Estiagem

15 fev17:35

Ipumirim decreta situação de emergência

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Subiu para 93 o número de municípios em situação de emergência em Santa Catarina, devido a estiagem. Segundo a Defesa Civil são mais de 590 mil pessoas afetadas. Concórdia também decretou, porém a documentação ainda não foi recebida pela Defesa Civil.

Em Ipumirim as perdas na produção de milho passam dos 20%. Segundo levantamento da Epagri, 70% da área plantada foi atingida. – A estimativa inicial era colher 9600 toneladas, devido a estiagem, foram perdidas 1344 toneladas de grãos. Um prejuízo de R$ 672 mil – disse Nédio Luis Patzlaff, representante da Epagri.

Já a produção leiteira teve uma redução de 10%, um prejuízo de R$ 337.500,00. Nédio acredita que as perdas no leite devem continuar, pois a pastagem de verão está comprometida e a pastagem de inverno ainda não pode ser plantada.


93 Municípios em situação de emergência

Os últimos decretos foram de Ipumirim, Iomerê, Jaborá e Piratuba. Concórdia também decretou, porém a documentação ainda não foi recebida pela Defesa Civil do Estado.


Abelardo Luz

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista

Anchieta

Arvoredo

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Concórdia*

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Iomerê

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Ipumirim

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jaborá

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Piratuba

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Presidente Castello Branco

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 15de fevereiro de 2012, pela Defesa Civil.

*A Defesa Civil do Estado ainda não recebeu a documentação do município.


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15 fev14:22

Estiagem atinge 60% das propriedades em Abelardo Luz

Os agricultores afetados pela estiagem estão recebendo atenção redobrada em Abelardo Luz. A falta de chuva fez com que a prefeitura a contratasse a terceirização do serviço de máquinas para fazer bebedouros para os animais em diversas propriedades do interior do município.

São cinco máquinas empenhadas diretamente na abertura de bebedouros e buracos para guardar a silagem produzida a partir do milho afetado pela estiagem. – Além de três máquinas da prefeitura, temos mais duas terceirizadas e mesmo assim o serviço aumenta a cada dia – disse o diretor de agricultura, Edivar Turossi.

A estiagem prolongada já afeta mais de 60% das propriedades rurais do município. A abertura de bebedouros é uma das soluções imediatas encontradas para conter em parte os efeitos da seca e evitar que falte água aos animais. – Já foram abertos mais de 100 bebedouros e 80 buracos para armazenamento da silagem em poucas semanas em diversas comunidades – ressalta Turossi.

O município está em situação de emergência e os prejuízos na produção agrícola devem passar de R$ 30 milhões. A queda maior é na produção de leite com 40% de perdas, lavouras de milho, fumo e feijão registram 40% de prejuízos e soja 10% por hectare.

As propriedades rurais mais prejudicadas estão localizadas nas comunidades de Alegre do Marco, Canhadão, Passo das Antas, Nova Aurora, Roseli Nunes, Juruá, José Maria e Papuan. – A secretaria de Agricultura vai ficar monitorando os locais e dando todo suporte necessário aos agricultores afetados – afirma Turossi.


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15 fev13:34

Caminhão para distribuição de água chega a São Miguel do Oeste

A Regional de São Miguel do Oeste recebeu nesta terça-feira, dia 14, mais um auxílio do Governo do Estado para o combate dos efeitos da estiagem que assola a região desde o ano passado. Uma Auto Carreta Tanque (ACT), com capacidade para 27 mil litros foi entregue no 12º Batalhão de Bombeiros Militar de São Miguel do Oeste. O veículo vai auxiliar no transporte e distribuição de água dos municípios que sofrem com a seca.

Segundo o Bombeiro Militar, tenente Marco Antônio Eidt, que está respondendo pela corporação de São Miguel do Oeste, o ACT foi disponibilizado pelo 8º Batalhão de Bombeiros Militar de Tubarão. O primeiro município a receber o auxílio será Guaraciaba, que segundo a Defesa Civil, está com graves problemas de distribuição de água.

O caminhão, de acordo com o tenente Eidt, permanecerá na região o tempo necessário para atender os municípios. O cronograma dos locais que o ACT irá auxiliar no transporte e distribuição de água será definido pela Coordenadoria Regional da Defesa Civil.

- Isso será definido de acordo com a necessidade e demanda do município, considerando a possibilidade de apoio e mobilidade da água – declarou o tenente.

Os custos com combustíveis serão pagos pelo Corpo de Bombeiros de Santa Catarina e as diárias e despesas do motorista do ACT será custeado pela Defesa Civil Estadual.

O secretário Regional, Wilson Trevisan, afirmou que ação foi rápida, considerando que a reunião definindo o deslocamento do caminhão aconteceu no dia 10 de fevereiro.


90 Municípios em situação de emergência

Sobe para 90o número de municípios atingidos pela estiagem em SC. Os últimos decretos foram de Alto Bela Vista e Presidente Castello Branco. Concórdia e Ipumirim também decretaram, porém a documentação ainda não foi recebida pela Defesa Civil do Estado.


Abelardo Luz

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista

Anchieta

Arvoredo

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Concórdia*

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Ipumirim*

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Presidente Castello Branco

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 14 de fevereiro de 2012, pela Defesa Civil.

*A Defesa Civil do Estado ainda não recebeu a documentação do município.





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14 fev10:46

Seara decreta situação de calamidade pública

Em reunião na tarde desta segunda-feira, Seara decretou situação de calamidade pública devido à estiagem e a dificuldade no abastecimento de água da cidade e interior do município. Também foi definida a entrada de uma ação administrativa no Ministério Público para que a Casan tome providências emergenciais para amenizar o problema. Uma das alternativas paliativas é de que a estatal contrate caminhões para o transporte de água à população.

O gerente da Casan em Seara Marcelo Cozer, explica que a necessidade de Seara é de 120 mil litros por hora. – Atualmente estão sendo distribuídos 45 mil litros/hora, ou seja, apenas um terço do que a população consome normalmente – disse.

A Prefeitura está transportando água potável com caminhões da estação de tratamento da Casan em Itá para abastecer os bairros Garghetti, Padre Lídio e parte do Bairro São João. São aproximadamente 200 mil litros de água por dia transportados do município vizinho para Seara. Outros caminhões estão abastecendo o restante da cidade através de poços artesianos e pelo rodízio da Casan.

Nesta terça-feira uma carreta do Corpo de Bombeiros, vinda de Florianópolis, chegou na região Oeste e está fazendo o transporte de água do reservatório de Itá e levando até Seara. O presidente da Defesa Civil de Seara Fabio Stocco disse que a Casan deve contratar mais três caminhões para realizar o transporte.

- A previsão é de que cada caminhão faça de oito a dez viagens por dia. Com quatro caminhões fazendo o transporte ainda não seria o suficiente para suspender o rodízio, porém amenizaria bastante a situação do abastecimento – destaca Marcelo.

A Prefeita Laci Grigolo enfatiza que a situação só tende a se agravar já que as previsões para chuvas não são animadoras. – A Prefeitura está fazendo tudo o que está ao seu alcance, agora buscamos com a ação administrativa, uma solução concreta e urgente da Casan para o município – disse.

No interior um trator e dois caminhões da Prefeitura também abastecem propriedades que necessitem de água principalmente aqueles que possuem produção de aves e suínos.

- Esse trabalho é por tempo indeterminado, até que chova o suficiente para acabar com a estiagem – destaca Stocco.

O trabalho de desassoriamento da barragem foi concluído na semana passada, já a retomada dos trabalhos de retirada da bomba do poço profundo devem ser retomados nesta semana com a chegada da peça para sucção da bomba.


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13 fev18:11

Concórdia decreta Situação de Emergência devido à estiagem

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Concórdia, no Meio-Oeste, decreta situação de emergência. O anúncio foi feito pelo prefeito João Girardi, na tarde desta segunda-feira. Girardi esteve reunido com membros da Defesa Civil, Secretaria Municipal de Agricultura, representantes da Epagri e Corpo de Bombeiros.

– Essa é uma medida de prevenção – disse o prefeito. O Corpo de Bombeiros e a Secretaria Municipal de Agricultura estão recebendo pedidos para entrega de água na cidade e interior .

Segundo o secretário Antonio Colussi, trata-se de uma situação que ainda não é tão visível. – Ocorreram chuvas, mas não o suficiente para manter os mananciais de água – disse. Ele informou ainda que as perdas na agricultura giram entorno de 25 a 30% na produção de grãos.

Além da perda na produção de grãos, a produção leiteira, de frutas e hortaliças também está prejudicada. – Os prejuízos podem aumentar ainda mais caso não chova nos próximos – disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, e representante da Defesa Civil, Glaucemir Grendene.

O decreto deve ser encaminhado ainda nesta semana, antes vão ser realizados os levantamentos e comprovações exigidas para o envio da documentação para a Defesa Civil.


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12 fev14:53

SDR Dionísio Cerqueira entrega kits para transporte de água

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira confirmou a liberação de mais dois kits de emergência para municípios atingidos pela longa estiagem que atinge a região Oeste catarinense. De acordo com o secretário Regional, Flávio Berté, os municípios de Palma Sola e São José do Cedro foram contemplados com os equipamentos, liberados em forma de comodato, pela Defesa Civil de Santa Catarina.

Os kits da Defesa Civil são compostos por duas motobombas, um conjunto de mangueiras para sucção e distribuição, cintas de fixação com gancho para remoção de caixas de água, catraca e quatro tanques em polietileno com proteção de raios UV com capacidade para cinco mil litros cada. – Os materiais liberados pelo Governo do Estado serão utilizados, exclusivamente, para abastecimento de água a população urbana e rural que sofre bastante em função da estiagem. Os kits são iguais aos liberados na semana passada para o município de Anchieta – destaca.

Os kits devem ser entregues para os municípios de São José do Cedro e Palma Sola nesta segunda-feira, dia 13.


Mais equipamentos

O gerente de Agricultura da SDR Dionísio Cerqueira, Ademilson Stuani, visitou os municípios da Regional, na companhia de representantes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. De acordo com Stuani, a situação é complicada e, mesmo com a chuva que caiu em grande parte da região, os níveis dos rios e dos açudes continuam baixos.

Depois da visita, a equipe esteve reunida no gabinete do secretário regional

para deliberar sobre a possibilidade de liberar mais equipamentos da Defesa Civil para os outros municípios que ainda não foram atendidos.


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11 fev08:00

Estiagem deve provocar aumento de 8% na carne de frango

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

A estiagem que desde novembro atinge o Oeste de Santa Catarina deve provocar um acréscimo de 8% no preço da carne de frango. O cálculo é do presidente da Associação Catarinense de Avicultura, Cléver Pirola Ávila. –Fizemos uma estimativa de aumento de custos e chegamos a esse valor- disse o diretor.

O motivo é o aumento do déficit de milho no Estado. Normalmente Santa Catarina já importa cerca de dois milhões de toneladas do cereal. Neste ano deve aumentar em pelo menos 500 mil esse déficit. O produto terá que vir de outras regiões e até de outros países, como o Paraguai.

– Esse custo de transporte será repassado para o produto final – afirmou Ávila.

Para o presidente da Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, a falta de milho é agravada pela seca no Rio Grande do Sul, que também terá que buscar a matéria-prima em outras regiões do país. Com isso o patamar da saca de 60 quilos, que deveria estar entre R$ 22 a R$ 24, está em torno de R$ 30.

-Esse custo é incompatível com a atividade- disse Barbieri.

Ele informou que o Governo Federal acenou com a possibilidade de disponibilizar milho com preços mais acessíveis ao produtor. Mas espera que isso se confirme. Para o presidente da Cidasc, os governos do Estado de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul precisam desenvolver programas de incentivo à produção de milho para não perderem competitividade de suas agroindústrias.

-Aqui nós podemos substituir áreas de soja por milho- disse Barbieri. Atualmente Santa Catarina tem um programa denominado Troca-Troca, em que o agricultor pega sementes e calcário e paga no ano seguinte, convertendo a dívidas em sacas do produto. Só que isso já não tem sido suficiente para estimular o produtor.

Na avaliação do presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, o preço da carne de frango já recuperou os patamares de final de ano, quando aumenta o consumo para o período de festas. Ele concorda que o aumento no preço do milho está pressionando os custos das agroindústrias.

– O milho está muito caro- disse. O presidente da Aurora disse que já houve um aumento do frango vivo e deve ocorrer um acréscimo também ao consumidor, mas não muito elevado.

Ele acredita que, com a entrada da safrinha (segunda safra) dos estados do Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, em julho ou julho, o frango voltará a um preço normal. Num supermercado de Chapecó, cortes de frango em bandeja oscilam de R$ 6 a R$ 11. O consumidor Jair Girardi disse que gosta dos cortes de peito e coxa. E já prevê que vai gastar mais para manter o consumo. –Vai sobrar pra nós também- afirmou, sobre os efeitos da estiagem.


DADOS DA AVICULTURA

- Santa Catarina disputa com o Paraná a liderança na produção de aves

-O Estado é o maior exportador de aves com faturamento superior a US$ 1 bilhão

- O abate anual é de 700 milhões de aves

-Cerca de 30% da produção é exportada

-São 13 mil avicultores catarinenses, sendo 10 mil integrados às agroindústrias

-A cadeia avícola gera 40 mil empregos diretos e 80 mil indiretos em SC.




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10 fev13:54

Alto Bela Vista decreta situação de emergência

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O município encaminhou, via Correios, na tarde desta quinta-feira, dia 9, para a Defesa Civil do Estado a documentação necessária para o decreto de Situação de Emergência. Com isso são 87 cidades nessa situação devido a estiagem. Segundo o prefeito Sergio Luiz Schmitz o decreto não foi encaminhado antes porque esperavam que a chuva resolvesse a situação. – Como estava dando algumas chuvas protelamos o envio do decreto, mas a chuva veio fraca e não resolveu – disse.

A situação de emergência foi determinada tendo vista que a estiagem vem prejudicando o fornecimento e abastecimento de água principalmente para os rebanhos de bovinos, suínos e aves.

>> Formosa do Sul sofre com a falta de água

Segundo informações da gerência de agricultura do município os prejuízos variam de 20% a 40% e, se não chover nos próximos dias, esse número pode aumentar. As perdas na produção de grãos chega a 35%, na fruticultura a 20%, a 30% na produção de leite e 40% na outras lavouras.

Essa é a nona cidade da região do Alto Uruguai a decretar situação de emergência. Seara, Paial, Arvoredo, Xavantina, Lindóia do Sul, Irani, Itá e Peritiba, já haviam encaminhado decreto para a Defesa Civil.

Até o começo da tarde a Defesa Civil do Estado não havia recebido a documentação de Alto Bela Vista.


87 Municípios em situação de emergência

Alto Bela Vista encaminhou nesta sexta-feira, dia 10, documentação para o decreto de Situação de Emergência para a Defesa Civil do Estado.


Abelardo Luz

Águas de Chapecó

Águas Frias

Alto Bela Vista*

Anchieta

Arvoredo

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Celso Ramos

Chapecó

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Iraceminha

Irati

Irani

Itá

Itapiranga

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Paial

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Peritiba

Pinhalzinho

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Santa Helena

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São José do Cerrito

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada em 10 de fevereiro de 2012, pela Defesa Civil.

*A Defesa Civil do Estado ainda não recebeu a documentação do município.


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10 fev11:16

Formosa do Sul sofre com a falta de água

Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

O Rio João Emílio que abastece Formosa do Sul está baixo e não consegue mais encher o reservatório de água do município. Com essa situação a primeira medida da prefeitura foi racionar o fornecimento de água. Agora a população urbana recebe água das 6 horas até as 16h. Segundo o prefeito Jorge Comunello, esse período pode ficar ainda mais curto caso não chova significativamente nos próximos dias.

- Estamos procurando poços que possam ajudar a manter o nível dos reservatórios. Mas por enquanto a palavra de ordem é economizar – disse o prefeito.

A Casan prepara uma medida emergencial. – Será feito um convênio entre a Companhia, Prefeitura e Corpo de Bombeiros para buscar água do Rio Chapecó, que fica a 25 Km do centro da cidade, para suprir a demanda – disse o superintendente regional da Casan, Ésio Bordignon.

Devem ser realizadas oito viagens para levar, aproximadamente, 150 mil litros de água do Rio para a estação de tratamento. O transporte deve iniciar somente na segunda-feira, dia 13, pois o caminhão que fará o transporte vem da Defesa Civil do Estado.


Água para os animais

As sete comunidades do interior do município também sofrem com a falta da água. A prefeitura faz o transporte de água do Rio Ouro para propriedades que possuem aviários, chiqueiros ou rebanho leiteiro. São dois caminhões que transportam cerca de 10 mil litros a cada viagem.

As perdas na produção do milho passam de 50%. Para o secretário de Agricultura, Rinaldo Segalin, agora a preocupação dos agricultores é aproveitar o produto para fazer silagem. – Mesmo assim não será uma silagem de qualidade – comentou.

Outra preocupação é na produção leiteira. – As pastagens estão secas e os agricultores precisam comprar ração para manter a alimentação dos animais o que deve aumentar o custo de produção – destacou o prefeito. Ele disse ainda que os prejuízos estão sendo levantados.

O município recebeu quatro kits, com quatro caixas de cinco mil litros e duas motobombas, da Defesa Civil, para auxiliar na distribuição de água.





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09 fev11:07

Falta de água em Seara

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Enquanto a bomba e a tubulação do poço profundo não são consertadas e não chover o suficiente para encher a barragem do rio Caçador a população de Seara vai sofrendo com a falta de água nas torneiras. A Casan e a Prefeitura tentam abastecer o interior e as partes altas da cidade com caminhões pipa. Mesmo assim eles só conseguem amenizar a situação.

Um dos locais mais problemáticos é na Vila Esperança. O auxiliar de lavagem Írio Oliveira chegou a buscar água com um balde num poço no mato. Como a água turva ele só a utilizava para tomar banho e lavar a louça. O banho era de bacia.

Paulo Cesar Oliveira armazenou água em baldes depois de ficar 5 dias sem.

- Só me lavava com a mão- explicou. A água potável era trazida em litros de refrigerante, pela irmã. Ele chegou a ficar cinco dias sem receber água na rede. Írio mora com a família do irmão, Paulo César Oliveira. Paulo César, que é auxiliar de produção, tomava banho no trabalho. E a roupa e louça ficaram acumulados até ontem, quando chegou um caminhão pipa. Oliveira aproveitou para encher o tanque, tambores e panelas.

>> Limpeza na barragem para acumular água em Seara

A família de Elisama de Oliveira teve mais sorte. Eles ficaram “apenas” dois dias sem água. Ontem ela chegou a mãe de Elisama aproveitou para lavar a roupa. Ela ficou de “guarda” perto da torneira para encher 19 litros de refrigerante, com a ajuda do irmão Elizeu. Assim eles conseguiram um estoque para os próximos dias. Ela também aproveitou para lavar a louça que estava acumulada.

- Falta dois dias daí vem um pouco – relata.

Essa rotina da família desde dezembro. Ela relata que às vezes o pai chega cansado do trabalho e não tem água para tomar banho. A solução é esperar até meia-noite ou então ir na casa dos avós.


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