Escola

17 set09:02

Chapecó recebe Escola da Construção Civil do Senai

O Sistema FIESC inaugura nesta terça-feira, dia 18, a Escola da Construção Civil do SENAI em Chapecó. Em 296 metros quadrados, a Escola tem capacidade de atendimento de cerca de 90 alunos por dia, sendo 30 por turno. A solenidade será realizada às 14h30, no SENAI (em Chapecó, rua Frei Bruno, 201 E – Bairro Jardim América).

Esta é a nona unidade da instituição focada no atendimento ao setor da construção civil em Santa Catarina. Existem mais quatro unidades fixas, localizadas em Balneário Camboriú, Blumenau, Joinville e Criciúma, e quatro móveis, que entraram em operação no início do ano. Outras duas unidades fixas (em Itajaí e Palhoça) estão com obras em andamento.

As atividades na escola de Chapecó já se iniciaram ainda antes da inauguração oficial. Estão em andamento três turmas do curso de mestre de obras (área de gestão), com cerca de 25 alunos cada; duas turmas do curso de eletricista predial, com cerca de 15 alunos cada, e uma turma do curso de Aprendizagem Industrial em Oficial da Construção Civil, com 30 alunos.

Para o ano que vem, já estão programados cursos de qualificação e aperfeiçoamento, como mestre de obras, pedreiro, instalador hidráulico, eletricista predial, desenhista da construção civil e mais duas turmas do curso de aprendizagem em oficial da construção civil. O SENAI em Chapecó também está trabalhando no projeto do curso técnico em edificações. Além das novas instalações, os cursos voltados à construção civil ocupam os demais laboratórios da unidade, como os de eletricidade e de informática.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção e de Artefatos de Concreto Armado do Oeste de Santa Catarina (Sinduscon), Lenoir Broch, a escola civil beneficiará diretamente 5,5 mil trabalhadores, além daqueles que atuam na informalidade. A partir de conversas com funcionários de sua própria construtora, o empresário observa uma mudança no comportamento dos profissionais que realizam algum curso profissionalizante.

- Eles debatem os temas relacionados ao trabalho com mais propriedade, adquirem segurança, inclusive para conversar – explica.

Broch constata ainda uma mudança na visão dos funcionários no que diz respeito ao emprego.

- Eles percebem que a relação de trabalho não apenas uma questão de tempo trabalhado versus salário, mas também de tarefas bem executadas, de entrega de produtos bem acabados. O profissional formado nos cursos valoriza mais o resultado do trabalho que faz – salienta o presidente do Sinduscon Oeste, cuja base alcança 20 municípios entre Xaxim, Pinhalzinho, Palmitos e São Lourenço do Oeste e incluindo Chapecó, região que, segundo Broch, totaliza cerca de 500 construtoras.


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14 set08:49

São João do Oeste tem o menor índice de analfabetismo em SC

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Numa cidade distante 760 quilômetros de Florianópolis as casas são bonitas e bem pintadas, os gramados verdes e floridos. As ruas são limpas. Não há mendigos. A delegacia quase não tem ocorrências. Coincidência ou não, São João do Oeste é o município mais alfabetizado de Santa Catarina e o segundo mais alfabetizado do Brasil. E o interessante é que a cidade não tem escola particular. Os 1,1 mil alunos são de sete escolas municipais e três estaduais. É que o município, desde a colonização, tem a educação como prioridade.

— O município dá apoio e os professores são competentes — explica a diretora do Centro Educacional São João do Oeste, Jacinta Dill, que tem 220 alunos do ensino fundamental.

Ela explica que os 20 professores tem pós-graduação. Os estudantes devem seguir uma cartilha de boas maneiras, como esperar sua vez na fila, esperar sua vez de falar e deixar a sala limpa e arrumada. Quando bate o sinal no fim do dia não há aquela correria alucinada como em algumas escolas. Cada aluno pega a sua cadeira, coloca virada sobre a carteira e sai ordenadamente. O gosto pela leitura é estimulado, com uma biblioteca farta. Além disso, em cada sala de aula, há livros disponíveis.

— Hoje eu peguei nove livros para ler em casa — afirma Carine Folmann, de 10 anos, que está no quarto ano. Ela lê em média 20 livros por mês. E ao mesmo tempo em que se dedica à leitura, recebe aulas com o netbook que foi doado para a escola. O quinto ano, também está ligado à tecnologia, com uma lousa interativa. Ou seja, a escola mantém-se atualizada às inovações mas sabe que isso é apenas um aspecto a ser levado em conta. O que vale é ter uma aula atrativa.

A professora Marlise Klunk, que dá aula para o primeiro ano, chega a dar cursos sobre técnicas de ensino. Ela monta brinquedos com material reciclado que servem para a aprendizagem. Com tampinhas de refrigerante e latas ela trabalha a adição e subtração. Cartas de baralho viram jogo de memória. Com caixas ela cria dados com letras e números.

— Eles aprendem brincando — explica a professora, que sente-se feliz e realizada na profissão.

Um dos segredos dela é manter a atenção dos alunos. Tanto que, se alguém não está prestando atenção, ela para a atividade, até que todos estejam atentos.

— Para aprender o aluno precisa estar ligado em você — explica.

Outra estratégia da Escola é oferecer aulas de reforço desde o início do ano, para alunos que demonstram dificuldade. Com isso eles não chegam no final do ano sem ter aprendido o conteúdo. Além disso há atividades diferenciadas, como aulas de alemão. Júlio César Ritter, de 11 anos, prevê que isso será importante no futuro, tanto profissionalmente, como para visitar outros países.

A secretária de Educação do Município, Silvane Baugarten, disse que a disputa na região é grande para dar aula em São João do Oeste. Leane Boebel, é de Mondaí, fez curso de alemão na UFSC e agora foi dar aula em São João do Oeste. Ela também se sente valorizada na cidade. Reflexo disso é que, ao perguntar para as alunas Raquel Schneider Wirth e Jussara Webers, de seis anos, o que pretendem ser no futuro, elas respondem: — Quero ser professora.

DIÁRIO CATARINENSE


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06 set11:25

Intercâmbio entre dois países irmãos

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

É só a professora Gessi Carminha dos Santos entrar na sala de aula do primeiro ano, na Escuela Frontera 604 Intercultural Bilíngue No 1, que um aluno já comenta, em português. – Hoje tem aula diferente. O detalhe é que a cena é em Bernardo de Irigoyen, cidade argentina da província de Misiones, que fica na fronteira com a cidade catarinense de Dionísio Cerqueira.

Duas vezes por semana Gessi e outras oito professoras atravessam a fronteira para dar três aulas de português no país vizinho. Enquanto isso três professoras vem para o Brasil dar aula na Escola de Educação Básica Dr. Theodureto Carlos de Faria Souto.

Enquanto no lado argentino Maximiliano Benjamin Ramirez, de seis anos, ouve histórias em português e aprende a dizer: Bom dia, tudo bem; no lado brasileiro Pedro Henrique Bronstrup, de 11 anos, cumprimenta dizendo: Hola, que tal?

Ao entrar na sala do quinto ano da escola Theodureto é como atravessar a fronteira. Nas paredes, há mapas da Argentina, frase em espanhol e a bandeira da província de Misiones. Nos cadernos, os alunos exibem a bandeira azul e branca com um sol no meio.

Durante a aula a professora Fátima Zaragoza, coordenadora do projeto bilíngue em Misiones, ensina a música “El niño y el tucano”, de Fausto Rizani. Os alunos não têm aulas de espanhol e sim em espanhol, que contempla a cultura, tradições, costumes e a vida real no país vizinho.

Os alunos afirmam que é muito melhor ter aulas com professores “importados”. –Até pelo conhecimento que eles têm é muito melhor- afirmou Dayani Machado Machiavelli. Gustavo de Oliveira Gabriel, de 10 anos, disse que já melhorou a comunicação com seus tios, que moram na Argentina. –Agora eu entendo o que eles falam- explicou.

Sthefanie Carvalho, de 11 anos, veio de Porto Alegre, pela primeira vez teve espanhol e está gostando. Até porque ela mora com os pais no lado argentino e isso vai ajudar na comunicação. Izabella Carolina Presser Fortes pensa até em morar na Argentina, depois que fizer o sonhado curso de Biologia.

Para o diretor da escola Theodureto, Mauro Edvan Prado, a parte positiva do projeto é essa questão intercultural. –Os alunos acabam conhecendo as duas culturas- afirmou. A partir disso, há uma aproximação natural.

O conhecimento bilíngue permite aos alunos que passarem pelo projeto melhores condições de trabalhar no comércio local, já que há brasileiros trabalhando na argentina e argentinos morando no Brasil.

O diretor da Escuela Frontera 604 Intercultural Bilíngue No 1, Juan Carlos Morinico, lembra que o projeto está melhorando a compreensão do português. –Antes era um portunhol- lembra. Ele afirmou que, melhorando a compreensão, conhecendo a cultura de cada lado, ajuda a melhorar no relacionamento entre brasileiros e argentinos.

Tanto que alunos argentinos já participaram de atividades no Brasil e prometem desfilar junto no Sete de Setembro. Por outro lado os brasileiros devem participar das comemorações de 25 de Maio, data de comemoração da independência da Argentina. Pelo menos nas duas escolas da fronteira, o Mercosul existe de fato.


O QUE É O PROJETO

O Projeto Intercultural Bilíngue Escola de Fronteira foi criado em 2005, numa parceria entre Brasil e Argentina, para promover o intercâmbio entre professores e alunos. Entre as 14 escolas do início do projeto, há uma catarinense, a Escola de Educação Básica Dr Theodureto Carlos de Faria Souto, em Dionísio Cerqueira. Atualmente cerca de 240 alunos, de 12 turmas, participam do projeto. Em 2009 o projeto foi ampliado para 26 escolas, em cinco países.



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31 ago17:15

Escola estadual de Chapecó sediou Feira de Ciências e Tecnologia

Estudantes de 11 escolas estaduais participaram nesta sexta-feira, (31), no ginásio de esportes da escola estadual Tancredo Neves, em Chapecó, da quarta edição da Feira Regional de Ciências e Tecnologia. A promoção foi da Gerência Regional de Educação da SDR Chapecó, em parceria com escolas dos nove municípios de abrangência da secretaria regional. Três trabalhos serão escolhidos para representar a Gered na Feira Estadual, que ocorrerá em Lages de 17 a 19 de outubro.

Os estudantes usaram toda a criatividade para apresentar soluções para o meio ambiente. Da escola estadual Valesca Parizotto, de Chapecó, saiu o projeto de reciclagem de óleo de cozinha.

-No início do projeto fizemos a coleta do material. Os estudantes traziam de casa e pudemos transformar o material em barras de sabão – disse o jovem Lucas Chaves, de 15 anos, acompanhado da colega Daili dos Santos, de 13 anos, que também apresentou o trabalho aos visitantes.

Os alunos da escola estadual Rudolfo Luzina, de Nova Erechim, montaram um trabalho juntamente com o professor de física, Evandro Cunha, para automatizar e facilitar o trabalho dos criadores de frango. Através de um programa de computador o trabalho braçal foi informatizado.

- O agricultor pode aquecer o aviário, manter a temperatura, subir as cortinas. É levar a tecnologia para o campo – disse o estudante Allan Kornell.

Com um trabalho artesanal os alunos da escola estadual Tancredo Neves mostraram como é possível gerar energia através do sol e do vento. Com uma maquete gigante, eles utilizaram um ventilador para simular uma torre aeólica.

- O vento faz girar a turbina que fornece energia para esta mini cidade – disse a estudante Andreza Partichelli.

A colega Patrícia Oliveira, do mesmo grupo, também explicava aos visitantes a importância destes tipos de energia. O ginásio da escola ficou tomado de maquetes e experimentos. Alunos da APAE também desenvolveram um trabalho relacionados a fontes de energia.

Alunos da Escola Estadual Luiza Santin, de Chapecó, montaram um sistema de automação em uma maquete, que possibilitava mudar a tabela do basquete ou a posição das arquibancadas de um ginásio de esportes com apenas dois comandos eletrônicos. Da EEB Lígia Remus, da comunidade de Alto da Serra em Chapecó, veio o projeto “Fazendo a nossa parte”, onde os alunos realizavam a reciclagem do papel durante a exposição. Participaram da feira regional, estudantes da partir do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio.

- O que nos chamou a atenção foi a criatividade dos alunos e a qualidade dos trabalhos. O que eles desenvolveram em sala de aula com os professores está sendo muito bem apresentado na feira regional – elogiou a gerente regional de educação Ana Vedana.


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28 ago14:55

Alunos participam de projeto de reciclagem

O mês de agosto vai encerrar com um grande trabalho realizado pelos alunos da escola estadual São Francisco, localizada no bairro Seminário em Chapecó. Em março deste ano, a escola que pertence à gerência de educação da SDR Chapecó, iniciou um projeto chamado “Amigos da reciclagem” que culminou em diversos trabalhos de conscientização e preparo de pontos de coleta e reciclagem dentro da escola. Mais de 330 alunos do 6º ao 9º ano participaram do projeto que reiniciará em 2013 com novas turmas.

O trabalho desenvolvido pela professora Patrice Vogel de Oliveira Cominetti iniciou com os alunos buscando, em construções e pelas ruas do bairro, materiais que poderiam ser reciclados. Restos de madeira dispensados, barricas de papelão, garrafas pet e latinhas eram recolhidas com dois objetivos: transformação do material em esculturas e arte para pontos de coleta de lixo reciclável e também para uma gincana do projeto Verde Vida. O estudante Crigor rebelatto, de 13 anos, gostou da experiência.

- Ninguém trabalhou sozinho. Toda a nossa equipe foi para a rua e ajudou na transformação do material – disse ele.

As barricas de papelão que eram utilizadas para acondicionar tinta nas obras foram lavadas e trabalhadas de forma artística. Algumas foram cortadas e deixadas nas salas de aula com as inscrições vidro, orgânico, plástico, metal e papel. Outras tiveram uma pintura especial e ficaram em exposição na estrada da escola.

- Todo mundo colaborou. Além do aprendizado, fizemos desenhos e deixamos as barricas muito bonitas. Para chamar a atenção – disse a estudante Emanuelli Vanessa Harter, de 15 anos.

Para a elaboração das esculturas e das barricas de reciclagem foram utilizados recortes de jornais, revistas, papéis de presente usados, tinta e pincéis.

De acordo com a professora responsável pelo projeto, a conscientização de alunos e das famílias é o ponto principal do trabalho e irá contribuir para a mudança da sociedade.

- Precisamos identificar materiais recicláveis e não separá-los apenas dentro da escola. Os estudantes devem levar estas informações para casa e despertar na família a importância da separação para o meio ambiente – disse Patrice.

Para a diretoria Mara Rosane Costa Maria, os projetos foram desenvolvidos por etapa e o objetivo foi alcançado.

- A escola também é ponto de coleta de pilhas e baterias, numa parceria com a Fundação de Meio Ambiente do município. Temos certeza que no próximo ano letivo nosso projeto será ainda maior – comemorou.



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22 ago14:54

Estudantes pesquisam e expõem painel sobre a história de Chapecó

Alguns dos fatos que marcam a história de Chapecó ao longo dos 95 anos estão expostos no painel linha do tempo, produzido pelos alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental do Colégio Exponencial, com idade entre 7 e 8 anos.

A atividade é coordenada pela professora Aneci Aiolfi Dall Orsoletta e foi baseada em pesquisa e coleta de dados sobre a história do município. O painel incluiu fotos e descrições sobre o passado e o presente do município.

Para a professora Aneci, construir a linha do tempo fez com que os estudantes conhecessem a história da cidade onde vivem.

- É preciso que as crianças conheçam o passado para que percebam que hoje somos nós os responsáveis por construir a história que será contada no futuro – disse.

Além da construção da linha do tempo durante a semana que antecede o aniversário do município os alunos estudarão os fatos históricos que compõe o painel. O objetivo é aprofundar o conhecimento, fazendo com que cada um desperte o interesse pela pesquisa e pela história de Chapecó.


Estão na Linha do Tempo

A criação do município de Chapecó em 1917; a construção do primeiro hospital, o Santo Antônio em 1939, e sua primeira equipe médica; retratos sobre as primeiras ruas da cidade; as primeiras residências; episódios da história chapecoense como a queima da igreja em 1950; a enchente e dois meses depois a nevasca que marcou a história do município em 1965.

Empreendimentos como a construção da ponte que até hoje liga o Estado de Santa Catarina ao Rio Grande do Sul, em 1975, conhecida como ponte do Goio-En. Construção do Estádio Índio Condá em 1977 e a vinda do time do Sport Club Internacional de Porto Alegre para o jogo inaugural.


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17 ago15:31

Farmácia Escola em Chapecó inicia manipulação de medicamentos

A Farmácia Escola Unochapecó é uma empresa, que disponibiliza serviços ambulatoriais, medicamentos e produtos manipulados para a comunidade de Chapecó e região. Sua estrutura possibilita na prática o aprendizado dos estudantes do curso, com o auxílio de profissionais formados.

Com essa proposta, a Farmácia Escola iniciou o processo de manipulação de medicamentos fitoterápicos. Segundo a coordenadora, professora Valéria Mokfa, as manipulações são de medicamentos alopáticos, fitoterápicos produzidos de plantas medicinais e dermocosméticos.

- O processo é realizado por farmacêuticos e estagiários na área, que também realizam estágios obrigatórios de conclusão de curso e vivenciam a rotina de trabalho de uma farmácia – indica a professora.

Sobre os fitoterápicos, a coordenadora informa que a farmácia possui um convênio com a Prefeitura Municipal, através do Projeto Fitochapecó. Com essa parceria, os medicamentos são disponibilizados nas unidades municipais de saúde e podem ser adquiridos com receita médica.

Entre eles estão chás de malva, melissa, camomila, sene, alcachofra, erva-doce. Também são manipulados fitoterápicos como pomada de confrei, creme de calêndula, xarope de guaco, pomada orabase de camomila, cápsulas de espinheira santa e hipericum, gel e creme de arnica.

A coordenadora orienta que a solicitação dos produtos manipulados deve ser feita com antecedência e devem ser retirados na Farmácia Escola.

- Esses produtos são benéficos, pois atendem todas as especialidades médicas, dependendo da necessidade, além de prescrições de odontólogos, solicitação de produtos estéticos e para fisioterapia – indica Valéria.


Serviços

Implantada em 2003, a Farmácia Escola Unochapecó, oferece a comunidade, serviços farmacêuticos como verificação de pressão arterial, controle de glicose capilar e aplicação de medicamentos injetáveis.

O horário de atendimento é de segunda-feira à sexta-feira das 8h às 12h e das 13h15 às 18h15h e nos sábados das 8h às 12h.

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17 ago10:28

Adolescente de 17 anos foi morto com três tiros, próximo a uma escola, em Chapecó

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Ronaldo Dionathan Casagrande, 17 anos, morto com três disparos de revólver calibre .38 na noite desta quinta-feira em Chapecó, está sendo velado no Pavilhão da Associação dos Moradores do Bairro Passo dos Fortes. O enterro será às 17h desta sexta-feira no cemitério municipal. Um adolescente de 15 anos assumiu a autoria do crime e foi apreendido pela Polícia Militar. Nesta manhã ele saiu da delegacia da Polícia Civil e foi levado para prestar esclarecimentos para o promotor no Fórum da cidade. O juiz deve decidir até o meio-dia se o adolescente ficará apreendido ou será liberado.

De acordo com o delegado Augusto Mello Brandão o adolescente de 15 anos teria assumido a autoria do caso. Mas o caso está ainda com informações desencontradas, pois uma testemunha disse que o adolescente teria apenas assumido a autoria do crime.

– Estamos apurando essas informações – disse o delegado.

O homicídio foi por volta das 22h50 na Rua Borges de Medeiros, próximo a uma escola estadual. Segundo a Polícia Militar o adolescente de 15 anos teria alugado a arma utilizada no crime, de outro adolescente de 16 anos, pelo valor de R$ 300. Ainda segundo informações da PM, o adolescente teria pago R$ 10 para outra pessoa levar ele de moto até a escola.

O fato pode ter sido desencadeado após uma briga entre os adolescentes no dia 11 de agosto, quando Ronaldo teria ameaçado o suspeito pelo crime com uma arma. Ronaldo tem passagem pela polícia em 2011 após se envolver em briga.


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16 ago14:41

Sustentabilidade foi tema de Feira de Ciências e Tecnologia em escola de Chapecó

A escola estadual Tancredo Neves de Chapecó, realizou nesta semana, a Feira de Ciências e Tecnologia. O evento contou com a participação dos alunos das cinco turmas de 1ª série de Ensino Médio Integral; três turmas de 2ª série; 01 turma de 3ª série do Ensino Médio Regular; seis turmas de 7ª série; cinco turmas de 8ª série e duas turmas de Correção de Fluxo, do Ensino Fundamental. Esta foi a segunda feira realizada na escola neste ano. No primeiro semestre houve a feira do conhecimento, aberta à comunidade.

Nesta feira os trabalhos tiveram como tema central a “sustentabilidade. O assunto foi desenvolvido em todas as disciplinas com objetivo de demonstrar a produção de energia em todas as suas formas. Os trabalhos práticos e criativos foram julgados por convidados da rede municipal de ensino e da Gered. Além do conhecimento obtido nestes trabalhos, os alunos repassam as informações às pessoas que visitam a unidade escolar, o que lhe proporciona a capacidade de interagir com as pessoas. Afinal, os trabalhos são o resultado do que os estudantes aprenderam nos conteúdos.

Após a exposição foram premiados os trabalhos: Casa Sustentável, na categoria Ensino Fundamental, elaborado pelos alunos da 8ª série e Correção de Fluxo; e o trabalho Produção de Energia, elaborado pelos alunos da 2ª e 3ª séries na categoria Ensino Médio.

- A criatividade, o conhecimento despertado, o entusiasmo dos alunos fez com que a Escola como um todo se mobilizasse e participasse ativamente. Vimos também a alegria e orgulho dos pais com o trabalho dos filhos – comemorou a assessora Elisabete Dal Piva.

A escola estadual Tancredo Neves, fica localizada no Bairro Efapi, em Chapecó, possui 37 turmas e cerca de 1,2 mil alunos.


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07 ago09:51

Projeto de Leitura leva literatura para o palco em Chapecó

Um mundo de fantasia, formado por bonecas, teatro e muita leitura. Esse é o XI Projeto de Leitura promovido pelo Colégio Exponencial de Chapecó. Nesta edição o Projeto tem como tema “Histórias para aprender, pensar, divertir e encantar”, e apresenta as obras do autor italiano Michele Iacocca. Formado em Artes Plásticas, Iacocca veio para o Brasil há mais de 40 anos, aqui se tornou chargista, cartunista, tradutor e escritor.

Suas obras são famosas entre as crianças e adolescentes, pois abordam temáticas lúdicas e invocatórias. Um bom exemplo é a história da boneca de pano, Bambolina. Uma linda boneca que foi abandonada na rua, sem casa passou a ser jogada de um lado para o outro. O livro é formado só por ilustrações. A história da boneca foi adaptada e transformada em peça teatral, encenada pelos professores do Exponencial.

O Projeto de Leitura envolve os alunos da Educação Infantil aos sétimos anos do Colégio. Conforme a coordenadora pedagógica do Colégio, Mariluci Mantelli Guimarães, ao longo do ano cada turma trabalhou uma obra específica de Iacocca e esse é o momento que os alunos interagem e participam de oficinas e peças de teatro sobre as demais obras do escritor.

O Projeto acontece até o dia 16 de agosto no auditório do Colégio Exponencial. No dia 15 o Colégio recebe a assessora pedagógica da Abril Educação e professora de Literatura, Jaqueline Sampaio, que irá representar o autor Michele Iacocca. A atividade inicia às 9 horas e se estende até às 16 horas.

Para finalizar as atividades do XI Projeto de Leitura, o Colégio promove no dia 16, o Salão do Livro Infanto Juvenil, com teatro, exposição de trabalhos, contação de histórias e visitação a exposição de livros. A atividade inicia às 17 horas e encerra às 19 horas, no Colégio Exponencial.



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