Eleição

09 mai18:17

Eleitores fizeram longas filas em Chapecó

Encerra em menos de uma hora o prazo para quem tem alguma pendência com a Justiça Eleitoral ou precisa fazer alguma alteração no título de eleitor para resolver o problema e poder votar em outubro. Para atender aos chapecoenses, o cartório da 35ª e 94ª Zona Eleitoral, situado na Rua Paulo Marques, centro de Chapecó, ficará aberto até as 19h.

Longas filas se formaram próximo ao escritório da Justiça Eleitoral durante o dia. O professor de Educação Física José Vitor Souto, 30 anos, procurou o cartório para transferir o título. – Estou efetivado na rede municipal de União do Oeste e vou ter que transferir o meu título de Chapecó, para lá – disse.

Quem estiver na fila as 19 horas vai receber uma senha para o atendimento.

Além da transferência e da revisão de dados, o prazo vale também para os jovens que irão fazer o primeiro título de eleitor. Para os adolescentes com mais de 16 anos, o voto é facultativo, mas para quem tem 18 anos, a participação nas eleições é obrigatória. Os eleitores que estiverem com o título cancelado ou suspenso também devem acertar as contas até amanhã, caso contrário, não poderão votar.

Quem não votou ou ainda não justificou o voto nas últimas três eleições, precisa comparecer a um cartório eleitoral e pagar uma taxa de R$ 3,51 por turno de eleição. A regularização é feita na hora.

Aqueles que precisam apenas requerer a segunda via do título, sem qualquer alteração no documento, tem prazo é um pouco mais longo, vai até 27 de setembro, dez dias antes das eleições.




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06 fev13:17

Eleição em Chapecó deve ser polarizada entre PSD e PT

Upiara Boschi | upiara.boschi@diario.com.br

É uma tradição desde as eleições de 2000: a cada quatro anos, os chapecoenses vão as urnas decidir se a cidade será governada por um político petista ou por um político ligado ao antigo PFL – hoje filiados ao PSD.

De um lado, o prefeito José Claudio Caramori (PSD) articula para contar com uma coligação de 14 partidos. Com a força do deputado federal licenciado João Rodrigues (PSD), de quem herdou o mandato, e do presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merisio (PSD), o atual prefeito deve conseguir um feito que parece impossível nas maiores cidades catarinenses: repetir nas eleições municipais a aliança que dá sustentação ao governador Raimundo Colombo (PSD).

Enquanto isso, o PT ainda discute quem será seu candidato. Principal nome do partido na cidade, o ex-deputado federal Claudio Vignatti está fora. Ele prefere correr o Estado e pavimentar uma candidatura majoritária em 2014.

Estão no páreo o deputado federal Pedro Uczai e a deputada estadual Luciane Carminatti. Os petistas garantem que a escolha do nome será feita sem disputa interna. Por enquanto, pende para Uczai, que governou a cidade de 2002 a 2004, quando o então prefeito José Fritsch renunciou para concorrer a governador.

Para enfrentar a ampla coligação governista, os petistas confiam na força do partido na região. Chapecó foi a única entre as maiores cidades do Estado em que a presidente Dilma Rousseff (PT) venceu José Serra (PSDB) na eleição presidencial.


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