Doenças

16 jul09:45

Inverno sem gripe: reforce sua imunidade e fique longe de doenças

Hábitos relacionados ao estilo de vida moderno, em que estamos sempre correndo, deixando a alimentação e o bem-estar em segundo plano, podem enfraquecer o sistema imunológico, tornando-o mais vulnerável a doenças. Dentre esses fatores destacam-se o estresse, má alimentação e poucas horas de sono. A nutricionista e mestre em saúde pública Maria Fernanda Elias dá dicas para quem quer se cuidar bem durante o inverno e chegar ao verão sem nem uma gripe no caminho.


Atenção com as crianças e os idosos

Segundo Maria Fernanda, a função do sistema de defesa é manter o controle sobre os invasores externos (como vírus e bactérias) e eliminá-los do organismo. De modo geral, os principais mecanismos para que isso ocorra incluem barreiras — como a pele e as células do trato gastrintestinal, boca e nariz — e moléculas especializadas, que reagem rapidamente às infecções. Crianças pequenas, que ainda não tem o sistema imunológico devidamente desenvolvido, e indivíduos na terceira idade estão mais susceptíveis às infecções e, portanto, deve-se redobrar a atenção nessas situações.


Alimente-se bem

Uma alimentação equilibrada fornece os nutrientes necessários para garantir que o organismo se mantenha fortalecido. Maria Fernanda explica que a vitamina C costuma ser o nutriente mais lembrado, entretanto, a ingestão adequada de betacaroteno, vitaminas A, B, D, E, polifenóis, ômega-3, ômega-6, zinco, selênio e cobre é fundamental para a boa atuação dos mecanismos imunológicos.

- Inclua diariamente no seu cardápio os seguintes alimentos:

frutas, verduras e legumes (fontes de betacaroteno, vitaminas e polifenóis);

peixes marinhos (ômega-3, ferro, cobre, zinco);

cereais integrais e oleaginosas (ômega-6, selênio, vitaminas);

alimentos lácteos (vitaminas A e D).

— Os suplementos nutricionais também contribuem para a ingestão dos nutrientes que fortalecem o sistema de defesa — acrescenta a nutricionista.


DIÁRIO CATARINENSE



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15 jul16:13

Oito dicas para prevenir doenças de inverno

No inverno, tendemos a passar mais tempo em ambientes fechados, o que nos deixa mais expostos ao contágio de doenças virais. Já as temperaturas baixas e o tempo seco tornam as vias respiratórias mais sensíveis. No entanto, é possível afastar essas enfermidades com medidas simples, diz o médico Ricardo Luiz Oliveira Franco, professor da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

— Para os adultos, em casos de gripes e resfriados, atitudes como usar antitérmicos, beber muita água, fluidificar as secreções nasais e repouso domiciliar, normalmente, são suficientes. A população não deve se automedicar. O uso de anti-inflamatórios para todas essas viroses das vias aéreas superiores não é recomendado, pois há uma outra virose chamada dengue, às vezes, com sintomas muito parecidos com os da gripe, que possui variantes que podem evoluir mal com o uso desta classe de medicamentos — recomenda Franco.

Para evitar problemas de saúde no inverno, o especialista dá oito dicas:

1) Evite ambientes fechados e/ou com muitas pessoas. Se isso não for possível, abra portas e janelas para melhorar a ventilação.

2) Em caso de contágio, não se medicar sem antes consultar um médico que possa indicar medicamento e dosagem adequados.

3) Mantenha o ambiente limpo e arejado.

4) Beba bastante líquido.

5) Consuma alimentos ricos em vitamina C, como limão, laranja e acerola.

6) Lave as mãos com frequência.

7) Evite fumar e conviver com fumantes.

8) Previna-se: tomar vacinas contra a gripe e a pneumonia evitam complicações.


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25 jun11:43

Fique longe do atchim! Saiba como se proteger das principais doenças de inverno

Com a chegada do inverno e do frio, o drama começa: as vias aérea ficam congestionadas e a tosse e o espirro fogem do nariz sem pedir licença. E não apenas as doenças respiratórias são típicas da estação: otite, gastroenterite e amigdalite também aparecem com frequência.

A regra número 1 para evitar esses males é simples e deve ser levada à risca principalmente em escolas e creches, tanto pelos funcionários quanto pelos alunos: lavar as mãos sempre que possível.

— É interessante ensinar para as próprias crianças que coloquem a mão em frente à boca se forem espirrar ou tossir, que lavem as mãos sempre e que utilizem também o álcool gel — sugere o pediatra Marcelo Pavese Porto.

Além disso, manter uma alimentação saudável é fundamental para prevenir quadros virais e doenças respiratórias, destaca o pediatra Erico José Faustini.


As principais doenças da estação:


Respiratórias

— São as mais comuns, como gripe, asma, sinusite, bronquiolite e pneumonia. As crianças menores são as que mais sofrem, já que o sistema imunológico ainda não está totalmente ativo.

— Nas crianças com menos de um ano, um quadro respiratório prevalente é o de bronquiolite. A infecção dos bronquíolos é transmitida via oral e requer atenção especial dos pais. Chiado no peito, tosse e respirações rápidas são os sintomas mais comuns.


Otite

— Com o aparelho respiratório e o auditivo em formação e ainda interligados, os bebês têm grande propensão a ter otite. Os germes localizados nas fossas nasais se propagam com facilidade até o ouvido e podem causar um quadro de infecção. A criança com dor e diminuição da audição costuma ficar mais irritada e inquieta, recusa alimentação e apresenta febre. Para o tratamento, é receitado antibiótico.


Gastroenterite

— Causada por vírus ou bactérias, a gastroenterite tem como sintomas mais comuns diarreia, náusea e vômito. Pode ocorrer em sequência a um quadro de resfriado. Como perde-se bastante líquido, é importante a hidratação com chás, sucos ou água. Os pais devem redobrar a atenção caso as crianças urinem menos e apresentem olhos fundos, saliva grossa e pele enrugada.


Amigdalite

— O processo de inflamação das amígdalas ocorre em complicação bacteriana ou viral de um resfriado. Começa com tosse e coriza nasal. Caso a criança apresente febre elevada, é importante usar um antitérmico. Outros sintomas são dor na garganta e dificuldade para engolir.

— A transmissão se dá no contato humano. Logo, é importante que os pais evitem que a criança esteja no mesmo ambiente de outras pessoas com quadros virais. O tratamento é feito com antibiótico prescrito por um médico.


HORA DE SANTA CATARINA



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21 jun09:39

Incidência de doenças respiratórias aumenta de 30 a 40% nos meses frios

A pneumonia atinge cerca de 2,1 milhões de pessoas, anualmente, no Brasil. De acordo com dados do DATASUS (Banco de dados do Sistema Único de Saúde) a doença é a principal causa de internação hospitalar. Causada principalmente pela bactéria Pneumococo, a pneumonia se caracteriza pela infecção dos alvéolos pulmonares, que se enchem de muco e outros líquidos, o que impede o bom funcionamento dos pulmões.

Para o Dr. Alex Macedo, mestre em pneumologia pela Unifesp, o comportamento das pessoas durante o inverno também colabora para a incidência das doenças respiratórias, inclusive da pneumonia.

— Com o frio, as pessoas tendem a ficar em ambientes fechados, o que favorece a contaminação bacteriana — explica o especialista. Quando as defesas do organismo ficam mais suscetíveis a doenças, as bactérias que causam a pneumonia podem ser aspiradas pelo ar, sendo possível também a contaminação por meio de gotículas de saliva e secreções infectadas.

Os principais sintomas da pneumonia são febre alta, tosse com secreção, dor no tórax, alterações da pressão arterial, mal-estar, falta de ar, respiração ofegante, prostração, suor intenso, calafrio, tremores e falta de apetite. Assim que a doença for diagnosticada, o tratamento deve ser iniciado. Segundo Macedo, 80% dos casos podem ser tratados em casa, enquanto 20% necessitam de internação.


Veja as dicas do especialista para prevenir a pneumonia e outras doenças respiratórias:

Líquidos: o consumo de líquidos é indispensável. É essencial que a pessoa beba bastante água. Quem não ingere líquidos pode ter certeza que terá mais chances de pegar um resfriado ou uma gripe. Não só água, mas também sucos de frutas ricas em vitamina C – laranja, acerola, maracujá, por exemplo – são boas pedidas.

Ventilação: com o frio, as pessoas preferem ficar em lugares fechados e quentes. Isso é prejudicial à saúde, porque sem ventilação, as chances de pegar alguma doença viral ou bacteriana são maiores.

Alimentação: cuidar bem da alimentação, ingerindo muitas frutas, verduras e legumes é essencial para garantir o bom funcionamento do organismo, especialmente dos sistemas de defesa.

Respiração: colocar uma bacia com água no quarto é uma boa dica para os dias mais secos. O procedimento evita irritações nasais e previne problemas respiratórios. Da mesma forma e pode-se usar o umidificador.

Histórico: para aqueles que já têm problemas respiratórios, recomenda-se a continuação do uso dos medicamentos. Além da prevenção em casa, é necessário que haja um acompanhamento médico. Uma coisa importante é nunca fazer a automedicação.

Cigarro: esse é o maior inimigo da saúde respiratória e manter-se longe do fumo é sempre uma ótima opção. Caso a pessoa seja fumante e não consiga deixar o hábito, ao menos diminuir a quantidade de cigarros por dia é importante.


VIDA E SAÚDE




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04 jun17:05

SDR Chapecó distribui mais de 300 mil preservativos

Começaram a ser distribuídos na sexta-feira, dia 1º de junho, nos 37 municípios da gerência de saúde da SDR Chapecó mais de 300 mil preservativos enviados pela secretaria de estado da saúde. O objetivo principal é a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. Metade desta cota ficará em Chapecó.

Os interessados podem retirar os preservativos nas unidades de saúde e a distribuição também acontece nas campanhas regulares contra DSTs.

Uma das grandes preocupações das autoridades de saúde, além do vírus HIV, é com a hepatites. Em Chapecó estão sendo tratados 96 casos, em Maravilha, 29 casos, em Palmitos são 42 pessoas contaminadas e em São Lourenço do Oeste são outros 32 casos. – As hepatites B é transmitida também através da relação sexual sem preservativos. Por isso é importante que as pessoas se protejam – disse a enfermeira Iracema Azzolini.

A gerente de saúde Cleidenara Weirich também ressalta a importância da proteção. Somente neste ano, desde janeiro até o final de maio, 200 novos casos de hepatite viral foram registrados.

- É importante que as pessoas tenham consciência dos riscos que as hepatites B e C oferecem. Podem causar câncer no fígado, cirrose e até levar a morte. No caso da hepatite B, a proteção com os preservativos é uma alternativa eficaz – afirma a gestora.

As hepatites se dividem em A, onde a contaminação pode ocorrer atrás de água contaminada; B, transmitida pelo sangue e na relação sexual; e C, onde contágio ocorre pelo sangue e por materiais contaminados, como o alicate de cutícula.

Os preservativos são distribuídos a partir de informações repassadas pelos próprios municípios.



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07 mai16:21

Rinite é a enfermidade de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 30% a 40% da população mundial sofre de doenças alérgicas, sendo que 300 milhões de indivíduos têm asma e 400 milhões são afetados anualmente por rinite alérgica, fator de risco para a asma.

A poluição ambiental, a fumaça do cigarro e as infecções virais atuam como fatores agravantes de crises alérgicas em portadores de asma e rinite. Esta última, a enfermidade de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas, acomete cerca de 29,6% dos adolescentes e 25,7% dos estudantes de escolas brasileiras, segundo o Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância.

É preciso ter atenção, pois o retardo na identificação das doenças alérgicas pode resultar em maior número de complicações e a consequente necessidade de internação. Para alertar a população, a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai) promove a Campanha de Prevenção das Doenças Alérgicas, que tem como marco o dia 7 de maio.

De acordo com a especialista em alergia e imunologia Regina Watanabe Di Gesu, presidente da Asbai Regional RS, as características climáticas do Rio Grande do Sul colaboram para a incidência de alergias.

— A localização geográfica do Rio Grande do Sul, com estações climáticas bem definidas, facilita a proliferação dos ácaros da poeira domiciliar e dos fungos que são responsáveis pela maior frequência das crises alérgicas respiratórias no outono e inverno, além de possibilitar maior contato com os pólens na primavera — afirma Regina.


Saiba mais

:: As doenças alérgicas, como as anafilaxias, alergias alimentares, asma, rinite e conjuntivite podem em alguns casos ocorrer no mesmo indivíduo.


:: Há também as reações adversas aos medicamentos e as reações a picada de insetos (abelhas, marimbondos e formigas). O diagnóstico e tratamento especializado são recomendados, pois em algumas situações podem ser potencialmente fatais, como no caso das alergias ali mentares, das anafilaxias e da asma grave.


:: A reação anafilática é uma reação generalizada, que se inicia por manchas vermelhas na pele com coceira, inchaço nos olhos ou lábios, vômitos, tosse e dificuldade respiratória. Seu início é súbito e apresenta potencial risco de vida.


:: As principais causas da reação anafilática são os alimentos, os medicamentos, as picadas de insetos.


:: A rinite se caracteriza por crises de espirros, secreção nasal aquosa, entupimento nasal e coceira, muitas vezes afetando também os olhos.


:: Para o diagnóstico da rinite alérgica, a história clínica deve ser complementada pela pesquisa de sensibilização aos substância capaz de desencadear reações alérgicas, por meio de testes cutâneos ou dosagem de anticorpos específicos no sangue do paciente.


:: Pode ser confundida com resfriado comum ou gripe, que, de modo geral, apresentam comprometimento do estado geral com dores no corpo, febre ou dores de garganta.


:: Embora existam dúvidas em relação ao aumento observado das doenças alérgicas nos últimos anos, estudos científicos reforçam, como forma de prevenção, a orientação para que o aleitamento materno exclusivo seja orientado e incentivado nos primeiros meses de vida.

VIDA E SAÚDE



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19 abr17:31

Dieta de baixa caloria pode tornar o organismo mais vulnerável a doenças inflamatórias intestinais

Capazes de causar inflamações desordenadas em diferentes partes do tubo digestório, área do corpo que se estende da boca até o ânus, a retocolite ulcerativa inespecífica e a doença de Crohn instigam a medicina por não terem uma causa clara. Os especialistas acreditam que os dois tipos de doença inflamatória intestinal (DII) surgem devido a uma mistura de fatores genéticos, ambientais e emocionais. Agora, um estudo com ratos de laboratório publicado recentemente pelo World Journal of Gastroenterology associa casos mais graves da doença a uma alimentação insuficiente.

Na pesquisa, especialistas da Universidade Michigan perceberam que camundongos submetidos a uma dieta de baixa caloria morreram mais rápido que outras cobaias depois de todos terem sido contaminados por uma bactéria que ataca o cólon e provoca um quadro semelhante ao da retocolite ulcerativa.

— O estudo revelou que uma pessoa que segue uma dieta com calorias restritas pode impedir o sistema imunológico de responder a uma infecção desse tipo — esclarece Jenifer Fenton, professora do Departamento de Ciência Alimentícia e Nutrição Humana da universidade norte-americana.

Segundo ela, estudos futuros devem examinar melhor a associação entre a porcentagem de gordura e as respostas do sistema imunológico.

— Entender como a dieta de baixa caloria aumenta a mortalidade pode nos levar a novos tratamentos da doença em humanos — observa.


Segredo (sempre) é o equilíbrio

Para Paulo Gonçalves de Oliveira, vice-presidente nacional da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBC), os resultados abrem novas possibilidades de pesquisa, mas devem ser vistos com cuidado. Além de o estudo ter sido realizado em camundongos, que em grande parte das vezes reagem de maneira diferente do homem, há a chance de a restrição de calorias ter levado os animais à desnutrição, que pode tornar o organismo fragilizado e mais sujeito à ação de bactérias.

Oliveira, que também é chefe do Serviço de Coloproctologia do Hospital Universitário de Brasília (HUB), lembra que outros estudos mostraram aumento nas mortes de animais com restrição calórica e submetidos a infecção pelo vírus da gripe (influenza).

— A lição que deve ficar talvez seja que uma dieta equilibrada, sem exageros tanto nas restrições quanto nos abusos, represente o melhor caminho para uma vida saudável — ressalta.

Décio Chinzon, gastroenterologista, comenta que o artigo americano é muito interessante, mas também pede cautela.

— O estudo demonstra um processo interessante, mas outras pesquisas devem ser feitas com pessoas para vermos se o resultado é semelhante em humanos. Nos últimos cinco anos, as pesquisas nessa área cresceram muito e procuraram determinar o que pode causar as DII. Nunca achamos um agente causador da doença, e, como ela é crônica, não tem cura, apenas tratamento — finaliza.


Defesa

O sistema imunológico é a capacidade do organismo de combater bactérias, vírus ou fungos invasores. Ele atua destruindo ou neutralizando os micro-organismos que o corpo reconhece como ameaça. As amígdalas, o baço e a medula óssea são alguns dos órgãos vitais que ajudam nesse tipo de defesa. Problemas como a deficiência de nutrientes, a baixa acidez do estômago, a falta de células brancas no sangue e males podem baixar a imunidade do corpo, deixando-o vulnerável.


VIDA | ZERO HORA

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26 nov12:40

Aprenda a se livrar de sete doenças que podem atrapalhar as férias de verão

Oficialmente, o verão começa só em 21 de dezembro. Mas o sol já está brilhando e a temperatura começa a esquentar. Quem pretende aproveitar o calor na praia ou na piscina, deve tomar cuidado com problemas como micoses, insolação, otite, entre outros. Com os dias mais quentes, podem surgir também problemas de desidratação e intoxicação alimentar.

Todos esses contratempos, no entanto, podem ser evitados com algumas medidas preventivas. O médico Alexandre Wolkoff, dá algumas dicas de prevenção contra sete doenças recorrentes nessa época, justamente para que suas férias não terminem no hospital. Confira:

:: Insolação — Uma das doenças de verão mais comuns, pode ser evitada com uma medida muito simples: não tomar sol entre as 10h e as 15h e sempre usar filtro solar. A longa exposição ao sol pode causar desidratação e queimaduras, além de sintomas como dor de cabeça, náuseas, tontura, temperatura elevada do corpo e queimaduras que podem deixar a pele vermelha ou até provocar bolhas.


:: Micoses — No verão, transpiramos muito mais que nas outras estações e a pele úmida é o local preferido por micro-organismos que normalmente são adquiridos em locais como piscinas e praias. A doença começa com irritação e coceira, que causam uma vermelhidão no local, geralmente nas virilhas, pés e unhas. Ao perceber a micose, o conselho é procurar um clínico geral ou dermatologista, pois essa doença pode ser facilmente confundida com outras patologias. A automedicação nunca é aconselhada.


:: Desidratação — Trata-se de uma grande perda de líquidos e sais minerais. Uma pessoa perde em média 2,5 litros de água por dia, seja por suor, urina ou fezes. Com o alto calor do verão, essas eliminações são potencializadas e outras formas de evasão da água são criadas, como o vômito. Quando desidratado, o paciente apresenta sede, fica com a boca e os olhos ressecados e não urina regularmente. A saída é o repouso em lugares arejados e ingerir líquidos constantemente para que se mantenha hidratado. Beba muita água.


:: Otite — Após mergulhar no mar ou em piscinas, muitas pessoas ficam com o ouvido entupido de água, o que pode predispor à inflamação e à infecção nos ouvidos. Infecções causadas por fungos podem ser frequentes.


:: Conjuntivite — Normalmente é adquirida em piscinas não tratadas devidamente e praias impróprias para o banho. A conjuntivite é de facílima transmissão, por meio do contato manual, por isso evite contato com quem estiver infectado. Quem contrai a doença fica com os olhos avermelhados e lacrimejantes, além de sentir coceira. E escolha bem o lugar onde vai se banhar.


:: Intoxicação alimentar — Os frutos do mar são os principais responsáveis pela intoxicação alimentar. Comer em clubes, barraquinhas de praia e em outros lugares onde a higiene no preparo e a conservação dos alimentos é duvidosa também é perigoso. Podem ser curadas em apenas um dia, com reidratação, mas há casos graves, em que surgem complicações associadas, que podem durar até sete dias. Tenha cuidado na hora de escolher o restaurante, lave bem as mãos quando for preparar alimentos e tenha certeza de que eles estão frescos e bem conservados.


:: Brotoejas — São aquelas bolinhas de água que causam vermelhidão e coceira no rosto, pescoço, ombro, barriga ou peito. Elas estão diretamente relacionadas com a atuação das glândulas sudoríparas, que são muito exigidas durante o verão por causa do excessivo calor e da transpiração. A prevenção consiste em evitar ambientes e banhos muito quentes.


BEM-ESTAR

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