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Empresa

05 out11:54

Social: Empresa do Oeste está no ranking das 250 que mais crescem no Brasil

A Ogochi, instalada em São Carlos, está no ranking das 250 empresas de pequeno e médio porte que mais crescem no país, de acordo com a Deloitte e Revista Exame Pequenas e Médias Empresas.

Em Santa Catarina, a empresa do setor do vestuário, está entre as quatro que mais crescem no Brasil. No ranking geral, a marca está em 57ª lugar.

Ainda reforçando as boas notícias, a banda gaúcha Nenhum de Nós ilustra a campanha de Verão 2013 da marca.

Foi a perfeita união entre moda e música, em uma proposta com alta valorização cultural. Recentemente a banda esteve visitando as unidades fabris e conheceu de perto todo o processo de produção.

Na foto os diretores da empresa Sidney Ogochi e Aureane Mignon com os integrantes da banda, que como bons gaúchos, não dispensam o chimarrão.


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20 ago13:11

Empresa aérea apresenta tarifas econômicas no aniversário de Chapecó

Em comemoração ao aniversário de 95 anos de Chapecó, que será no sábado, dia 25, a Avianca oferece tarifas econômicas, a partir de R$ 99, por trecho. A empresa opera no Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso de Chapecó com destino à Florianópolis, São Paulo (Guarulhos e Congonhas) e Rio de Janeiro (Galeão).

As passagens devem ser adquiridas entre os dias 15 e 25 de agosto e o embarque entre os dias 23 e 30 de agosto, sendo necessário permanecer no mínimo três dias no destino.

A promoção integra uma campanha que ocorre durante todo o ano nas datas de aniversário das principais cidades brasileiras cobertas pela malha aérea da empresa.


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08 ago17:34

Empresa de Concórdia recebe prêmio QualiAR no Espírito Santo

Responsabilidade social e ambiental. Foram estas duas premissas que levaram a Coopercarga a ganhar o prêmio QualiAR – uma premiação da Federação das Empresas de Transporte do Espírito Santo (Fetransportes) que presta homenagem às empresas do setor de transportes e logística engajadas na causa ecológica.

A Coopercarga não só se preocupa muito com esta questão como desenvolve vários projetos de Responsabilidade Social e Ambiental, realizando práticas com o intuito de diminuir impactos no meio ambiente e disseminar a consciência da preservação ambiental, tanto para o público interno quanto externo. Neste ano, pela primeira vez, recebe o prêmio QualiAR, através das unidades de Caravelas (BA) e Aracruz (ES), ratificando que a Coopercarga está engajada com as causas ecológicas.

O prêmio QualiAR é anual e nasceu de uma ação pioneira entre todas as federações que operacionalizam o Programa Ambiental do Transporte. A dinâmica de avaliação acontece no período de um ano quando os veículos/equipamentos das empresas assistidas e beneficiadas pelo Despoluir (ES) passam por quatro aferições trimestrais, e a empresa que obtiver 100% de aprovação nos testes de emissão de gases poluentes (fumaça preta), em pelo menos 90% da frota aferida, garante o troféu.

O prêmio foi entregue na última semana em uma solenidade realizada em Vitória (ES) onde estiveram presentes para receber o troféu Ouro o gerente regional, Samir Bou Fares e o gerente da operação Caravelas, Luis Vargas.


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04 jul11:53

Começa a faltar dinheiro em alguns caixas eletrônicos

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

No terceiro dia de greve dos empregados no transporte de valores em Santa Catarina alguns caixas eletrônicos estão sem dinheiro. O último abastecimento foi realizado no domingo, dia 1º de julho. Nesta tarde será realizada, às 14 horas, uma audiência no Ministério Público em Florianópolis, entre representantes das empresas de transportes de valores e o Sindicato dos Empregados em Transportes de Valores de Santa Catarina (Sintravasc).

O diretor do sindicato em Chapecó, Ademir Dall Bello, que esta na capital, espera que a reunião seja positiva e caso as reivindicações não sejam atendidas a greve deve continuar.

- Não queríamos paralisar as atividades e causar problemas para a população, mas essa é única solução – disse.

Em Chapecó, alguns caixas eletrônicos externos da Caixa Econômica Federal estão com falta de nota. Nos caixas das agências, até o momento, o atendimento está normal, pois eles podem ser abastecidos pelos funcionários.

Já na Grande Florianópolis, desde a terça-feira, um cartaz na entrada das agências orienta que os clientes realizem transferências de valores e procurem as lotéricas para efetuar saques maiores, pois foi estipulado um limite de saque, no valor de R$ 1 mil por cliente, na boca do caixa. A Assessoria da Instituição disse ainda que está conseguindo administrar bem a situação e não está com grandes problemas.

De acordo com o Sintravasc a paralisação ocorre em Florianópolis, Criciúma, Blumenau, Tubarão, Itajaí, Joinville, Joaçaba, Lages e Chapecó. São 1,5 mil trabalhadores parados desde a segunda-feira, dia 2. Os trabalhadores reivindicam10% de aumento de salário, vale alimentação nas férias e plano de saúde integral.


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19 jun08:57

MP gaúcho faz busca e apreensão em empresa de São Miguel do Oeste

Policiais do Rio Grande do Sul cumpriram nesta segunda-feira mandados de busca e apreensão em uma empresa de São Miguel do Oeste, suspeita de envolvimento em fraudes de concursos municipais. De acordo com o delegado da Polícia Civil de São Miguel do Oeste, Albert Dieison Silveira, a solicitação foi do Ministério Público de Tenente Portela.

A Polícia Civil de São Miguel do Oeste apenas deu apoio. Na empresa catarinense, que não teve o nome divulgado, apenas foram recolhidos documentos. Ninguém foi preso.


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18 jun09:06

Empresa de SC é suspeita de fraudar concursos públicos no Sul do Brasil

Giovani Grizotti | reportagem@diario.com.br

Uma empresa de Santa Catarina é suspeita de fraudar concursos públicos no Sul do país. A denúncia foi apresentada neste domingo pelo programa Fantástico, da Rede Globo. A reportagem investigativa mostrou que, em vez de selecionar os candidatos mais qualificados a ocupar uma vaga no serviço público, concursos estão se prestando a aprovar amigos, parentes e apadrinhados políticos de prefeitos e vereadores.

Sem saber que estavam sendo gravados, donos de empresas que promovem as seleções admitiram cobrar até R$ 5 mil por uma vaga. Além da aprovação fraudulenta de candidatos, o esquema envolve ainda direcionamento de licitações e pagamento de propina.

Durante dois meses, a reportagem filmou conversas com oito representantes de empresas, incluindo duas do Rio Grande do Sul e uma de Santa Catarina. A empresa catarinense citada na matéria é a Inova Consultoria e Assessoria Ltda, de Maravilha.

Alvo de Ação Civil Pública por suspeita de fraude no concurso da prefeitura de São Miguel da Boa Vista (SC), o sócio da empresa Inova, Clóvis Pauletti, explicou uma tática para não levantar suspeitas da oposição nas cidades onde atua. Ele se encarrega de aprovar dois candidatos-laranja nas primeiras colocações. Eles desistem das vagas, e o terceiro colocado, indicado pelo prefeito, assume o cargo.

— Eu jogo na frente (os laranjas) e vocês ficam em terceiro, e os caras não vêm (assumir os cargos) no caso — explicou Pauletti. Pauletti e o advogado Marcos Perin também são sócios da PL Consultoria e Assessoria Ltda, outra empresa denunciada por suspeitas de fraude pelo Ministério Público.

Em 2010, o Ministério Público de Maravilha ajuizou uma ação de improbidade contra os sócios da empresa, Marcos Perin e Clóvis Pauletti, e o prefeito de São Miguel da Boa Vista, Milton Luís Müller, por suspeita de fraude em concurso público na prefeitura.

A investigação do Ministério Público apontou que a empresa responsável pelo concurso teria substituído os cartões resposta de duas candidatas, para que fossem aprovadas em primeiro lugar nas vagas para odontóloga e farmacêutica.

Perin e Pauletti também foram indiciados pela Polícia Civil em Coronel Bicaco, no Noroeste do RS, onde o concurso da prefeitura foi suspenso depois que duas candidatas denunciaram a suposta venda do gabarito pelo prefeito, acusação que é negada pela assessoria jurídica do município. Após o episódio, a empresa ficou com o nome sujo no mercado. Pauletti e Perin, então, passaram a participar de licitações usando a empresa Inova Concursos.

Em conversa com o escritório da Inova, em Maravilha, Marcos Perin prometeu antecipar parte das questões da prova ao repórter, que se fez passar por assessor de uma câmara em busca de aprovação no concurso.

A empresa Inova foi a vencedora da licitação para o novo concurso da prefeitura de Formigueiro (RS), aberto depois que o anterior foi cancelado a pedido do Ministério Público por suspeita de fraude. No primeiro, a denúncia apurada também pela Polícia Civil e por duas CPIs é de que a sobrinha do prefeito da cidade tenha sido aprovada para um cargo na prefeitura de Nova Palma (RS). Em troca, o filho do prefeito de Nova Palma teria sido aprovado no concurso da prefeitura de Formigueiro.


Cartões resposta trocados

A investigação do Fantástico descobriu, ainda, que muitas empresas de concursos possuem estrutura precária. Uma delas, a ASCON, de Porto Alegre, funciona na casa do proprietário Luiz Pereira de Souza, igualmente flagrado pela reportagem. Ele revelou como funciona a fraude que permite a aprovação de indicados por prefeitos e vereadores.

O candidato beneficiado entrega o cartão de respostas preenchido normalmente e depois esse cartão é trocado por outro com as respostas certas.

— Nunca dá problema. O que pode ocorrer é aquilo, uma denúncia ao Ministério Público. Ele vai ver, tá tudo certo, não tem o que fazer — garante o dono da empresa, alvo de uma Ação Civil Pública ajuizada pela promotoria de Crissiumal (RS).

Outra duas empresas denunciadas na reportagem são a Lógica, de Ronda Alta, e a Precisão, de Constantina, cidades localizadas no Norte do estado gaúcho. Alvos de mandados de busca e apreensão há duas semanas, elas são investigadas por suspeitas de cobrar para cada candidato aprovado de maneira fraudulenta.

Gravado com uma câmera oculta tanto pelo Ministério Público quanto pela reportagem da RBSTV, o vendedor Luis Pasinato admitiu ter negociado gabaritos diretamente com os candidatos.

— Uma vez eu carregava isso, corri muitos risco de carregar gabarito. E negociar com candidato o gabarito. Tá louco, é uma loucura. isso não se faz mais — afirmou.

O vendedor explicou que para ganhar as licitações, apresenta um valor abaixo do mercado. O restante é pago “por fora” pelos prefeitos, que para justificar o gasto na contabilidade da prefeitura, arranjam notas frias. Ele repetiu o argumento que utiliza para justificar os R$ 5 mil que cobra para aprovar cada candidato indicado por prefeitos.

Pasinato entende que o valor deveria ser ainda maior quando os cargos em questão são na área médica e odontológica.

— Você chorando. Você vai ficar um empregado estável, vai ter o seu consultório. Sabe quanto eu deveria cobrar? Uns R$ 20 mil. Pra um dentista e um médico, no mínimo! declarou.

Sem constrangimento, o vendedor admitiu enganar a própria empresa para a qual trabalha. Ele pede R$ 3 mil reais, depositados diretamente na sua conta.

— Os caras querem que eu bote o meu na reta e querem pagar pouco — justificou.


O que dizem os prefeitos

O prefeito de São Miguel da Boa Vista, Milton Luís Müller, disse que foi a empresa que conduziu o concurso e não sabia de nenhuma irregularidade. Ele afirmou que, quando o Ministério Público apontou a suspeita, determinou o afastamento das duas servidoras aprovadas sob suspeita e que já tinham tomado posse. Ele negou que elas tivessem parentesco com alguém da administração.

— Elas eram de fora, não tem parentesco nenhum — concluiu.

Os prefeitos de Formigueiro e Nova Palma, no RS, não quiseram comentar a suspeita de favorecimento de parentes em Concursos Públicos.

A Assessoria Jurídica da Prefeitura de Coronel Bicaco negou a suspeita de venda de gabarito em concurso.


O que dizem as empresas

Os donos da Inova, Ascon e Lógica negaram as acusações. O dono da Precisão não quis se manifestar. O Diário Catarinense ainda tentou mais uma vez contato com os sócios da Inova, em Maravilha, na sexta-feira à tarde e no sábado pela manhã. Na sexta-feira uma funcionária atendeu e afirmou Perin e Pauletti não estavam. Numa segunda ligação pediu para deixar o telefone para que eles entrassem em contato. Ela não forneceu o número do celular. Na terceira tentativa, ninguém atendeu. No sábado pela manhã também ninguém atendeu.


Imposto sobre a propina

Diretores de duas empresas do Paraná chegaram a propor que o contratante pague um imposto sobre a propina que receberá. Esse imposto seria para compensar a quantia de tributo que a empresa terá de recolher sobre o valor do suborno, incluído na nota fiscal. Ou seja, se um concurso custar R$ 19 mil e a propina for de R$ 3 mil, a valor total da nota será de R$ 22,5 mil. R$ 500 é equivalente ao tributo que a empresa terá de recolher sobre os R$ 3 mil.

A reportagem exibiu o relato do ex-dono de uma empresa que promovia concursos. Ele disse que houve fraudes em oito de cada dez certames realizados.

— A partir do recebimento dos nomes indicados pelo contato na administração municipal, a empresa alterava as notas de maneira que os referidos apadrinhados ficassem em primeiro lugar e assim fossem chamados — disse o ex-dono de empresa.


Juiz cobra legislação federal para regular o setor

Considerado o maior especialista brasileiro em concursos públicos e autor de livros sobre o tema, o juiz federal de Niterói (RJ) William Douglas, calcula que 10 milhões de pessoas participem de concursos anualmente, no país, na disputa por 300 mil vagas no serviço público. Ele cobra uma legislação federal para regular o setor e exigir uma estrutura mínima para as empresas, muitas com endereço na casa dos sócios. Diz que a fraude faz a população ficar à mercê de servidores desqualificados, potencialmente corruptos.

— A pessoa que estuda, pega a sua vida pra estudar, e passa normalmente ela é competente e tem um compromisso com o serviço público. Já esse que entra com fraude, ele pagou pela vaga dele e vai querer fazer dinheiro. Então, quando a gente fala em fraude em concurso, a gente tá falando de você botar corrupto e gente que vai ficar achacando a população. Esse que é o grande drama — diz Douglas.

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01 jun17:59

Oeste de SC deve sediar primeira empresa de microeletrônica do Brasil

Instalar a primeira indústria de encapsulamento microeletrônico da América Latina em Santa Catarina com garantia de aporte financeiro do Governo Federal e Estadual. Esse é o teor do documento assinado por entidades na tarde desta sexta-feira, dia 1º de junho em Chapecó, durante o Fórum de Validação do Projeto Chapecó 2030, promovido pela Sociedade Amigos de Chapecó (SAC), no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes. Trata-se de sediar na capital do oeste a Optoi Microelectronics, empresa italiana de microeletrônica, eletrônica e sistemas, pertencente ao Grupo A-Innotech de Trento/Itália – know-how de quase duas décadas no setor.

O projeto apresentado busca oferecer às Indústrias, universidades, centros tecnológicos e institutos de pesquisa os serviços de BackEnd que viabilizam o desenvolvimento e a produção de novos chips, memórias, sensores, sistemas e circuitos integrados no Brasil. A proposta está alinhada às intenções do Governo Federal, que já lançou planos prioritários de investimento e incentivo ao desenvolvimento da indústria de semicondutores.

À frente da iniciativa estão a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Prefeitura Municipal de Chapecó, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Unochapecó, SAC, Senai Chapecó, Uceff Faculdades, Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC – Campus Chapecó), Unoesc e empresa Nord Electric.

Entre as atividades correlacionadas à indústria de BackEnd destacam-se o mapeamento (silicon mapping), corte, afinamento, testes, caracterização, solda, encapsulamento, registro e acabamento em processos microeletrônicos. Estes serviços são disponibilizados tanto para a pesquisa e desenvolvimento científico quanto à produção seriada de indústrias nacionais e estrangeiras.

No documento, as entidades justificam que o Brasil é o único país em desenvolvimento que não domina a indústria da microeletrônica e por estar em defasagem no segmento. Enfatizam também que Chapecó ocupa uma posição central em relação aos grandes centros consumidores do Mercosul, é 6ª colocada na economia do Estado de Santa Catarina, possui índices de geração de emprego acima dos níveis Estadual e Federal, o que garante à população renda e estabilidade social. E ainda o crescimento econômico desencadeado pelos incentivos fiscais concedidos para empreendedores que desejam instalar suas empresas em Chapecó através da instalação de distritos industriais.

O presidente da ACIC Maurício Zolet, o diretor de Desenvolvimento Industrial e Agronegócio da ACIC Gustavo Muller Martins e o engenheiro doutor Leonardo Biazi citaram as vantagens que a indústria trará ao Brasil e ao Estado barriga-verde, entre elas, o crescimento da produção industrial nacional (inclusive com novos setores); diminuição nos custos de produção; maior acessibilidade aos produtos de qualidade; avanço tecnológico nacional; crescimento no número de empresas, produtos e patentes; valorização do produto nacional; atração de capital estrangeiro para novos investimentos etc.

Entre os mercados que serão beneficiados estão o de telecomunicação, informática, o agroalimentar, biomédico, de energia, de petróleo e gás e, ainda, as indústrias naval, aviônica e aeroespacial.

- Chapecó já é referência em vários setores e agora poderá ser líder neste segmento na América Latina. Vamos buscar o envolvimento e comprometimento dos governos Federal e Estadual para o aporte dos recursos financeiros necessários à viabilização do empreendimento – complementou Zolet.

As entidades avaliam que o projeto inédito no Brasil será o responsável pela inclinação do eixo desenvolvimento socioeconômico da região oeste de Santa Catarina, inserindo o Estado e o País em um cenário diferenciando e de alto valor agregado.

Participaram ainda da assinatura do documento o prefeito de Chapecó José Cláudio Caramori, o deputado federal Celso Maldaner, o secretário de articulação institucional Luciano Buligon, o presidente da SAC Cláudio Kracker e o diretor proprietário da Nord Electric Nelson Eiji Akimoto.


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29 mai10:10

Inadimplência de empresas cai 9,5% em abril, diz Serasa

O Indicador de Inadimplência das Empresas, divulgado nesta terça-feira pela Serasa Experian, recuou 9,5% em abril na comparação com março, a maior queda verificada neste período do ano desde 2007, quando a variação negativa foi de 11,1%.

Na comparação com abril de 2011, no entanto, houve elevação de 11,8%. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano ante o mesmo período de 2011, o aumento foi de 18,7%. De acordo com a Serasa Experian, alguns setores já apresentam aumento de receita por causa dos juros mais baixos no crédito e dos estímulos ao consumo anunciados pelo governo. Também influenciou na queda da inadimplência em abril, ante março, o menor número de dias úteis no quarto mês do ano e a base de comparação, pois em março o crescimento verificado no indicador havia sido de 11,6%.

As dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) tiveram valor médio de R$ 776,77 no primeiro quadrimestre, crescimento de 4,4% ante igual período de . Quanto aos títulos protestados, o valor médio do período foi de R$ 1.894,26, alta de 11,1%, enquanto os cheques sem fundos tiveram, nos quatro primeiros meses de 2012, valor médio de R$ 2.196,79, alta de 7,1%.


AGÊNCIA ESTADO

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18 mai17:22

Grupo JMT confirma venda da NHT Linhas Aéreas para empresa catarinense

Erik Farina | erik.farina@zerohora.com.br

O Grupo JMT confirmou a venda da NHT Linhas Aéreas para a empresa catarinense Acauã, com sede no balneário Camboriú. O valor não foi confirmado. As tratativas correm desde o início do ano e foram fechadas nesta semana. O negócio ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A solicitação foi protocolada nesta sexta-feira.

Durante o acordo, o empresário Jorge Barouki, dono da Acauã, teria confirmado que manterá os voos atuais da NHT, inclusive as ligações com o interior do Rio Grande do Sul. As frequências não mudarão. O motivo é a rentabilidade e o potencial de crescimento das linhas entre Porto Alegre e cidades como Pelotas, Rio Grande e Santa Maria, no RS. Inicialmente, a sede da NHT será mantida na Capital gaúcha.

Entretanto, algumas linhas pouco rentáveis poderão ser suspensas. Uma delas deve ser a que liga Porto Alegre e Uruguaiana, na Fronteira Oeste do RS. Os novos controladores pretendem ampliar a frota, adquirindo quatro aviões de maior capacidade. A criação de voos ligando o Rio Grande do Sul e cidades industriais no interior de Santa Catarinas deve ser considerada.

Com a concretização do negócio, o grupo JMT irá focar seus negócios em transporte terrestre. Parte do valor da venda da NHT deve ser utilizado para ampliar a frota da Planalto, que atua no RS: recentemente, a empresa anunciou a compra de quase 50 novos ônibus da Marcopolo, com o custo de R$ 700 mil cada.

Há um investimento em andamento na abertura de um centro de encomendas em São Paulo. A NHT foi fundada em 2006, fazendo a ligação entre 15 municípios nos estados da região sul e no aeroporto de Congonhas. Conta com 6 aeronaves e mais de 100 colaboradores diretos. A empresa diz que não haverá demissões com a venda ao grupo catarinense.

A Acauã é ligada ao grupo Vit Solo, que faturou cerca de R$ 90 milhões de reais no ano passado, quase 50% a mais do que no ano anterior. A empresa presta serviços para companhias aéreas brasileiras, fazendo limpeza de aeronaves e transporte de bagagens.

ZERO HORA



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29 fev16:11

RBS TV recebe Troféu Empresa Amiga do Gapa 2011

Anualmente o Grupo de Apoio e Prevenção à Aids realiza a entrega do Troféu Empresa Amiga do Gapa para as instituições que mais apoiaram os trabalhos da organização durante o ano. O gerente executivo da RBS Chapecó, Mauro Vanin, recebeu o reconhecimento em nome da empresa.

Na ocasião o presidente do GAPA, Dirceu Hermes, ressaltou a importante parceria do veículo. – Contamos com a RBS, em especial, para a realização de um pedágio solidário que nos ajudou muito. É uma forte parceria que prezamos por manter – disse.

Há 21 anos o GAPA Chapecó luta por políticas públicas de saúde eficientes, realiza ações e projetos de prevenção, conscientiza contra o preconceito e a discriminação e proporciona cuidados, assistência e ajuda às pessoas soropositivas que hoje são aproximadamente 20 mil em Santa Catarina e cerca de 400 só em Chapecó. Sem fins lucrativos, vínculos políticos ou religiosos, o GAPA é mantido por doações de parte da comunidade e de empresas que valorizam o trabalho da instituição.

Outras 12 empresas da cidade também receberam o reconhecimento da entidade.


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