Estiagem

17 jan10:26

SDR Seara e Epagri promovem reunião sobre estiagem

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional (SDR) Seara promoveu na tarde desta segunda-feira, reunião técnica para discutir sobre a estiagem, orientações e procedimentos do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). A realização do encontro contou com a colaboração da Epagri, Cidasc, Banco do Brasil e agências credenciadas.

Secretários de agricultura e técnicos da Epagri dos municípios de Lindóia do Sul, Paial, Ipumirim, Seara, Concórdia, Peritiba, Ipira, Irani, Arvoredo, Arabutã, Itá e Xavantina participaram do encontro.

O secretário Regional de Seara, Edemilson Canale, afirmou que discussões sobre a situação da estiagem fazem-se necessárias para garantir o esclarecimento de questões pertinentes, orientações e procedimentos relativos ao Proagro, uniformizando a linguagem e linha de conduta entre os poderes representados no evento, a fim de que todos possam melhor direcionar suas ações.

De acordo com o técnico da Epagri Chapecó, Ivan Carlos Chiapinotto, o Proagro tem como objetivo exonerar o produtor rural de obrigações financeiras em operações de crédito cuja liquidação seja dificultada pela ocorrência de fenômenos naturais, pragas e doenças. – Dentro do Proagro existe o ‘Proagro Mais’. Este abrange os produtores do Pronaf, destinado a agricultura familiar – explica.

De acordo com ele, devem acionar o Proagro produtores que registraram perdas maiores que 30% por evento (da renda) amparado pelo programa.

O gerente de Mercado do Banco do Brasil, Marcelo Santos do Canto, salientou que para acionar o Proagro não há necessidade de que o município encontre-se em situação de emergência.

- É preciso que as prefeituras, Cidasc e agentes técnicos levem informações corretas aos produtores. Esta parceria entre os agentes financeiros, Epagri e Cidasc mantendo um diálogo aberto, torna-se fundamental para diminuir os transtornos e agilizar os processos junto às instituições – disse Marcelo.

Para comprovar as perdas são necessárias fotos da lavoura; em caso de áreas maiores que um hectare, GPS – área e localização da lavoura; áreas menores que um hectare estimativa de produtividade e redução de área; e comprovação de compra de insumos.

O Programa de Garantia de Atividade Agropecuária não cobre incêndios de lavoura; erosão; plantio fora de época; falta de controle da praga e doenças; deficiências nutricionais; lavouras conduzidas a mais de três anos na mesma área, sem práticas de conservação e fertilização; tecnológicas inadequadas; e lavouras sem observância de zoneamento.

O diretor de Extensão da Epagri, Dtimar Alfonso Zimatch, acrescentou que uma das preocupações do órgão é estabelecer um canal de comunicação com os municípios em situação de emergência, enviando boletins semanais do CIRAM – Epagri sobre as situações climáticas.

Atualmente 70 municípios são monitorados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (CEPA) das regiões Oeste e Centro – Oeste, onde praticamente todos registraram perdas na produção.



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17 jan07:08

Plano de combate à estiagem é considerado insuficiente

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Um pacote de R$ 28,6 milhões dos Governos Federal e Estadual foi confirmado ontem em Chapecó, com a presença dos ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, do Desenvolvimento Agrário, Afonso Bandeira Florence, do ministro interino de Relações Institucionais, Claudinei Nascimento, e do governador Raimundo Colombo.

O plano prevê ações emergenciais, como recursos para os municípios bancarem serviços de transporte de água, mas também medidas a médio e longo prazo, como perfuração de poços e crédito para construção de cisternas e sistemas de irrigação.

Os R$ 10 milhões do Ministério da Integração Nacionais serão utilizados para perfuração de 333 poços artesianos, o que dará uma média de quatro poços por município. Cada município deve receber um distribuidor de adubo orgânico, já que o Estado liberou R$ 1 milhão para compra destes equipamentos, que custam cerca de R$ 15 mil.

O governo do estado também anunciou R$ 1,6 milhão para auxílio dos municípios em despesas de transporte de água e silagem, sendo que 1,3 milhão já haviam sido anunciados há duas semanas. Isso dá cerca de R$ 20 mil por cidade. O prefeito de São Carlos, Élio Godoy, considerou as medidas como “razoáveis”. Ele lembrou que muitos poços perfurados em seu município não dão água. E que é necessário investimento mais forte em reservatórios e cisternas. Ele já gastou cerca de R$ 50 mil com o transporte de água. Em Chapecó já há exemplos de cisternas que vem dando certo. O Governo do Estado liberou R$ 10 milhões para bancar o juro de financiamento de cisternas, sistemas de captação e armazenagem de água e distribuição. E também assinou um termo de cooperação técnica com as agroindústrias para incentivar a instalação desses sistemas nos aviários e pocilgas. O presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, disse que a empresa vai incentivar seus integrados a acessarem o programa Juro Zero. Ele considerou a medida positiva para evitar o transporte de água nos períodos de estiagem.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Bandeira Florence, disse que as dívidas que vencem neste início de anos foram prorrogadas para 31 de julho. E que elas podem ser renegociadas até cinco anos. O coordenador da Federação da Agricultura Familiar da Região Sul, Fetraf-Sul, Celso Ludwig, entregou uma pauta de reivindicações para os ministros. Ele afirmou que o que foi anunciado ontem é muito pouco. –Não pode ficar só nisso senão é fogo de palha- explicou.

Ludwig disse que as medidas não resolvem o problema da renda do produtor. A prorrogação das dívidas não resolve. Os ministros afirmaram que o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária vai atender as perdas e que os técnicos da Epagri estão fazendo os laudos das perdas. Em Santa Catarina 3,2 mil produtores, dos 130 mil contratos de custeio, já solicitaram o Proagro. No entanto o programa só pode isentar o financiamento, a partir de 30% de perdas, garantindo uma renda para o produtor de, no máximo, R$ 3,5 mil.

O agricultor Valdecir Carvalho, de Chapecó, espera a visita de um técnico para verificar as perdas. Ele estima em 50% a quebra no milho e 40% na soja. Se for confirmado esse percentual ele terá isenção de 50% no financiamento de R$ 51 mil da lavoura de milho e 40% nos R$ 30 mil da lavoura de soja.

-As ações ajudam a minimizar as perdas- avaliou. Mas ele afirmou que precisa uma prorrogação das dívidas. Além disso ele pretende acessar o programa Juro Zero e construir uma cisterna para seus dois aviários.

O Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, afirmou que o governo está empenhado em desenvolver ações para evitar que a situação se repita nos próximos anos. Celso Ludwig disse que é necessário investimento em irrigação, com recursos subsidiados, para garantir parte da produção nas propriedades.

Ou seja, as medidas anunciadas ontem devem ser apenas o começo de ações de infraestrutura que resolvam a falta de estiagem de forma permanente.


Outras medidas anunciadas

-Prorrogação das dívidas que vencem no início do ano para 31 de julho

-Compra de milho e trigo pelo Governo Federal para disponibiliza-los aos produtores do Sul com transporte subsidiado.

-Garantia de benefício de seguro do financiamento e renda até R$ 3,5 mil do Programa de Apoio à Atividade Agropecuária (Proagro).



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16 jan11:48

Pacote de Combate à estiagem em SC é anunciado em Chapecó

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Foi confirmado nesta manhã em Chapecó o Pacote de R$ 28,6 milhões para o combate a estiagem em Santa Catarina. Estiveram reunidos no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó, os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, do Desenvolvimento Agrário, Afonso Bandeira Florence, e o ministro interino de Relações Institucionais, Claudinei Nascimento, além do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. Também estiveram presentes prefeitos e outras lideranças políticas.


Mendes Ribeiro Filho, ministro da Agricultura.


Os ministros confirmaram a liberação de R$ 10 milhões do Governo Federal, que devem ser aplicados na perfuração de 333 poços artesianos nas comunidades rurais dos municípios atingidos pela estiagem, que eram 80 até o final de semana. Também foi assinado um convênio entre o Ministério, o Governo de Santa Catarina e o Banco de Desenvolvimento Econômico do Extremo Sul, no valor de R$ 6 milhões, para financiamento de sistemas de captação de água e irrigação. O recurso tem prazo de 12 anos para pagar e juros de 6,75% ao ano.

O Governador do Estado, Raimundo Colombo, anunciou R$ 12,6 milhões em recursos. São R$ 10 milhões para o Programa Juro Zero, da Secretaria da Agricultura, que servirá para subsidiar o juro dos investimentos que os agricultores tomarem para financiar cisternas e outros sistemas de armazenamento de água.

Mais um milhão será destinado aos municípios em situação de emergência para a compra de distribuidores de distribuidores de água, que são distribuidores de dejetos de suínos adaptados para a função. Cada um custa R$ 13 mil. Além disso o governo também confirmou mais R$ 353 mil para os últimos 20 municípios que decretaram situação de emergência, totalizando R$ 1,6 milhão dividido entre as prefeituras, para bancar serviços de transporte de água e silagem. Cada município vai receber conforme o número de propriedades rurais, o que dá uma média de R$ 20 mil por município.

Foi anunciado também a prorrogação das dívidas agrícolas que venciam em janeiro. Agora os agricultores tem prazo até o dia 31 de julho para saldá-las.


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16 jan07:10

Pacote contra a seca terá R$ 28,6 milhões

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

Será de R$ 28,6 milhões o montante de verbas de combate a estiagem em Santa Catarina, que será anunciado nesta segunda-feira no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó. Estarão presentes os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, do Desenvolvimento Agrário, Afonso Bandeira Florence, e o ministro interino de Relações Institucionais, Claudinei Nascimento, além do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo. Uma coletiva está prevista para às 10 horas e, às 10h30, o ato com a presença de prefeitos e outras lideranças políticas.

Depois está prevista a visita a uma propriedade rural em Chapecó. Os ministros devem confirmar a liberação de R$ 10 milhões do Governo Federal e que devem ser aplicados na perfuração de 333 poços artesianos nas comunidades rurais dos municípios atingidos pela estiagem, que eram 80 até o final de semana. Também será assinado um convênio entre o Ministério, o Governo de Santa Catarina e o Banco de Desenvolvimento Econômico do Extremo Sul, no valor de R$ 6 milhões, para financiamento de sistemas de captação de água e irrigação. O recurso tem prazo de 12 anos para pagar e juros de 6,75% ao ano.

O Governo de Santa Catarina vai anunciar R$ 12,6 milhões em recursos. São R$ 10 milhões para o Programa Juro Zero, da Secretaria da Agricultura, que servirá para subsidiar o juro dos investimentos que os agricultores tomarem para financiar cisternas e outros sistemas de armazenamento de água.

Mais um milhão será destinado aos municípios em situação de emergência para a compra de distribuidores de distribuidores de água, que são distribuidores de dejetos de suínos adaptados para a função. Cada um custa R$ 13 mil. Além disso o governo vai anunciar mais R$ 353 mil para os últimos 20 municípios que decretaram situação de emergência, totalizando R$ 1,6 milhão dividido entre as prefeituras, para bancar serviços de transporte de água e silagem. Cada município recebe conforme o número de propriedades rurais, o que dá uma média de R$ 20 mil por município.


Perdas já atingem R$ 497 milhões

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf-Sul), vai entregar uma pauta de reivindicações ao ministro Mendes Ribeiro Filho, solicitando disponibilização de milho para os animais, programa de irrigação, programa de sementes para plantio de safrinha e desburocratização na liberação do seguro. O coordenador da entidade, Celso Ludwig, disse que as ações são importantes mas insuficientes em relação ao volume de perdas.

– Precisamos buscar uma solução para a renda do agricultor. Em Santa Catarina as perdas na agropecuária já somam R$ 497 milhões, segundo dados divulgados ontem pela Secretaria da Agricultura.



80 Municípios em situação de emergência


Itá e Xavantina foram os dois últimos municípios a decretar.


Abelardo Luz

Águas de Chapecó

Águas Frias

Anchieta

Arvoredo

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Chapecó

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Iraceminha

Irati

Itá

Itapiranga

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Pinhalzinho

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xavantina

Xaxim

Lista atualizada às 17h40, do dia 13 de janeiro de 2012, pela Defesa Civil.




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14 jan14:55

Governo de SC vai anunciar R$ 11,2 milhões

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O Governo do Estado vai divulgar um pacote de R$ 10,2 milhões em ações de combate à estiagem na próxima segunda-feira, quando o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, estará em Chapecó. O ato deve ocorrer às 10 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes. –Serão recursos para a construção de cisternas, irrigação e açudes- adiantou o secretário de Agricultura, João Rodrigues.

Os R$ 10 milhões deverão ser utilizados para o pagamento dos juros de empréstimos que os agricultores poderão tomar no banco.

O secretário adjunto de Agricultura, Airton Spies, informou que mais R$ 1 milhão devem ser destinados para a aquisição de equipamentos de transportes de água, que são os distribuidores de dejetos que são adaptados para o transporte de água. Cada distribuidor custa R$ 13 mil e transporta seis mil litros.

Alegria do agricultor Natalino de Bortoli com a chuva que começou na sexta-feira, dia 13.

Outros R$ 250 mil devem ser distribuídos aos municípios que decretaram emergência na última semana e que não foram beneficados pelos 1,3 milhão liberados na semana passada, de acordo com o número de propriedades rurais de cada município. Esse dinheiro pode ser aplicado em serviços como transporte de água e silagem. Ontem o número de decretos de emergência subiu para 80.

O Governo Federal anunciou R$ 10 milhões do Ministério da Integração Nacional para Santa Catarina, que devem ser utilizados na perfuração de 333 poços artesianos, nos municípios em situação de emergência.

–Vamos perfurar quatro a cinco poços por município- explicou Spies.

Santa Catarina tinha solicitado R$ 80 milhões em recursos para obras como a construção de 24,6 mil cisternas, 13,2 mil açudes particulares e mil açudes comunitários de médio grande porte. Mas esse dinheiro não foi liberado. Segundo Spies, esses números foram feitos numa estimativa baseada em cima de um estudo da Defesa Civil que apontou 132 municípios como os mais atingidos por estiagens. A idéia era liberar 200 cisternas, 100 açudes e oito reservatórios comunitários por município.

O ministro da Agricultura também deve anunciar uma linha de crédito do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para sistemas de captação de água, com juros de 6,75% ao ano. As dívidas dos produtores também devem ser prorrogadas.

Para o coordenador da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Santa Catarina, Alexandre Bergamin, a ação dos governos estadual e federal foi ágil e isso foi positivo. No entanto ele considera que os recursos são insuficientes diante do volume das perdas, que já atingem R$ 470 milhões. –O que foi anunciado não dá 2% das perdas- calculou Bergamin. Os recursos do Governo do Estado até ontem somam pouco mais de R$ 10 mil por município e, do governo do Estado, pouco mais de R$ 100 mil, segundo Bergamin. Ele afirmou que agora o momento do governo lançar linhas específicas que garantam a renda do produtor e o plantio da safrinha. –Tem que vir dinheiro que chegue no agricultor- disse.


80 Municípios em situação de emergência

Itá e Xavantina foram os dois últimos municípios a decretar.


Abelardo Luz

Águas de Chapecó

Águas Frias

Anchieta

Arvoredo

Bandeirante

Barra Bonita

Belmonte

Bom Jesus

Bom Jesus do Oeste

Caibi

Campo Erê

Caxambu do Sul

Chapecó

Cordilheira Alta

Coronel Freitas

Coronel Martins

Cunhataí

Cunha Porã

Descanso

Dionísio Cerqueira

Entre Rios

Faxinal dos Guedes

Formosa do Sul

Flor do Sertão

Galvão

Guaraciaba

Guarujá do Sul

Guatambu

Iporã do Oeste

Ipuaçu

Iraceminha

Irati

Itá

Itapiranga

Jardinópolis

Jupiá

Lajeado Grande

Lindóia do Sul

Maravilha

Marema

Modelo

Mondaí

Nova Erechim

Nova Itaberaba

Novo Horizonte

Ouro Verde

Palma Sola

Palmitos

Paraíso

Passos Maia

Pinhalzinho

Planalto Alegre

Ponte Serrada

Princesa

Quilombo

Riqueza

Romelândia

Saltinho

Santa Terezinha do Progresso

Santiago do Sul

São Bernardino

São Carlos

São Domingos

São João do Oeste

São José do Cedro

São Lourenço do Oeste

São Miguel da Boa Vista

São Miguel do Oeste

Saudades

Seara

Serra Alta

Sul Brasil

Tigrinhos

Tunápolis

União do Oeste

Vargeão

Xanxerê

Xavantina

Xaxim


Lista atualizada às 17h40, do dia 13 de janeiro de 2012, pela Defesa Civil.





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14 jan14:43

Projeto que amenizaria estiagem não recebeu apoio

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br


A ocorrência de estiagem no Oeste de Santa Catarina é quase tão previsível quanto o Natal ou o Carnaval. Somente na década passada foram sete períodos de falta de chuva. Com isso já daria tempo para tomar medidas preventivas que amenizassem a escassez de água.

Um exemplo é um projeto do Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina, que foi elaborado a pedido da Defesa Civil de Santa Catarina. O projeto previa 555 ações em 194 municípios. Técnicos fizeram levantamento das principais dificuldades de cada município. Entre essas ações estavam construção de cisternas, perfuração de poços, proteção de fontes, construção de açudes, redes de distribuição e conjuntos de bombas de água. O projeto, orçado em R$ 44 milhões, foi apresentado ao Ministério da Integração Nacional em maio de 2006.

O projeto serviu de base para uma verba de R$ 10 milhões fosse destinada ao estado. Mas, segundo o diretor da Defesa Civl na época e atual secretário adjunto da Defesa Civil, major Márcio Luiz Alves, o recurso não foi destinado ao projeto e sim dividido em cotas de R$ 50 mil para cada município atingido. –Por interesses políticos a verba não foi destinada ao projeto, que tinha critérios técnicos e priorizava as ações- lamentou Alves.

Além disso, apenas cerca de 30% das cidades conseguiram acessar os recursos, devido à burocracia. O prefeito de São Carlos, Élio Godoy, confirma que seu município não recebeu esse dinheiro. –Foram poucas cidades que conseguiram- comentou.

O diretor de prevenção da Secretaria de Defesa Civil de Santa Catarina, major Emerson Neri Emerin, disse que na próxima semana deve ser feito um contato com a UFSC para retomar e atualizar o projeto. Ele afirmou que alguns municípios acabaram investindo por conta própria em melhorias. Coronel Freitas, por exemplo, construiu várias cisternas no interior. Em Chapecó foram perfurados 12 poços artesianos e implantados 49,5 mil metros de redes de água no interior, beneficiando 600 famílias, segundo o secretário de Agricultura Ricardo Lunardi. Um poço foi perfurado no distrito de Sede Figueira, beneficiando cerca de 100 famílias. Uma das beneficiadas foi a dona de casa Angelina Laval. –Eu sempre ficava sem água e tinha que lavar roupa no rio- conta. Neste ano, ela não teve nenhum problema.

A família de Cristiano Bortese também sofria com a falta de água. Eles conseguira uma rede do poço que resolveu o problema do abastecimento humano e, para os animais, construíram uma cisterna com capacidade para 300 mil litros. O investimento foi de R$ 18 mil com recursos próprios. E mesmo com a estiagem a família conseguiu abastecer o aviário com sete mil frangos e dar água para as vacas. –Nas outras estiagens tínhamos que buscar água no rio ou então do caminhão-pipa- contou Bortese.

Os irmãos Alves e Rudi Giuriatti conseguiram um financiamento do Governo do Estado para pagar os juros de 2% ao ano para construir a maior cisterna do Estado, com capacidade para R$ 1,3 milhão de litros. Eles gastaram R$ 58 mil no projeto, que foi concluído em 2009. –No início parecia muito gasto, mas valeu a pena- disse Isabel Giuriatti. Neste ano, se não fosse a cisterna, eles teriam que pedir água para a Prefeitura para terminar o lote de frangos, que consumia seis a sete mil litros por dia.

Também foi a salvação para as vacas de Alves Giuriatti. Ele fez um encanamento e improvisou bebedouros no potreiro, pois as fontes secaram. –Tinha um pouco de água no açude e no riozinho, agora não tem mais- disse Caroline Giuriatti, filha de Alves. Eles confirmam que um pouco de investimento vale mais do que ficar esperando o bom humor de São Pedro. Um pouco de vontade política também ajudaria.


SC financiou 1,2 mil cisternas em seis anos

De 2005 a 2010, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, por meio de Programas Revitalizar e Água da Chuva e de recursos do Fundo de Desenvolvimento Rural, investiu R$ 7.9 milhões na construção de poços artesianos, açudes, cisternas e redes de distribuição de água. Esse valor beneficiou 2925 famílias com a concessão de empréstimos e subvenção de juros. De 2005 a 2010 foram 1.210 cisternas foram . 342 poços e 207 redes.

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13 jan10:44

Chuva traz a alegria de volta ao campo

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br *

A chuva que chegou na noite de ontem e prossegue hoje pela manhã, em todo o Oeste, trouxe a alegria de volta ao campo. O agricultor Natalino de Bortoli chegou a acordar às 2 horas com os pingos no telhado. –Ouvi um tchich, tchic- contou. Depois disso nem dormiu mais direito.

Ele estava feliz por salvar a lavoura de milho que está na floração. –Mais oito a 10 dias as plantas iriam secar e ia perder tudo – observou. Ele já tinha feito silagem com outra lavoura de seis hectares de milho, onde perdeu a metade da produção. Mas no pedaço que sobrou ele espera colher pelo menos 80 a 90 sacas por hectere, uma quebra de apenas 10 a 20%.

Além de salvar a atual lavoura ele ainda pretende plantar uma segunda safra nos outros seis hectares.

–Vou plantar mais milho e talvez um pouco de sorgo- explicou.

Fazia quase dois meses que não chovia bem. Ele calculava em cerca de 30 milímetros a chuva. –Bota boa nisso, tenho que agradecer a Deus- comemorou.

>> Rios estão secos no Extremo Oeste

A umidade também vai ajudar os seis hectares de pastagem, onde tem 44 bovinos. A produção de leite já havia caído 20%. A partir de agora ela começa a recuperar.

De acordo com o observador meteorológico da Epagri em Chapecó, Roque Sulzbacher, até às 10 horas de hoje havia chovido 24,2 milímetros. O acumulado do mês é de 34,6 milímetros. Ainda está longe da média para o mês, que é de 184 milímetros.


*Colaborou Juliano Zanotelli


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13 jan08:43

Rios estão secos no Extremo Oeste

Darci Debona | darci.debona@diario.com.br

O prolongamento da estiagem no Oeste vai consumindo a água até dos rios, agravando a situação de milhares de agricultores. Em Belmonte um dos principais rios, o Lajeado Tabajara, já não tem mais água correndo no seu leito. Até parece uma estrada cheia de pedras. O agricultor José Luís Borges dos Santos caminha pelo local e mostra onde normalmente ficava o leito. –Tinha mais de meio metro de água- explicou.

O rio servia para abastecer as quatro vacas, que agora recebem água da rede de um poço artesiano, que é servida num bebedouro. –Nossa rotina é tratar os bichinhos e esperar a chuva- disse Dair dos Santos, mulher de José.



Rio tabajara, que corta três comunidades em Belmonte, está seco. O agricultor José Luis Borges dos Santos tem que dar água para o gado em bebedouros.



Até o peixes morreram. Sobraram apenas algumas poças Dair utiliza para lavar algumas roupas. É uma forma de economizar o precioso líquido. –Nunca vi o rio tão seco- diz. A família Santos teme ficar sem alimento para o gado, já que a lavoura de milho foi perdida e a pastagem do campo está secando. –O sol está matando tudo- lamentou José.

O extensionista da Epagri em Belmonte, Evandro Carlos Decol, disse que outro rio importante do município, o Belmonte, também está ficando sem água. E os afluentes já secaram. Cerca de 50 famílias dependem do transporte de água da Prefeitura.

>> Santa Catarina vai receber R$ 10 milhões para combater a seca

>> 75 municípios em situação de emergência

As maiores perdas são na lavoura de milho, que em média oscilam entre 70 e 75% segundo Decol. O agricultor Carlinhos Godóe teve perdas que superam 90%. Ele pretendia colher 1,5 mil sacas de milho em 10 hectares. –Não vai dar 100 sacas- lamenta. Ele até está tentando fazer silagem para o gado e assim aproveitar o que sobrou das espigas e da palha. A junta de bois tenta aproveitar para comer as plantas secas. Godóe tem R$ 7,9 mil em financiamento e espera ser isentado pois não tem como pagar. Ele aguarda o laudo da Epagri para encaminhar o pedido do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). –Vamos ver se a gente ganha alguma coisa- explicou.

Na residência da família, a água da fonte só chega à noite. Sua mulher, Judite Godóe, armazena o que pode num reservatório, para utilizar no dia seguinte. E economiza ao máximo. Ela primeiro lava as roupas mais limpas e reutiliza a água para lavar as mais sujas.

O gerente regional da Epagri em São Miguel do Oeste, João Carlos Biasibetti, disse que as perdas maiores são na agricultura familiar, onde a quebra é de 60% no milho e 30% no leite. O laticínio Terra Viva teve uma redução de 20% na captação de leite.


Pastagens estão morrendo

A falta de chuva pode ser observada nas pastagens do Extremo Oeste, que estão morrendo. O gado tenta encontrar algum broto verde no meio das folhas de grama que já estão brancas. A costelas dos animais já começam a aparecer.



A costelas dos animais já começam a aparecer.



–Eles perderam 30% do peso- lamenta o agricultor José Mayer.

A fonte modelo Caxambu já secou. E no rio Lajeado Tabajara, que serve para os animais beberem, restam só poças. Se não chover nos próximos dias ele vai ter que tirar água do consumo humano, que vem por uma rede comunitária, para dar aos animais.

Mayer tem 19 bovinos, quatro cavalos e duas ovelhas. Como não tem mais pasto ele está cortando o milho que não serve mais para a produção de grãos.-A lavoura se foi, não vai mais produzir- sentenciou. O problema é que ele perdeu os R$ 2.780 que investiu na lavoura e não tem cobertura de seguro. Além disso está devendo R$ 1,3 mil. Para piorar, a renda com a produção de leite caiu cerca de 20%. Ele tirava 1,2 mil litros por mês e agora estão em mil litros, o que garante um ganho de apenas R$ 780, sem contar as despesas.

–Não sei como vamos passar o ano- refletiu. Ele investiu todas suas economias na lavoura e perdeu tudo. Mayer espera algum auxílio, nem que seja divino. –Nem que seja Deus que dê uma mão pra gente- concluiu.


Dois meses sem chuva

-A última chuva boa foi no dia 21 de novembro- lembra o agricultor Egídio Volpato, de Belmonte.

O poço que abastecia a casa já secou e ele depende agora do transporte de caminhão pipa da prefeitura. Sua mulher, Inês, não lava mais a louça com a torneira aberta.

–Lavo tudo dentro de uma bacia para economizar- disse.



Dair dos Santos lava roupa no rio por falta de água.



O açude da propriedade, lembra o nordeste brasileiro. –Sobrou só 5% da água- calculou Volpato. Na borda do reservatório, o solo está todo rachado. E a pastagem em volta, está morrendo. –Não tem mais pasto- mostra o agricultor. Ele teme ficar sem alimentação e sem água para as 26 cabeças de gado que tem na propriedade. A lavoura de milho, nem sabe se vale a pena colher. –Não sei se vai cobrir o custo- explicou.

Em São Miguel do Oeste choveu um pouco mais, mas não muito. Em dezembro a Epagri registrou 53 milímetros. De acordo com o gerente regional da Epagri, João Carlos Biasibetti, isso representa 1/3 do normal. Em janeiro, a situação é ainda pior. Foram apenas 16,4 milímetros até ontem. As nuvens rondavam a região ontem mas até o final da tarde haviam caído apenas alguns pingos em pontos isolados. A previsão era de 5 milímetros de chuva.

–Isso não dá pra nada, é chuva para um dia- calculou Biasibetti. Volpato disse que seriam necessários 50 milímetros para recuperar os pastos. E com chuvas regulares a cada semana. Caso contrário a estiagem vai ficando cada vez pior.



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12 jan20:11

Santa Catarina vai receber R$ 10 milhões para combater a seca

Atualizada às 19h08min

Fabiano Costa | fabiano.costa@gruporbs.com.br

Santa Catarina irá receber R$ 10 milhões do governo federal para executar medidas de prevenção contra a seca. A verba, anunciada na tarde desta quinta-feira, faz parte do pacote de socorro aos três estados da Região Sul castigados pela falta de chuva. Paraná e Rio Grande do Sul vão receber a mesma ajuda.

O governo federal, porém, não garantiu os R$ 12,5 milhões solicitados durante a manhã pelo governador Raimundo Colombo para comprar caminhões-pipa para os municípios atingidos pela estiagem. O Ministério da Integração Nacional afirma que o pedido de Santa Catarina ainda não foi formalizado. Após cumprir os ritos burocráticos, a proposta será analisada e a verba poderá vir a ser liberada.

Os R$ 10 milhões disponibilizados para investimentos de prevenção não eram esperados. O dinheiro poderá ser aplicado na perfuração de poços artesianos, recuperação de barragens e na instalação de redes de distribuição de água.

— Esses recursos já estão disponíveis, os projetos precisam ser construídos cumprindo condições legais para que possamos repassar esses recursos — disse o diretor do Departamento de Articulação e Gestão da Defesa Civil, Cristiano Heckert.

Os convênios poderão ser fechados com os estados e municípios. Segundo Heckert, para agilizar a liberação dos recursos, foi criado o Centro de Monitoramento Integrado para a Seca do Sul, com representes dos governos estaduais, dos ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário, da Integração Nacional e da Agência Nacional de Águas (ANA).

— Foi uma determinação da presidente para que o governo tenha um posto avançado nos estados mais atingidos pela seca — explicou.

De acordo com o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, o governo vai encaminhar ao Conselho Monetário Nacional (CMN) uma proposta para a criação de uma linha de crédito de R$ 200 milhões para as cooperativas refinanciarem as dívidas de produtores rurais que vivem em municípios que decretaram situação de emergência ou de calamidade por causa da estiagem.


Visita ao Estado

Na próxima segunda-feira, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, desembarcará em Santa Catarina para visitar o município de Chapecó, uma das áreas atingidas pela seca. Mendes será recepcionado pelo governador Raimundo Colombo.


DIÁRIO CATARINENSE

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12 jan15:37

75 municípios em situação de emergência

[Atualizado 16h42]

A estiagem que atinge o Oeste de Santa Catarina persiste e, de acordo a Defesa Civil, 75 municípios já decretaram estado de emergência. Iporã do Oeste foi o último município a decretar. Sendo que seis pertencem a SDR de Dionísio Cerqueira, sete a SDR de São Miguel do Oeste, sete a SDR de São Lourenço do Oeste, 12 municípios da SDR de Maravilha, sete da SDR de Palmitos, seis a SDR de Quilombo, 10 a SDR de Chapecó, 14 a SDR de Xanxerê, três municípios pertencem a SDR de Seara e três a SDR de Itapiranga. Esses números representam mais de 70 mil propriedades rurais. Um pacote de medidas de auxílio aos agricultores  deve ser anunciado pelo Governo Federal ainda nesta quinta-feira .

Na segunda-feira, dia 16, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, vem a Santa Catarina vistoriar as consequências da falta de chuva e reforçar as ações emergenciais. Esta foi a definição da reunião que o governador Raimundo Colombo teve nesta manhã de quinta-feira, no Palácio do Planalto, também com a presença do ministro de Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence; do secretário Executivo da Casa Civil, Gilson Bittencourt, e de representantes do Ministério da Integração Nacional e do Ministério de Relações Institucionais.

Conforme Colombo, a expectativa é que estas medidas beneficiem todos os 74 municípios em situação de emergência por conta da seca, iniciada em outubro passado.

- São mais de R$ 400 milhões em perdas na agricultura familiar, na agropecuária e nas agroindústrias. Os prejuízos sociais e econômicos vistos na região exigem ações imediatas – salientou o governador, que apresentou aos presentes o Relatório de Acompanhamento dos Prejuízos Causados pela Estiagem em SC.

Por outro lado, os ministros informaram que a previsão é de que o Governo Federal auxilie no rápido pagamento do seguro agrícola aos produtores que tiveram perdas por conta dos problemas climáticos.

Em Santa Catarina, 80% das propriedades prejudicadas estão cobertas, o que representa aproximadamente R$ 700 milhões. As demais ações dos Ministérios serão no sentido de evitar a falta de abastecimento para consumo humano, com compra de caminhões pipa e dar agilidade aos processos junto a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para abertura de poços artesianos em pelo menos 38 municípios catarinenses que já apresentaram propostas.

Durante o encontro, os catarinenses apresentaram o plano para construção de mil açudes de médio e grande portes, aquisição de 74 caminhões-pipa e perfuração de 371 poços artesianos, sendo cinco para cada município em estado de emergência. Entre as demandas do Estado para amenizar o drama dos agricultores está a criação de uma linha de crédito de emergência para os produtores atingidos pela estiagem para que possam plantar lavouras de safrinha e custear atividades de pecuária, principalmente no que se refere à alimentação dos animais.

Prorrogação de prazos para pagamento do crédito rural

Colombo e o secretário de Estado da Agricultura, João Rodrigues, solicitaram aos Ministros a prorrogação de prazos para pagamentos de dívidas do crédito rural para os agricultores atingidos, transferindo parcelas vencidas ou vincendas de 2012 para o final dos contratos, ou por no mínimo um ano. Para apoiar investimentos diretamente nas propriedades rurais, o Estado reivindica a liberação de crédito subsidiado, sem juros, destinados à construção de 13,2 mil açudes e reservatórios de água da chuva, e financiamento dos sistemas de irrigação, visando atender áreas irrigadas de até 5 hectares por propriedade. O crédito subsidiado também será destinado à construção de 26,4 mil cisternas e reservatórios de água para consumo na propriedade.

Visando complementar as medidas de apoio imediato aos atingidos pela estiagem e a recuperação da renda das famílias rurais, os catarinenses solicitaram ainda a liberação de R$ 10 milhões para aquisição de 200 mil sacos de adubo, a serem distribuídos a fundo perdido, para 20 mil agricultores.

- Essa medida permitirá aos agricultores o plantio da safrinha e das pastagens de inverno. O Governo do Estado se propõe a complementar esses recursos com R$ 2 milhões e a ação poderá incluir o fornecimento de sementes, onde necessário – afirma o secretário João Rodrigues.

Participaram do encontro o secretário da Defesa Civil, Geraldo Althoff, secretário da Agricultura, João Rodrigues, presidente do Deinfra, Paulo Meller, consultora Geral da secretaria de Articulação Nacional, Lourdes Martini, senador Luiz Henrique da Silveira e deputado Celso Maldaner.

Fonte Secretaria de Estado de Comunicação


Já são 75 municípios em Situação de Emergência. Barra Bonita e Iporã do Oeste entraram na lista nesta quinta-feira.

Lista atualizada às 16h, do dia 12 de janeiro de 2012, pela Defesa Civil.


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