Dólar

30 mai12:02

Alta do dólar volta a puxar Índice de Preços ao Produtor

A valorização do dólar frente ao real voltou a acelerar os preços na indústria da transformação em abril. Embora não tenha sido a única causa da aceleração na taxa do Índice de Preços ao Produtor (IPP), que saiu de 1,04% em abril para 1,38% em maio, o câmbio ajudou a puxar os preços de setores importantes, como alimentos, outros equipamentos de transportes, papel e celulose, fumo e outros produtos químicos, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE).

— Todos os produtos que são exportados, quando o dólar se valoriza, a gente converte para reais, e eles ficam mais caros por isso. É o caso do suco de laranja, por exemplo. Aviões são exportados com preço em dólar, e também a celulose — observou Alexandre Brandão, gerente do IPP no IBGE.

No caso de outros produtos químicos, a contribuição de 0,30 ponto porcentual no IPP do mês deveu-se também aos preços mais altos do petróleo no mercado internacional, o que puxou a contribuição de 0,15 ponto porcentual do setor de refino de petróleo e produtos de álcool em abril.

Já o impacto de 0,53 ponto porcentual do setor de alimentos teve influência de produtos de exportação, como suco de laranja e carnes de bovinos refrigeradas, mas também da quebra de safra da soja, que pressiona os preços internacionalmente.


AGÊNCIA ESTADO

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14 mai15:14

Mantega reitera que dólar alto beneficia economia

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou na segunda-feira que a alta do dólar frente ao real beneficia a economia do País e, por isso, não preocupa o governo. Ele já havia destacado a importância da valorização da moeda norte-americana para a indústria nacional no final da semana passada.

– O dólar alto beneficia a economia brasileira, porque dá mais competitividade para os produtos brasileiros. Significa que a indústria brasileira pode competir melhor com os importados, que ficam mais caros, e pode exportar mais barato. Portanto, não preocupa – disse Mantega a jornalistas, ao chegar à sede do ministério, em Brasília.

Ao ser perguntado sobre o fato de o dólar estar acima de R$ 1,80, patamar que já foi considerado bom pelo governo, o ministro afirmou que o governo nunca estabeleceu qualquer parâmetro para o dólar e nem vai estabelecer.

– O dólar é flutuante, portanto, vai flutuar de acordo com o mercado.

Nesta manhã, na cotação máxima do mercado à vista, o dólar chegou a subir 1,79% em relação à sexta-feira, para R$ 1,987.


AGÊNCIA ESTADO



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19 out18:55

Bovespa cai 0,12% na contramão do desempenho da Europa e dólar avança para R$ 1,7712

Marçal Alves Leite | marcal.leite@zerohora.com.br

Contrariando o desempenho na Europa, onde as bolsas subiram com a perspectiva favorável quanto à reunião de domingo, em Bruxelas, dos representantes da União Europeia, os mercados dos Estados Unidos e do Brasil amargaram perdas, com maior intensidade em Nova York. A Bolsa de São Paulo (Bovespa) fechou com reduzida baixa, abaixo de 55 mil pontos, enquanto o dólar avançou pela terceira vez seguida no mercado à vista da BM&F Bovespa, na qual encerrou acima de R$ 1,77. Nos EUA, o euro se manteve no patamar de US$ 1,37 por dólar.


FECHAMENTO DAS BOLSAS

Nova York/Nyse -0,63%

Nova York/Nasdaq -2,01%

São Paulo/Bovespa -0,12%

Buenos Aires -0,28%

Cidade do México -0,99%

Xangai -0,25%

Hong Kong +1,29%

Jacarta +1,75%

Tóquio +0,35%

Cingapura -0,16%

Seul +0,93%

Paris +0,52%

Frankfurt +0,61%

Madri +0,43%

Londres +0,74%

Atenas +0,39%

Budapeste +0,43%

Milão +2,02%

Lisboa -0,24%

Dublin +0,49%

Moscou +0,43%


DÓLAR (em R$)

Dólar pronto/BM&F Bovespa: R$ 1,7712, alta de 0,53%

Dólar Ptax BC: R$ 1,7597 (compra) e R$ 1,7604 (venda)

Dólar flutuante: R$ 1,7200 (compra) e R$ 1,8800 (venda)


EURO (em R$)

Euro Ptax BC: R$ 2,4287 (compra) e R$ 2,4299 (venda)


ZH DINHEIRO

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10 out17:58

Bovespa tem maior alta desde agosto e dólar recua para R$ 1,7605

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em forte alta: 3,97% — o maior valor percentual desde 9 de agosto, quando avançou 5,10%. Com isso, voltou ao terreno positivo no mês de outubro, com aumento de 1,81%, a 53.273 pontos. As principais bolsas nos Estados Unidos e na Europa também subiram.

O motivo foi a promessa feita pela chanceler alemã, Angela Merkel, e presidente francês, Nicolas Sarkozy, de apresentar até o fim do mês um conjunto de medidas para a recapitalização dos bancos europeus e a dívida grega. Em Wall Street, a alta na Nyse foi de 2,97% e na Nasdaq, de 3,50%.

A moeda norte-americana se desvalorizou em relação ao real. O dólar pronto (negociado na BM&F Bovespa) fechou a R$ 1,7605, baixa de 0,84%. Desde o início do mês, a moeda norte-americana perdeu 6,80% de seu valor.


Fechamento das Bolsas

Nova York/Nyse +2,97%

Nova York/Nasdaq +3,50%

São Paulo/Bovespa +3,97%

Buenos Aires Feriado

Cidade do México +1,64%

Xangai -0,61

Hong Kong +0,02%

Jacarta +0,74%

Tóquio Feriado

Cingapura +1,06%

Seul +0,38%

Paris +2,07%

Frankfurt +3,02%

Madri +1,07%

Londres +1,80%


DÓLAR (em R$)

Dólar pronto/BM&F Bovespa: R$ 1,7605, baixa de 0,84%

Dólar Ptax BC: R$ 1,7471 (compra) e R$ 1,7478 (venda)

Dólar flutuante: R$ 1,7000 (compra) e R$ 1,8800 (venda)


EURO (em R$)

Euro Ptax BC: R$ 2,3909 (compra) e R$ 2,3920 (venda)


ZH DINHEIRO

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07 out17:59

Bovespa cai 2% após rebaixamento das notas da Itália e da Espanha e dólar fecha a R$ 1,7754

O rebaixamento das notas da dívida soberana da Itália e da Espanha pela agência de classificação de risco Fitch levou as bolsas de valores a fechar no terreno negativo. A de São Paulo (Bovespa) encerrou em queda de 2%, a 51.243 pontos. Em Wall Street, a Nyse recuou 0,18%. Até o anúncio da agência, as bolsas operaram em alta, em razão de a economia dos EUA ter criado mais vagas de trabalho do que o esperado no mês de setembro.

Além da Fitch, a agência de classificação de risco Moody’s anunciou o rebaixamento de nota — no caso, de 12 bancos britânicos, entre eles o Royal Bank of Scotland e o Lloyds Banking Group. No mês, a Bovespa acumula queda 26,06%.

No mercado de câmbio, a moeda norte-americana voltou a desvalorizar em relação ao real. O dólar pronto (negociado na BM&F Bovespa) recuou 0,65% e encerrou a R$ 1,7754.

Na semana, a queda do dólar no país chegou a 6,01%, devolvendo em parte a forte valorização que aconteceu em setembro.

O euro Ptax encerrou a R$ 2,3859 para compra e a R$ 2,3870 para venda, baixa de 1,75% no dia. Na semana, recuou 4,28%.


Fechamento das Bolsas

Nova York/Nyse -0,18%

Nova York/Nasdaq -1,10%

São Paulo/Bovespa -2,00%

Buenos Aires -1,48%

Cidade do México -0,83%

Xangai Feriado

Hong Kong +3,11%

Jacarta -0,51%

Tóquio +0,98%

Cingapura +1,43%

Seul +2,89%

Paris +0,66%

Frankfurt +0,54%

Madri +1,08%

Londres +0,23%


DÓLAR (em R$)

Dólar pronto/BM&F Bovespa: R$ 1,7754, baixa de 0,65%

Dólar Ptax BC: R$ 1,7659 (compra) e R$ 1,7666 (venda)

Dólar flutuante: R$ 1,7000 (compra) e R$ 1,8800 (venda)


EURO (em R$)

Euro Ptax BC: R$ 2,3859 (compra) e R$ 2,3870 (venda)


ZH DINHEIRO

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