Dilma Rousseff

28 ago20:59

Social: Empresário catarinense entregou queijos para presidente Dilma Rousseff

O empresário catarinense Acari Menestrina, da empresa Gran Mestri com sede em Guaraciaba, extremo-oeste catarinense, entregou na tarde desta terça-feira, dia 28 de agosto queijos para a presidente Dilma Rousseff. O encontro foi no gabinete Presidencial em Brasília.

Foi entregue uma forma de 40 quilos de Gran Mestri, com 24 meses de maturação, outra de 40 quilos de Gran Mestri Nero (casca preta), com 18 meses de maturação e uma peça de queijos Pecorino Sardo com 14 meses de maturação.


Na foto: Ana e Acari Menestrina, da Gran Mestri, presidente Dilma Rousseff, Vilmar Baungratz, da cooperativa Terra Viva e a ministra Ideli Salvatti.


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18 mai10:04

Dilma aprova isenção de impostos sobre aparelhos para deficientes e veta venda de medicamentos em supermercados

A presidenta Dilma Rousseff vetou a proposta de liberar a venda de medicamentos em supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência sem a apresentação de receita médica, mas sancionou a isenção de impostos cobrados sobre produtos para pessoas com deficiência, como cadeiras de rodas. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

O veto à comercialização de produtos de saúde que dispensam prescrição médica em supermercados já era esperada, diante das reações contrárias manifestadas pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, e representantes de entidades do setor farmacêutico.

Dilma concordou que a medida dificultaria a fiscalização e poderia estimular a automedicação, como já havia sido argumentado pelo ministro da Saúde.

As demandas integram a proposta de Medida Provisória 549/11.


BEM-ESTAR



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01 mai09:54

Em cadeia de rádio e TV, Dilma volta a cobrar dos bancos juros mais baixos

Em pronunciamento transmitido em rede de rádio e televisão para comemorar ao Dia do Trabalho (1º de maio), a presidente Dilma Rousseff cobrou dos bancos privados mais esforços para reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. E aconselhou o brasileiro a procurar os bancos que ofereçam as taxas mais baixas.

— É inadmissível que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. Esses valores não podem continuar tão altos. O Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra com presteza e honestidade os seus compromissos — disse Dilma no discurso veiculado esta noite.

Para a presidente, com a queda da taxa básica de juros e inflação estável, os bancos privados estão sem argumento para explicar a manutenção dos altos juros cobrados dos clientes.

— O setor financeiro, portanto, não tem como explicar essa lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros do cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem.

Dilma espera que os bancos privados sigam os mesmos passos dos bancos públicos, que reduziram as taxas das linhas de crédito voltadas ao consumo e do cheque especial.

— A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil escolheram o caminho do bom exemplo e da saudável concorrência de mercado, provando que é possível baixar os juros cobrados dos seus clientes em empréstimos, cartões, cheque especial, inclusive no crédito consignado’.

De acordo com a presidente, somente quando os juros nacionais chegarem ao patamar das taxas internacionais, a economia brasileira “será plenamente competitiva”, saudável e moderna.

Para fortalecer a economia do país e estimular a abertura de vagas de trabalho, Dilma citou que, no governo dela, retirou impostos incidentes sobre a folha de pagamento, “dando mais alívio ao empregador e mais segurança ao empregado”. E defendeu a necessidade de se investir em educação de qualidade “em todos os níveis” e, também, na qualificação e treinamento dos trabalhadores.


Contra a corrupção

Dilma afirmou ainda presidente Dilma Rousseff garantiu que irá combater “malfeitos e malfeitores”.

— Garanto às trabalhadoras e aos trabalhadores brasileiros que vamos continuar buscando meios de baixar impostos, de combater os malfeitos e os malfeitores e, cada vez mais, estimular as coisas bem feitas e as pessoas honestas de nosso país — disse Dilma.

Nesta semana, devem ter início os trabalhos da CPI criada para investigar o envolvimento de parlamentares e agentes públicos e privados com o empresário goiano Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, suspeito de comandar um esquema de jogos ilegais. A comissão é presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), partido da base governista.


Educação e capacitação

No pronunciamento, a presidente disse que, além de cuidar da economia, quer ser conhecida pela defesa da capacitação profissional do trabalhador brasileiro.

— Não quero ser a presidenta que cuida apenas do desenvolvimento do país, mas aquela que cuida, em especial, do desenvolvimento das pessoas — disse.

Uma das iniciativas nesse sentido, segundo Dilma, é a concessão de bolsas para 100 mil brasileiros estudarem em universidades estrangeiras por meio do Programa Ciência sem Fronteira, que a presidenta chamou, no pronunciamento, de Brasil sem Fronteira.

A capacitação profissional, continuou a presidente, contribui para a luta contra a pobreza extrema, a conquista de melhores salários e, consequentemente, permite ao trabalhador ter acesso a mais bens e serviços.


AGÊNCIA BRASIL



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10 jan15:53

Dilma encomenda plano para combater seca no Sul

Fabiano Costa | fabiano.costa@gruporbs.com.br

Na tentativa de conter os efeitos da estiagem que assola a região sul do país, a presidente Dilma Rousseff ordenou ontem que a Casa Civil elabore um pacote de combate à seca. As propostas, que serão entregues até o final do dia à presidente, devem priorizar investimentos em infraestrutura e apoio aos pequenos produtores rurais.

A determinação presidencial foi discutida durante reunião no Palácio do Planalto entre a chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e os ministros Mendes Ribeiro (Agricultura), Fernando Bezerra (Integração Nacional) e Nelson Barbosa (interino da Fazenda). A presidente estaria preocupada, especialmente, com os prejuízos dos agricultores familiares. Segundo Bezerra, as primeiras medidas de auxílio, incluindo liberação de recursos emergenciais, devem ser anunciadas amanhã.

– A prioridade da presidente é assistir os pequenos produtores, que estão perdendo suas safras, sobretudo, nas culturas de milho, feijão e soja – afirmou o ministro da Integração.

O esboço desenhado pela Casa Civil sugere que os recursos da União sejam empregados em obras de infraestrutura. O objetivo é reforçar as reservas de água nas áreas rurais afetadas pela seca, com a construção de cisternas, aguadas e adutoras. Em 2011, o governo federal havia priorizado os gastos de custeio, como distribuição de cestas básicas e água em caminhões pipa, das cidades que decretaram estado de emergência por conta da seca.

Criticada pelos escassos investimentos na prevenção de tragédias climáticas, Dilma mandou a Defesa Civil Nacional elaborar um estudo de médio prazo para tentar minimizar o impacto da seca no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Técnicos do governo foram incumbidos de garimpar projetos que subsidiem a construção de barragens nos três Estados, garantindo o abastecimento de água potável e a irrigação de lavouras.

Os investimentos do governo catarinense para evitar enchentes foram lembrados pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante, como exemplo no país de prevenção. De acordo com Mercadante, após registrar 187 mortes na tragédia que alagou o Vale do Itajaí, em 2008, o Estado não teve vítimas fatais na inundação do ano passado.

– Mesmo com 900 mil pessoas atingidas, a enchente de 2011, em Santa Catarina, não causou mortes diretamente associadas às inundações – observou.


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09 jan11:45

Dilma recebe ministros para discutir danos causados pela estiagem no Sul

Começou por volta das 10h40 a reunião da presidente Dilma Rousseff com diversos ministros para discutir a situação dos estados afetados pela chuva na Região Sudeste e pela estiagem no Sul. Participam da reunião, que pretende avaliar as medidas emergenciais para amenizar os desastres naturais ocorridos nessas regiões, os ministros da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho; da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante; dos Transportes, Paulo Passos ; da Saúde, Alexandre Padilha e o interino da Defesa. Enzo Peri.

A reunião conta ainda com a participação do secretário nacional de Defesa Civil, Humberto Viana Filho, e com representantes da Agência Nacional de Águas e do Departamento Nacional de Produção Mineral. De acordo com o Palácio do Planalto, a reunião só deve terminar no início da tarde.

Até esse domingo, 102 municípios do Rio Grande do Sul e 65 de Santa Catarina decretaram situação de emergência em decorrência da estiagem.

Pelos dados da Defesa Civil e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, as perdas causadas pela estiagem chegam a R$ 2,797 bilhões.


Governo de SC libera R$ 1,25 milhão

O Governo do Estado liberou R$ 1,25 milhão para medidas de combate à emergência nos municípios atingidos pela estiagem. A medida foi anunciada na sexta-feira, dia 07, pelo governador em exercício, Pinho Moreira, que fez reuniões nas secretarias regionais de Chapecó, Maravilha e São Miguel do Oeste.



Valdecir Camatti, de Planalto Alegre, teve 70% de quebra numa lavoura de três hectares de milho e 40% em outra. Ele pretendia vender o milhos mas, como as plantas não tiveram bom desenvolvimento por falta de água, vai fazer silagem para as vacas.



De acordo com o governador o dinheiro já foi repassado para as secretarias regionais na área abrangida pela seca. As prefeituras que decretaram emergência poderão fazer convênio com as secretarias para acessarem os recursos. Inicialmente o dinheiro foi dividido entre os 54 municípios que tinham decretado emergência até quinta-feira à noite. A divisão levou em conta o número de propriedades rurais.


65 Cidades em situação de emergência

Águas de Chapecó

Águas Frias

Anchieta

Bandeirante

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Chapecó

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul*

Guatambu

Ipuaçu

Iraceminha

Irati

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Maravilha

Marema

Modelo

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Palma Sola

Palmitos*

Passos Maia

Pinhalzinho

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São José do Cedro

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xaxim


*Defesa Civil ainda não recebeu a documentação dos decretos destes municípios. Dados do relatório das 19h da Defesa Civil, da sexta-feira, 06/01.





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