Educação

26 out22:05

Veículos para educação e agricultura em Concórdia

A Prefeitura Municipal de Concórdia fez nesta semana a entrega de dois veículos para a Educação e um para a Agricultura.

Um ônibus rural no valor de R$ 226.840,00 e outro de acessibilidade (para portadores de necessidades especiais) de R$ 132 mil foram destinados para a secretaria de Educação. Os recursos são provenientes do processo de adesão, em 2011, ao Programa Caminho na Escola, do Governo Federal. -Os ônibus começaram a transportar estudantes a partir desta quinta-feira, o que nos deixa muito satisfeitos por dar mais qualidade e segurança aos nossos alunos- disse o secretário municipal de Educação, Santo de Luca.

Além dos dois ônibus, também foi entregue um caminhão para transporte dos produtos provenientes do meio rural até a Central de Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar, que foi adquirido com a sobra dos recursos da obra realizada na Central no início deste ano. A verba foi liberada pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário.  Segundo o prefeito em exercício, Leocir Zanella, esta é mais uma prova da boa administração que tem o município de Concórdia.  Zanella fez a entrega das chaves dos veículos a Santo de Luca e Cézar Pellizzaro, secretário da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente em exercício.

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26 set08:46

Face 2012 abre nesta quarta-feira em Chapecó

Abre nesta quarta-feira e prossegue até sexta-feira, dia 28, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó, um dos eventos sócio-culturais e científicos mais inovadores de Santa Catarina: a Feira das Áreas do Conhecimento, Cultura e Educação – Face 2012. O público-alvo é formado por estudantes, professores, gestores de educação, pesquisadores e empresários. A feira reunirá 45 expositores e atrairá 12 mil visitantes.

A feira estimula jovens, estudantes e acadêmicos a criar e desenvolver projetos, a pensar e a decidir sua carreira, encaminha-os ao mercado de trabalho, permitindo o acesso a oportunidades e inclusão social. O público-alvo é formado pelos alunos finalistas do ensino fundamental, do ensino médio e do ensino superior.

A programação da Face contempla 45 palestras além de oficinas, aulões preparatórios, apresentações artístico-culturais, competições e bate papos. Essas atividades são gratuitas mediante inscrição no site da feira ou durante o evento. As palestras terão a duração média de 40 minutos e serão distribuídas em horários e locais de acordo com os temas e públicos.

Para atender a nova demanda e otimizar o evento, tornando-o mais atrativo para visitantes e expositores, a Face funcionará das 8h às 12h e das 14h às 22h, durante os três dias.

As atividades são gratuitas mediante inscrição no site da feira www.minhaface.com.


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24 set15:55

Feira das Áreas do Conhecimento, Cultura e Educação inicia nesta quarta-feira em Chapecó

Nesta quarta, quinta e sexta-feira, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nês, em Chapecó, será realizado um dos eventos sócio-culturais e científicos mais inovadores de Santa Catarina: a Feira das Áreas do Conhecimento, Cultura e Educação – Face 2012.

O público-alvo é formado por estudantes, professores, gestores de educação, pesquisadores e empresários. A feira funcionará das 8 às 12 horas e das 14 às 22 horas. A entrada é franca o credenciamento deve ser feito através do site www.minhaface.com

Um dos maiores educadores brasileiros, o professor Mário Sérgio Cortella, ministrará duas palestras no Seminário de Formação Educacional, uma para educadores (às 8h30 da manhã) e outra para empresários (às 7h30 da noite) no Centro de Cultura e Eventos Plínio De Nes, em Chapecó no dia 26 de setembro.

Além de Mário Sérgio Cortella, haverá outras dez palestras sobre temas da atualidade: “Vencendo a Inércia na Escola: O Planejamento na melhoria dos processos e resultados”, com o professor Ademir Basso, “Convivência na Escola: O papel do educador, com a professora Mayra de Castro Araújo, “Novas Tendências na Educação: Temas transversais como componentes curriculares obrigatórios (Diversidade e Direitos Humanos)”, com o educador Reinaldo Bulgarelli, “O Professor Inesquecível: A emoção em sala de aula”, com o professor e consultor, Geraldo Almeida, “Para ser um professor de sucesso”, com o professor Dirceu Ruaro.

E, ainda, “Comunicação Não violenta: A via para o entendimento, boa convivência e fomento à aprendizagem”, com o consultor alemão Sven Fröhlich Archangelo, “Desafios da Ação Docente na Educação Infantil”, com a professora Ana Trinconi, “A tecnologia pode transformar a educação?”, com a pesquisadora Betina Von Staa, e “Dislexia: O que os pais e educadores devem saber”, com o ex-presidente da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia e Doutor em Educação, Jaime Luiz Zorzi.


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21 set08:02

FACE vai oferecer 45 palestras gratuitas em Chapecó

Facilidades logísticas, operacionais e temáticas tornarão agradável e descomplicada a participação de estudantes de todos os níveis, professores, empresários, gestores de educação, pesquisadores, e profissionais liberais na Feira das Áreas do Conhecimento, Cultura e Educação – FACE 2012. Programada para os dias 26 a 28 de setembro, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó, a feira terá 45 expositores e atrairá 12 mil visitantes.

A feira estimula jovens, estudantes e acadêmicos a criar e desenvolver projetos, a pensar e decidir sua carreira, além de encaminhá-los ao mercado de trabalho, permitindo o acesso a oportunidade e inclusão social. Grande parcela do público-alvo é formado por alunos em fase de conclusão do ensino fundamental, médio e superior.

A programação da FACE contempla 45 palestras além de oficinas, prova simulada do ENEM, aulões preparatórios, apresentação Programa Qual É, apresentações artístico-culturais, competições de robôs e bate-papos. Essas atividades são gratuitas mediante inscrição no site da feira www.minhaface.com ou durante o evento.

Essas atividades serão desenvolvidas no salão nobre Nelson Galina, na Arena 180 graus com capacidade para 220 pessoas e, também, na sala Giro das Profissões para 50 pessoas.

As palestras terão duração média de 45 minutos e serão distribuídas em horários e locais de acordo com os temas e públicos.

O coordenador geral Leonardo Rinaldi realça que as palestras estimulam a visitação nos estandes, aumentam a visibilidade das empresas e marcas perante o público e relacionam a marca com experiências positivas do participante.

Para atender a nova demanda e otimizar o evento, tornando-o mais atrativo para visitantes e expositores, o horário de funcionamento da feira foi ampliado e passará a ser das 8h30 às 12 horas e das 14 às 22 horas, durante os três dias.

Essa mudança, explica Rinaldi, busca aproveitar o turno de aula dos alunos e aproveitar a parceria com a Secretaria Regional de Educação. A SDR liberará os alunos das 8ª e 9ª séries e ensino médio para visitarem a feira em seus respectivos turnos de aula.

Por outro lado, a coordenação da FACE viabilizou transporte para os estudantes do ensino médio da rede estadual nos turnos matutino, vespertino e noturno.

Nesta terceira edição da Feira das Áreas do Conhecimento, Cultura e Educação será distribuído gratuitamente o “Guia FACE”, publicação destinada aos jovens e estudantes com informações de todos os expositores, calendário dos principais vestibulares, dicas de estudo, sugestões de livros e outros conteúdos segmentados para este público.


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14 set08:49

São João do Oeste tem o menor índice de analfabetismo em SC

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Numa cidade distante 760 quilômetros de Florianópolis as casas são bonitas e bem pintadas, os gramados verdes e floridos. As ruas são limpas. Não há mendigos. A delegacia quase não tem ocorrências. Coincidência ou não, São João do Oeste é o município mais alfabetizado de Santa Catarina e o segundo mais alfabetizado do Brasil. E o interessante é que a cidade não tem escola particular. Os 1,1 mil alunos são de sete escolas municipais e três estaduais. É que o município, desde a colonização, tem a educação como prioridade.

— O município dá apoio e os professores são competentes — explica a diretora do Centro Educacional São João do Oeste, Jacinta Dill, que tem 220 alunos do ensino fundamental.

Ela explica que os 20 professores tem pós-graduação. Os estudantes devem seguir uma cartilha de boas maneiras, como esperar sua vez na fila, esperar sua vez de falar e deixar a sala limpa e arrumada. Quando bate o sinal no fim do dia não há aquela correria alucinada como em algumas escolas. Cada aluno pega a sua cadeira, coloca virada sobre a carteira e sai ordenadamente. O gosto pela leitura é estimulado, com uma biblioteca farta. Além disso, em cada sala de aula, há livros disponíveis.

— Hoje eu peguei nove livros para ler em casa — afirma Carine Folmann, de 10 anos, que está no quarto ano. Ela lê em média 20 livros por mês. E ao mesmo tempo em que se dedica à leitura, recebe aulas com o netbook que foi doado para a escola. O quinto ano, também está ligado à tecnologia, com uma lousa interativa. Ou seja, a escola mantém-se atualizada às inovações mas sabe que isso é apenas um aspecto a ser levado em conta. O que vale é ter uma aula atrativa.

A professora Marlise Klunk, que dá aula para o primeiro ano, chega a dar cursos sobre técnicas de ensino. Ela monta brinquedos com material reciclado que servem para a aprendizagem. Com tampinhas de refrigerante e latas ela trabalha a adição e subtração. Cartas de baralho viram jogo de memória. Com caixas ela cria dados com letras e números.

— Eles aprendem brincando — explica a professora, que sente-se feliz e realizada na profissão.

Um dos segredos dela é manter a atenção dos alunos. Tanto que, se alguém não está prestando atenção, ela para a atividade, até que todos estejam atentos.

— Para aprender o aluno precisa estar ligado em você — explica.

Outra estratégia da Escola é oferecer aulas de reforço desde o início do ano, para alunos que demonstram dificuldade. Com isso eles não chegam no final do ano sem ter aprendido o conteúdo. Além disso há atividades diferenciadas, como aulas de alemão. Júlio César Ritter, de 11 anos, prevê que isso será importante no futuro, tanto profissionalmente, como para visitar outros países.

A secretária de Educação do Município, Silvane Baugarten, disse que a disputa na região é grande para dar aula em São João do Oeste. Leane Boebel, é de Mondaí, fez curso de alemão na UFSC e agora foi dar aula em São João do Oeste. Ela também se sente valorizada na cidade. Reflexo disso é que, ao perguntar para as alunas Raquel Schneider Wirth e Jussara Webers, de seis anos, o que pretendem ser no futuro, elas respondem: — Quero ser professora.

DIÁRIO CATARINENSE


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06 set11:25

Intercâmbio entre dois países irmãos

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

É só a professora Gessi Carminha dos Santos entrar na sala de aula do primeiro ano, na Escuela Frontera 604 Intercultural Bilíngue No 1, que um aluno já comenta, em português. – Hoje tem aula diferente. O detalhe é que a cena é em Bernardo de Irigoyen, cidade argentina da província de Misiones, que fica na fronteira com a cidade catarinense de Dionísio Cerqueira.

Duas vezes por semana Gessi e outras oito professoras atravessam a fronteira para dar três aulas de português no país vizinho. Enquanto isso três professoras vem para o Brasil dar aula na Escola de Educação Básica Dr. Theodureto Carlos de Faria Souto.

Enquanto no lado argentino Maximiliano Benjamin Ramirez, de seis anos, ouve histórias em português e aprende a dizer: Bom dia, tudo bem; no lado brasileiro Pedro Henrique Bronstrup, de 11 anos, cumprimenta dizendo: Hola, que tal?

Ao entrar na sala do quinto ano da escola Theodureto é como atravessar a fronteira. Nas paredes, há mapas da Argentina, frase em espanhol e a bandeira da província de Misiones. Nos cadernos, os alunos exibem a bandeira azul e branca com um sol no meio.

Durante a aula a professora Fátima Zaragoza, coordenadora do projeto bilíngue em Misiones, ensina a música “El niño y el tucano”, de Fausto Rizani. Os alunos não têm aulas de espanhol e sim em espanhol, que contempla a cultura, tradições, costumes e a vida real no país vizinho.

Os alunos afirmam que é muito melhor ter aulas com professores “importados”. –Até pelo conhecimento que eles têm é muito melhor- afirmou Dayani Machado Machiavelli. Gustavo de Oliveira Gabriel, de 10 anos, disse que já melhorou a comunicação com seus tios, que moram na Argentina. –Agora eu entendo o que eles falam- explicou.

Sthefanie Carvalho, de 11 anos, veio de Porto Alegre, pela primeira vez teve espanhol e está gostando. Até porque ela mora com os pais no lado argentino e isso vai ajudar na comunicação. Izabella Carolina Presser Fortes pensa até em morar na Argentina, depois que fizer o sonhado curso de Biologia.

Para o diretor da escola Theodureto, Mauro Edvan Prado, a parte positiva do projeto é essa questão intercultural. –Os alunos acabam conhecendo as duas culturas- afirmou. A partir disso, há uma aproximação natural.

O conhecimento bilíngue permite aos alunos que passarem pelo projeto melhores condições de trabalhar no comércio local, já que há brasileiros trabalhando na argentina e argentinos morando no Brasil.

O diretor da Escuela Frontera 604 Intercultural Bilíngue No 1, Juan Carlos Morinico, lembra que o projeto está melhorando a compreensão do português. –Antes era um portunhol- lembra. Ele afirmou que, melhorando a compreensão, conhecendo a cultura de cada lado, ajuda a melhorar no relacionamento entre brasileiros e argentinos.

Tanto que alunos argentinos já participaram de atividades no Brasil e prometem desfilar junto no Sete de Setembro. Por outro lado os brasileiros devem participar das comemorações de 25 de Maio, data de comemoração da independência da Argentina. Pelo menos nas duas escolas da fronteira, o Mercosul existe de fato.


O QUE É O PROJETO

O Projeto Intercultural Bilíngue Escola de Fronteira foi criado em 2005, numa parceria entre Brasil e Argentina, para promover o intercâmbio entre professores e alunos. Entre as 14 escolas do início do projeto, há uma catarinense, a Escola de Educação Básica Dr Theodureto Carlos de Faria Souto, em Dionísio Cerqueira. Atualmente cerca de 240 alunos, de 12 turmas, participam do projeto. Em 2009 o projeto foi ampliado para 26 escolas, em cinco países.



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28 ago14:55

Alunos participam de projeto de reciclagem

O mês de agosto vai encerrar com um grande trabalho realizado pelos alunos da escola estadual São Francisco, localizada no bairro Seminário em Chapecó. Em março deste ano, a escola que pertence à gerência de educação da SDR Chapecó, iniciou um projeto chamado “Amigos da reciclagem” que culminou em diversos trabalhos de conscientização e preparo de pontos de coleta e reciclagem dentro da escola. Mais de 330 alunos do 6º ao 9º ano participaram do projeto que reiniciará em 2013 com novas turmas.

O trabalho desenvolvido pela professora Patrice Vogel de Oliveira Cominetti iniciou com os alunos buscando, em construções e pelas ruas do bairro, materiais que poderiam ser reciclados. Restos de madeira dispensados, barricas de papelão, garrafas pet e latinhas eram recolhidas com dois objetivos: transformação do material em esculturas e arte para pontos de coleta de lixo reciclável e também para uma gincana do projeto Verde Vida. O estudante Crigor rebelatto, de 13 anos, gostou da experiência.

- Ninguém trabalhou sozinho. Toda a nossa equipe foi para a rua e ajudou na transformação do material – disse ele.

As barricas de papelão que eram utilizadas para acondicionar tinta nas obras foram lavadas e trabalhadas de forma artística. Algumas foram cortadas e deixadas nas salas de aula com as inscrições vidro, orgânico, plástico, metal e papel. Outras tiveram uma pintura especial e ficaram em exposição na estrada da escola.

- Todo mundo colaborou. Além do aprendizado, fizemos desenhos e deixamos as barricas muito bonitas. Para chamar a atenção – disse a estudante Emanuelli Vanessa Harter, de 15 anos.

Para a elaboração das esculturas e das barricas de reciclagem foram utilizados recortes de jornais, revistas, papéis de presente usados, tinta e pincéis.

De acordo com a professora responsável pelo projeto, a conscientização de alunos e das famílias é o ponto principal do trabalho e irá contribuir para a mudança da sociedade.

- Precisamos identificar materiais recicláveis e não separá-los apenas dentro da escola. Os estudantes devem levar estas informações para casa e despertar na família a importância da separação para o meio ambiente – disse Patrice.

Para a diretoria Mara Rosane Costa Maria, os projetos foram desenvolvidos por etapa e o objetivo foi alcançado.

- A escola também é ponto de coleta de pilhas e baterias, numa parceria com a Fundação de Meio Ambiente do município. Temos certeza que no próximo ano letivo nosso projeto será ainda maior – comemorou.



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28 ago08:32

Painel sobre os rumos do ensino marca lançamento de campanha do Grupo RBS

Um encontro entre autoridades e especialistas da área da educação vai marcar o início de uma busca por respostas para os principais dilemas da educação brasileira.

A realização de um painel para debater os desafios do ensino no país dará início na manhã de desta terça-feira (28) à nova campanha institucional do Grupo RBS, que pretende mobilizar a sociedade para esse tema, fiscalizar e cobrar ações eficazes do poder público e destacar exemplos positivos que podem inspirar outras iniciativas exitosas.

A nova bandeira institucional tem como mote a procura por soluções para os principais obstáculos à aprendizagem de qualidade. Por isso, tem como slogan A Educação Precisa de Respostas. Nos próximos meses, todos os veículos da RBS — jornais, TVs, rádios e sites — vão se debruçar sobre seis questões específicas que, uma vez respondidas, serão capazes de iluminar problemas pouco conhecidos do ensino no Brasil e apontar possíveis caminhos para a melhoria dos indicadores. Para iniciar essa busca, especialistas foram consultados e aderiram à campanha, contribuindo com suas respostas.

As perguntas, que procuram despertar a reflexão, foram elaboradas por uma equipe multidisciplinar a partir das metas de qualidade definidas pela ONG Todos pela Educação. O primeiro passo dessa busca por uma melhor qualidade nas escolas, já que o Brasil ocupa uma constrangedora 88ª posição no ranking mundial da educação elaborado pela Unesco, será dado às 9h desta terça-feira (28) com a realização de um Painel RBS sobre educação. Deverão estar presentes o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os secretários estaduais do Rio Grande do Sul, Jose Clovis de Azevedo, e de Santa Catarina, Eduardo Deschamps, a secretária municipal do Rio de Janeiro, Claudia Costin, e o conselheiro do movimento Todos Pela Educação Mozart Neves Ramos.

Primeira pergunta da campanha questiona posição brasileira em ranking internacional

Como parte dessa mobilização, Zero Hora e os demais veículos deverão publicar séries de reportagens envolvendo temas como a formação e valorização dos professores, a participação das famílias no universo escolar e o baixo aproveitamento dos alunos ao final dos níveis Fundamental e Médio. A campanha também inclui a veiculação de anúncios em que especialistas de todo o país avaliam o cenário nacional. A logomarca do projeto tem como símbolo um dedo erguido, gesto habitual de quem quer fazer uma pergunta.

A questão a servir como ponto de partida para reportagens e debates é “Por que, mesmo sendo a sexta economia do mundo, o Brasil ainda está no 88º lugar no ranking mundial da educação?”.

O Painel RBS será transmitido para o Rio Grande do Sul e para Santa Catarina pela TVCOM. O evento também poderá ser acompanhado por rádio ou pela internet. Zero Hora e Diário Catarinense trarão a cobertura no site dos jornais e na edição impressa do jornal de quarta-feira (29).


AS SEIS PERGUNTAS

1 — Por que, mesmo sendo a sexta economia do mundo, o Brasil ainda está no 88º lugar no ranking mundial da educação?

2 — Por que 34,5% dos alunos do Ensino Médio não estão na série correspondente à sua idade?

3 — Por que é importante os pais participarem da vida escolar dos seus filhos?

4 — Por que apenas 2% dos estudantes querem seguir a carreira de professor?

5 — Por que 89% dos estudantes chegam ao final do Ensino Médio sem aprender o esperado em matemática?

6 — Por que a maioria dos alunos matriculados no último ano do Ensino Fundamental não aprende o mínimo considerado adequado?


Participantes do painel

Aloizio Mercadante: Ministro da Educação, bacharel em Economia pela USP. Foi deputado federal, senador e ministro de Ciência e Tecnologia. Em janeiro, foi nomeado para a pasta da Educação.


Claudia Costin: Secretária municipal de Educação do Rio, é graduada em Administração Pública, com doutorado em Gestão. Foi ministra da Administração e secretária da Cultura de São Paulo.


Eduardo Deschamps: Secretário estadual de Educação de SC, tem graduação, mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica. Está credenciado como docente avaliador do Inep.


Jose Clovis Azevedo: Secretário estadual de Educação do RS, é doutor em Educação pela USP. Lecionou na rede pública, foi dirigente do Cpers e secretário municipal da Educação de Porto Alegre.


Mozart Neves Ramos: Conselheiro do movimento Todos Pela Educação e professor da Universidade Federal de Pernambuco. Eleito Educador Internacional do Ano em 2005.


Os especialistas

Profissionais ligados à área participam da primeira fase da campanha, respondendo às seis perguntas:

Antônio Elízio Pazeto, doutor em Educação e professor da Universidade do Estado de SC (Udesc)

Cláudia Costin, secretária municipal de Educação do Rio, ex-ministra da Administração do governo FH

Fernando Becker, doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano e professor da UFRGS

Gustavo Ioschpe, economista e especialista em educação

Helena Sporleder Côrtes, doutora em Educação e professora da Faculdade de Educação da PUCRS

Jorge Gerdau Johannpeter, empresário, presidente do Conselho de Administração da Gerdau e do Conselho de Governança do Todos pela Educação

José Francisco Soares, professor da Faculdade de Educação da UFMG, com pós-doutorado em Educação

José Paulo da Rosa, diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) no RS

Lourival José Martins Filho, diretor de Ensino do Centro de Ciências Humanas e da Educação da Udesc e presidente do Conselho Municipal da Educação de Florianópolis (SC)

Maria Amabile Mansutti, pedagoga, coordenadora técnica no Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec)

Miriam Abramovay, socióloga com doutorado em Ciências da Educação, coordenadora do projeto Violência e Convivência nas Escolas Brasileiras

Mozart Neves Ramos, professor e conselheiro do movimento Todos pela Educação

Nássara Scheck, formada em Magistério e em Educação Física, é diretora da Escola Estadual Aurélio Reis, em Porto Alegre

Priscila Fonseca da Cruz, diretora executiva do movimento Todos pela Educação

Silvia Colello, doutora em Pedagogia, professora da USP e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento

Simon Schwartzman, doutor em Ciências Políticas, presidente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade no Rio de Janeiro

Viviane Senna, empresária, presidente do Instituto Ayrton Senna e conselheira do Todos pela Educação


Como acompanhar

Terça-feira (28), das 9h às 11h


Pela TV

Transmissão pela TVCOM no RS e em SC


Pelo rádio

Rádio Gaúcha (RS), CBN Diário (SC)


Pela internet

Por meio dos seguintes sites:

www.painelrbs.com.br

www.zerohora.com

www.g1.com.br/rs

www.diario.com.br


O projeto na web

Confira informações sobre o projeto no site www.precisamosderespostas.com.br


ZERO HORA


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17 ago15:55

Feira das Áreas do Conhecimento, Cultura e Educação

Com o slogan “Para inovar, Para ensinar”, a 3ª edição do Seminário FACE de Formação Educacional vai trazer, nos dias 26 e 27 de setembro, ao Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó, uma ótima oportunidade de aperfeiçoamento e troca de experiências aos profissionais de educação e interessados na área. Serão dois dias em que os participantes poderão desfrutar de palestras com profissionais de renome nacional, compartilhando os mais diversos conhecimentos a partir de assuntos atuais e inovadores.

O seminário integra a Feira das Áreas do Conhecimento, Cultura e Educação – FACE 2012 – que ocorre de 26 a 28 de setembro, com o apoio do Sebrae/SC, Sicom, Sinepe/SC, Ampesc e Chapecó & Região Convention Bureau. A feira reunirá estudantes, professores, gestores de educação e pesquisadores, terá 45 expositores e atrairá 12 mil visitantes.

Ao todo serão 11 palestras sobre os temas “Gestão do Conhecimento: Um desafio necessário”, e “Qual é a tua Obra: Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética”, com o Doutor em Educação e autor de diversas obras, Mario Sergio Cortella, “Vencendo a Inércia na Escola: O Planejamento na melhoria dos processos e resultados”, com o professor Ademir Basso, “Convivência na Escola: O papel do educador, com a professora Mayra de Castro Araújo, “Novas Tendências na Educação: Temas transversais como componentes curriculares obrigatórios (Diversidade e Direitos Humanos)”, com o educador Reinaldo Bulgarelli, “O Professor Inesquecível: A emoção em sala de aula”, com o professor e consultor, Geraldo Almeida, “Para ser um professor de sucesso”, com o professor Dirceu Ruaro.

E, ainda, “Comunicação Não violenta: A via para o entendimento, boa convivência e fomento à aprendizagem”, com o consultor alemão Sven Fröhlich Archangelo, “Desafios da Ação Docente na Educação Infantil”, com a professora Ana Trinconi, “A tecnologia pode transformar a educação?”, com a pesquisadora Betina Von Staa, e “Dislexia: O que os pais e educadores devem saber”, com o ex-presidente da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia e Doutor em Educação, Jaime Luiz Zorzi.

Além das palestras, o evento trará a “escola do futuro” com inovações para as salas de aula, e a sala tecnológica, onde estarão expostos produtos e tecnologias para o setor da educação.


Inscrições

As inscrições estão abertas até o dia 3 de setembro no site minhaface.com e podem ser feitas de forma individual ou coletiva (grupos acima de 20 pessoas). Os interessados podem efetuar a inscrição em palestras únicas ou adquirir os pacotes com um ou dois dias de evento.

As palestras ocorrem nos períodos de manhã, tarde e noite. Mais informações no telefone 49 3361-9200 ou no e-mail seminario@minhaface.com.


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08 ago18:05

Provinha Brasil é realizada em Chapecó

Nesta quarta-feira 138 alunos do Escola Estadual Bom Pastor de Chapecó participaram da Provinha Brasil. Mais de 1,2 mil alunos do 2º ano vão participar de dois dias de testes. As provas serão aplicadas em 33 unidades de ensino fundamental da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento de Chapecó. A avaliação corresponde ao que foi aprendido no primeiro semestre e servirá de base para análise da qualidade do ensino nas escolas.

Se depender dos alunos do Bom Pastor, a maior escola de Chapecó, a Secretaria Estadual de Educação terá bons resultados. Eles fizeram a Provinha na primeira aula e menos de uma hora depois todos já tinham resolvido as 20 questões de português.

- Foi fácil. Fizemos rapidinho – disse um dos alunos de sete anos de idade.

Nesta quinta-feira o teste é sobre matemática e também será aplicado para alunos do 2º ano das escolas dos nove municípios de abrangência da SDR Chapecó.

O teste para as crianças de sete anos tem como objetivo avaliar o nível de alfabetização das crianças matriculadas na rede estadual.

- As provas servirão de base para professores e gestores da educação sobre o que as crianças aprenderam no período. As escolas nos encaminharão os resultados. Faremos uma análise aqui e outra na secretaria estadual de educação – disse Anaí Parizotto, integradora de ensino fundamental da Gered Chapecó.

A segunda prova, referente ao semestre que iniciou no dia 30 de julho, será realizada no mês de novembro.


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