Educação

17 mai14:39

Abertas inscrições para mestrados nas áreas ambiental, de educação e de saúde

Três cursos de mestrado, recomendados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, estão com as inscrições abertas na Unochapecó. São dois mestrados novos, em Ciências da Saúde e em Educação, para as primeiras turmas, e em Ciências Ambientais, para a nona turma.

O mestrado em Ciências da Saúde objetiva qualificar profissionais para produzir e aplicar conhecimentos e tecnologias inovadoras no exercício do ensino, da pesquisa, da assistência e da gestão, com foco na integralidade e no contexto regional. Para tanto, possui as linhas de pesquisa “Formação e trabalho em saúde” e “Saúde, sociedade e ambiente”. É direcionado para portadores de diploma de ensino superior interessados na produção e difusão de conhecimento em saúde.

Através do mestrado em Educação, a Unochapecó assume o desafio de investigar a formação de docentes-pesquisadores, articulada aos vários contextos sociais, de onde emergem fenômenos educativos e suas práticas político-pedagógicas. Esse curso é dirigido para profissionais com graduação em diferentes áreas do conhecimento, envolvidos com questões educacionais e suas problemáticas. Possui as linhas de pesquisa “Formação de professores, produção do conhecimento e processos pedagógicos” e “Desigualdades sociais, diversidades socioculturais e práticas educativas”

Ministrado desde 2005, o curso stricto sensu em Ciências Ambientais objetiva capacitar profissionais para atuar na área ambiental, em apoio ao desenvolvimento científico e de tecnologias inovadoras. Busca, assim, gerar conhecimentos na área e ser um fórum permanente para a discussão de questões ambientais. Atualmente, as dissertações incluem pesquisas em várias áreas relevantes para a compreensão das dinâmicas ambientais da região, contemplando o meio ambiente físico, químico, biológico, social, cultural, econômico e político. Podem participar desse mestrado profissionais das áreas de Ciências Biológicas, Ciências Humanas e Sociais, Ciências Agrárias, engenharias e saúde. As linhas de pesquisa são “Biodiversidade, conservação e manejo de recursos naturais”, “Sociedade, ambiente e sustentabilidade” e “Tecnologias ambientais e bioprospecção”.


Como fazer a inscrição

O mestrado em Ciências da Saúde – www.unochapeco.edu.br/cienciasdasaude -pode ser custeado em até 40 parcelas de R$ 976,73, enquanto o curso na área de Educação – www.unochapeco.edu.br/educacao – tem o custo de até 40 parcelas de R$ 896,77. Esses dois cursos têm inscrições abertas até 15 de junho. Já mestrado em Ciências Ambientais – www.unochapeco.edu.br/cienciasambientais – recebe inscrições até 21 de junho e o custo é de até 36 parcelas de R$ 941,28.

As inscrições para os três cursos de mestrado podem ser feitas na Central de Soluções Unochapecó (SOL), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 22h, ou via Sedex.

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17 mai09:44

Santa Catarina está entre os três estados que menos reprovam

Júlia Antunes Lorenço | julia.antunes@diario.com.br

Santa Catarina é o terceiro Estado com a menor taxa de repetência, no ensino médio — um avanço de sete posições em relação a 2010 quando ocupava o 10º lugar entre os que menos reprovavam nesta etapa de ensino. Os dados foram revelados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) com base no Censo Escolar 2011.

Enquanto em 2010, o índice de reprovação no nível médio era de 10,4%, em 2011 caiu para 7,5%, o que representa 15,7 mil estudantes matriculados. Esta foi a menor taxa alcançada pelo Estado, desde 2007. Os outros estados com as menores taxas de repetição são Amazonas (6%), Ceará (6,7%), Paraíba (7,7%) e Rio Grande do Norte (8%).

No ensino fundamental também houve queda no percentual de repetência. SC passou de 6,1%, para 4,4% — cerca de 33,7 mil crianças. Foi também o menor índice registrado em cinco anos. Na frente do Estado catarinense está Mato Grosso, com 3,6%. Depois aparecem São Paulo (4,9%), Minas Gerais (7,3%) e Goiás (7,6%).

O bom desempenho do Estado não reflete a realidade do país. A média nacional foi de 13,1% de reprovação no ensino médio — pior índice registrado desde 1999. O número de estudantes repetentes, que desde 2007 oscilava em cerca de 12%, acabou sofrendo um leve salto depois de cinco anos.

Os estados com maior índice total de reprovação no ensino médio são Rio Grande do Sul (20,7%), Rio de Janeiro (18,5%) e Distrito Federal (18,5%), Espírito Santo (18,4%) e Mato Grosso (18,2%).

Em 2011, o ensino fundamental teve taxa de reprovação de 9,6%. Os estados com maior índice total de reprovação neste ciclo do ensino básico são Sergipe (19,5%), Bahia e Alagoas (15,2%), Rio Grande do Norte (14,9%) e Rondônia (14,2%).


Mercadante defende estudo mais aprofundado

Nesta quarta-feira, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse, no Rio de Janeiro, que “precisa um estudo mais aprofundado para analisar” o aumento da taxa de reprovação no ensino médio em 2011 em relação aos anos anteriores. O índice, no entanto, é calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do próprio Ministério da Educação.

— Oscilações de um ano para outro sempre acontecem. Para avaliar o ensino, a taxa de reprovação é um dos indicadores de fluxo. O outro é a qualidade do aprendizado. Como o ensino médio é predominantemente estadual e nós tivemos mudanças de governo em muitos Estados no ano passado, novos secretários de educação, novas atitudes, novos procedimentos, talvez tenha aí alguma explicação. Mas eu não quero me adiantar antes de um estudo mais aprofundado — disse Mercadante, após participar do 24º Fórum Nacional na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O ministro adiantou alguns pontos do programa Alfabetização na Idade Certa, que deverá ser lançado em junho pelo governo. Será criado um exame nacional para estudantes de sete e oito anos, de todas as escolas públicas do país, para avaliar o seu desempenho em leitura e redação e matemática. A avaliação será nos moldes da Provinha Brasil, atualmente aplicada para crianças no segundo ano de escolarização da rede pública.

— Teremos uma avaliação diagnóstica, para orientação pedagógica, de leitura e redação e primeiras contas, com sete anos. E depois com 8 anos, para sabermos como foi a evolução do programa. E por que sete e oito anos? Porque o primeiro ciclo de formação continuada é entre sete e oito anos para o letramento. Então, as crianças que não estiverem prontas aos sete anos, ainda podem ser trabalhadas para que se viabilizem nesse processo com oito anos de idade. Estamos trabalhando para ter a adesão de todos os municípios e Estados. Vamos respeitar os projetos que já estão em andamento, fortalecer o que já está sendo feito e apoiar o que precisa ser apoiado.


DIÁRIO CATARINENSE



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15 mai15:33

Formação para professores intérpretes em Chapecó

A Secretaria Municipal de Educação de Chapecó realizou uma Formação para Professores Intérpretes. Os profissionais são responsáveis por fazer o intermédio entre o professor regente e estudante, além de auxiliar os alunos surdos na compreensão e assimilação das atividades repassadas em sala de aula.

A formação ministrada pelos professores Anderson Luchese e Rivael Fabrício, teve como objetivo ampliar o conhecimento dos professores sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). A intenção foi de oportunizar o domínio dos processos, dos modelos, das estratégias e das técnicas de tradução e interpretação, a fim de assegurar aos alunos surdos o acesso à comunicação, à informação e à educação.

- A atuação destes profissionais é de extrema importância no contexto de inclusão da pessoa surda – destaca a Secretária Municipal de Educação, Sueli Suttili.


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13 mai14:44

Pronatec Social está presente em 128 municípios de SC

Em Santa Catarina, 128 dos 293 municípios aderiram ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec/Social) coordenado nacionalmente pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Do total, sete já executam o projeto: São José, Blumenau, Brusque, Chapecó, Joinville, Lages e Rio do Sul.

Os cursos gratuitos de qualificação profissional são voltados para a população extremamente miserável, que ganha menos de R$ 70 mensais per capita. Os cursos se destinam às pessoas inscritas no Cadastro Único do governo federal.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho, Habitação e Segurança Alimentar (SST), João José Cândido da Silva, informa que a previsão é disponibilizar 125 Escolas de Ofício distribuídas pelo Estado nos Institutos Federais de SC (IF-SC), Institutos Federais Catarinenses (IFC) e no Sistema S, com o Senai e Senac, que oferecerão 10 mil vagas a todos os municípios no segundo semestre. Para o ano que vem, estão previstas outras 18 mil vagas.

A SST contribui na articulação entre os municípios e as unidades que oferecerão a qualificação. Mas cada município avalia quais as profissões devem ser atendidas de acordo com a demanda local.

Dentre os cursos a serem oferecidos estão o de cabelereira, massagista, costureira, pedreiro, assistente administrativo, camareira, cuidador de idosos, dentre outros. Os cursos variam de 160h/aula a 350h/aula e a realização por meio do Pronatec não suspende o recebimento de qualquer outro benefício do governo federal.

O Secretário-Adjunto, Eleudemar Ferreira Rodrigues, atribui o grande número de adesões dos municípios catarinenses ao esforço do trabalho em equipe, que envolveu as diretorias de Trabalho, Emprego e Renda, a Diretoria de Assistência Social (DIAS) e as instituições que ofertam os cursos: IFSC, IFC, Senai e Senac para incentivar as prefeituras a aderirem ao programa.

Os interessados em frequentar as aulas podem procurar os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) dos municípios, que deverão fazer a inscrição do aluno. Ou então, é possível procurar qualquer escola do Sistema S a partir de 1º de junho.

Para fazer o curso, cada aluno receberá lanche e vale transporte durante todo o período de duração das aulas. Após a conclusão, o Sine fará a mobilização para intermediar o encaminhamento ao mercado de trabalho.

Na segunda-feira, 14, está prevista a 1ª Oficina de Mobilização para definir os cursos propostos pelos municípios. No total, são 104 possíveis cursos oferecidos pelo Pronatec/Social. O evento vai reunir representantes da SST, das entidades responsáveis pelos cursos e os municípios, na sede do Senac, na Prainha, em Florianópolis.


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11 mai09:25

Sinte vai manter negociações com governo de Santa Catarina

Júlia Antunes Lorenço | julia.lorenco@diario.com.br

Com o fim da greve dos professores da rede estadual, categoria e governo voltaram a se reunir para discutir melhorias na proposta salarial.

Desde que foi considerada constitucional, no ano passado, a lei do piso nacional do magistério tem gerado problemas em Santa Catarina. Os professores querem que o reajuste repassado ao menor salário-base, que em 2012 foi de 22%, seja dado a todos os outros níveis da tabela salarial, o que evitaria o achatamento da carreira do magistério. O governo alega que não poderia cumprir a reivindicação porque faltariam recursos.

Com o impasse, o Estado passou pela segunda greve dos professores em menos de um ano. Mas diferentemente da paralisação do ano passado, que durou 62 dias e teve adesão da maioria dos docentes, o movimento de 2012 não vingou e terminou com 16 dias.

Além disso, o governo adotou a postura de não negociar com os trabalhadores em greve — uma outra diferença em relação ao ano passado, quando houve negociações durante a paralisação. A coordenadora estadual do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), Alvete Bedin, explica nesta entrevista os motivos para os professores terem entrado em greve neste ano e faz uma avaliação do movimento.

Para ela, apesar de não ter tido adesão da maioria, o movimento mostrou ao governo que a última proposta salarial apresentada, em abril, desagrada a todos. Além disso, eles terão garantidos sete mesas de negociações, para tentar avanços.

Os encontros serão sempre às segundas e quartas-feiras. Apesar de ter sido criticada na última assembleia estadual, Alvete fica como coordenadora do sindicato até junho do próximo ano, quando completa três anos que assumiu a função e haverá novas eleições.


Diário Catarinense — A decisão da categoria da última terça-feira, em terminar a greve, foi mesmo a mais acertada?

Alvete Bedin — A categoria foi madura, em função da forma como o processo veio ocorrendo, pela intransigência do governo em não querer receber a categoria. A decisão, então, foi de suspender a greve e solicitar a abertura da negociação. Demos 30 dias ao governo, e então vamos realizar uma nova reunião do conselho (do sindicato), para avaliar se houve ou não avanços na negociação. Caso contrário, poderemos chamar a categoria para decidir o que será feito.


DC — Foi uma greve de 16 dias que não resultou em avanços na proposta salarial. A decisão de parar, não foi precipitada, já que o governo havia falado que não negociaria com os professores fora das salas de aula?

Alvete - Dia 18 de julho de 2011 retornamos às aulas, ficamos oito meses trabalhando e tentando negociar, encerramos o ano de 2011 sem ter uma proposta de descompactação da tabela, que era aquilo que o governador assinou como compromisso no pós-greve. Ele assumiu o compromisso de descompactar a tabela a partir de janeiro e não cumpriu. Em de 15 de março, fizemos a assembleia estadual, já tinha sido mais uma oportunidade para apresentar uma nova proposta, mas ele veio com um aceno para dividir a categoria. O secretário (da Educação Eduardo Deschamps) nos disse que era a última proposta, e que se não agradasse, que fôssemos para a greve.


DC — Por que essa greve não teve adesão nem de 50%, sendo que na greve do ano passado o índice chegou a 90%?

Alvete - Muitas greves já aconteceram com percentual de 20, 30, 40, 50%. A maioria das greves foi num nível inferior à do ano passado. A do ano passado foi uma greve inédita. A categoria vinha de 30 meses de um governo que tinha decidido fechar as portas para a conversação. Tínhamos a lei do piso, fomos para a luta com uma questão de direito forte. Não é porque o professor ficou na escola que ele está satisfeito. É só ir para as escolas e ver o quanto ele está triste, revoltado e indignado.


DC — O professor volta para a sala sem avanços na proposta salarial. Ele teve outro ganho?

Alvete - Agora voltamos para a mesa de negociação. Foram propostos sete encontros até 30 de maio, para trabalhar a descompactação e melhorar a carreira. O governo sabe que essa greve significa que a tabela salarial precisa ser melhorada.


DC — A senhora foi criticada. A principal crítica é no sentido de ter uma posição mais incisiva?

Alvete — A gente nunca deixou de ter uma posição incisiva. Isso pode ser crítica de algumas pessoas isoladamente. De quem não compreende o que significa mesa de negociação. Negociar não significa você bater, xingar ou desrespeitar.


DC — Também ficou claro um desentendimento entre base e líderes do sindicato. O sindicato está representando a categoria?

Alvete – Com certeza. Diferenças existem. A direção do Sinte é representada por proporcionalidades, e isso faz parte. A gente tem que defender as políticas educacionais e o direito dos nossos trabalhadores.


DIÁRIO CATARINENSE



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09 mai17:01

Estudantes de Santiago do Sul recebem transporte gratuito

A prefeitura de Santiago do Sul incentiva os alunos de curso superiores e ensino médio técnico do município subsidiando o transporte dos estudantes para universidades da região. Com esse apoio os alunos chegam a economizar R$ 160 por mês. Dinheiro que seria usado para pagamento do deslocamento até a instituição de ensino.

Neste ano 13 alunos da cidade, que estudam em universidades de Chapecó, Xaxim e Xanxerê, recebem a ajuda. – São pagas, trimestralmente, quatro parcelas anuais no valor de R$ 160 para cada aluno – disse o prefeito Luis Ferdinando Pacazza.

Também recebem o auxílio transporte 11 alunos que frequentam na Educação de Jovens e Adultos (EJA), UNOPAR e Casa Familiar Rural de Quilombo. – A intenção é proporcionar uma continuidade da qualificação dos estudantes – completou Pacazza.


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08 mai10:15

SDR de Seara assina convênios para área de educação

A secretária de Estado do Desenvolvimento Regional de Seara, Gládis dos Santos, assinou na tarde desta segunda-feira, dia 7, três importantes convênios na Secretaria de Estado da Educação, em Florianópolis. Os convênios asseguram a continuidade do programa de parceria educacional entre Estado e municípios.

Os documentos assinados totalizam R$ 990.621,27 e tratam da transferência de recursos do Fundeb e salário-educação para atender aos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental das escolas de Xavantina, Arvoredo e Paial.

O município de Xavantina receberá o valor de R$ 528.087,15 para a EEB Luiz Sanches Bezerra da Trindade e EEF Deputado Massolini; Paial será contemplada com R$ 205.884,09, destinado a EEB Francisco Maciel Bageston. Já o município de Arvoredo receberá R$ 256.650,03, para a EEB Benta Cardoso.

Todos os valores serão parcelados em oito vezes.


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07 mai09:51

Ação Global supera expectativas em Xaxim

Cerca de 900 voluntários estiveram na Praça Frei Bruno em Xaxim no sábado, dia 5, para atender as milhares de pessoas que participaram da Ação Global. O evento promovido pela Rede Globo e Sesi, em parceria com o Governo Municipal, RBS TV, entidades, clubes de serviço e empresas do município, ofereceu mais de 100 serviços em saúde, cidadania e educação.

O evento teve início às 9h e se estendeu até as 17h. Atividades artístico-culturais também fizeram parte da programação que chamou a atenção dos xaxinenses. Famílias inteiras compareceram à estrutura montada em frente a Igreja Matriz e receberam orientações em saúde, educação, segurança, direito do cidadão, alimentação, além de participar de atividades recreativas.

As 7h30, empresários de toda a região participaram do “Café Empresarial” com o Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Corte que discorreu sobre o tema: “Panorama Econômico Catarinense/Desindustrialização”.O Presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Gelson Merísio, marcou presença na Ação Global e disse que o evento é de importância significativa, especialmente por fazer com que muitas pessoas carentes tenham acesso a diversos serviços.

O Prefeito Gilson Vicenzi, salientou que o município se sentiu lisonjeado por receber um evento de tamanha importância, principalmente para a população que pode ser beneficiada com diversos serviços.- Não medimos esforços para que a Ação Global se tornasse realidade em Xaxim. Estamos admirados com toda essa estrutura e com o respaldo da população que veio e participou – destacou o prefeito.

Ao todo, foram mais de 33 mil atendimentos e 12 mil pessoas que participaram da Ação Global. Com o tema “Eu faço Ação Global o ano inteiro”, o evento buscou facilitar ao cidadão o acesso aos direitos essenciais e montar uma rede de solidariedade.

- Por meio da Ação Global promovemos o resgate da cidadania de uma faixa da população que, por falta de informação ou de oportunidade, não tem acesso aos serviços que hoje estamos oferecendo – afirmou o superintendente do Sesi Santa Catarina, Hermes Tomedi.

Para o presidente do Sistema FIESC, Glauco José Côrte, investir nesta iniciativa é uma retribuição que o Sistema FIESC dá às comunidades. – É uma boa oportunidade de prestarmos um serviço social e comunitário para as famílias locais e para os trabalhadores de indústrias de Santa Catarina – disse Côrte.


IGP confecciona mais de 500 identidades

O Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP), atendeu a solicitação para participar da Ação Global em Xaxim. Uma equipe de 12 pessoas esteve no município confeccionando documentos de identidades. Este serviço foi um dos mais procurados e a fila se formou durante todo o dia. Crianças, jovens, adultos e idosos procuraram o serviço. Ao todo foram confeccionados mais de 500 documentos de identidade.

Para Assessora de Projetos e Captação de Recursos Janice Moser, que é Coordenadora da Ação Global através da Administração Municipal a presença do IGP foi importantíssima para contribuir com o evento. – Eles atenderam nosso chamado e muitas pessoas puderam ser beneficiadas com esse serviço – completou.


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03 mai10:10

Convênio do governo de SC beneficia mais de 2,6 mil pessoas com bolsas de estudo no Oeste

Daisy Trombetta | daisy.trombetta@diario.com.br

Mais de 2,6 mil pessoas serão beneficiadas com bolsas de estudo e de pesquisa na Universidade do Oeste Catarinense (Unoesc). O desconto vale tanto para quem já é aluno da instituição quanto para quem deseja cursar o ensino superior, mas não tem condições de pagar as mensalidades.

A ponte é feita por convênios entre a universidade e o governo de Santa Catarinense. Os documentos foram assinados ontem em Joaçaba, no Meio-Oeste catarinense, e ultrapassam os R$ 6 milhões.

O dinheiro será repassado à instituição através dos Artigos 170 e 171 da Constituição Estadual e do Fundo de Desenvolvimento Social, que preveem benefícios que variam entre 25% e 100% do valor das mensalidades.

Além dos acadêmicos de quatro campi da Unoesc, segundo a Secretaria de Estado da Educação, neste ano foram assinados outros 113 convênios. Eles beneficiam 25 mil estudantes do ensino superior em diversas universidades catarinenses.

Daiane Masson recebeu uma bolsa de R$ 3 mil e usou o dinheiro para desenvolver o trabalho de conclusão de curso.

Uma das beneficiadas foi Daiane Garcia Masson, que mora em Joaçaba e é recém-formada em Direito. Ela ganhou uma bolsa de pesquisa de R$ 3 mil, no ano passado, e utilizou o dinheiro para desenvolver o trabalho de conclusão do curso.

Segundo Daiane, que analisou a educação nos ambientes prisionais, a bolsa foi fundamental para que ela pudesse visitar diversos presídios do Estado e participar de audiências públicas na Capital.

— Recebi a bolsa em parcelas, durante seis meses. Sem a ajuda, teria sido difícil comprar os livros e fazer as viagens necessárias para a pesquisa de campo — conta.

Incentivos como este são importantes para o desenvolvimento do ensino superior catarinense, conforme o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps. Ele salienta que o investimento é essencial para uma sociedade mais justa e crítica.

O secretário também explica que os programas de Bolsa de Estudo dos Artigos 170 e 171 da Constituição Estadual são destinados aos acadêmicos economicamente carentes que estejam cursando graduação.

Já o programa do Fundo Social é por meio da aquisição de vagas remanescentes nos cursos de graduação, no qual o Estado investe 30% do valor do curso e a instituição assume os 70% restantes dos valores, sendo que para o acadêmico a bolsa é integral até a conclusão do seu curso.


Seleção ocorre todos os semestres

Todos os semestres, após o período de matrícula dos alunos aprovados no vestibular, a Unoesc abre processo seletivo para escolher quem vai ganhar bolsas integrais para preencher as vagas que sobram em cada curso. No mês de fevereiro, a instituição ofereceu 304 vagas através do Fundo Social, para unidades em 11 cidades catarinenses.

Para concorrer ao benefício, o candidato não pode possuir diploma de curso superior, apresentar incapacidade de pagamento de seus estudos e renda bruta familiar per capita de até 1,5 salário mínimo mensal. Além disso, deve ter cursado ensino médio em escolas de Santa Catarina.


DIÁRIO CATARINENSE


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13 abr20:32

Professores da Educação Especial e Coordenadores Pedagógicos recebem formação em Chapecó

Nesta semana segundos professores, professores regentes e coordenadores pedagógicos receberam formação ministrada pela equipe da educação especial da Secretaria Municipal de Educação. O evento foi no Centro de Eventos Plínio Arlindo De Nes.

O encontro teve como principal objetivo esclarecer a função e as atribuições do segundo professor. Tudo para que aconteça um trabalho articulado entre a comunidade escolar, concretizando assim, uma inclusão escolar eficiente dos alunos com deficiência.

Os professores e coordenadores foram informados também sobre a importância da inclusão escolar, requisitos legais para a contratação do segundo professor, avaliação do aluno deficiente conforme parecer previsto na resolução 002 do Conselho Municipal de Educação (COMED) e demais práticas diárias na escola.

De acordo com a Secretária de Educação, Sueli Sutilli, essa formação foi de fundamental importância. – Ela proporcionou momentos de reflexão sobre o papel do segundo professor na inclusão dos alunos com deficiência, bem como a oportunidade de orientar nossos professores de acordo com as necessidades de cada aluno incluído – disse.

Durante o mês de abril devem ser realizadas outras etapas da formação.


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