surtiu efeito, nunca se saberá. Mas o fato é que na madrugada do dia 27 de julho, Viviane e Neimar receberam a notícia de que havia um coração para Cauê. A cirurgia foi considerada um sucesso pelos médicos. Até hoje não se sabe quem foi o doador, apenas que o coração pertencia a uma criança de oito anos.

No momento em que chega a notícia de que o transplante será finalmente realizado, o sentimento dos pais é sempre um misto de alegria e medo. E se não der certo?



Viviane e Neimar Suzin, no InCor, homenageiam o filho que recebeu um novo coração.



Neimar ficou sabendo do transplante do filho enquanto viajava para São Paulo. – Imagina a minha ansiedade. Eu ali, sem poder fazer nada, e meu filhinho lá no centro cirúrgico, de peito aberto, recebendo um novo coração.

A recuperação de Cauê é lenta, mas progressiva. Ele ainda não consegue brincar, passa o dia na cama, mas já começou a receber leite e não está mais entubado.

Viviane e Neimar levaram brinquedos e enfeites para a cama dele na UTI. Ursinhos coloridos e travesseiros perfumados humanizam o ambiente hospitalar. Há também um mural com fotos do Cauê brincando e sorrindo, pendurado numa das paredes da UTI, “que é para todo mundo ver como ele ficará daqui a algum tempo”.

As mães da UTI sofrem por não poder pegar os filhos no colo – a maioria das crianças precisa do respirador artificial, sondas ou outros aparelhos que os obrigam a ficar na cama. Uma grande alegria nos últimos dias foi quando o fisioterapeuta acomodou Cauê em um “bebê conforto” e, da beira da cama, Viviane pôde envolvê-lo com seus braços.

– Abracei e beijei muito o meu menininho, contei historinhas e cantei para ele, como tantas e tantas vezes eu fiz na nossa casa – conta ela.

A imensa família de Cauê

Quando não está na UTI do InCor com Cauê, Viviane Suzin fica no apartamento alugado, a uma quadra dali. Aproveita que a avó faz companhia ao menino para dormir um pouco e se recuperar da noite no hospital. Sabe que tem que estar bem – física e espiritualmente – para aguentar a grande batalha que ainda tem pela frente.

O tempo que sobra, antes de voltar para o hospital, usa para divulgar notícias sobre Cauê nas redes sociais – existe uma comunidade no Facebook, chamada de “Um coração para o Cauê”, criada antes do transplante – que Viviane abastece todos os dias com novidades sobre o estado de saúde do filho. As rádios e jornais do Oeste catarinense também estão sempre à procura de notícias do pequeno paciente, que comoveu o Estado com o seu drama.

– Muita gente também me telefona, com histórias parecidas com a minha, de todo o Brasil. São mães em busca de uma palavra de conforto ou que precisam de ajuda para lançar uma campanha pela doação de órgãos. Eu agora faço parte deste mundo, e tudo o que quero é conscientizar os outros de que a doação é um ato de amor, e que ninguém está livre de precisar de um transplante um dia. Depois daquele e-mail e dos panfletos pedindo um coraçãopara o filho, que foi distribuído via internet e também nos hospitais e espalhados pela capital paulista, a família de Cauê cresceu muito, conta a mãe.

– O dia que voltarmos para Santa Catarina com certeza faremos uma grande festa, e acho que teremos que convidar o Brasil inteiro, para agradecer a tanta gente que tem nos ajudado.

Mariana, a menininha que estava internada junto com Cauê, recebeu um novo coração, recuperou-se e já deixou o InCor. Mas nem todas as notícias são boas. Semana passada, duas crianças internadas no hospital paulista morreram na fila, à espera de um doador.

SC não faz transplante

Santa Catarina não realiza transplantes pediátricos de coração, informa o médico Joel Andrade, coordenador da SC Transplantes. As crianças que necessitam desta cirurgia são encaminhadas para os centros de referência de outras capitais, como o InCor, em São Paulo, que, em maio, atingiu uma marca histórica: cem transplantes infantis de coração.

Entre as razões para o baixo número de transplantes cardíacos infantis, diz Estela Azeka, pediatra da unidade de cardiologia do InCor, estão os problemas estruturais, como a falta de UTIs pediátricas, a menor ocorrência de morte encefálica entre crianças e a necessidade de maior compatibilidade de tamanho entre coração de doador e receptor. E ainda existe a questão da doação de órgãos infantis, que é baixo.

–Se a abordagem à família do potencial doador criança não for feita de forma adequada, a recusa desses pais em doar os órgãos dos filhos pode ser maior. Isto porque, nesta faixa etária, as causas de morte encefálica geralmente são traumas, e os pais têm sentimento de culpa, o que dificulta a doação – explica Estela.

Transplantes Pediátricos no Brasil

De 0 a 7 anos

Transplante Rim: 296 (2009) – 301 (2010)

Transplante Fígado: 202 (2009) – 164 (2010)

Transplante Coração: 18 (2009) – 17 (2010)

Transplante Pulmão: 3 (2009) – 2 (2010)


Total: 519 (2009) – 484 (2010)

Fila de espera: 538


Transplante de coração em crianças de 0 a 5 anos

2007 – 11

2008 – 8

2009 – 4

2010 – 2


Fonte: ARTO – Ministério da Saúde


1 comentário
20 set10:44

Casa Customizada

O projeto Casa Customizada promovido pelo SESC de Concórdia apresenta na segunda edição o tema: Arte, Conforto e Sustentabilidade. A primeira edição foi em 2009. Quatorze ambientes foram desenvolvidos por 13 arquitetos de da cidade. A entrada é gratuita.

A customização é a arte de transformar objetos usados em objetos personalizados. É modificar uma peça, para fazer com que sirva melhor aos requisitos de alguém. A origem da palavra está no inglês “customer” ou “custom” significa cliente ou pessoal. “Custom made” – feito sob medida. Bordar, tingir ou pintar uma blusa, por estar manchada, desbotada ou mesmo fora de moda, é um exemplo de customização. O mesmo serve para qualquer outro produto e até mesmo para móveis e decoração de uma casa.

A mostra pretende dar maior valor a este tipo de produto e serviço, reunindo profissionais e empresas de referência, com as mais variadas peças reaproveitadas, restauradas para compor o ambiente da casa.


Ambiente multifuncional

Os espaços criados pela arquiteta Alexandra Tomazoni tem como inspiração a funcionalidade. Ela desenvolveu o Loft Studio e Jardim para a Casa Customizada.

O desafio de Alexandra foi transformar uma antiga área de serviço em um espaço multifuncional, que conjugasse escritório, área de descanso e lazer. O ambiente trabalhado nos fundos da residência torna-se independente da casa e se harmoniza com o espaço externo.

Esculturas do artesanato local, somadas a bancos e deck de madeira de demolição compõe um arranjo diferenciado ao antigo pátio, tornando-se uma opção de convívio com a natureza em pleno centro da cidade. No loft a arquiteta focou integração e reaproveitamento com técnicas e materiais contemporâneos, buscando conforto e versatilidade.


Visitação

A Casa Customizada fica na Travessa Antonio Brunetto, 71, centro de Concórdia. A visitação pode ser realizada de 17 de setembro a dois de outubro, de terça e quarta das 15h às 22h e de quinta a domingo das 10h às 22h. A entrada é gratuita.


Comente aqui
19 set16:24

Motorista passa mal e atropela jovem

Um homem perdeu o controle do veículo, subiu na calçada e atropelou uma adolescente. O acidente foi na tarde desta segunda no centro de Concórdia. O carro só parou quando bateu em um prédio.

O acidente foi na Rua Marechal Deodoro no centro da cidade. Segundo o Corpo de Bombeiros o motorista sofreu um mal súbito e para evitar o choque com outros veículos preferiu subir na calçada. O veículo só parou depois de bater no pilar de um prédio. Na manobra uma adolescente de 14 anos foi atingida.

A adolescente teve apenas escoriações. O motorista foi levado ao Hospital São Francisco inconsciente. Ancelmo Nicolli, de 56 anos, foi atendido pela equipe de emergência do Hospital mas não resistiu.


Comente aqui
19 set10:53

Outubro Rosa

Com o objetivo de integrar, valorizar e divulgar as ações desenvolvidas pela Rede Feminina de Combate ao Câncer de Concórdia, a entidade promove uma Mostra Fotográfica.

Com o tema “Mulher e o Cotidiano”, aliado ao Movimento Outubro Rosa, a mostra visa chamar atenção, diretamente, para a realidade atual do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce.

Os interessados em participar da Exposição podem encaminhar fotografias até o dia 23 de setembro. As escolhidas serão expostas de primeiro a 29 de outubro na Galeria Municipal de Artes, no Quiosque Central, da cidade.

Para maiores informações entre em contato com a Fundação Municipal de Cultura de Concórdia, Rua Abramo Eberle, 322 – Centro, – Concórdia/SC ou pelo email zecacultura@concordia.sc.gov.br.


Regulamento Mostra Fotográfica Outubro Rosa de Concórdia

A Fundação Municipal de Cultura promoverá, de 1º a 29 de outubro de 2011, a Mostra

Fotográfica Outubro Rosa de Concórdia, cujo objetivo é o de integrar, valorizar e

divulgar as ações desenvolvidas pela Rede Feminina de Combate ao Câncer de

Concórdia durante a programação do evento Outubro Rosa.

Com o tema “Mulher e o Cotidiano”, as fotografias inscritas serão expostas na Galeria

Municipal de Artes, situada no quiosque, cujo acervo compreende no máximo 60

fotografias, respeitando prazo de inscrição.

Das Inscrições:

Artigo 1º – Poderão participar da Mostra todos os interessados, residentes no

município de Concórdia (SC), mediante prévia inscrição.

Artigo 2º – Cada participante, profissional ou amador, deverá apresentar somente uma

fotografia devidamente identificada com o nome do autor, título da imagem retratada,

impressa no tamanho A4, podendo ser apresentada nas duas categorias: Colorida e

preto e branco.

Artigo 3º – As inscrições deverão ser feitas até o dia 23 de setembro de 2011 e

entregues, anexo com a fotografia, ao endereço: Fundação Municipal de Cultura – Rua

Abramo Eberle, 322 – Centro – Concórdia (SC).

Das disposições gerais:

Artigo 4° – Os participantes da Mostra, ao realizarem a inscrição, automaticamente

autorizam a utilização do uso da imagem, por qualquer meio, com a finalidade de

divulgação ainda que não relacionados a este evento, a critério da FMC.

Artigo 5° – Fica a FMC isenta a qualquer tipo de indenização ou restituição perante os

participantes da Mostra.

Da devolução:

Artigo 6° – Após o término da exposição, o material poderá ser retirado pelo seu autor

na sede da Fundação Municipal de Cultura.


Comente aqui
14 set17:43

VÍDEO: confira a ação de dupla de assaltantes em lotérica de Concórdia

Câmeras de segurança de uma lotérica no Centro de Concórdia, no Oeste de Santa Catarina, flagraram a ação de dois assaltantes por volta das 18h30min, na terça-feira.

As imagens mostram o instante em que a dupla, armada e encapuzada, teria entrado no local a pouco minutos do fim de expediente. Os dois renderam os funcionários e fugiram com o dinheiro.

O dono do local ainda não sabe o valor que foi roubado. A polícia fez buscas na região e deve usar as imagens para auxiliar no reconhecimento dos suspeitos.

Veja como foi a ação dos bandidos:


DIÁRIO CATARINENSE

Comente aqui
13 set16:38

Concórdia futsal recebe o Ituporanga

O confronto entre os dois times era para ter sido realizado na última semana, mas devido as constantes chuvas no Vale do Itajaí, a direção do Ituporanga pediu transferência da partida para a Federação Catarinense de Futsal. O rio que passa próximo ao município estava acima do nível normal. Com a mudança de data, o único ginásio a disposição foi o Ser Sadia.

A IACC/Águia Seguros/Unimed/Umbro x Moitas/Ituporanga é nesta terça-feira, dia 13, às 20h30min, no Ginásio da Ser Sadia. A partida é a última do turno da segunda fase da Divisão Especial de Futsal. Concórdia vai entrar em quadra com a mesma escalação dos últimos jogos com Léo, Paludo, Gabriel, Hiltinho e Duda.

Mesmo jogando em casa o técnico Serginho Schiochet  acredita que a equipe não terá dificuldades para jogar no local. – Claro que quando saímos da quadra que estamos acostumados a treinar e jogar é sempre diferente, mas estamos conscientes – destaca Schiochet.

Nesta segunda, dia 12, o grupo treinou e fez um reconhecimento da quadra. Ontem componentes da comissão técnica concordiense colocaram na Ser Sadia o tapete que é usado no Centro de Eventos.

Concórdia vem de empate contra o Jaraguá fora de casa e o Moitas empatou em Ituporanga com o Joinville. Os dois times estão praticamente iguais na tabela de classificação, com cinco pontos cada. Concórdia leva vantagem no número de gols sofridos, que é o primeiro critério de desempate depois do confronto direto.

- Estamos conscientes da necessidade da vitória, pois, trata-se de um adversário direto, já que a pontuação está equilibrada. E mais, não podemos deixar para buscar pontos no returno, porque iremos jogar três partidas fora de casa e apenas duas em Concórdia – finalizou Serginho.


Comente aqui
13 set15:20

Festival Tecendo o Riso em Concórdia

Entre os dias 06 e 11 de outubro de 2011, o município de Concórdia sedia o Festival de Teatro Tecendo O Riso. É promovido pela Fundação Municipal de Cultura e por Grupos de Teatro Independente de Concórdia: Carretel Cia Teatral, Piliquinha e Desvio do Septo e pelo SESC-Concórdia. As apresentações em palco italiano serão no Teatro Municipal Maria Luiza de Matos e palco alternativo, na Praça Dogello Goss. Toda programação será gratuita.

Foram convidados para participar do evento três grupos de teatro de Concórdia. A Carretel Cia Teatral apresentará o espetáculo Adolfo Mayer em Revista. O Grupo Teatral Desvio do Septo apresentará A Cantora Careca. O Grupo Teatral Piliquinha encenará O Cortiço, obra do escritor brasileiro José de Alencar.


Apresentações grupos selecionados:

Foram selecionadas para o Festival as seguintes companhias teatrais:

A Cia Teatral Bocarela das Palavradas apresentará o espetáculo de rua “O Enfermeiro”, adaptado do conto de Machado de Assis e inspirado na obra “o doente imaginário” de Moliere. Os atores tocam, cantam e constroem os cenários as vistas do público, além de interpretarem a historia que vem abordando as relações humanas que envolvem a religião, o poder e a ascensão social, formando um casamento perfeito dos dois gênios da literatura e comédia satírica.

A Duavesso Cia de Teatro apresentará a peça “Comadre´s”. Através da oralidade eloqüente, os atores envolvem o público com cochichos, malicias e olhares cômicos, não deixando o silêncio gritar. As Comadre’s fazem das fofocas um trampolim, saltando do real para o imaginário através de um cenário que vai modificando-se durante a apresentação. O espetáculo é recheado de surpresas, principalmente quando se fala de bolsas de mulher, pois do nada inusitadamente faz-se surgir objetos femininos de uso diário.

Cia Mútua apresentará Flasches da Vida, e trata fragmentos cotidianos. São sete inusitadas histórias que se intitulam. Como reagir frente a uma porta trancada, a um carro enguiçado ou a um chiclete grudento? Quem nunca culpou o juiz pela derrota de seu time? Espetáculo solo e sem texto que usa a mímica de forma extremamente cômica para mostrar situações comuns. Alguns adereços, onomatopéias e exíguo cenário auxiliam as cenas deste trabalho embasado na ação física, no equilíbrio-desequilibrado do clown, no improviso do jogo cênico e na relação com a plateia.

A Companhia Teatral Trip Teatro por sua vez, apresentará o espetáculo O Incrível Ladrão de Calcinhas que possui uma história de detetives baseada no estilo do Cine Noir, caracterizado por filmes tipo “B” das décadas de 40 e 50, onde a falta de caráter e o crime são as marcas mais presentes. O escritório do Detetive Bill Flecha é procurado por Srta. Velda, uma “mulher-fatal” que tem sua “peça íntima” roubada e pagará qualquer quantia para tê-la de volta. O que parecia um crime banal dá origem a uma série de outros crimes violentos, onde todos são suspeitos até que se prove o contrário, ou até que seus corpos sejam encontrados em algum beco escuro. A cenografia foi inspirada no “Expressionismo Alemão”, movimento artístico que contribuiu para o surgimento do Cine Noir.


Workshop e oficina de teatro:

Oficina “Princípios da Linguagem do Teatro de Animação”, ministrada por Willian Walter Sieverdt, da Cia Trip Teatro, com o objetivo de abordar os princípios de Linguagem que caracterizam o Teatro de Animação. A oficina será ministrada por meio de exposição oral dialogada, com recursos visuais e através de exercícios teatrais e construção e manipulação de bonecos. Vagas limitadas.

Workshop Mímica – a arte do movimento ministrado pela Cia Mútua. O workshop traçará um panorama sobre as técnicas da mímica clássica, mímica corporal e pantomima. De maneira teórica e prática serão abordados: a) Movimento X Ação; b) Volume X Peso; c) A visualização do invisível; d) A conscientização mecânica do corpo atuante, e e) Mímica NÃO É descubra o nome do filme. Vagas limitadas.

Acompanhe a programação do Festival de Teatro Tecendo O Riso na Fundação Municipal de Cultura de Concórdia (49.3442-3930) e SESC Concórdia (49.3442.0303)


Festival de Teatro Tecendo o Riso

De 6 a 11 de outubro de 2011

Local:  Teatro Maria Luiza de Matos e Praça Dogello Goss


Comente aqui
12 set12:59

Aposentados protestam em Concórdia

Nas mãos, faixas com frases que mostram a indignação dessa parcela da sociedade. No peito, faixas pretas, que simbolizam o luto. Nos rostos, símbolos vermelhos.

O protesto dos aposentados de Concórdia e Região foi realizado no sábado, dia 10. Segundo o presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Concórdia, Agostinho Schiochetti, quatro pontos de discussão foram abordados na mobilização. O principal foi o veto da presidenta, Dilma Rousseff, para o aumento das aposentadorias.

- Também protestamos contra a corrupção e abordamos duas importantes polêmicas da nossa cidade, o aumento no número de vereadores e a implantação de uma base para os Bombeiros Militares, somos contra a esses temas – afirma.

O grupo de aposentados protestantes representa mais de 14 mil pessoas em Concórdia, entre aposentados, pensionistas e idosos. Em toda a grande região, mais de 34 mil pessoas.



Comente aqui
12 set09:42

Atropelamento na SCT 283

O atropelamento foi registrado às 16h45min deste domingo no Km 13 na SCT 283 em Concórdia.

Loureci Silveira de Ávila, 49 anos, não resistiu e faleceu no local. Ele morava no Bairro Natureza em Concórdia. O condutor do veículo não foi identificado.


1 comentário